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Este arquivo contém informações técnicas e objetivas sobre fluídos de corte utilizados na usinagem
Tipologia: Notas de estudo
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4.2.2. Fluido de corte como lubrificante Lubrificação: redução do coeficiente de atrito cavaco-ferramenta (principalmente) e ferramenta-peça redução de força total, potência de corte e temperatura. O atrito cavaco-ferramenta depende de:
4.2.3. Seleção do fluido de corte Considera os seguintes fatores:
4.2.4. Tendências de desenvolvimento Apesar de amplamente difundido, o uso de fluidos de corte provoca uma série de inconvenientes:
As tendências de desenvolvimento de ferramentas de corte: apontam no sentido de evitar ou minimizar substancialmente a utilização de fluidos de corte nos processos de usinagem. Para isto, é necessário que sejam utilizadas:
4.3. Fluidos de corte recomendados para algumas operações de usinagem.
Material Torneamento Fresamento de topo Perfuração Abertura de roscas Aço de baixo C Compostos sintéticos ou óleos solúveis 1:20. Óleos clorinatados ou sulfurizados para aços mais duros. Com ferramentas de metal duro, pode-se se prescindir de fluidos.
Óleo mineral sulfurizado ou óleo solúvel para serviço pesado 1:20. Com metal duro prefere-se compostos sintéticos.
Fluidos sintéticos (químicos). Óleo mineral sulfuclorinatado. Óleo de gordura. Óleo solúvel 1:10 de serviço pesado em corte com metal duro.
Óleos sulfurizados. Óleos minerais sulfuclorinatados. Óleo de gordura. Óleos para serviço leve e pesado.
Ferro fundido Corte seco, quando usinados com metal duro. Óleo solúvel 1:20 para garantir pequena
Corte seco com metal duro. Maior quantidade de
Corte a seco ou óleos solúveis. Óleos de pressão extrema para
Corte seco ou fluidos sintéticos (químicos) para serviço pesado. Óleos