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28 it 2 CAPÍTULO 2 * Função Renal Perguntas PARA ESTUDO O tipo de néfron responsável pela concentração renal é: A. cortical B. justaglomerular. A função dos capilares peritubulares é: A. reabsorção. B. filtração. C. secreção. D. AeC estão corretas O sangue flui através do néfron na seguinte ordem: A, arteríola eferente, capilares peritubulares, vasa reta, arteríola aferente. B. capilares peritubulares, arteríola aferente, vasa reta, arteríola eferente. €. arteríola aferente, capilares peritubulares, vasa reta, arteríola eferente D. arteríola eferente, vasa reta, capilares peritubula- res, arteríola aferente. A filtração de proteínas é impedida no glomérulo por: A. pressão hidrostática B. pressão oncótica. C. renina. D. poros capilares. A renina é secretada pelo néfron, em resposta: A, à baixa pressão arterial sistêmica. B. à alta pressão arterial sistêmica. C. à pressão oncótica capilar D. ao aumento da retenção de água. O principal produto químico afetado pelo sistema renina-angiotensina-aldosterona é o: A. cloreto. B. sódio. C. potássio D. hidrogênio. A secreção de renina é estimulada por: A. células justaglomerulares. B. angiotensina le IL. €. células da mácula densa. D. enzima conversora de angiotensina circulante. O hormônio aldosterona é responsável por: A. secreção hidrogeniônica. B. secreção de potássio. C. retenção de cloreto D. retenção de sódio. O fluido que sai do glomérulo tem uma gravidade específica de: 10. nm. o 13: 14. 16. 17. 18. A. 1,005 B. 1,010 c. 1,015 D. 1,020 Todas as seguintes substâncias são reabsorvidas pelo transporte ativo nos túbulos, exceto: A. ureia. B. glicose. C. sódio. D. cloreto. Qual dos túbulos é impermeável à água? A. túbulo contornado proximal B. ramo descendente da alça de Henle. €. ramo ascendente da alça de Henle D. túbulo contornado distal A glicose aparecerá na urina quando: o nível de glicose no sangue for de 200 mg/dL. o Tm para glicose for alcançado. o limiar renal para a glicose for ultrapassado. . todas as alternativas estão corretas. mecanismo de contracorrente ocorre: nos néfrons justaglomerulares no túbulo contornado proximal nos néfrons corticais. A eC estão corretas. DOF>O DOF HAD regula a concentração final da urina pelo con- trole da: A. reabsorção ativa de sódio. B. permeabilidade tubular. C. reabsorção passiva de ureia. D. reabsorção passiva de cloreto. . Quando o corpo está desidratado: A. a produção de HAD está diminuída. B. a produção de HAD está aumentada. €. o volume urinário está aumentado D. Ae C estão corretas. Íons bicarbonato filtrados pelo glomérulo são devol- vidos ao sangue: A. no túbulo contornado proximal B. combinados com íons hidrogênio. C. por secreção tubular. D. todas as alternativas estão corretas. Se a amônia não é produzida pelo túbulo contornado distal, o pH urinário será: A, ácido. B. básico. Coloque as letras adequadas na frente da depuração das seguintes substâncias: A. Exógena B. Endógena CAPÍTULO 2 * Função Renal 29 A Imulina. B. — Creatinina. C. Cistatina € DD. “Pl-iotalamate. | 19. A maior fonte de erro nos testes de depuração de creatinina é: A. secreção de creatinina. B. tempo de coleta de urina inapropriadamente re- gistrado. C. refrigeração da urina. D. tempo de coleta de sangue. . Dadas as seguintes informações, calcular a depura- ção de creatinina: Volume urinário de 24 horas: 1.000 mL; creatinina sé- rica: 2,0 mg/dL; creatinina na urina: 200 mg/dL. - Os valores de depuração de creatinina em crianças são corrigidos para: A. tamanho corporal. B. volume urinário. C. nível de atividade. D. dieta. . Dados os seguintes resultados: creatinina: 1,1 mg/ dL; idade: 50 anos e peso: 72 kg, a depuração de creatinina estimada, utilizando fórmula de Cockcroft & Gault, é: ÁiÃ6. B. (62, C.Ba. D. 127. . As variáveis que podem ser incluídas no cálculo da depuração da creatinina estimada incluem todas as seguintes, alternativas exceto: A. os níveis séricos de creatinina. B. creatinina urinária. C. idade D. nitrogênio ureico sanguíneo. - Uma vantagem de utilizar a cistatina C para acompa- nhar a TEG é a de que ela: A. não exige coleta de urina. B. não é secretada pelos túbulos. €. pode ser medida por imunoensaio D. todas as alternativas estão corretas . Um soluto dissolvido em solvente: A. diminuirá a pressão de vapor. . rebaixará o ponto de ebulição. C. diminuirá a pressão osmótica. D. rebaixará a gravidade específica. [ee] . As substâncias a seguir podem interferir com a medi- da da osmolaridade no soro e na urina, exceto: A. o etanol 27. 28, 29; 30. Sl: 32. 33. B. o ácido láctico C. o sódio. D. os lipídeos. A osmolaridade sérica normal é: A, 50-100 mOsm. B. 275-300 mOsm. €. 400-500 mOsm. D. três vezes a osmolaridade da urina. Após o controle de ingestão hídrica, a relação da os- molaridade urinária sobre a sérica deverá ser, no mí- nimo: gana] Bo 2a; Soil URL, Calcule a depuração de água livre a partir dos se- guintes resultados: volume urinário em 6 horas: 720 mL; osmolarida- de urinária: 225 mOsm; osmolaridade plasmática: 300 mOsm. Para fornecer uma medida exata do fluxo sanguíneo renal, uma substância deve ser completamente: A. filtrada pelo glomérulo. B. reabsorvida pelos túbulos. C. secretada quando atinge o túbulo contornado distal. D. depurada em cada contato com o tecido renal funcional. Dados os seguintes valores, calcule do fluxo plasmá- tico renal efetivo: volume urinário em 2 horas: 240 mL; PAH urinário: 150 mg/dL; PAH plasmático: 0,5 mg/dL Acidose tubular renal pode ser causada por: A. produção de urina excessivamente ácida em razão do aumento da filtração de íons hidro- gênio. B. produção de urina excessivamente ácida por cau- sa do aumento da secreção de íons hidrogênio. C. incapacidade de produzir uma urina ácida, em razão da insuficiência de produção de amônia D. incapacidade de produzir uma urina ácida, por causa do aumento da produção de amônia. Os testes realizados para detectar acidose tubular renal após administração de sobrecarga de cloreto de amô- nia incluem todas as seguintes alternativas, exceto: A. a amônia urinária. B. o pH arterial. C. o pHurinário. D. a acidez titulável. ps Perguntas PARA ESTUDO Os principais constituintes químicos normais da uri- na são: A. proteina, sódio e água. B. ureia, água e proteína. C. ureia, cloreto e água. D. ureia, bilirrubina e glicose. Um fluido não identificado é recebido no laboratório com solicitação para determinar se é urina ou outro fluido corporal. Utilizando testes laboratoriais de ro- tina, quais exames poderiam determinar que prova- velmente o líquido é urina? A. Glicose e cetonas. B. Ureia e creatinina. C. Ácido úrico e aminoácidos D. Proteínas e aminoácidos. Uma pessoa que apresenta oligúria teria um volume de urina diário de: A. 200-400 mL B. 600-1.000 mL. C. 1000-1.500 mL. D. mais de 1.500 mL. Um paciente que apresenta poliúria, nictúria, poli- dipsia e gravidade específica urinária alta está apre- sentando sintomas de qual transtorno? A. Diabetes insipídus. B. Diabetes mellitus. C. Infecção urinária. D. Uremia Verdadeiro ou Falso: Recipientes descartáveis com ca- pacidade para 50 mL são recomendados para a coleta de amostras de urina para exame de rotina. O método correto para a identificação dos frascos de amostras de urina é o seguinte: A. coloque a etiqueta na tampa B. coloque a etiqueta no fundo do frasco. €. coloque a etiqueta no recipiente. D. utilize apenas um lápis de cera para marcação. Uma amostra de urina para exame de rotina seria re- jeitada pelo laboratório porque: A, as amostras foram refrigeradas. B. há mais de 50 mL no recipiente. €. a amostra e a requisição que a acompanha estão discordantes. D. o rótulo foi colocado no lado do frasco Quais mudanças pode vir a ter uma amostra sem conservante, coletada às 8 horas da manhã, que per- maneceu em temperatura ambiente até à tarde: 1. diminuição da glicose e cetonas. CAPÍTULO 3 * Introdução ao Exame de Urina 41 10. Ti 12. 13: Já. 2. aumento de bactérias e nitrito 3. diminuição do pH e turbidez. 4. aumento de elementos celulares. EMANADAS B: Lie A. C. 1e2, apenas. D. 4, apenas, Uma amostra com precipitados de uratos amorfos pode ter sido preservada por meio de: A. ácido bórico. B. clorofórmio. C. formalina. D. refrigeração Quais são as três alterações que afetarão os resulta- dos do exame microscópico de urina se a amostra não for testada dentro de 2 horas? A. diminuição de bactérias, diminuição de glóbulos vermelhos e diminuição de cilindros. B. aumento de bactérias, aumento de glóbulos ver- melhos e aumento de cilindros. C. aumento de bactérias, diminuição de glóbulos vermelhos e diminuição de cilindros. D. diminuição de bactérias, aumento de glóbulos vermelhos e aumento de cilindros. Qual é o método de escolha para a conservação de amostras para exame de urina de rotina? A, ácido bórico. B. formalina. C. refrigeração. D. fluoreto de sódio. Para melhor preservação do sedimento urinário, os conservantes de escolha são: A. ácido bórico e timol. B. formalina e fluoreto de sódio €. tolueno e congelamento D. clorofórmio e refrigeração. Qual produto químico pode ser utilizado para pre- servar uma amostra para cultura e exame de urina de rotina? A. Ácido bórico. B. Formalina. €. Fluoreto de sódio. D. Timol Verdadeiro ou Falso: Uma amostra devidamente eti- quetada para exame de urina de rotina enviada ao laboratório em um tubo de coleta de sangue com tampa cinza pode ser testada. Continua na próxima página 42 CAPÍTULO 3 * Introdução ao Exame de Urina Continuação 15. Qual é a amostra de escolha para exame de urina de rotina? A. Amostra de jejum. B. Primeira urina da manhã, C. Amostra aleatória. D. Amostra de 24 horas. 16. Exames de urina quantitativos são realizados em: A. primeira urina da manhã B. amostras cronometradas. C. amostra de jato médio. D. punção suprapúbica 17. Três tipos de amostras de urina que seriam aceitáveis para cultura para o diagnóstico de uma infecção na bexiga incluem todas as seguintes, exceto: A, a cateterizada. B. o jato médio, com assepsia €. a amostra aleatória. D. a punção suprapúbica. 18. Um teste negativo de gravidez realizado em uma amostra de urina aleatória pode ser repetido em: A. amostra de jato médio. B. amostra de jejum C. primeira amostra da manhã. D, amostra de 24 horas. 19. A cessação do fluxo de urina é denominada: A. anúria. B. azotemia. €. diurese. D. disúria. 20. Pode-se esperar que uma pessoa que toma diuréticos produza: A. oligúria. B. poliuria. €. proteinúria. D. piúria 21. Que tipo de amostra de urina deve ser coletado de um paciente que reclama de dor ao urinar e o mé- dico tenha ordenado um exame de urina de rotina e urocultura? A. Aleatória B. Primeira da manhã. €. Jejum D. Jato médio com assepsia. Estudos de Casos e Situações Clínicas Uma amostra de urina de 24 horas recebida no laborató- rio para análise de creatinina tem volume de 500 mL. a. Essa amostra deve ser rejeitada e solicitada uma nova amostra? Por qt b. Descreva uma possível fonte de erro, se a con- centração de creatinina por 24 horas é anormal- mente baixa Mary Johnson traz uma amostra da urina para o laboratório para análise de glicose. O resultado do ensaio é negativo. O médico questiona o resultado porque a paciente tem histórico familiar de diabetes mellitus e está apresentando leves sintomas clínicos a. Quais são as duas fontes de erro relacionadas com a amostra de urina que poderiam ser a cau- sa do resultado negativo? b. Como poderia ser coletada uma amostra que reflita, com maior precisão, o metabolismo de glicose de Mary? Uma amostra de três de frascos para a determinação de uma possível infecção prostática é enviada para o laboratório. Amostras & 1 e & 3 contêm número aumentado de glóbulos brancos. > todas as três amostras tiverem cultura bacteria- na positiva, o paciente tem infecção prostática? Explique sua resposta. b. Porque a presença de glóbulos brancos na amos- tra é 2 não faz parte do exame? c. Qual será o significado se a quantidade de bacté- rias e glóbulos brancos na amostra & 1 for, clara- mente, menor que na amostra 4 3? Um trabalhador suspeita que será solicitada a coleta de uma amostra de urina não assistida para análise de drogas. Ele carrega uma amostra substituta no bolso por dois dias antes de ser encaminhado para coletar a amostra, Pouco depois de o trabalhador entregar a amostra, ele é instruído a coletar outra amostra a. Qual teste foi realizado na amostra para determi- nar as possíveis manipulações? b. Como a amostra foi afetada nessa situação? e. Seo resultado de uma análise de drogas na urina for positivo, indique uma possível defesa rela- cionada à coleta e ao manuseio da amostra que um advogado poderá utilizar d. Como essa defesa pode ser evitada? CAPÍTULO 4 * Exame Físico da Urina 53 10. B. melanina. €. metaemoglobina. D. todas as alternativas estão corretas. As amostras que contêm GVs intactos podem ser vi- sualmente diferenciadas das que contêm hemoglobi- na, por que: A. a hemoglobina produz cor vermelha muito bri- lhante. o B. a hemoglobina produz urina turva, rósea C. os GVs produzem amostra turva. D. os GVs são rapidamente convertidos em hemo- globina Depois de comer beterraba comprada no mercado local, a Sra. Williams observou que a sua urina estava vermelha, mas a urina do Sr. Williams permaneceu amarela. Os Williams deverão ficar: A. preocupados porque urina vermelha sempre in- dica a presença de sangue B. despreocupados, porque todas as mulheres produ- zem urina vermelha depois de comer beterraba. €. preocupados porque os dois deveriam ter a urina vermelha se a causa for a beterraba. D. despreocupados, pois só a Sra. Williams é geneti- camente suscetível à produção de urina vermelha depois de ingerir beterraba. Amostras de pacientes que recebem tratamento para infecções do trato urinário frequentemente aparecem: A. límpidas e vermelhas. B. viscosas e laranjas. C. diluídas e amarelo-pálidas. D. turvas e vermelhas. A urina normal, recentemente expelida, geralmente, é límpida, no entanto, se for alcalina, uma turvação branca pode ser causada por: A. fosfatos e carbonatos amorfos. B. uroeritrina C. GBs. D. fungos. O exame microscópico de uma urina límpida que pro- duz um precipitado rosa após refrigeração mostrará: A. urato amorfo. B. porfirinas. C. hemácias D. cristais de fosfato triplo. Em que condições será observada uma amostra de urina cor de vinho do Porto? A. Quando o paciente tiver comido Clorets. B. Quando a melanina estiver presente. €. Quando a urina contiver porfirinas. D. Quando o paciente tiver infecção por pseudomo- nas 1 12, 13; 14: 15; 16. Ji: 18. Qual das seguintes opções de gravidade específica está mais provavelmente correlacionada com a urina amarelo-escura? A. 1,005. B. 1,010. (9. "5020. D. 1,030. Verdadeiro ou Falso: a gravidade específica da urina é influenciada, igualmente, pela presença de glicose e de sódio. Em que circunstâncias um sedimento pode ser ligei- ramente aquecido antes do exame microscópico? A. Para hemolizar GVs. B. Para dissolver uratos amorfos. C. Para aumentar a gravidade específica D. Para corrigir a temperatura na determinação da gravidade específica. A gravidade específica da urina medida pelo refrató- metro é 1,029, e a temperatura da urina é de 14ºC. A gravidade específica deve ser referida como: A. 1,023. B. 1,027. Cu 1,020, D. 1,032 Índice de refração compara: A. a velocidade da luz em soluções com a velocida- de da luz em sólidos. B. a velocidade da luz no ar com a velocidade da luz em soluções. C. o espalhamento da luz pelo ar com o espalha- mento da luz por soluções. D. o espalhamento da luz por partículas em solução. Relratômetros são calibrados por meio de: A. água destilada e proteínas B. água destilada e sangue. C. água destilada e cloreto de sódio D. água destilada e ureia Existe uma correlação entre gravidade específica de 1,050 e um resultado: A. glicose 2 + B. proteína 2 +. C. primeira amostra da manhã. D. infusão de contraste radiográfico. Uma amostra de urina alcalina fica preta, após per- manecer um tempo em repouso, desenvolve um precipitado branco turvo e tem uma gravidade espe- cífica de 1,012. A grande preocupação quanto a essa amostra seria: A. cor. B. turvação. C. gravidade específica. D. todas as alternativas estão corretas. Continua na próxima página 54 CAPÍTULO 4 + Exame físico da Urina 19. 20. Pula a! 23. DA: 25. 26. Continuação A leitura de água destilada pelo refratômetro é 1,003. Você deve: A. subtrair 1,003 de cada amostra leitura. B. adicionar 1,003 para cada amostra leitura €. utilizar um novo refratômetro. D. ajustar o parafuso de calibração. Uma amostra da urina foi diluída 1:5 e a leitura da gravidade específica foi de 1,008. A verdadeira gra- vidade específica é: A. 1,008. B. 1,040. CntsOS: 040. O método para a determinação de gravidade especi- fica da urina que se baseia no princípio de que a fre- quência de uma onda sonora que entra em uma solu- ção muda na proporção da densidade da solução é: A. colorimétrico. B. densitométrico por oscilação harmônica. €. refratometria D. urodensitometria Uma amostra com gravidade específica de 1,005 se- ria considerada: A. isostenúrica. B. hipostenúrica! €. hiperstenúrica. D. não urina Verdadeiro ou Falso: a gravidade específica é de maior valor diagnóstico que a osmolaridade na avaliação da capacidade de concentração renal. Um forte cheiro de amoníaco em uma amostra da urina pode indicar: A. cetonas. B. normalidade. €. fenilcetonúria. D. infecção no trato urinário. À microscopia de uma amostra de urina âmbar e tur- va é relatada como raros GBs e células epiteliais. O que isso sugere? A. Infecção no trato urinário. B. Amostra aleatória diluída. €. Precipitado de urato amorfo D. Eventual mistura da amostra com o sedimento. Uma amostra com forte cheiro de amoníaco e preci- pitado branco denso, quando chega ao laboratório, pode exigir: A. coleta de nova amostra. B. centrifugação. €. diluição para a gravidade especifica. D. exame em uma capela. Estudos de Casos e Situações Clínicas 1. Um atleta do sexo masculino, preocupado, traz uma amostra de urina límpida e vermelha para o consul- tório médico a. Você esperaria ver GVs no exame microscópico? Por que? b. Nomeie duas causas patológicas de um quadro de urina límpida e vermelha. Em que condições essas substâncias aparecem na urina? e. O paciente relatou que a urina era turva quando foi coletada na noite anterior, mas ficou límpida na manhã. Será isso possível? Explique sua res- posta. d. Se a urina é quimicamente negativa para sangue, quais perguntas o médico deve fazer ao paciente? Ao chegar no local de trabalho, um técnico obser- vou que uma amostra de urina deixada ao lado da pia pelo pessoal do tumo da noite tem cor negra. O relatório inicial descreve a amostra como ama- rela a. O técnico deve ficar preocupado com essa amos- tra? Explique sua resposta. b. Se a amostra tinha um pH inicial de 6,0 e agora tem um pH de 8,0, qual é a causa mais provável da cor preta? e. Se a amostra tem um pH de 6,0 e estava em re- pouso, destampada, qual é a causa mais provável da cor preta? d. Se a amostra original foi relatada como vermelha e contiver GVs, qual é uma possível causa da cor negra? Enquanto executa um exame de rotina em uma amostra de urina coletada de um paciente da clínica urológica, o técnico encontra uma leitura de gravida- de específica que ultrapassa a escala do refratômetro 1,035 a. Seo relatório do exame de urina mostra proteína 1 + e glicose negativa, qual é a causa mais prová- vel desse achado? b. O técnico faz uma diluição 1:4 da amostra, repe- te a gravidade específica, e obtém uma leitura de 1,015. Qual é a gravidade específica real? ce. Utilizando 1 mL de urina, como o técnico faz essa diluição? d. Como uma gravidade específica poderia ser ob- tida a partir dessa amostra, sem diluí-la? A Sra. Smith, frequentemente, compra em um mer- cado perto de sua casa. Ela observou que sua urina tinha cor vermelha e trouxe uma amostra a seu mé- dico. A amostra foi testada para sangue e o resultado foi negativo Percuntas PARA ESTUDO o Uma tira reagente deixada na amostra durante dema- siado tempo: A, causa mistura entre as almofadas reagentes. B. modifica a cor da amostra. C. causa difusão dos reagentes das almofadas D. não afeta as reações químicas A falta de homogeneizar uma amostra antes de in- serir a tira reagente vai afetar, principalmente, a lei- tura de: A. glicose. B. sangue C. nitritos. D. pH. O teste de uma amostra refrigerada que não tenha sido aquecida em temperatura ambiente vai afetar negativamente as reações: A. enzimáticas. B. ligadas a corantes €. de nitroprussiato de sódio. D. diazoicas. A tira reagente que exige maior tempo para a reação éade: A. bilirrubina. B. pH. C. esterase leucocitária D. glicose. O controle de qualidade de tiras reagentes é realizado: A. utilizando-se controles positivos e negativos. B. quando os resultados são questionáveis. C. pelo menos uma vez a cada 24 horas. D. todas as alternativas estão corretas. Todas as seguintes alternativas são importantes para proteger a integridade das tiras reagentes, exceto: A. remoção do dessecante do frasco. B. armazenagem em um frasco opaco. €. armazenagem em temperatura ambiente. D. lacre do frasco após remover uma tira. O princípio da tira reagente para o ensaio de pH é A. erro proteico dos indicadores. B. reação de Greiss. C. dissociação de um polieletrólito D. reação de duplo indicador. Uma amostra de urina com pH de 9,0: A. é indicativa de acidose metabólica. B. deve ser recoletada. €. pode conter cristais oxalato de cálcio. D. é vista após beber suco de oxicoco. CAPÍTULO 5 + Análise Química da Urina 83 10. Jd. pa 13. 14. io No laboratório, uma consideração primordial asso- ciada com o pH é A. identificação de cristais na urina. B. acompanhamento das dietas vegetarianas. C. determinação da aceitabilidade da amostra. D. Ae C estão corretas Indicar a origem das seguintes proteinúrias, colocan- enal, 2 para a insuficiência renal ou 3 para pós-renal. do, à frente da condição, 1 para pj — Microalbuminúria — Reagente de fase aguda — Pré-eclampsia — Inflamação vaginal — Mieloma múltiplo — Proteinúria ostostática G. — Prostatite mpor> O princípio da reação do erro proteico dos indicado- Tesié: A. a proteína muda o pH da urina. B. a albumina aceita íons de hidrogênio do indica- dor. C. o indicador aceita íons da albumina. D. a albumina muda o pH da urina. Todas as seguintes alternativas causarão resultados falso-positivos para proteína na tira reagente, exceto: A. proteínas diferentes de albumina. B. urinas alcalinas altamente tamponadas. €. demora na remoção da tira reagente da amostra. D. contaminação por compostos de amônio quater- mário. Um paciente com leitura para proteína de 1 + à tarde é convidado a trazer a primeira amostra da manhã. A segunda amostra também tem proteina de 1 +. Esse paciente é A. positivo para proteinúria ortostática. B. negativo para proteinúria ortostática. €. positivo para proteína de Bence Jones. D. negativo para proteinúria clínica. O teste de microalbuminúria é valioso para monito- rar pacientes com: A. hipertensão. B. diabetes mellitus. C. risco de doença cardiovascular. D. todas as alternativas anteriores. Todas as seguintes condições são verdadeiras para o Micral-Test para microalbuminúria, exceto: . ele é executado com a primeira urina da manhã. ele contém um conjugado anticorpo-enzima duas faixas azuis são formadas sobre a tira. . anticorpos livres ligam-se à albumina imobilizada. DOF Continua na próxima página 84 CAPÍTULO 5 + Análise Química da Urina 16. EA 18. 19; 20. Bl. psp 2! Continuação Todas as seguintes condições são verdadeiras para o teste Immunodip para microalbuminúria, exceto: A. anticorpos livres migram mais que anticorpos li- gados: B. partículas de látex azul são revestidas com anti- corpos. C. anticorpos ligados migram mais que anticorpos livres D. ele utiliza um princípio imunocromatográfico. O princípio da almofada reagente para proteina-bai- xa no Multistix Pro é: A. ligação da albumina ao corante sulfonftaleina. B. ligação imunológica da albumina com anticorpo. €. reação reversa do erro proteico do indicador. D. reação enzimática entre a albumina e o corante O princípio da almofada reagente para creatinina nas tiras para microalbuminúria é a reação: A. do duplo indicador. B. diazo. €. de pseudoperoxidase. D. de redução de um cromógeno. O objetivo da realização da relação albumina: creati- nina é o seguinte: A. estimar a taxa de filtração glomerular. B. corrigir para a hidratação em amostras aleatórias. C. evitar interferências de urinas alcalinas. D. corrigir para urinas anormalmente coloridas. Um paciente com glicemia normal e glicose positiva na urina deve fazer o teste para! A. diabetes mellitus. B. doença renal. C. diabetes gestacional. D. pancreatite. O princípio dos testes da tira reagente para glicose é: A. atividade da glicose peroxidase. B. reação de glicose oxidase. C. reação enzimática sequencial dupla. D. ligação de glicose e cromógeno. Todas as seguintes características podem produzir resultados falso-negativos nas reações para glicose, exceto: A. contaminação por detergente. B. ácido ascórbico. €. amostras não preservadas. D. baixa temperatura da urina. Uma reação positiva no Clinitest e uma negativa na tira reagente para glicose são indicativas de: A. baixos níveis de glicose B. substâncias redutoras não glicose: E. altos níveis de glicose 2a 25. 26. ZA, 28. 29. 30. D. Ae B estão corretas. O principal motivo para a realização de Clinitest é o seguinte A. verificar a existência de elevados níveis de ácido ascórbico. B. confirmar um resultado positivo da tira reagente para glicose. C. verificar galactosúria em um recém-nascido D. confirmar leitura negativa para glicose Os três produtos intermediários do metabolismo da gordura incluem todos os seguintes, exceto: A, ácido acetoacético. B. ácido cetoacético C. ácido beta-hidroxibutírico. D. acetona. O teste da tira reagente mais significativo que está associado com resultado positivo para cetona é: A. glicose. B. proteínas. Cc. pH. D. gravidade específica O principal reagente no teste da tira reagente para cetonas é: A. glicina, B. lactose €. hidróxido de sódio. D. nitroprussiato de sódio. A cetonúria pode ser causada por todas as seguintes alternativas, exceto: A, infecções bacterianas. B. acidose diabética. €. jejum. D. vômito. O exame de urina em um paciente com forte dor nas costas e na região abdominal é, frequentemente, realizado para verificar a existência de: A. glicosúria. B. proteinúria. C. hematúria. D. hemoglobinúria. Coloque o(s) número(s) adequado(s) na frente de cada uma das seguintes afirmações. Use ambos os números para uma resposta, se necessário. 1. Hemoglobinúria 2. Mioglobinúria A. associado com reações transfusionais B. urina límpida, vermelha e plasma amare- lo-pálido. C. urina límpida, vermelha e plasma ver- melho. D... Associado com rabdomiólise. 86 CAPÍTULO 5 + Análise Química da Urina Continuação 2. Os resultados de um exame de urina realizado em um paciente agendado para cirurgia de vesícula são os seguintes 47. O princípio da reação de esterase leucocitária da tira reagente utiliza a reação: A. de peroxidase. cor: Âmbar cETONAS: Negativo B. de duplo indicador. aspECTO: Ligeiramente turvo sanuE: Negativo Ca GRaviDADE EspeCinCA: 1,022. mumRuBINA: Moderada D. ligada ao corante. pH: 6,0 vroBILINOGENIO: Normal 48. O princípio da tira reagente para o teste de gravidade nor Elsa mé gativo um o Negativo guicose: Negativo Lrucóciros: Negativo específica usa a constante de dissociação de: A. sal diazônio. B. corante indicador. b . polieletrólito. D. substrato enzimático. a. O que poderia ser observado se essa amostra fos- se agitada? Qual teste de confirmação pode ser realizado nessa amostra? c. Explique a correlação entre a cirurgia programa- 49. A gravidade específica de 1,030 produzirá a cor — da para o paciente e o urobilinogênio normal na tira reagente. d. Se for coletado sangue desse paciente, como A. azul, pode ser descrita a aparência do soro? B. verde. . Qual é o tratamento especial necessário para as €. amarela. amostras de soro e urina desse paciente? D. vermelha 3. Os resultados de um exame de urina de um paciente 50. As leituras das tiras reagentes para gravidade especi- muito anêmico e ictérico são os seguintes: fica são afetadas por cor: Vermelha cETONAS: Negativo A. glicose. asercto: Límpido sancur: Grande B. contraste radiográfico. quantidade C. urina alcalina. GRAVIDADE ESPECÍFICA: 1,020 miLIRRUBINA: Negativo D. todas as alternativas estão corretas. pH: 6,0 uroBILINOGÊNIO: 12 UE PROTEÍNAS: Negativo nrrriTO: Negativo cuicose: Negativo Leucóciros: Negativo a. Esses resultados são indicativos de hematúria ou hemoglobimária? Estudos de Casos e Situações Clínicas b. Correlacione à condição do paciente com o re- sultado de urobilinogênio. c. Por que o resultado de bilirrubina é negativo nesse paciente ictérico? Se houver suspeita de interferência por porfi- rinas nessa amostra, como pode ser resolvida? 1. Um paciente é levado para a sala de emergência após um episódio de síncope com um nível de glicemia de jejum de 450 mg/dL. Os resultados do exame de a urina de rotina são os seguintes: cor: Amarelo pálido cETONAS: Negativo Descreva dois métodos aspeCTO: Límpido SANGUE: Negativo = GraviDADE EspecíriCA: 1,020 pumruBINA: Negativo 4. Uma paciente chega ao ambulatório com sintomas ot: 5,0 uroBINoGênIO: Negativo de dor nas costas e frequência urinária reduzida, com mia 1+ Nrriiro: Negativo sensação de ardor. Ela é confiante no poder curativo Guicose: 250 mg/dL Lsucóciros: Negativo das vitaminas. Ela triplicou a dose habitual de vita- FLICOSH Negativi minas em um esforço para aliviar os sintomas; no entanto, os sintomas persistiram. Ela recebe um reci- piente estéril e é orientada para coletar uma amostra de urina de jato médio. Os resultados desse exame de urina rotina são os seguintes: a. Explique a correlação entre os resultados de gli- cose no sangue e na urina desse paciente. b. Qual é o distúrbio metabólico mais provável as- sociado a esse paciente? c. Considerando a situação do doente, qual é o sig- nificado do resultado de proteinas? d. O que poderia ter sido feito para retardar o apa- ! recimento da proteinúria nesse paciente? cor: Amarelo escuro ceronas: Negativo aspcTO: Ligeiramente turva sancut: Negativo GRAviDADE EspecíriCA: 1,012 BiirRUBINA: Negativo 1 ; E JROBILINOGÊNIO: Normal e. Se o paciente, nesse estudo, tivesse nível normal pH 70 4 URa N 19: NO . E TEÍNA: nrrriro: Negativo | de glicemia, a que poderia ser atribuída a glicose prorelna: Traços m ative urinária? Guicose: Negativo LEUCÓCITOS: | + CAPÍTULO 5 + Análise Química da Urina 87 Microscópico GVs: 8a 12/HPF Numerosas bactérias GBs: 40 a 50/HPF Algumas células epiteliais escamosas a. Quais discrepâncias entre os resultados dos tes- tes químicos e microscópicos estão presentes? Refira e explique uma possível razão para cada uma das discrepâncias. b. Quais testes químicos adicionais poderão ser afetados pela dosagem de vitamina do paciente? Explique o princípio da interferência. c. Discuta os resultados da cor e da gravidade espe- cífica da urina em relação à correspondência e de ser levado para a sala de emergência. A parte superior do abdômen e as pernas foram muito machucadas, mas não sofreram fraturas. Uma amostra de urina ob- tida por cateterização tem os seguintes resultados: cor: Vermelho-castanho crronas: Negativo asprcTO: Límpido SANGUE: 4 + GRaviDADE Especírica: 1,017 muirruBINA: Negativo pH: 6,5 UROBILINOGÊNIO: 0.4 UE PROTEÍNA: Traços nrrRITO: Negativo Guicosr: Negativo LEUCÓCITOS: Negativo a. Poderia ser suspeitada hematúria nessa amostra? Por que sim ou por que não? b. Qual é a causa mais provável da reação positiva “IDADE FEDERAL DE ALFENAS « a z Ézu uma possível causa para eventual discrepância. para sangue? > gs d. Nomeie três razões suplementares previamente c. Qual é a fonte da substância que provoca a reação | B 3 não referidas para um teste de nitrito negativo na positiva para sangue e o nome dessa condição? << W presença de um número aumentado de bactérias. d. Será que esse paciente precisa ser monitorado a a 5. Os resultados do exame de urina de um atleta de 20 por, alterações na função renal? Por que? 5 anos, coletada após exercícios, são os seguintes: 7. Considerando-se os corretos procedimentos de aten- | 3 cor: Amarelo escuro crronas: Negativo dimento, técnica e controle de qualidade para as tiras | 5 ré aspECTO: Ligeiramente turvo sangue: 1 + reagentes, indique uma possível causa para cada um E GRAVIDADE ESPECIFICA: 1,029 murumiva: Negativo dos seguintes cenários z pH: 6,5 UROBILINOGÊNIO: | UE a. Um supervisor do laboratório de exames de uri- ad PROTEÍNA: 2 + niraiTO: Negativo na constata que um número elevado de tiras Gricosr: Negativo teucÓcITOS: Negativo reagentes está se tornando descolorido antes de O médico pede que o atleta colete uma amostra pela manhã, antes das aulas e da prática de exercícios. a. Qual é o objetivo da segunda amostra? b. Quais as alterações que se espera na segunda amostra? e. A presença de proteinúria na primeira amostra é de origem pré-renal, renal ou pós-renal? Um trabalhador da construção permaneceu sob um andaime que desabou durante várias horas antes de a data de vencimento ter sido atingida. b. O laboratório de um consultório médico está, consistentemente, referindo resultados positivos para os testes de nitrito com o teste de esterase leucocitária negativo. e. Os resultados de pesquisa de sangue e esterase leucocitária por tira reagente de um estagiário são sistematicamente inferiores aos do pessoal do laboratório. 134 CAPÍTULO 6 * O Exame Microscópico de Urina Continuação 10. LL 1: 13; 14. 15: 16. 17. B. a variação do índice refratométrico dos compo- nentes. €. a diminuição da precipitação de cristais. D. o delineamento de estruturas constituintes Pormenores nucleares podem ser reforçados por: A. azul da Prússia. B. azul de toluidina. €. ácido acético. D. ambas as alternativas Be € Qual dos seguintes lipídeos é/são marcados pelo Su- dan TP A, Colesterol B. Gorduras neutras, C. Triglicérides. D. Tanto B como C. Qual dos seguintes lipídeos é/são capazes de polari- zar a luz? A. Colesterol B. Gorduras neutras. C. Triglicérides. D. Tanto B como C. O objetivo do corante de Hansel é identificar: A. neutrófilos. B. células tubulares renais C. eosinófilos. D. monócitos. GVs crenados são observados na urina que é: A. hipostenúrica. B. hiperstenúrica. €. altamente ácida. D. altamente alcalina. Diferenciações entre GVs, leveduras, gotículas de gordura podem ser feitas por todos, exceto pelo se- guinte procedimento: - observação de brotação em células de levedura. aumento de refratilidade das gotículas de gordura. - lise de células de levedura por ácido acético. . lise de GVs por ácido acético. Dor» O achado de GVs dismórficos é indicativo de: A. hemorragia glomerular. B. cálculos renais. €. lesões traumáticas. D. distúrbios de coagulação. Leucócitos que coram de azul-pálido com o corante Sternheimer-Malbin e apresentam movimento brow- niano são: A. indicativos de pielonefrite. basófilos. 2. leucócitos mononucleares. células brilhantes. 18. Leucócitos mononucleares são, por vezes, confundi- dos com: A. células de levedura. B. células epiteliais escamosas. €. pólen. D. células tubulares renais. 19. Quando a piuria é detectada em um sedimento, a lâmina deve ser cuidadosamente verificada para a presença de: A. GVs. B. bactérias. €. cilindros hialinos. D. muco 20. Células epiteliais transicionais são a descamação do(a): A. ducto coletor. B. vagina. C. bexiga. D. túbulo contornado proximal. 21. As maiores células do sedimento urinário são as: epiteliais escamosas. epiteliais uroteliais. €. epiteliais cuboidais. D. epiteliais colunares. vp 22. Uma célula epitelial escamosa clinicamente significa- tiva A. a célula cuboidal. B. os “clue cells” C. as D. as élulas caudadas. lulas colunares. 23. As formas de células epiteliais transicionais incluem todas as seguintes, exceto as: A. esféricas. B. caudadas. €. contornadas. D. poliédricas 24. O aumento de células transicionais é indicativo de: A. cateterismo B. neoplasia. €. pielonefrite. D. tanto À como B 25. A principal característica utilizada para identificar células epiteliais tubulares renais é: A. estrutura alongada. B. núcleo centralmente localizado: C. aparência esférica. D. núcleo excentricamente localizado. 26. Após um episódio de hemoglobinúria, as células ETR podem conter: A. bilirrubina. B. grânulos de hemossiderina. CAPÍTULO 6 + O Exame Microscópico de Urina 135 RT 28. Ro 30. Sd o2. a: Sud 55. C. porfobilinogênio. D. mioglobina. O antecessor do corpúsculo oval de gordura é o/a: A. histiócito. B. célula urotelial. €. monócito. D. célula tubular renal. Uma estrutura, que se pensa ser um corpúsculo oval de gordura, produz formação de Cruz de Malta sob luz polarizada, mas não se cora com Sudan III. Essa estrutura: A. contém colesterol B. não é um corpúsculo oval de gordura. €. contém gorduras neutras. D. está contaminada com óleo de imersão. O achado de células de levedura na urina é, comu- mente, associado com. A. cistite. B. diabetes mellitus. €. pielonefrite D. distúrbios hepáticos. O principal componente do muco urinário é a: A, proteína de Bence Jones. B. microalbumina. C. proteína de Tamm-Horsfall D. proteinúria ortostática. A maioria dos cilindros é formada: A, no túbulo contornado proximal B. no ramo ascendente da alça de Henle. €. no túbulo contornado distal D. nos ductos coletores. A cilindrúria se relaciona à presença de: A. células tubulares renais cilíndricas. B. muco que se assemelha a um cilindro. €. cilindros hialinos e céreos. D. todos os tipos de cilindros. A pessoa que coleta uma amostra de urina após exer- cício extenuante pode apresentar todos os seguintes elementos no sedimento, exceto os cilindros: A. hialinos. granulosos. C. hemáticos. D. leucocitários. [ee] Antes de identificar um cilindro hemático, todos os seguintes elementos deverão ser observados, exceto: A. GVs livres, B. GVs intactos no cilindro. €. a presença de matriz de cilindro. D. a tira reagente positiva na reação para sangue. Os cilindros leucocitários estão, principalmente, as- sociados com: 36. 37. 38. 39. 40. 4 Rot 43. - Os cristais associados a grave doença hepática in- pielonefrite. cistite. glomerulonefrite. Dor» . infecções virais. A forma das células epiteliais tubulares renais asso- ciadas com cilindros ETR é, principalmente: A. alongada B. cuboidal. C. redonda. D. colunar. Ao observar cilindros ETR, as células são, principal- mente: A. embutidas em uma matriz clara. B. embutidas em uma matriz granulosa. €. aderidas à superfície de uma matriz. D. coradas por componentes do filtrado urinário. A presença de cilindros graxos está associada com: A, a síndrome nefrótica. B. as lesões de esmagamento €. o diabetes mellitus. D. todas as alternativas anteriores. Cilindros granulosos não patogênicos contêm: A, lisossomos celulares. B. células degeneradas. €. agregados de proteínas. D. cocos gram-positivos. Todas as seguintes afirmações sobre cilindro céreo são verdadeiras, exceto a de que ele: A. representa extrema estase urinária. . pode ter consistência quebradiça. requer coloração para ser visualizado. contém grânulos degenerados. vorB A observação de um cilindro largo representa: A. destruição das paredes tubulares. B. desidratação e febre alta. C. formação em ductos coletores. D. tanto À como €. Todas as seguintes características contribuem para a formação de cristais na urina, exceto: A. concentração proteica. B. pH. €. concentração de solutos. D. temperatura. A mais valiosa ajuda inicial para a identificação de cristais na amostra de urina é: A. opH B. a solubilidade. €. a coloração. D. a microscopia de luz polarizada. cluem todos os seguintes elementos, exceto: Continua na próxima página sLBEá CAPÍTULO 6 » O Exame Microscópico de Urina 137 a. Porque que a aluna está tendo dificuldade em focalizar? b. Qual é uma possível causa dos constituintes mi- croscópicos incomuns? c. A estudante deve se preocupar com os consti- tuintes microscópicos incomuns? Explique sua resposta. d. Qual técnica microscópica poderia ser utilizada para auxiliar na diferenciação entre um cilindro e um artefato? Um prisioneiro condenado a dez anos por venda de drogas ilícitas desenvolve icterícia, letargia e hepa- tomegalia. O teste para o antígeno de superfície do vírus da hepatite B é positivo e o paciente é colocado na enfermaria da prisão. Quando sua condição pa- tece piorar e um baixo débito urinário é observado, o paciente é transferido para o hospital local. Testes adicionais detectam superinfecção com o vírus da hepatite delta e redução na capacidade renal de con- centração. Os resultados do exame de rotina são os seguintes: cor: Âmbar cerONAs: Negativo aspECTO: ligeiramente turvo sancur: Negativo GRAVIDADE EsprcÍFICA: 1,011 BILIRRUBINA: Fortemente positiva UROBILINOGÊNIO: 4.0 UE NITRITO: Negativo LEUCÓCITOS: Negativo pH: 7,0 PROTEÍNA: 2 + Guicosr: Negativo Microscópica: GBs: 2-4/HPF Cilindros hialinos: 1-2/ LPF Cilindros granulosos 1-2/LPF Células ETR coradas por bilirrubina: 2-4/ HPF Cilindros de células ETR: 0-1/LPF Cilindros céreos corados por bilirrubina: 0-1/LPF a. Com base nos resultados do exame de urina, em que área do néfron há danos? b. Será isso compatível com o diagnóstico primário do paciente? Explique sua resposta O que está causando células ETR coradas por bi- lirrubina? d. Por que o urobilinogênio está em nível elevado? e. Relate um distúrbio no qual o nível de urobilino- gênio está elevado, mas o resultado de bilirrubi- na é negativo. GVs: 1-3/HPF 4. Uma mulher de 30 anos que está sendo tratada de ITU traz uma amostra de urina para a Clínica da Saúde do Trabalhador às quatro horas da tarde. A enfermeira de plantão disse a ela que a amostra será refrigerada e examinada pelo tecnólogo na manhã seguinte. O tecnólogo tem dificuldade para interpretar a cor dos testes da tira reagente e relata apenas os seguintes re- sultados: cor: Âmbar Microscópica: GVs: 3-5/HPF GBs: 8-10/HPF aspECTO: Ligeiramente turvo Bactérias: moderado Cristais incolores, que aparecem em feixes: moderado a. O que poderia ter causado a dificuldade do tec- nólogo para interpretar os resultados da tira rea- gente? b. Essa amostra poderá produzir espuma amarela quando agitada? e. Como poderia ser verificada a presença da bilir- tubina? Será que isso é realmente necessário? d. O que o tecnólogo poderia fazer para auxiliar na identificação dos cristais? e. Qualé a provável identificação dos cristais inco- lores? 5. Uma criança de dois anos, abandonada na garagem por cinco minutos, é suspeita de ter ingerido anti- congelante (etileno glicol). A urina tem pH de 6,0 e a análise química é negativa. Duas formas distintas de cristais são observadas no exame microscópico. a. Que tipo de cristais seria esperado estar presentes? b. Quais são as duas formas cristalinas presentes? c. Descreva as duas formas. d. Que forma se esperaria ser predominante? 6. Uma paciente vem ao ambulatório com sintomas de ITU. Ela traz uma amostra da urina, Os resultados das análises rotineiras realizadas nessa amostra são os seguintes: cor: Amarela cETONAS: Negativo SANGUE: Pouco BILIRRUBINA: Negativo UROBILINOGÊNIO: Normal NITRITO: Negativo LEUCÓCITOS: 2 + aspECTO: Ligeiramente turvo GRAVIDADE ESPECÍFICA: 1,015 pr 9,0 PROTEINAS: Negativo gLicosE: Negativo Microscópica: GVs: 1-3/HPF GBs: 8-10/HPF bactérias: Numerosas Células epiteliais escamosas: Moderado a. Quais as discrepâncias entre os resultados dos testes químicos e microscópicos presentes? b. Descreva uma razão para essas discrepâncias. Continua na próxima página 138 CAPÍTULO 6 + O Exame Microscópico de Urina Continuação c. Identifique um resultado de reação química do exame de urina que confirme a sua razão para as discrepâncias d. Que ação o laboratório deve tomar para obter resultados precisos para essa paciente? 7. Um estudante é levado para a sala de emergência com uma perna quebrada durante um jogo de fute- bol do colégio. Os resultados do exame de urina são os seguintes: cor: amarelo-escura ceToNas: Negativo asercro: Ligeiramente turvo sanur: Pouco GRAVIDADE EspECÍpICA: 1,030 mIRRUBINA: Negativo pt 5,5 UROBILINOGÊNIO: Nor- mal PROTEÍNA: 2 + nirriro: Negativo Gricose: Negativo LevucócITOs: Negativo Microscópica GVs: 0-2/HPF Cilindros hialinos: 0-4/ LPF GBs: 0-3/1PF Cilindros granulosos: 0-3/LPF Poucas células epiteliais escamosas a. Esses resultados são de relevância clínica? b. Explique a discrepância entre os resultados das análises química e microscópica para sangue c. Qual é a provável causa dos cilindros granulo- sos? Como supervisor da seção de exame de urina, você está revendo os resultados. Descreva por que sim ou por que não cada um dos resultados a seguir é preo- cupante a. A presença de cilindros céreos e a reação nega- tiva para proteínas na urina de uma menina de seis meses. b. O aumento transitório de células epiteliais em uma amostra obtida após cistoscopia c. Cristais de tirosina em uma amostra com resulta- do negativo para bilirrubina. d. Cristais de cistina em uma amostra de um pa- ciente com diagnóstico de gota. e. Cristais de colesterol na urina com densidade superior a 1,040 f. Trichomonas vaginalis em uma amostra de urina de um homem. Urato amorfo e cristais de carbonato de cálcio em uma amostra com pH de 6,0. o)