



Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Este arquivo contém informações técnicas e objetivas sobre o processo de fresamento.
Tipologia: Notas de estudo
1 / 5
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!




Heraldo Amorim Porto Alegre, agosto de 2003
A fim de garantir um bom contato ferramenta-peça, o centro da fresa deve estar dentro de da peça a ser fresada. Segundo Ferraresi, para fresamento frontal com fresas de facear, ae = 0,75D (aço) ae = 0,6D (fofo) Sandvik, fabricante de ferramentas, sugere como relação um diâmetro da fresa de 20 a 50% maior do que a largura que se deseja usinar (ae). Estes valores são adotados para que hMIN seja maior que 0, o que acontece quando ae é maior ou igual ao diâmetro a ser fresado. Se h é muito próximo de zero, o cavaco formado se torna muito fino, e com excessiva pressão específica de corte. A posição da pastilha no momento da entrada na peça (Figura 1) no fresamento frontal com ferramenta de MD é um ponto importante a ser estudado.
Figura 1 – Posição de ataque da pastilha de MD. Fonte: Diniz.
A fresa não deve tocar a peça com um ponto de baixa resistência, como a aresta ou o ponto de corte. Assim, na figura, deve tocar a peça primeiro em ‘U’, para evitar lascamento ou quebra. Chama-se tempo de choque o tempo transcorrido entre o contato inicial e o contato completo da aresta de corte com a peça. Quanto maior o tempo de choque, menor o efeito do choque na pastilha. Para que o tempo de choque não seja pequeno demais, usa-se a distância de ajuste ‘J’ (Figura 2) mínima de 5% do diâmetro da fresa. Além disso, se J for muito menor do que 5% do diâmetro da fresa, h será muito próximo de zero, o que causa os problemas já citados.
Figura 4 – Posição da aresta de corte na saída do dente da peça. Fonte: Diniz.
Em relação à geometria da fresa: evita-se χr = 90º, exceto quando o projeto prevê este ângulo. χr deve ser menor que 90º devido:
As rugosidades máxima e média (Ra) teóricas para o fresamento tangencial são determinadas pelas equações 1 e 2, respectivamente.
D R fz Max Teor 4.
2 = (1.)
Ra fz
2 = (2.)
Para o fresamento frontal, a rugosidade média pode ser determinada pela equação 3 (Machado e Silva):
2 2 − − =
r r f^ z Ra (3.)
Em casos reais, a rugosidade real costuma ser maior do que a rugosidade teórica, devido a:
Variáveis que melhoram o acabamento: