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exercicios algbebra., Exercícios de Álgebra

o documento contém exercícios de álgebra.

Tipologia: Exercícios

2021

Compartilhado em 27/05/2023

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ALGEBRA
Colectˆanea de Exerc´ıcios
P. Milheiro de Oliveira
vers˜ao 2.0 1998/1999
vers˜ao 2.1 2010/2011
vers˜ao 2.1.1 2011/2012
vers˜ao 2.2 2014/2015
vers˜ao 2.3 2015/2016
Departamento de Engenharia Civil
Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto
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ALGEBRA´

Colectˆanea de Exerc´ıcios

P. Milheiro de Oliveira

vers˜ao 2.0 1998/ vers˜ao 2.1 2010/ vers˜ao 2.1.1 2011/ vers˜ao 2.2 2014/ vers˜ao 2.3 2015/

Departamento de Engenharia Civil Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto

Pref´acio `a edi¸c˜ao de 1998/1999:

A presente colectˆanea de exerc´ıcios foi elaborada para acompanhamento das aulas da disciplina de Algebra da Licenciatura em Engenharia Civil da FEUP. Ela surge como consequˆ´ encia, em grande parte, de uma recolha de manuscritos pertencentes a docentes das Faculdades de Ciˆencias e de En- genharia da Universidade do Porto, referentes a anos lectivos entre 1981 e 1992, de autoria dif´ıcil de identificar. Muitos deles parecem ter sido retirados das obras habitualmente usadas para referˆencia numa cadeira deste tipo, mas muitos h´a que s˜ao certamente originais. A autora contribuiu com al- guns. Na elabora¸c˜ao da sec¸c˜ao 1 contribuiram os Assistentes da cadeira no ano lectivo de 1998/99, Dr. Rui Gon¸calves e Dra. Isabel M. Silva.

A par deste exerc´ıcio, resolva as mesmas quest˜oes com os vectores ~u = (1, 2), ~v = (− 1 , 4) e w ~ = (− 1 , −1) e os pontos A(− 1 , 1), B(− 2 , 5) e C(− 3 , 4). Pressup˜oe-se que R^3 est´a munido de um referencial ortonormal.

  1. Dados os pontos A(− 1 , 3 , 2) e B(1, a, −1), determine a de modo que a distˆancia entre os pontos seja igual a 7.
  2. Represente na forma trigonom´etrica (ou polar) os seguintes complexos:

(a) 1 , i ; (b) 1 − i , 2 i.

  1. Represente, na forma alg´ebrica, os complexos:

(a) 2 cisπ 3 ;

(b)

2 ei^

74 π .

  1. Calcule:

(a) (2 + 3i) + (5 − 9 i); (b) (2 + 3i) × ( 5 − 9 i); (c) 2+3 5 − 9 ii ;

(d) (

3 + i)^6 ; (e) as ra´ızes de 1^1 /^4. Fa¸ca a sua representa¸c˜ao geom´etrica.

  1. Verifique se 12 + i

√ 3 2 ´e uma ra´ız c´ubica da unidade.

  1. Sendo z = 2cis(π 3 ) e w = 3cis(π 2 ), determine na forma alg´ebrica:

(a) z ∗ w; (b) (^) wz ; (c) z^3.

  1. Sabendo que ¯y =

∑^10

i=

yi, desenvolva a express˜ao

∑^10

i=

(yi − y¯)^2.

  1. Considere os polin´omios de coeficientes reais

p(x) = 1 − x^2 q(x) = 1 + 2x r(x) = 1 + 2x − x^2 − 2 x^3.

(a) Em que condi¸c˜oes ´e que p + q ´e o polin´omio nulo? (b) Verifique que p · q = r. (c) Calcule p·q^3. (TPC: Calcule sem a ajuda de meios autom´aticos de c´alculo e depois procure um meio autom´atico, p.e. o software Octave e use-o neste exemplo.)

2 Espa¸cos vectoriais

  1. Verifique quais dos seguintes conjuntos V definem espa¸cos vectoriais reais:

(a) Seja I ⊆ [0, 1]. Considere o conjunto V de todas as fun¸c˜oes reais definidas em [0, 1] tais que f (x 1 ) = f (x 2 ) , ∀x 1 , x 2 ∈ I e a defini¸c˜ao natural de adi¸c˜ao e de multiplica¸c˜ao por um escalar; (b) Considere o conjunto V = R^2. Defina a adi¸c˜ao usual e a seguinte opera¸c˜ao de multiplica¸c˜ao por um escalar: α ∗ (u 1 , u 2 ) = (0, αu 2 )

(c) Considere o conjunto V da al´ınea anterior com as novas opera¸c˜oes:

(u 1 , u 2 ) + (v 1 , v 2 ) = (0, u 2 + v 2 ) α ∗ (u 1 , u 2 ) = (αu 1 , αu 2 )

  1. Verifique quais dos seguintes conjuntos V definem espa¸cos vectoriais reais, com a adi¸c˜ao e multiplica¸c˜ao por um escalar usuais:

(a) Considere o conjunto V = {(x 1 , x 2 , x 3 ) ∈ R^3 : x 1 = 1}; (b) Considere o conjunto V = {(x 1 , x 2 , x 3 ) ∈ R^3 : x 1 x 2 = 0}; (c) Considere o conjunto V = {(x 1 , x 2 , x 3 ) ∈ R^3 : x 1 x 2 = 2}; (d) Considere o conjunto V das fun¸c˜oes reais de vari´avel real que s˜ao pares.

  1. Verifique quais dos seguintes conjuntos V definem espa¸cos vectoriais sobre o corpo C:

(a) o conjunto V = Rn, com as opera¸c˜oes usuais de adi¸c˜ao e de multiplica¸c˜ao por um escalar; (b) o conjunto V = C^2 , com a opera¸c˜ao usual de adi¸c˜ao e a seguinte opera¸c˜ao de multiplica¸c˜ao por um escalar; α ∗ (z 1 , z 2 ) = (¯αz 1 , αz¯ 2 ).

  1. Considere o subconjunto S do espa¸co vectorial real V (com as opera¸c˜oes usuais). Averigue se S ´e ou n˜ao um subespa¸co de V , sendo:

(a) V = R^3 e S = {(x, y, z) ∈ R^3 : x^2 − y^2 = 0} (b) V = R^2 e S = {(x, y) ∈ R^2 : y = 2x} (c) V = R^2 e S = {(x, 1 − 2 x) : x ∈ R} (d) V = R^2 e S = {(x, y) ∈ R^2 : x/ 2 ≤ |y| ≤ 3 x/ 2 }

  1. Considere o conjunto das fun¸c˜oes reais de vari´avel real, munido das opera¸c˜oes usuais de adi¸c˜ao e de multiplica¸c˜ao por um escalar. Verifique se os seguintes conjuntos s˜ao subespa¸cos deste espa¸co:

(a) S ´e o conjunto das fun¸c˜oes reais de vari´avel real que admitem pelo menos os zeros 1 e 2, (b) T ´e o conjunto das fun¸c˜oes reais de vari´avel real que admitem somente os zeros 1 e 2.

  1. Mostre que se S ´e um subespa¸co vectorial de T e T ´e um subespa¸co vectorial de V ent˜ao S ´e um subespa¸co vectorial de V.
  1. Seja E um espa¸co vectorial e sejam u e v vectores de E linearmente independentes. Mostre que ent˜ao u + v e u − v tamb´em s˜ao linearmente independentes.
  2. Considere o espa¸co vectorial das fun¸c˜oes reais de vari´avel real. Determine se os vectores de cada um dos seguintes subconjuntos s˜ao ou n˜ao linearmente independentes e calcule a dimens˜ao do subespa¸co por eles gerado:

(a) { 1 , eax, xeax}, (a 6 = 0) (b) {eax, xeax, x^2 eax}, (a 6 = 0) (c) {cos x, sin x}, (d) {ex^ cos x, e−x^ sin x}.

  1. Verifique se o conjunto de vectores {(1, 1 , 2), (1, 2 , 1), (2, 1 , 1)} formam uma base de R^3 , en- quanto espa¸co vectorial sobre R, munido das opera¸c˜oes usuais.
  2. Determine a dimens˜ao do espa¸co gerado, em R^4 , pelo conjunto de vectores {(1, − 1 , − 1 , 2), (− 1 , 2 , 3 , 1), (2, − 3 , − 3 , 2), (1, 1 , 1 , 6)}.
  3. Considere o espa¸co vectorial real R^4 e o subespa¸co vectorial

S = {(x, y, z, t) ∈ R^4 : x + y − z + t = 0}.

Determine:

(a) uma base B 1 de R^4 que contenha os vectores (1, 1 , 0 , 0), (0, 0 , 1 , 1) e (0, 2 , 3 , 0), (b) uma base B 2 de R^4 que contenha os vectores (1, 0 , 1 , 0) e (0, 1 , 1 , 1), (c) uma base B 3 de S que contenha o vector (1, 0 , 1 , 0), (d) as coordenadas do vector (1,1,1,-1) nas bases B 1 , B 2 e B 3 , respectivamente.

  1. Mostre que E = {(x, y, z, t) ∈ R^4 : x = y − 2 z ∧ z = 3t} ´e um subespa¸co de R^4 e determine, caso exista, uma base de E formada por 2 vectores.
  2. Verifique se os vectores (1, − 1 , i), (− 1 , i, 1) e (i, 1 , −1) formam uma base de C^3 , enquanto espa¸co vectorial sobre C. Em caso afirmativo, exprima o vector (1 + i, 1 − i, i) naquela base. Repita o problema considerando o espa¸co vectorial C^3 sobre o corpo R.
  3. Determine uma condi¸c˜ao necess´aria e suficiente para que os vectores u = (u 1 , u 2 ) e v = (v 1 , v 2 ) formem uma base de R^2.
  4. Determine uma base para o subespa¸co de R^5 gerado pelo conjunto {(0, 1 , − 1 , 2 , 3), (− 6 , − 1 , − 11 , 4 , 9), (1, 1 , 1 , 1 , 1)}.
  5. Sejam S = {(x, y, z) ∈ R^3 : x = 2y ∧ z = 0} e T = {(x, y, z) ∈ R^3 : x = −y ∧ z = 3x} subconjuntos de R^3 , munido da estrutura usual de espa¸co vectorial real.

(a) Mostre que S e T s˜ao subespa¸cos vectoriais. (b) Defina S + T e verifique se esta soma ´e ou n˜ao directa. (c) Verifique se o vector u = (1, 0 , 4) pertence ou n˜ao a S + T. Em caso afirmativo exprima-o como soma de um vector de S com um vector de T. E o vector v = (4, 0 , 4)?

  1. Escreva R^3 como soma directa de dois subespa¸cos, de modo que um deles seja S = {(x, y, z) ∈ R^3 : x = 2y ∧ z = 0}.
  2. Determine uma base para V + W , onde V ´e o subespa¸co gerado pelos vectores (1, 1 , 0 , 0) e (1, 0 , 1 , 0) e W ´e o subespa¸co gerado pelos vectores (0, 1 , 0 , 1) e (0, 0 , 1 , 1). Determine tamb´em a dimens˜ao de V ∩ W e calcule uma base deste espa¸co.
  3. Considere o subespa¸co S = L{(1, 0 , −1), (0, 1 , 1)} de R^3. Determine um subespa¸co T de tal forma que R^3 = S ⊕ T.
  4. Calcule a soma e a intersec¸c˜ao dos subespa¸cos de R^3 S = L{(1, 0 , −1), (0, 1 , 1)} e T = L{(0, 0 , 1), (− 1 , 1 , 0)}. Indique bases para S e para T. Verifique se R^3 = S ⊕ T.
  5. (cf. M.C. Coimbra) Sejam S e T subespa¸cos de R^4 tais que T = L{(0,. 2 , 0 , .3), (1, 0 , 1 , 0)} e S = L{(1,. 1 , 2 , .3), (1, 1 , 2 , 0), (3, − 1 , 6 , −6)}.

(a) Determine a dimens˜ao de S, T , S

⋂ T e S + T ; (b) Determine uma base para o subespaco U de R^4 tal que R^4 = S ⊕ U ; (c) Determine as coordenadas de (3, − 1 , 6 , −6) na base obtida anteriormente.

3 Transforma¸c˜oes lineares e matrizes

  1. Verifique se as aplica¸c˜oes que se seguem s˜ao ou n˜ao lineares:

f : R^2 −→ R^3 (x 1 , x 2 ) 7 → (x 1 + x 2 , 2 x 1 + 3x 2 , x 1 )

g : R^2 −→ R^3 (x 1 , x 2 ) 7 → (x 1 + x 2 , 2 x 1 + 3x 2 , 0) h : R^2 −→ R^3 (x 1 , x 2 ) 7 → (x 1 + x 2 , 2 x 1 + 3x 2 , 1).

  1. Para as aplica¸c˜oes lineares do exerc´ıcio anterior, defina o seu N´ucleo e Imagem.
  2. Considere a seguinte aplica¸c˜ao:

tw : V −→ V v 7 → v + w.

Verifique que:

(a) se w = 0V a aplica¸c˜ao tw ´e linear (diz-se o automorfismo idˆentico), (b) se w 6 = 0V a aplica¸c˜ao tw n˜ao ´e linear.

  1. Verifique se as aplica¸c˜oes que se seguem s˜ao ou n˜ao lineares:

f : R^4 −→ R^2 g : R −→ R (x, y, z, t) 7 → (x − y + z − t, 3 x − 4 y) x 7 → x^2 , h : R^2 −→ R l : R^2 −→ R^2 (x, y) 7 → sin(x + y) (x, y) 7 → (x + y, x − y + 2).

(c) Determine os conjuntos A = {x¯ ∈ R^4 : f (¯x) = (1, 1 , 1)} e B = {¯x ∈ R^4 : f (¯x) = f (1, 2 , 1 , 0)}. Trata-se ou n˜ao de subespa¸cos? (d) Determine uma base para R^4 , completando a base que obteve para o N´ucleo e, em seguida, determine a imagem por f de cada um dos vectores desta base. (e) Dˆe exemplo de uma aplica¸c˜ao linear g : R^4 −→ R^3 cuja imagem ´e gerada pelo conjunto {(1, 0 , 1), (1, 2 , −1)}. (f) Seja h o endomorfismo definido por

h(x, y, z) = (x + 2y − z, y + z, x + y − 2 z) , ∀(x, y, z) ∈ R^3.

i. Verifique se a aplica¸c˜ao linear h ◦ f : R^4 −→ R^3 ´e injectiva; ii. Determine (h ◦ f )(1, − 1 , 3 , 2). (g) Dˆe exemplo de uma aplica¸c˜ao linear de R^4 em R^3 cujo n´ucleo seja gerado por {(2, 1 , 1 , 0), (1, 0 , 0 , 0)}. (h) Considere a aplica¸c˜ao linear l : R^3 −→ R^3 definida por l(1, 0 , 0) = (1, 2 , 3), l(0, 1 , 0) = (3, 2 , 1) e l(0, 0 , 1) = (0, 4 , 8). Verifique se R^3 = N (l)

⊕ Im(l).

  1. Considere a transforma¸c˜ao linear

f : R^3 −→ R^3 (x, y, z) 7 → (

3 x − z 2

, x + y − z,

3 x − z 2

(a) Verifique que f ´e um projector; (b) Determine a imagem, por f , do vector (1, 3 , −1); (c) Determine a imagem rec´ıproca, por f , do vector (2, 5 , 2); (d) Determine uma base para Im(f ) e uma base para N (f ); (e) Determine um projector g de R^3 que tenha imagem idˆentica `a de f.

  1. Seja V um espa¸co vectorial e p um projector. Mostre que V pode ser expresso como soma directa do N´ucleo de p com a Imagem de p.
  2. Considere a aplica¸c˜ao linear f : C^3 −→ C^3 (C^3 esp. vec. sobre C) tal que f (1, 0 , 0) = (1, i, 0), f (0, 1 , 0) = (0, 1 , i) e f (0, 0 , 1) = (1, 0 , i). Verifique que f ´e invert´ıvel e calcule a sua inversa.
  3. Mostre que a aplica¸c˜ao linear f : R^3 −→ R^3 n˜ao ´e invert´ıvel, sendo:

(a) f (x, y, z) = (x − y, x + z, x + y + 2z); (b) f (x, y, z) = (x − y + z, x + y, 3 x + y + z).

  1. Mostre que o espa¸co vectorial R^2 ´e isomorfo ao subespa¸co N = {(x, y, z) ∈ R^3 : z = 0} de R^3.
  2. Calcule AB e BA, sendo:

(a) A =

( 1 2 4 5 3 1 0 2

) , B =

  

   ;

(b) A =

 

  , B =

 

  ;

(c) A =

  

   B =

( 2 4 9 6 5 10

) ;

(d) A =

( 2 0 1 / 2 1 2 3 4 3

) , B =

   

   

  1. Escreva a transposta de todas as matrizes que figuram no exerc´ıcio anterior.
  2. Calcule a matriz C = 12 A − 2 B − A^2 + 3I, onde A e B s˜ao as matrizes da al´ınea (b) do exerc´ıcio anterior.
  3. Considere duas matrizes 3 × 3, tais que A e B − I s˜ao invert´ıveis.

(a) Resolva a equa¸c˜ao BXA = AT^ − 2 B + XA. (b) Sendo A a matriz

A =

 

 

verifique que A ´e invert´ıvel e determine a sua inversa. (c) Sendo B a matriz

B =

  

  

verifique que B − I admite a inversa

(B − I)−^1 =

  

1 2 −

1 4 0 0 12 0 (^0 0 )

  .

(d) Para as matrizes A e B das duas al´ıneas anteriores, determine a matriz X.

  1. Se C ´e uma matriz dada por C = 5A^2 − AT^ + 3I, onde A ´e uma matriz quadrada invert´ıvel, verifique se C−^1 = 15 A−^2 − (A−^1 )T^ + 13 I ´e a inversa de C.
  2. Considere os espa¸cos vectoriais reais R^3 e R^2 e as bases < (1, 1 , 1), (1, 1 , 0), (1, 0 , 0) > e < (1, 2), (2, 1) > de R^3 e de R^4 , respectivamente. Considere a aplica¸c˜ao

f : R^3 −→ R^2 (x, y, z) 7 → (x + y, 2 z).

(a) Verifique que se trata de uma aplica¸c˜ao linear; (b) Determine a sua matriz com respeito `as bases consideradas;

(c) Determine a sua matriz com respeito `as bases can´onicas; (d) Escreva a express˜ao da transforma¸c˜ao; (e) Qual o vector que resulta da aplica¸c˜ao de uma rota¸c˜ao de π/3 ao vector (3, 1).

  1. Sejam f e g aplica¸c˜oes lineares de R^2 em R^3 tais que:

f (x, y) = (x + 2y, 2 x − y, x) g(x, y) = (−x, y, x + y).

Determine

(a) f + g (b) 3f − 2 g (c) a matriz com respeito `as bases can´onicas de 3f − 2 g; verifique que M 3 f − 2 g = 3Mf − 2 Mg.

  1. Sejam f e g aplica¸c˜oes lineares de R^2 em R^2 tais que:

f (x, y) = (x + y, x) g(x, y) = (x, 2 y).

Determine

(a) f ◦ g, g ◦ f , f ◦ f e g ◦ g; (b) 3f − 2 g (c) a matriz com respeito `as bases can´onicas de f ◦ g; verifique que Mf ◦g = Mf .Mg.

  1. Calcule, se existir, as matrizes inversas de:

A =

( 1 2 3 − 1

) , B =

( 1 2 3 6

) , C =

  

   ,^ D^ =

   

   

  1. Determine o endomorfismo cuja matriz na base can´onica ´e a matriz C−^1 do exerc´ıcio anterior. Quais as suas propriedades?

4 Determinantes

  1. Calcule os determinantes das matrizes A, B, C e D do pen´ultimo exerc´ıcio.
  2. Calcule os seguintes determinantes:

(a)

∣∣ ∣∣ ∣

1 − i 2 1 − i 2 i

∣∣ ∣∣ ∣

(b)

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣

(c)

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣

(d)

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣

2 i 1 + i 0 4 −i 2 1 − i 1 i

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣

(e)

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣

a a a a a b b b a b c c a b c d

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣

(f)

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣∣

  1. Sabendo que a, b e c s˜ao tais que

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣

a b c 2 1 0 1 2 1

∣∣ ∣∣ ∣∣ ∣

= 1, calcule o determinante das seguintes matrizes:

A =

  

a b c 6 3 0 − 1 / 2 − 1 − 1 / 2

   ,^ B^ =

  

a − 1 b − 2 c − 1 3 3 1 1 2 1

   ,^ C^ =

   

1 a b c 14 2 1 0 169 1 2 1

   

  1. Quais das seguintes matrizes s˜ao singulares:

A =

  

   ,^ B^ =

   

   

, C =

   

   

  1. Mostre que se A ´e uma matriz invert´ıvel ent˜ao, qualquer que seja a matriz B, det(ABA−^1 ) = det(B).
  2. Usando determinantes, averigue quais dos seguintes conjuntos de vectores s˜ao linearmente independentes:

(a) (1, 2 , 2), (2, 1 , 2), (2, 2 , 1);

(j)

  

x + y + 2z + 3t = − 1 3 x − y − z − 2 t = 4 3 / 2 x − 1 / 6 y + 2/ 3 z + 13/ 6 t = 5 / 6

(k)

    

x + y − z = − 2 2 x + y − 3 z = − 7 4 x − 5 y − 13 z = − 35 − 3 x + 2y + 8z = 21

(l)

    

x + y − z = − 2 2 x + y − 3 z = − 7 4 x − 5 y − 13 z = − 35 − 3 x + 2y + 8z = 20

(m)

  

6 x + 4y + 3z + 3t = − 1 − 2 y + 4z − t = 0 2 x − y + z + t = 1

  1. Discuta, em fun¸c˜ao dos parˆametros a e b os seguintes sistemas:

(a)

    

ax + y + z = 0 x − z = 0 −x + ay = 0 y + 2z = b

(b)

  

x + ay + a^2 z = 1 x + ay + abz = a bx + a^2 by + a^2 bz = a^2 b

(c)

  

bx + by + bz = b^2 b(b + 2)y + b(b + 2)z = b^2 b(b + 2)y + bz = 1

(d)

  

2 x + y + z + v = 1 4 x + 2y + 3z + 4v = 3 − 6 x − 3 y − z + v = a

  1. Estude o sistema (^)     

3 x + 2y − z = 0 x + y − 3 z = 0 2 x + y − 4 z = 0 7 x + 2y − 3 z = 0

  1. Determine k ∈ R de modo que o sistema que se segue admita, em R, pelo menos uma solu¸c˜ao n˜ao nula: (^)   

2 x + ky + z = 0 x − y − z = 0 x − 2 y − 2 z = 0

  1. Usando o que aprendeu sobre sistemas de equa¸c˜oes lineares, determine as solu¸c˜oes do sistema:   

3 u^2 + v^2 + w^2 = 8 −u^2 + 2v^2 − 3 w^2 = − 6 u^2 + v^2 − 5 w^2 = − 12

  1. Considere o seguinte sistema linear nas inc´ognitas x , y e z:   

x − 2 y + 3az = 1 x − 2 ay + 3z = 1 ax − 2 y + 3z = 5b

sendo a , b ∈ R.

(a) Escreva o sistema na forma matricial AX = B; (b) Transforme o sistema dado num sistema equivalente em que a matriz de coeficientes seja triangular superior; (c) Explique a rela¸c˜ao que existe entre o determinante da matriz A e o determinante desta matriz triangular superior; (d) Determine sob que condi¸c˜oes ´e que a caracter´ıstica da matriz de coeficientes do sistema ´e igual a 1; (e) Com base nas caracter´ısticas das matrizes envolvidas, determine os valores dos pˆarametro a e b para os quais o sistema tem solu¸c˜ao ´unica;

(f) Resolva o sistema quando a = 0 e b = −

, usando exclusivamente elimina¸c˜ao gaussiana.

6 Polin´omios

  1. Determine as ra´ızes complexas dos seguintes polin´omios:

(a) 3x^3 + 5x^2 + 5x + 2 (b) x^5 + 5x^4 + 13x^3 + 19x^2 + 18x + 8 (c) 4x^4 + 20x^3 + 33x^2 + 20x + 4 (d) x^6 − 4

  1. Factorize os polin´omios:

(a) x^4 + 4x^3 + 4x^2 − 1, em R[x] (b) x^6 + 27, em R[x] e em C[x] (c) x^6 + x^3 + 1, em R[x] e em C[x] (d) x^4 + 4x^3 + 4x^2 − 1, em R[x] e em C[x]

  1. Resolva as equa¸c˜oes:

(a) z^3 − 6 z + 4 = 0 (b) z^4 − 16 z − 12 = 0 (c) z^4 − 6 z^3 + 12z^2 − 12 z + 4 = 0

  1. Decomponha em factores irredut´ıveis

(a) x^4 − x^3 + 2x^2 − x + 1, em R[x] e em C[x] (b) x^4 − 8 x^3 + 12x^2 + 4x − 8, em R[x]

(f)

 

 

(g)

  

  

(h)

  

  

(i)

  

  

(j)

  

  

  1. Diagonalize, nos casos em que for poss´ıvel, as matrizes que se seguem, indicando as matrizes de transforma¸c˜ao:

(a)

 

 

(b)

  

  

(c)

  

  

(d)

  

  

(e)

  

  

  1. Considere a matriz

A =

( 1 0 2 3

) .

(a) Determine os seus valores pr´oprios e os seus vectores pr´oprios.

(b) Mostre que a matriz (^) ( 1 0 0 3

) .

´e semelhante a A.

  1. Considere a matriz

A =

  

  .

(a) Calcule o determinante de A; (b) A matriz A ´e invert´ıvel? Se sim, determine a inversa de A; (c) Verifique que (0, 1 , 1 , 0) ´e um vector pr´oprio de A que est´a associado ao valor pr´oprio −2; (d) Verifique que (0, 0 , 0 , 1) ´e uma solu¸c˜ao do sistema (A + I)u = 0; (e) Determine o polin´omio caracter´ıstico de A; (f) Determine os valores pr´oprios de A; (g) Determine o subespa¸co pr´oprio associado ao valor pr´oprio de maior valor absoluto; (h) A matriz A ´e diagonaliz´avel? Se sim, indique uma matriz semelhante a A que seja diagonal e uma matriz P tal que P −^1 AP seja essa matriz diagonal.

  1. Considere o endomorfismo f de R^3 cuja matriz nas bases can´onicas ´e:

A =

 

 .

(a) Determine os seus valores pr´oprios e os seus vectores pr´oprios. Verifique se f pode ou n˜ao ser representado por uma matriz diagonal. Em caso afirmativo, quais s˜ao as novas bases? (b) Determine bases de R^3 para as quais a matriz de f seja da forma

A =

 

λ 1 0 0 λ 1 0 0 λ

 .

Indique o valor do escalar λ.

  1. Suponha que u ´e um vector pr´oprio da matriz A associado ao valor pr´oprio λ. Mostre que, ent˜ao, u tamb´em ´e vector pr´oprio da matriz A^2 , estando associado ao valor pr´oprio λ^2.
  2. Suponha que a matriz A^2 tem como valor pr´oprio o real positivo (no sentido lato) α. Mostre que, ent˜ao, ou −

α ou

α ´e valor pr´oprio de A.