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Exercicios de Topografia Basica
Tipologia: Exercícios
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Miguel BAIO
2 Miguel Baio – ESTBarreiro/IPS
Página da Disciplina de Topografia na ESTBarreiro/IPS:
http://www.estbarreiro.ips.pt:8080/estbarreiro/PagDisciplinas/PagTopografia.htm
Exercícios de Topografia 3
A Topografia é uma disciplina que tem por objectivo a representação de regiões próximas da superfície terrestre. Enquanto tradicionalmente era uma disciplina que se ocupava apenas do local, assumindo na sua área de representação a superfície da Terra como plana, actualmente, e dada a necessidade de cada vez mais os levantamentos topográficos de regiões contíguas serem compatíveis e contínuos, a representação topográfica já não pode ser considerada nem como local nem como plana, sendo necessário considerar também a curvatura das superfícies. Assim, o âmbito da Topografia é hoje mais regional que local e aproxima-se, ou confunde-se, com outras disciplinas como a Cartografia , os Sistemas de Informação Geográfica ou a Detecção Remota.
Para a elaboração de uma carta ou planta topográfica é necessário um conjunto de operações de campo e de gabinete, que é designado por levantamento topográfico. No âmbito da disciplina de Topografia de uma licenciatura em Engenharia Civil, o levantamento topográfico será elaborado pelo método clássico, que é o mais utilizado para as grandes escalas e em regiões pouco exten- sas, e no apoio às obras de engenharia. O método fotogramétrico, utilizado para o levantamento de grandes extensões de terreno, será apenas abordado de uma forma mais superficial.
Na produção cartográfica actual são cada vez mais utilizadas técnicas que vão desde o registo automático das observações em cadernetas electrónicas, utilização de equipamento electrónico para posicionamento como é o caso do GPS, a utilização de imagens de satélite ou de fotografias aéreas numerizadas, ou de outras técnicas como o laser-scanning , que permitem a utilização de computadores e de programas designados por CAM ( Computer Aided Mapping), próximos dos programas CAD ( Computer Aided Design ). Associando à cartografia numérica bases de dados entra-se no campo dos Sistemas de Informação Geográfica (SIG) que são ferramentas impor- tantes nas áreas de planeamento.
A Topografia, numa especialidade de Engenharia Civil, permite, por exemplo: obter dados de apoio ao estudo, projecto e implantação de obras; apoiar a construção de grandes obras de enge- nharia; apoiar o planeamento, tanto urbano como regional; ou permitir o estudo e o controlo de grandes estruturas.
O principal objectivo desta disciplina consiste em familiarizar os alunos com os conceitos básicos ligados à Geodesia, Cartografia, Fotogrametria e Topografia e proporcionar contacto experimental com a leitura e medição de cartas topográficas, manuseamento de equipamentos topográficos e ainda com os levantamentos topográficos em escalas grandes, pelo método clássico.
Os objectivos definidos para a disciplina de Topografia podem ser divididos em 3 grandes grupos:
i) leitura e utilização de Cartas Topográficas; ii) conceitos básicos de Geodesia, Cartografia, Topografia e Fotogrametria e Detecção Remota; iii) familiarização com o equipamento topográfico através da execução de um levantamen- to topográfico clássico a uma grande escala.
Com a Leitura e Utilização de Cartas Topográficas pretende-se que o aluno leia uma carta topo- gráfica: são importantes os conceitos de escalas, coordenadas cartográficas, mas também o modo como os objectos topográficos são representados de acordo com a sua forma, dimensão e
Exercícios de Topografia 5
O exercício de leitura e utilização de cartas topográficas é individual, enquanto os restantes trabalhos são efectuados em grupo. A nota dos trabalhos de grupo é atribuída após a discussão em grupo dos de levantamento topográfico.
O aproveitamento em ambas as componentes da avaliação (PP e EF) é conseguido com nota superior a 9.5 valores.
Casaca, João; João Matos, Miguel Baio (2000) – Topografia Geral , Lidel, Lisboa Baio, Miguel (2005) – Exercícios de Topografia , ESTBarreiro/IPS, Barreiro.
Berberan, António (2003) – Elementos de Fotogrametria , Edição de autor, Lisboa Fonseca, Ana D.; Fernandes, João C. (2004) – Detecção Remota , Lidel, Lisboa.
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1.11 – Na Figura 8, está representado o eixo de uma via que se pretende construir. Essa via terá uma largura de 10 m com declive de ____%. Os taludes de aterro deverão ter declive de 75% e os de escavação declive de 150%. a) Trace o perfil longitudinal do terreno segundo o eixo da via e sobre ele implante o eixo da estrada; b) Trace perfis transversais de 50 m em 50 m e calcule o volume de terra movimentado; c) Represente as linhas de intersecção do terreno com os taludes de aterro e de escavação; d) Desenhe as curvas de nível correspondentes à nova superfície.
Exercícios de Topografia 9
2 – GEODESIA
2.1 – Sobre o elipsóide de Hayford considere o paralelo à latitude 37º 35’ 42.256” N. Determine os valores do raio de curvatura da secção normal principal, do raio de curvatura do meridiano e do raio de curvatura médio, nos pontos do paralelo. Determine o raio de curvatura do paralelo. Justifique o número de casas decimais com que apresenta os resultados.
2.2 – O elipsóide do WGS84, é definido pelos parâmetros semi-eixo equatorial (a) e achatamento (f):
a = 6378 137.000m, f=
Considere o paralelo situado à latitude 37º 35’ 42.256”N. Determine os valores do raio de curvatura da secção normal principal, do raio de curvatura do meridiano e do raio de curvatura médio, nos pontos do paralelo. Determine o raio de curvatura do paralelo.
2.3 – As coordenadas geodésicas elipsoidais Hayford-Gauss (d73) do vértice geodésico PALMELA são: φ = 38° 33’ 55.3397’’ N; λ = 8° 54’ 04.0636’’ W; h = 275.046 m
Determine o raio de curvatura médio e o raio do paralelo do elipsóide no vértice geodésico PALMELA.
2.4 – Determine o valor do raio de curvatura da secção normal de azimute 45º do elipsóide do WGS84 num ponto à latitude geodésica φ = 39° 40’ 05.7300” N. Utilize os parâmetros do elipsóide com um número de algarismos significativos adequados aos dados.
2.5 – As coordenadas geodésicas elipsoidais Hayford-Gauss (d73) do vértice geodésico MONGE são:
φ = 38° 46’ 27.565’’ N; λ = 9° 26’ 29.366’’ W; h = 490.200 m
Determine o raio de curvatura médio e o comprimento de arco de paralelo de 1º de amplitude no vértice geodésico MONGE. Justifique, convenientemente, as unidades e o número de casas decimais que adoptar.
2.6 – Determine as coordenadas geodésicas rectangulares do vértice geodésico PALMELA, associadas ao datum geodésico Hayford-Gauss. (Coordenadas geodésicas elipsoidais dadas no exercício 3).
2.7 – Determine as coordenadas geodésicas cartesianas tridimensionais do vértice LISBOA, associadas ao datum geodésico Hayford-Melriça. Calcule a distância do vértice ao centro do elipsóide. Admita que, no vértice, a ondulação do geóide, relativa ao datum geodésico, tem o valor N = 2.341 m.
2.8 – Determine a distância entre as estações permanentes GPS de Beja (EP BEJA) e de Lagos (EP LAGO) do IGP, sabendo que as suas coordenadas geodésicas elipsoidais (WGS84) são:
Estação Latitude Longitude Altitude EP BEJA (^38) ° 00’ 46.37860’’ N 7 ° 52’ 22.26777’’ W 305.850 m EP LAGO (^37) ° 05’ 56.17224’’ N 8 ° 40’ 06.16517’’ W 62.697 m
Exercícios de Topografia 11
3.9 – Qual a maior escala convencional a que se pode representar, um tanque circular com um raio igual a 3 m, de modo a que a área da representação seja inferior a 5.00 cm^2?
3.10 – Qual a menor escala convencional a que pode representar um edifício de planta rectan- gular (30 m × 25 m), de modo a que a área de representação não seja inferior a 150 cm^2?
3.11 – Numa planta à escala 1:10000 mediu, com uma régua graduada em milímetros, um lote de terreno que tem forma rectangular. Obteve as seguintes medições: 45 mm na base e 32 mm na altura. a) Determine a área do terreno e, admitindo que apenas consegue estimar 0.5 mm nas leituras com a régua, determine o valor do erro máximo que efectuou em cada medição de comprimento. b) Se tivesse disponíveis plantas cadastrais à escala 1:2000 que valores obteria para as medições que efectuou com a régua e qual o valor de erro que cometeria em cada medição.
3.12 – Pretende cartografar um centro urbano, com uma forma aproximadamente rectangular com as dimensões de 3 km na direcção Este-Oeste por 1.2 km na direcção Norte-Sul. Se dispuser de folhas de papel com área útil de 50 cm por 80 cm, quantas folhas precisará para cartografar o centro urbano: a) na escala 1:1000; b) na escala 1:2500.
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4 – ALTIMETRIA
4.1 – Os pontos A e B encontram-se às altitudes ortométricas:
HA = 21.74 m, HB = 123.09 m
Indique as curvas de nível que passam entre os dois pontos, em representações cartográficas:
a) À escala 1:25000; b) À escala 1:50000.
4.2 – A partir das coordenadas topográficas dos pontos 1 e 2 do terreno
Ponto M (m) P (m) H (m) 1 12500.000 10500.000 112. 2 12500.000 10400.000 121.
estime, por interpolação, as coordenadas cartográficas das intersecções das curvas de nível às altitudes 115 m e 120 m, com o segmento de recta que une as projecções dos referidos pontos no plano cartográfico.
4.3 – Estacionou um nível óptico no centro de um triângulo equilátero com 20 m de lado, cujos vértices são os pontos A, B e C. Seguidamente, fez as leituras:
LA = 0.43 m, LB = 1.96 m, LC = 3.67 m
na escala de uma mira de 4 m, que foi estacionada sucessivamente sobre os três vértices do triângulo. Admitindo que o ponto C se encontra à altitude HC = 35.00 m, determine a que distância do ponto A, sobre o lado AB, se encontram os pontos de passagem das curvas de nível corres- pondentes à escala convencional 1:100.
4.4 – Para ligar, por linha de nivelamento geométrico, os dois pontos A e B de altitudes previa- mente conhecidas:
HA = 22.450 m, HB = 24.430 m.
foi necessário medir quatro desníveis. Sabendo que os desníveis observados foram:
HA1 = 0.155 m, H 12 = 0.765 m, H 23 = 0.385 m, H3B = 0.665 m
determine e distribua o erro de fecho. Determine as altitudes corrigidas dos pontos intermédios da linha.
4.5 – Para ligar, com uma linha de nivelamento geométrico, dois pontos de altitudes conhecidas:
HA = 131.540 m, HB = 128.080 m
foi necessário medir os quatro desníveis entre os pontos:
HA1 = −1.563 m, H 12 = +0.847 m, H 23 = −1.317 m, H3B = −1.453 m.
Sabendo que o comprimento da linha é cerca de 100 m, proceda ao tratamento dos desníveis observados tendo em atenção a tolerância
t = K× 12mm
onde K é o comprimento da linha em quilómetros.
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entre 1 e 2 igual a +0.30. As alturas do taqueómetro e do retro-reflector foram respectivamente 1.15 m e 1.25 m.
4.11 – Com um taqueómetro electrónico estacionado no vértice AJUDA (1), à altura de 32 cm, e um retro-reflector estacionado sobre um ponto (X) do terreno, à altura de 1.22 m, mediu o ângulo zenital e a distância: Z1X = 100.51 45 gon, S1X = 2 121.546 m
Sabendo que o azimute cartográfico A1X é aproximadamente nulo, determine o desnível ortométri- co H1X e a distância cartográfica c1X.
4.12 – Com um taqueómetro electrónico estacionado, a uma altura de 1.26 m, sobre o vértice de BELÉM (B) da rede de Lisboa, observou o ângulo zenital e a distância:
ZBX = 100.07 35 gon, SBX = 2 121.560 m
para um retro-reflector estacionado num ponto do terreno (X) à altura de 1.09 m. Sabendo que o azimute cartográfico ABX é muito próximo do azimute cartográfico do vértice BELÉM para o vértice MARGIOCHI, determine a altitude ortométrica HX e a distância cartográfica cBX.
4.13 – Com o objectivo de determinar as coordenadas do ponto 3, estacionou um taqueómetro electromagnético sobre o vértice geodésico SEIXAL (1) tendo obtido as seguintes medições para o vértice geodésico AMORA 2º (2) e para o ponto 3:
A 312 = 36.5665 gon, Z 13 = 102.2325gon e S 13 = 921.342 m.
Sabe ainda que: (i) a distância S 13 já inclui a correcção ambiental; (ii) a altura do taqueómetro é de 0.245 m; (iii) a altura do alvo-reflector no ponto 3 é de 1.515 m, (iv) as coordenadas cartográfi- cas (D73) dos vértices AMORA 2º e SEIXAL são:
Vértice M (m) P (m) H (m) AMORA 2º -85851.13 -114995.90 47. SEIXAL -84346.45 -113395.22 43.
a) Represente esquematicamente os 3 pontos. b) Determine a altitude ortográfica do ponto 3. c) Determine as coordenadas cartográficas do ponto 3.
4.14 – Com o objectivo de determinar as coordenadas do ponto 3, estacionou um taqueómetro electromagnético sobre o vértice geodésico BARRA CHEIA (1) tendo obtido as seguintes medi- ções para o vértice geodésico COINA (2) e para o ponto 3:
A 312 = 75.5120 gon, Z 13 = 102.7515 gon e S 13 = 1202.324 m.
Sabe ainda que: (i) a distância S 13 já inclui a correcção ambiental; (ii) a altura do taqueómetro é de 23 cm; (iii) a altura do alvo-reflector no ponto 3 é de 1.455 m, (iv) as coordenadas cartográficas (d73) dos vértices BARRA CHEIA e COINA são:
Vértice M (m) P (m) H (m) BARRA CHEIA -75992.71 -116969.43 60. COINA -79351.81 -118123.31 55.
a) Determine a altitude ortográfica do ponto 3. b) Determine as coordenadas cartográficas do ponto 3.
4.15 – Para determinar a altura de uma antena estacionou um taqueómetro electrónico e mediu a distância de 46.28 m para o seu topo, os ângulos zenitais de 102.40 gon e 85.23 gon, respectiva- mente para a base e para o topo da antena. Determine a altura dessa antena.
4.16 – Para determinar a altura de um edifício estacionou um taqueómetro electrónico nas suas proximidades. Colocou um alvo refector encostado ao edifício e apontou tanto para esse alvo, como para o topo do edíficio e registou as seguintes observações:
Exercícios de Topografia 15
Distância ao alvo – 36.177 m; Leitura zenital para o alvo – 99.155 gon; Leitura zenital para o topo do edifício – 82.895 gon. Sabendo que a altitude do ponto em que colocou o instrumento é de 18.30 m, e que este se encontrava a 1.55 m do solo, enquanto o alvo estava a 1.15 m, determine:
a) a altitude ortográfica da base do edifício; b) a altura do edifício.
4.17 – Para determinar a altura que uma linha de alta tensão está do solo estacionou um taqueómetro à altura de 1.55 m nas suas proximidades, e colocou um alvo reflector à altura de 1.73 m sob essa linha. Mediu a distância ao alvo (78.88 m) e os ângulos zenitais ao alvo (103. gon) e à linha (91.987 gon). Determine a altura da linha de alta tensão.
4.18 – Com um taqueómetro electrónico estacionado, à altura de 1.25 m, num ponto (X) do terreno, de coordenadas desconhecidas, foram medidos o ângulo zenital e a distância:
ZXM = 98.21 35 gon, SXM = 2 235.863 m
para um retro-reflector estacionado à altura de 0.30 m sobre o vértice MONTALVÃO (M) da rede geodésica de Lisboa. Simultaneamente, foram medidas a temperatura e a pressão atmosférica no ponto estação:
TX = 32° C, PX = 745 mmHg
Sabendo que o DEM da estação total é baseado num laser Rubí e a sua atmosfera de referência é igual à atmosfera padrão, com excepção da temperatura de referência TR = 15° C, determine a altitude ortométrica do ponto X.
Exercícios de Topografia 17
Ponto M (m) P (m) Ref.1 -87434.78 -102893. Ref.2 -87447.76 -102853.
5.9 – No levantamento topográfico de uma nova urbanização pretende coordenar o ponto estação (E1) a partir de dois vértices de uma poligonal (P6 e P8) já observada. Estacionou estação total à altura de 1.612 m, mediu o ângulo azimutal AP6E1P8=111.7925 gon, mediu a distância espacial SE1P8 = 122.126 m e o ângulo zenital ZE1P8=101.1215 gon para um alvo reflector sobre o ponto P á altura de 1.122 m. Determine as coordenadas de E1, sabendo que as coordenadas dos vértices da poligonal são:
Vértice M (m) P (m) H (m) P6 -79781.845 -112491.727 29. P8 -79741.965 -112294.836 29.
5.10 – Para apoio a um levantamento topográfico necessitou de coordenar os dois novos pontos B e C. Para isso estacionou um taqueómetro electrónico no ponto C e registou as seguintes observações (distâncias já reduzidas ao plano cartográfico):
LCA = 134.662 gon, LCB = 238.299 gon, LCD = 381.182 gon, cCB = 47.968 m, cCD = 24.472 m.
As coordenadas dos cartográficas dos pontos já anteriormente coordenados (A e B) são:
Ponto M (m) P (m) A -81450,65 -110848, B -81453,47 -110907,
a) Represente esquematicamente os 4 pontos. b) Determine as coordenadas cartográficas do ponto C. c) Determine as coordenadas cartográficas do ponto D.
5.11 – Com um teodolito estacionado nos vértices AJUDA (1) e MONSANTO (2) mediu os ângulos azimutais: A 213 = 350.33 45 gon, A 123 = 52.21 85 gon,
para um ponto 3 de coordenadas desconhecidas. a) Represente esquematicamente a posição dos pontos 1, 2 e 3 relativamente à direcção do Norte Cartográfico. b) Determine as coordenadas cartográficas do ponto 3, relativas ao Datum 73.
5.12 – Com recurso a um teodolito estacionado nos vértices geodésicos BARREIRO (B) e TELHA (T) efectuou as seguintes leituras azimutais:
LBT = 0.0045 gon, LBX = 108.1510 gon, LTX = 0.0020 gon, LTB = 45.4575 gon
para o ponto X de coordenadas desconhecidas. As coordenadas dos vértices geodésicos são:
Vértice M (m) P (m) H (m) BARREIRO -81366.01 -111256.52 28. TELHA -80277.66 -113728.09 50.
a) Represente esquematicamente os 3 pontos. b) Determine as coordenadas cartográficas do ponto X.
5.13 – Com um teodolito estacionado nos vértices AJUDA (1) e num ponto Y de coordenadas desconhecidas mediu os ângulos azimutais:
A21Y = 51.56 75 gon, A1Y2 = 49.33 15 gon
onde 2 é o vértice MONTES CLAROS da rede geodésica de Lisboa. a) Represente esquematicamente a posição dos pontos 1, 2 e Y, relativamente à direcção do Norte Cartográfico.
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b) Determine as coordenadas cartográficas do ponto Y, relativas ao Datum 73.
5.14 – Com recurso a um teodolito, que estacionou, primeiro no ponto 3, de coordenadas topográ- ficas desconhecidas, e depois no vértice geodésico MONTES CLAROS (1), obteve as seguintes leituras azimutais:
L 31 = 208.9595 gon, L 32 = 115.2885 gon, L 13 = 26.9890 gon, L 12 = 98.1515 gon
onde 2 representa o vértice geodésico TAPADA. a) Represente esquematicamente a posição relativa dos 3 pontos, em relação à direcção do Norte Cartográfico. b) Determine as coordenadas cartográficas do ponto 3, relativas ao Datum 73.
5.15 – Com um teodolito, estacionado num ponto Y do terreno, observou sucessivamente os ângulos azimutais: ABYV = 45.65 35 gon, AVYL = 40.56 25 gon
onde B, V e L simbolizam os vértices INSTITUTO BOTÂNICO, D. PEDRO V e LISBOA, da rede geodésica de Lisboa. a) Represente esquematicamente a posição dos pontos B, V, L e Y, relativamente à direcção do Norte Cartográfico. b) Determine as coordenadas cartográficas do ponto Y, relativas ao Datum 73.
5.16 – Com um teodolito estacionado num ponto Y, foram visados os vértices MONTES CLAROS (k), TAPADA (i) e MARGIOCHI (j), com as seguintes leituras azimutais:
Lk = 10.05 65 gon, Li = 42.25 60 gon, Lj = 110.42 30 gon.
Determine as coordenadas cartográficas do ponto Y, relativas ao Datum 73.
5.17 – Estacionou um teodolito num ponto Y do qual avista os vértices geodésicos SEIXAL (S), TELHA (T) e VILA CHÃ (V). Mediu os seguintes ângulos azimutais:
ASYT = 98.4120 gon; ATYV = 28.4445 gon.
As coordenadas dos vértices geodésicos são:
Vértice M (m) P (m) H (m) SEIXAL -84346.45 -113395.22 43. TELHA -80277.66 -113728.09 50. VILA CHÃ -78781.44 -114506.34 88.
a) Represente esquematicamente os 4 pontos. b) Determine as coordenadas cartográficas do ponto Y.
5.18 – Com recurso a um taqueómetro electrónico, estacionado sucessivamente nos pontos 1, 2, 3, 4, 5 e 6, observou os seguintes ângulos azimutais (em gon):
A 012 = 385.236, A 123 = 60.609, A 234 = 22.073, A 345 = 18.565, A 456 = 110.889, A 561 = 11.
e distâncias, já reduzidas ao plano cartográfico (em metros):
c 12 =78.753, c 23 =26.854, c 34 =64.623 c 45 =60.224, c 56 =40.215, c 61 =42.415.
Sabendo que as coordenadas cartográficas dos pontos 0 e 1 são:
Ponto M (m) P (m) 0 −87 146.597 −106 255. (^1) −87 261.134 −106 272.
determine as coordenadas cartográficas dos pontos 2, 3, 4, 5 e 6, relativas ao Datum 73.