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Exercício de Oclusão, Exercícios de Odontologia

Dor Orofacial, Temporomandibular

Tipologia: Exercícios

2023

Compartilhado em 02/05/2023

leny-barbosa
leny-barbosa 🇧🇷

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Exercício de Oclusão
Professora: Cleyce Rock Garcia Rodrigues
Equipe:
Hendrew Duarte da Costa 03044786
Letícia Amaral Martins 03249847
Maria Fernanda Prearo Ferreira 03249843
Maria Jarcilene Barbosa Maciel 03319480
Rair Xavier da Silva 03087946
1- No tocante ao ajuste oclusal, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:0
I – A manutenção da dimensão vertical de oclusão não se relaciona com a ausência de dentes posteriores.
II O trauma oclusal em um único dente não tem relação com a pericementite, abrasão e mobilidade
dentária.
III O lado de trabalho é a direção para a qual a mandíbula se desloca durante o repouso, e o lado
contralateral é chamado lado de balanceio ou não trabalho.0
Alternativas
AApenas o item I é verdadeiro.0
BApenas o item II é verdadeiro.0
CApenas o item III é verdadeiro.0
DApenas os itens I e II são verdadeiros.0
E Nenhum dos itens é verdadeiro.0
I- Uma condição comum que resulta em perda da dimensão vertical é quando um número significativo de
dentes posteriores é perdido e os anteriores tomam-se o limite funcional do fechamento mandibular.
OKESON, 2013, p.199;
II- A mobilidade dentária pode resultar de dois fatores perda do suporte ósseo (doença periodontal) e fortes
forças oclusais anormais (oclusão traumática). Sempre que a mobilidade é observada, os dois fatores
devem ser considerados. A mobilidade é identificada pela aplicação de uma força intermitente vestibular e
lingual em cada dente. OKESON, 2013, p.188;
III- Lado de trabalho é o lado para o qual a mandíbula se movimenta, onde as cúspides de mesmo nome se
relacionam. Lado de balanceio é o lado oposto ao lado de trabalho, onde as cúspides de nomes diferentes
adotam uma relação de alinhamento. BARATIERI, 2010, p. 162;
1) A partir da MIH, os incisivos centrais inferiores deslizam para a frente guiados pelas faces
palatinas dos incisivos centrais superiores e atingem a relação topo-a-topo, na posição de protrusão. Ao
alcançar esta posição os dentes posteriores perdem o contato com os antagonistas devido às inclinações das
faces palatinas dos incisivos e das fossas mandibulares. Esse evento é denominado de?0
Alternativas
AInclinação condilar.
BGuia Canina.
C Fenômeno de Cristhensen.
DTranspasse positivo.
ETranspasse negativo.
Nesse movimento de protrusão, se os planos de orientação estiverem paralelos ao plano protético (como
devem estar), eles perderão o contato na parte posterior, ocorrendo então o que chamamos de “Fenômeno
de Christensen”. Prótese total, 2018, p. 36; Disponível em:
http://sgcd.foa.unesp.br/home/graduacao/apostila-de-protese-total-2018.pdf
2) É o relacionamento maxilo-mandibular independente do contato dentário, em que os côndilos
articulam-se, na posição anterossuperior contra as inclinações posteriores das eminências articulares. Nessa
posição a mandíbula realiza um movimento, puramente, rotativo. Clinicamente, é uma posição de
referência útil e repetível. Qual alternativa, abaixo, é o conceito base do texto, acima?00
Alternativas
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Exercício de Oclusão

Professora: Cleyce Rock Garcia Rodrigues

Equipe:

Hendrew Duarte da Costa 03044786

Letícia Amaral Martins 03249847

Maria Fernanda Prearo Ferreira 03249843

Maria Jarcilene Barbosa Maciel 03319480

Rair Xavier da Silva 03087946

1- No tocante ao ajuste oclusal, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta: I – A manutenção da dimensão vertical de oclusão não se relaciona com a ausência de dentes posteriores. II – O trauma oclusal em um único dente não tem relação com a pericementite, abrasão e mobilidade dentária. III – O lado de trabalho é a direção para a qual a mandíbula se desloca durante o repouso, e o lado contralateral é chamado lado de balanceio ou não trabalho. Alternativas A Apenas o item I é verdadeiro. B Apenas o item II é verdadeiro. C Apenas o item III é verdadeiro. D Apenas os itens I e II são verdadeiros. E Nenhum dos itens é verdadeiro. I- Uma condição comum que resulta em perda da dimensão vertical é quando um número significativo de dentes posteriores é perdido e os anteriores tomam-se o limite funcional do fechamento mandibular. OKESON, 2013, p.199; II- A mobilidade dentária pode resultar de dois fatores perda do suporte ósseo (doença periodontal) e fortes forças oclusais anormais (oclusão traumática). Sempre que a mobilidade é observada, os dois fatores devem ser considerados. A mobilidade é identificada pela aplicação de uma força intermitente vestibular e lingual em cada dente. OKESON, 2013, p.188; III- Lado de trabalho é o lado para o qual a mandíbula se movimenta, onde as cúspides de mesmo nome se relacionam. Lado de balanceio é o lado oposto ao lado de trabalho, onde as cúspides de nomes diferentes

adotam uma relação de alinhamento. BARATIERI, 2010, p. 162;

  1. A partir da MIH, os incisivos centrais inferiores deslizam para a frente guiados pelas faces palatinas dos incisivos centrais superiores e atingem a relação topo-a-topo, na posição de protrusão. Ao alcançar esta posição os dentes posteriores perdem o contato com os antagonistas devido às inclinações das faces palatinas dos incisivos e das fossas mandibulares. Esse evento é denominado de? Alternativas A Inclinação condilar. B Guia Canina. C Fenômeno de Cristhensen. D Transpasse positivo. E Transpasse negativo. Nesse movimento de protrusão, se os planos de orientação estiverem paralelos ao plano protético (como devem estar), eles perderão o contato na parte posterior, ocorrendo então o que chamamos de “Fenômeno de Christensen”. Prótese total, 2018, p. 36; Disponível em: http://sgcd.foa.unesp.br/home/graduacao/apostila-de-protese-total-2018.pdf
  2. É o relacionamento maxilo-mandibular independente do contato dentário, em que os côndilos articulam-se, na posição anterossuperior contra as inclinações posteriores das eminências articulares. Nessa posição a mandíbula realiza um movimento, puramente, rotativo. Clinicamente, é uma posição de referência útil e repetível. Qual alternativa, abaixo, é o conceito base do texto, acima? Alternativas

A Relação Cêntrica. B Máxima Intercuspidação Habitual. C Espaço Livre Funcional. D Dimensão Vertical em Repouso. E Dimensão Vertical em Oclusão. Relacionamento maxilomandibular independente do contato dentário, em que os côndilos se articulam na posição ânterosuperior contra as inclinações posteriores das eminências articulares. Nessa posição a mandíbula realiza um movimento puramente rotativo. Clinicamente é uma posição de referência útil e repetível. Bataglion, Prof. Dr. César, Fundamnetos e Conceitos Básicos de Oclusão Dental, 2020, p. 20. Disponível em:https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5618104/mod_resource/content/1/Apostila%20de%20Oclus %C3%A3o%202020.pdf

  1. Para o entendimento da dinâmica dos movimentos mandibulares, devemos considerar os determinantes anatômicos do aparelho estomatognático. Os determinantes posteriores são as articulações temporomandibulares direita e esquerda, que estabelecem a relação temporomandibular e o determinante anterior é a oclusão dentária. Considerando seus conhecimentos sobre oclusão, correlacione os termos com suas respectivas definições abaixo: (1) Relação Cêntrica (2) Oclusão Anteriormente Protegida (3) Trespasse Vertical (4) Trespasse Horizontal (5) Curva deSpee (
  2. Curva de Wilson (7) Curva de Manson (8) Ângulo de Bennett (9) Ângulo de Fischer (10) Movimento de Bennett (11) Movimento de Trabalho (12) Movimento de Balanceio ( 2 ) é um componente da oclusão mutuamente protegida em que, os dentes anteriores desocluem os dentes posteriores em todos os movimentos excursivos. ( 4 ) também conhecido como overjet ou sobressaliência, é a distância entre duas linhas verticais que passem pela borda incisai dos incisivos superiores e a face vestibular dos inferiores na posição de máxima intercuspidação. ( 6 ) é a curvatura anatômica no plano frontal, de sentido vestíbulo-lingual, passando pelas cúspides vestibulares e linguais dos dentes posteriores de ambos os lados. ( 8 ) é o ângulo formado pela trajetória de avanço do côndilo do lado de balanceio com o plano sagital, durante o movimento excursivo lateral mandibular, visto no plano horizontal. ( 10 ) é o movimento de deslocamento lateral realizado côndilo de trabalho durante o movimento de lateralidade. A sequência numérica correta formada é: A 2,3,5,8,11. B 1,3,5,9,12. C 1,4,7,8,11. D 2,4,6,8,10. E 2,4,7,9,10. 2- Os dentes anteriores, ao contrário dos dentes posteriores, estão em posição apropriada para receber as forças dos movimentos mandibulares excêntricos. Geralmente, portanto, pode-se afirmar que os dentes posteriores funcionam mais efetivamente para parar a mandíbula durante o fechamento, enquanto os dentes anteriores funcionam mais efetivamente para guiar a mandíbula durante os movimentos excêntricos. Observando-se essas funções, toma-se evidente que os dentes posteriores devem ter um contato Ligeiramente mais forte que os dentes anteriores, quando os dentes estão

Esse deslize de RC a MIH é encontrado em aproximadamente 90% da população. Como a posição de RC é posterior a posição de MIH. Bataglion, Prof. Dr. César, Fundamnetos e Conceitos Básicos de Oclusão Dental, 2020, p. 23. Disponível:https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5618104/mod_resource/content/1/Apostila%20de %20Oclus%C3%A3o%202020.pdf III – A dimensão vertical de oclusão pode ser estabelecida através do método que subtrai 3-4mm do valor da dimensão vertical de repouso, obtido através do compasso de Willis. Inicialmente remove-se 2 mm, posteriormente, para obter as curvas de compensação, será suprimido mais 1 mm da DV (ao amassar a cera), perfazendo um total de 3 mm. Turano, 2010, p. 283. Alternativas A Apenas I e II são verdadeiras. B Apenas I é verdadeira. C Apenas I e III são verdadeiras. D Todas são verdadeiras.

  1. Conhecer conceitos de oclusão dental favorece diagnósticos corretos e tratamentos com maior durabilidade. “Movimento lateral mandibular que tem como único contato o deslizamento da cúspide do canino inferior sobre a concavidade palatina do canino superior e a liberação de todos os demais dentes posteriores e anteriores.” Trata-se de: Alternativas A Protusão. B Lateralidade por guia canino. C Lateralidade por função em grupo. D Máxima Intercuspidação Habitual (MIH) Desoclusão pelo canino em movimento de lateralidade, o canino inferior desliza na cavidade palatina do canino superior, desocluindo os demais dentes, tanto do lado de trabalho quanto do lado de balanceio. BARATIERI, 2010, p. 162.
  2. Na oclusão normal deverem os ter espaço funcional livre (EFL) fisiológico; (A) Impossível de ser conseguido quando se tem cúspides altas para molares e pré - molares; (B) Encontrado somente em reabilitações protéticas extensas; (C) Melhor determinado quanto menor for a DVR do paciente; (D) Para um a maior facilidade na articulação das palavras e mastigação Para verificar a existência da invasão do EFL, o clínico pode fazer testes fonéticos com o som silábicos para tal, o paciente deve ser colocado na posição ereta e solicitado emitir palavras com a letra s. Caso o paciente acuse o contato dentário durante teste fica evidente a invasão do FL, pois esses contatos não devem ocorrer durante a formação. Cardoso, 2010, p. 139.
  3. Quando o côndilo articula com a parte mais fina e avascular de seu disco articular e este complexo côndilo-disco es tá localizado numa posição mais anterior e superior contra a eminência articular, dizemos se tratar de: (A) Relação de oclusão cêntrica quando houver contato dentário; (B) Relação de máxima intercuspidação habitual; (C) Relação cêntrica com contato protrusivo; (D) Sub-luxação mandibular Relação de uma oclusão cêntrica é a posição maxilomandibular em que a relação cêntrica é coincidente com a máxima intercuspidação. Segundo alguns autores, esta posição está presente em 10% da população. Huffman & Regenos acreditam que em somente 1 a 2% da população a relação cêntrica coincide com a máxima interculturação habitual. Este dado é considerado importante, pois acredita-se que esta desarmonia é a principal causa das doenças oclusais. BARATIERI, 2010, p. 160.
  1. Um paciente que possui desoclusão em lateralidade do tipo função em grupo total, toca os seguintes dentes durante a desoclusão: (A) Caninos do lado de trabalho (B) Molares do lado de trabalho (C) Caninos,pré-molares e molares do lado de balanceio (D) Caninos,pré-molares e molares do lado de trabalho Os contatos dentários em lateralidade, no lado de trabalho, ocorrem simultaneamente entre todos os dentes posteriores , ou pode ocorrer progressivamente a partir do canino, seguindo-se pré-molares e molares. Bataglion, Prof. Dr. César, Fundamnetos e Conceitos Básicos de Oclusão Dental, 2020, p. 33. Disponível em:https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5618104/mod_resource/content/1/Apostila%20de%20Oclus %C3%A3o%202020.pdf
  2. O ângulo de Bennett é programado no Articulador Semi-Ajustável através do registro em cera de (A) Relação Cêntrica (B) Lateralidade direita e esquerda (C) Protrusão (D) Retrusão O MOVIMENTO DE BENNETT e o ÂNGULO DE BENNETT ocorre durante o movimento de lateralidade da mandíbula. O movimento de Bennett, é o resultado do deslizamento do côndilo do lado de trabalho (lado para o qual a mandíbula se dirige), dentro da fossa mandibular (cavidade glenóide), durante o movimento de lateralidade da mandíbula. O côndilo de trabalho, obedecendo a movimentação da mandíbula, realiza o movimento de Bennett, deslizando de, podendo assim seguir três direções, dentro de uma faixa de movimento inscrita num triângulo de 60º. Bataglion, Prof. Dr. César, Fundamnetos e Conceitos Básicos de Oclusão Dental, 2020, p. 31. Disponível em:https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/5618104/mod_resource/content/1/Apostila%20de%20Oclus %C3%A3o%202020.pdf
  3. A mandíbula é o osso do corpo humano que possui a mais complexa movimentação, devido a alta capacidade funcional da ATM. Em relação ao movimento mandibular: (A) Durante o movimento de abertura somente encontramos a translação mandibular (B) A guia canina ocorre sozinha no movimento de protrusão (C) No movimento de lateralidade, o côndilo de balanceio descreve uma trajetória para medial, para baixo e para anterior (D) Na protrusão a guia anterior não tem importância clínica Durante o movimento lateral esquerdo os dentes posteriores e inferiores direitos cruzam os dentes opostos numa direção Medial. Os lados potenciais de contato oclusal estão entre as vertentes internos das palatinas e as vertentes internas das cúspides vestibulares inferiores. Tais contatos são chamados de médiotrusivos durante o movimento lateral esquerdo a maior parte das funções ocorre do lado esquerdo; dessa forma, o lado direito é designado com o lado de não trabalho. Os contatos médiotrusivos são também denominados de balanceio. OKESON, 2013, p. 59;
  4. A mandíbula é o osso do corpo humano que possui a mais complexa movimentação, devido à alta capacidade funcional da ATM. Em relação ao movimento mandibular podem os afirmar que: (A) No movimento de protrusão as cúspides funcionais superiores descrevem um a trajetória para anterior no sulco principal do antagonista; (B) Os sulcos de balanceio são descritos pelos molares inferiores com direção distal nos molares Superiores; (C) Na função em grupo os sulcos de trabalho têm um sentido vestibular nos molares inferiores; (D) Os sulcos de trabalho têm direção vestibular nos molares superiores e lingual nos inferiores. Durante o movimento de lateralidade da mandíbula, no lado de trabalho, as cúspides de contenção cêntrica deslizam contra os dentes opostos na região dos sulcos de trabalho. Estes sulcos, nos pré-molares

Resumo Síndrome de Eagle

A Síndrome de Eagle foi relatada pelo otorrinolaringologista americano Watt Weems Eagle em

  1. O termo é dado ao prolongamento sintomático do processo estiloide ou mineralização do ligamento estilohioide. O processo estiloide é uma projeção óssea de direção anteroinferior, situada na base do crânio lateralmente à fossa jugular, anteromedialmente ao processo mastoideo e medialmente à parte timpânica do osso temporal. Nele inserem-se músculos e ligamentos. Embora a etiopatogenia da Síndrome de Eagle ainda não tenha sido claramente elucidada, ocorre uma concordância entre os autores em veicular que o alongamento ou a calcificação do ligamento estilo-hioide leva à compressão das estruturas neuro-vasculares circundantes ao complexo, como os nervos facial, temporal, lingual, glossofaríngeo, hipoglosso, salino e da corda do tímpano. Eagle descreveu duas síndromes: a clássica e a das artérias carotídea: A primeira foi descrita com sintomas de dor, disfagia e sensação de corpo estranho apresentados posteriormente à tonsilectomia, e a segunda em distúrbios visuais e síncope. Com isso o sintoma mais comum é a dor, que pode ser referida ou irradiada para o ouvido ou mandíbula, apresentando, portanto, otalgia ou dor na articulação temporomandibular. Ocorre também ulceração persistente na boca, odontalgia, disfonia, sintomas auditivos, incluindo perda auditiva, zumbido e sensação de orelha “estourando”. O diagnóstico é iniciado com uma anamnese completa e direcionada, seguida pelo exame físico com palpação faríngea, a obtenção de imagens constitui em um excelente recurso diagnóstico. Radiografias cefalométricas por meio das incidências póstero-anterior, lateral oblíqua da mandíbula e incidência de Towne para a visualização do processo estiloide alongado fornecem achados valiosos e o método considerado padrão ouro é a Tomografia Computadorizada Tridimensional. O tratamento da Síndrome de Eagle envolve um método conservador medicamentoso e o método de ressecção cirúrgica. A estiloidectomia é o procedimento de ressecção cirúrgica dos anexos ligamentares do processo estiloide, que consiste em um tratamento definitivo, sendo então considerado padrão ouro. O procedimento cirúrgico pode ser realizado por duas vias: intraoral e transcervical. Concluindo que os avanços médicos no manejo e na abordagem cirúrgica fizeram com que a Síndrome de Eagle passasse a ser mais prontamente reconhecida, permitindo também um tratamento mais abrangente com segurança e eficácia.

Resumo Neuralgia do Trigêmeo

A neuralgia do trigêmio, é uma condição de dor crônica que afeta o trigêmio ou quinto nervo craniano, um dos nervos mais denso e ramificados de todo o corpo e inerva a região da face. A forma típica ou “clássica” do distúrbio causa dor extrema, esporádica, queimação repentina ou dor facial semelhante a choque que dura de alguns segundos a até dois minutos por episódio. Esses ataques podem ocorrer em rápida sucessão, em surtos que duram até duas horas. Existe também a chamada a forma “atípica”, bem menos comum, caracterizada por dor constante, queimação e pontadas de intensidade um pouco mais baixa do que a forma clássica. A dor por ser de forte intensidade, causa extremo desconforto, sofrimento e medo de haver a dor, sendo assim motivo frequente de restrição de atividades e drástica perda na qualidade de vida. A neuralgia do trigêmio ocorre com mais frequência em pessoas com mais de 50 anos e aumenta sua incidência em idades mais avançadas, embora possa ocorrer em qualquer idade, muito raramente

na infância. A incidência de novos casos é de aproximadamente 12 por 100.000 pessoas por ano; o distúrbio é mais comum em mulheres do que em homens. O diagnóstico da neuralgia do trigêmio é baseada em sintomas e consequentemente em critérios clínicos sendo os três critérios principais: ⦁ Dor restrita ao território de uma ou mais divisões do nervo trigêmio; ⦁ Surtos súbitos de dor, muito intensos e de curta duração (entre 1 segundo e 2 minutos, mas geralmente alguns poucos segundos) e descritos como um “choque” ou uma “sensação elétrica”; ⦁ Dor desencadeada por estímulos ou toques na face ou na boca e dentes; estímulos que normalmente não causam dor. A dor da neuralgia do trigêmeo afeta mais frequentemente a região maxilar ou mandibular na face correspondente a 2a e 3a divisões do nervo trigêmeo, sendo o lado direito da face mais frequentemente. A dor da neuralgia do trigêmeo pode ser desencadeada por pequenos gestos do dia a dia, como: falar, lavar o rosto, mastigação, escovar os dentes, enxugar o rosto com uma toalha, comer ou engolir, tomar líquidos principalmente gelados, barbear-se, aplicar maquiagem, pentear o cabelo ou lavar o cabelo, assoar o nariz, tocar suavemente o rosto, abrir ou fecha a boca, mover a cabeça, bocejar, pronuncia letras labiais ou elevar a voz, rir e até movimentos dos olhos e da língua ou mais raramente flexionar o tronco para frente. Em geral as pessoas relatam algum gatilho como os citados acima e isso chama a atenção para o diagnóstico. O exame de neuralgia do trigêmeo inclui a observação da face enquanto o paciente está sentado e completamente imóvel. Com um paroxismo espontâneo de neuralgia do trigêmeo, o médico pode notar um piscamento ou um pequeno movimento da boca do qual o paciente não percebe. A neuralgia do trigêmio é uma doença causada por uma disfunção neurológica baseada em alterações na mielina (bainha) do nervo trigêmeo que tende a se desfazer ou a adquirir falhas motivadas pela compressão neurovascular de artérias sobre o nervo. A cura para uma doença como essa, seria necessário modificar a genética e retirar a compressão neurovascular para reduzir a probabilidade de haver essa confluência de fatores considerada a origem da doença. Por hora a cura significa apenas o alívio da dor, removendo a compressão vascular por meio de microcirurgia ou reduzir a sensibilidade da face para retirar a zona gatilho que desencadeia os choques. Em geral, para o tratamento, os medicamentos mais utilizados e mais eficazes para o tratamento da dor em choque na neuralgia do trigêmeo são os anticonvulsivantes. Principalmente aqueles que bloqueiam os canais de sódio, usados para bloquear os disparos anômalos do nervo que causam a dor. São os mais eficazes no tratamento da neuralgia trigeminal paroxística do tipo choque, mas geralmente menos eficazes nas dores contínuas e queimação. Os mais utilizados são: carbamazepina, oxcarbazepina, topiramato, gabapentina, pregabalina, clonazepam, fenitoína, lamotrigina e ácido valérico. Sendo os dois primeiros os mais eficazes e assim os mais frequentemente utilizados. Também temos os tratamentos por procedimentos cirúrgicos, como por exemplo: Descompressão Microvascular – A descompressão microvascular tornou-se o procedimento cirúrgico preferido para a maioria dos casos de neuralgia do trigêmio que não respondem à medicação. Por meio de microcirurgia o cirurgião experiente identifica o vaso que está comprimindo a raiz do nervo trigêmio, afastando-o do nervo, sendo interposto uma pequena esponja almofadada para manter a pulsação da artéria separada da raiz do nervo. Concluindo que, a neuralgia do trigêmeo é uma condição extremamente dolorosa mais comum com o avançar da idade, que por vezes tem-se dificuldade em diagnosticar motivando que o paciente peregrine em diversos médicos e dentistas antes de chegar ao especialista. o tratamento clínico de melhor eficácia e considerado de primeira linha. Contudo, muitos pacientes apresentam efeitos colaterais, e aqueles que apresentam dor contínua concomitante têm menor probabilidade de ter uma boa resposta ao tratamento. Os testes diagnósticos, principalmente de neuroimagem, são úteis para identificar a causa e identificar pacientes com neuralgia do trigêmeo devido a doenças neurológicas importantes e pacientes nos quais pequenos ramos da artéria basilar comprimem o nervo trigêmeo junto a sua emergência no tronco cerebral. A aplicação de critérios