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Este documento contém exercícios resolvidos e problemas relacionados a sistemas de equações lineares, produto vetorial e independência em r3, incluindo cálculo de produtos vetoriais, encontrar vetores perpendiculares, cálculo de seno de ângulos e área de paralelogramos, determinando vetores normais a planos e equações de planos, verificação de pertencimento de pontos a planos, propriedades do produto vetorial e combinações lineares.
Tipologia: Exercícios
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Algebra Linear e Geometria Anal´´ ıtica - 2019
Exerc´ıcios 7 — sistemas de equa¸c˜oes, produto vetorial e independˆencia
i = (1, 0 , 0),
j = (0, 1 , 0),
k = (0, 0 , 1),
u = (− 1 , 3 , 1),
v = (0, 1 , 1) e
−→ w = (1, 4 , 1). Calcule:
(a)
i ×
j ; (b)
i ×
k ; (c)
u ×
v ; (d)
v ×
u ;
(e)
u × (
v ×
w ); (f) (
u ×
v ) ×
w ; (g)
w (
u ×
v ); (h) (
u ×
w )
w.
u =
(3, 2 , 1) e
v = (4, 1 , 3); (c)
u = (3, 4 , 5) e
v = (1, 2 , 3);
(b)
u = (2, − 1 , 3) e
v = (5, 1 , −1); (d)
u = (2, 7 , −2) e
v = (3, − 5 , 2).
pelos vetores (1, − 1 , 1) e (− 2 , 3 , 1) e a ´area do paralelogramo por eles formado.
do plano.
(a) A = (0, 1 , 1), B = (− 3 , 1 , 0), C = (4, 9 , −5).
(b) A = (0, 1 , 2), B = (0, 1 , 0), C = (4, − 1 , −1).
(c) A = (1, 0 , 0), B = (0, − 1 , 0), C = (1, 1 , 1).
(a) o plano perpendicular ao vetor (− 2 , 1 , 4) contendo a origem.
(b) o plano perpendicular ao vetor (− 2 , 1 , 4) contendo A = (0, 1 , 2).
(c) o plano perpendicular ao vetor (− 2 , 1 , 1) contendo A = (0, 1 , 2).
(d) o plano contendo a origem para o qual os vetores (1, 1 , 0) e (0, 1 , 1) formam uma base.
(e) o plano contendo a origem para o qual os vetores (1, 2 , 8) e (2, 4 , 15) formam uma base.
(f) {(x, y, z) x + y + z = 0}.
dos vetores
u ,
v e
w de R
3 :
(a)
v · (
v ×
w ) = (0, 0 , 0) e
w · (
v ×
w ) = (0, 0 , 0)
(b)
u ×
v = (0, 0 , 0) ⇔
u e
v s˜ao colineares.
(c)
u ×
v = −
v ×
u.
(d)
u × (
v +
w ) = (
u ×
v ) + (
u ×
w ).
(e) (
u +
v ) ×
w = (
u ×
w ) + (
v ×
w ).
(a) (1, 1 , 1) e (0, 1 , −1); (b) (1, 0) e (1, 1); (c) (− 1 , 1 , 0) e (0, 1 , 2);
(d) (2, −1) e (1, 0); (e) (π, 0) e (0, 1); (f) (1, 2) e (1, 3);
(g) (1, 1 , 0), (1, 1 , 1) e (0, 1 , −1); (h) (0, 1 , 1), (0, 2 , 1) e (1, 5 , 3).
w = (1, 3) = a
u + b
v em cada caso:
(a)
u = (1, 0) e
v = (1, 1); (b)
u = (2, −1) e
v = (1, 0);
(c)
u = (π, 0) e
v = (0, 1); (d)
u = (1, 2) e
v = (1, 3).
1
2
(a) trˆes vetores no plano R
2 s˜ao sempre linearmente dependentes;
(b) se os vetores
v e
w forem uma base do plano R
2 , ent˜ao qualquer vetor
u ∈ R
2 pode ser
escrito como uma combina¸c˜ao linear de
v e
w , ou seja, existem sempre n´umeros x e y tais
que
u = x
v + y
w ;
(c) quatro vetores no espa¸co R
3 s˜ao sempre linearmente dependentes;
(d) se os vetores
u ,
v e
w forem uma base do espa¸co R
3 , ent˜ao qualquer vetor
r ∈ R
3
pode ser escrito como uma combina¸c˜ao linear de
u ,
v e
w , ou seja, existem sempre n´umeros
x, y e z tais que
r = x
u + y
v + z
w ;
(e) n + k vetores em R
n s˜ao sempre linearmente dependentes;
(f) se os vetores
v 1 ,... ,
v (^) n forem uma base de R
n , ent˜ao qualquer vetor
w ∈ R
n pode
ser escrito como uma combina¸c˜ao linear de
v 1 ,... ,
v (^) n, ou seja, existem sempre n´umeros
x 1 ,... , xn tais que
w = x 1
v 1 +... xn
v (^) n.
u ∈ R
2 como combina¸c˜ao linear dos vetores
v e
−→ w :
(a)
u = (1, 0),
v = (1, 1),
w = (0, 1);
(b)
u = (2, 1),
v = (1, −1),
w = (1, 1);
(c)
u = (1, 1),
v = (2, 1),
w = (− 1 , 0);
(d)
u = (4, 3),
v = (2, 1),
w = (− 1 , 0).
u ∈ R
3 como combina¸c˜ao linear dos vetores
v 1 ,
v (^2)
e
v 3 :
(a)
u = (1, 0 , 0),
v 1 = (1, 1 , 1),
v 2 = (− 1 , 1 , 0),
v 3 = (1, 0 , −1);
(b)
u = (1, 1 , 1),
v 1 = (0, 1 , −1),
v 2 = (1, 1 , 0),
v 3 = (1, 0 , 2);
(c)
u = (0, 0 , 1),
v 1 = (1, 1 , 1),
v 2 = (− 1 , 1 , 0),
v 3 = (1, 0 , −1).
dependentes. Mostre que se ad − bc 6 = 0 eles s˜ao linearmente independentes.
u ,
v e
w ∈ R
3 s˜ao dois a dois perpendiculares ent˜ao eles s˜ao uma
base de R
3 .
u 1 ,... ,
u (^) n ∈ R
n s˜ao dois a dois perpendiculares ent˜ao eles s˜ao
uma base de R
n .
u e
v ∈ R
3 s˜ao vetores linearmente independentes, ent˜ao
u ,
v e
w =
u ×
v
s˜ao uma base de R
3