Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Incropera 5.60 no Matlab Implicito, Exercícios de Engenharia Química

O exercício 5.60 do Incropera 6ª edição resolvido numericamente através de balanço e driscretização totalmente implícita, implementado no Matlab

Tipologia: Exercícios

2012

Compartilhado em 12/12/2012

marcelo-alexandre-11
marcelo-alexandre-11 🇧🇷

5

(3)

7 documentos

1 / 12

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Universidade Federal de Pernambuco
Centro de Tecnologia e Geociências
Programa de Pós-Graduação em Engenharia
Mecânica
Análise Numérica do Resfriamento de
de uma esfera maciça
Aluno :
Marcelo Alexandre de Souza Júnior
Disciplina :
Fenômenos de Transporte Computacional
Professor :
Rita de Cássia Lima
Recife, 11 de Dezembro de 2012
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Incropera 5.60 no Matlab Implicito e outras Exercícios em PDF para Engenharia Química, somente na Docsity!

Universidade Federal de Pernambuco

Centro de Tecnologia e Geociências

Programa de Pós-Graduação em Engenharia

Mecânica

Análise Numérica do Resfriamento de

de uma esfera maciça

Aluno :

Marcelo Alexandre de Souza Júnior

Disciplina :

Fenômenos de Transporte Computacional

Professor :

Rita de Cássia Lima

Recife, 11 de Dezembro de 2012

Trabalho realizado pelo aluno Marcelo Alexandre de Souza

Júnior para avaliação parcial da Disciplina Fenômenos de

transporte Computacional do Programa de Pós-Graduação

em Engenharia Mecânica da Universidade Federal de

Pernambuco.

Orientadora: Rita Cássia de Lima.

RECIFE – PERNAMBUCO

DEZEMBRO – 2012

Solução Numérica

A solução numérica foi obtida pelo método do balanço de energia nos volumes de controle do

cilindro na direção radial :

  1. Balanço de Energia para os nós internos(Figura 1):

Figura 1: Volume de Contole do nó interno da esfera (Visão 2D).

Equação de Balanço na direção radial para os nós internos:

2 2 3 3

1

1

2

2

m i m i i i

i

i

r dT r dT r r dT

k r k r c r r

dr dr dt

Ao discretizarmos as derivadas por diferenças finitas, obtemos:

2 2 3 3

1 1 1 1 1

1 1

n n n n n n

i i i i i i

m i m i i i

T T T T

r r r r T T

k r k r c r r

r r t

    

 

 

       

 

       

         

 

Que após algumas manipulações algébricas pode ser reescrita da seguinte forma:

1 1

1

1

1

2 2 2 3 3

2 3

...

3

...

3

n n

i i

n

i

m m

i i i i i

m

i i i

T T

r r t

T

r t

k r k r r c r r

r r r r r

k r c r r

r r r

 

      

           

                      

                            

 

     

   

     

 

       

 

3

n

i

T

 

 

 

 

  1. Balanço de energia para o nó central (Figura 3) :

Figura 2: Volume de Controle do nó central (Visão 2D).

Equação de Balanço na direção radial para o nó central:

2 3

1

1

2

m

r dT r dT

k c

dr dt

Discretizando as derivadas por diferenças finitas, obtemos:

2 3

1 1 1

1 2 1 1

n n n n

m

r T T r T T

k c

r t

 

  

Que após algumas manipulações algébricas pode ser reescrita da forma:

1 1

1 2 1 2 2

n n n m m

k t k t

T T T

 c r  c r

 

  1. Balanço de Energia para o nó da superfície a partir do ítem “e”:

Equação de Balanço na direção raidal para o nó de superfície:

2

3

3

m

r R

r dT dT

k R c R

dr dt

r

R

Discretizando as derivadas por diferenças obtemos:

2

1 1 1

1 3

3

n n n n

N N N N

m

r T T T T

k R R

r t

r

 c R

  

Que após algumas manipulações algébricas, pode ser reescrita na seguinte forma:

2 2

3 1 1 3

1

3 3

n n n m m

N N N

k r k r

R R T R T R T

r t r t

c r c r

R R

 

Resultados e Discussão

a)

Gráfico 1: Distribuição da Temperatura no Centro e na superfície da esfera ao longo do tempo.

Pode-se observar no Gráfico 1 que as temperaturas na esfera decrescem ao longo do tempo,

devido ao gradiente de temperatura que provoca um fluxo de calor para fora da esfera.

Quando a temperatura da superfície atinge 415 K e a esfera é isolada, não há mais variação da

energia interna, pois não há mais fluxo de calor para dentro ou para fora do corpo e a temperatura

dentro da esfera se homogeiniza numa temperatura de equilíbriop constante.

b) O tempo para que a superfície da esfera atinja 415 K, é:

Para h=75[W/m

2

] t= 73 s

Para h=200[W/m

2

] t= 28 s

c) Fluxo Térmico

O fluxo térmico na superfície da esfera no instante em que a temperatura da esfera

atinge 415 K, é dado por: Q  hA Ts (  T inf)

Para h=75[W/m

2

] Q = 20,1438 [W/m

2

]

Para h=200[W/m

2

] Q = 53,7062 [W/m

2

]

Código do Programa em Matlab

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

% Fenômenos de Transporte Computacional %

% Profa. Rita de Cássia %

% Problema 5.60 - Incropera (6ª Edição) %

% Última atualização: 11/12/2012 %

% Por: Marcelo Alexandre de Souza Júnior %

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

clear all

close all

clc

% Dados do Problema proposto

Raio = 0.015; % [m]

dr = 0.00015; % Incremento da malha na direção r

km = 1.7; % [W(m^-2)(K^-1)]

T_Infinito = 320; % [K]

h1 = 200; % [W(m^-1)(K^-1)]

h2 = 200; % [W(m^-1)(K^-1)]

Tempo = 150; % [s]

dt = 0.01; % Tamanho do passo no tempo

Nt = Tempo/dt +1; % Número de passos no tempo

dens = 400; % [kg*(m^-3)]

c = 1600; % [J(kg^-1)(K^-1)]

NP = Raio/dr+1; % Número de pontos

M = sparse(NP,NP); % Matriz principal

Resp = ones(NP,1); % Matriz dos termos Independentes

T = ones(NP,1)*800;% Condição Inicial

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

%% Montagem das Matrizes %%

%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%%

% Pra facilitar a minha vida

A = (6kmdt)/(densc(dr^2));

B = (densc/(3dt));

C = km/dr;

D = h1*Raio^2;

E = C*((Raio-dr/2)^2);

F = B*((Raio^3)-(Raio-dr/2)^3);

G = h1T_Infinito(Raio^2);

%%%%%%%%%%%%%% Matriz dos Coeficientes %%%%%%%%%%%%%%

% Equações dos nós internos

% Equação do nó central

M(1,1) = (A+1);

M(1,2) = -A;

for i = 2:NP-

ri = (i-1)*dr;

M(i,i+1) = -C*((ri+dr/2)^2);

M(i,i-1) = -C*((ri-dr/2)^2);

M(i,i) = (C(((ri+dr/2)^2)+((ri-dr/2)^2)))+(B(((ri+dr/2)^3)-...

((ri-dr/2)^3)));

end

% Equação do nó da superfície

M(NP,NP-1) = -E;

M(NP,NP) = D+E+F;

%%% Fim da montagem da matriz dos coeficientes

% Contadores

T_centro(1) = 800;

T_sup(1) = 800;

cont = 0; % contador das iterações

t = 0; % Contador do tempo

while (t < Tempo && T(NP) > 415)

Resp(1) = T(1);

for i = 2:NP-

ri = (i-1)*dr;

Resp(i) = (B(((ri+dr/2)^3)-((ri-dr/2)^3)))T(i);

end

Resp(NP) = G+F*T(NP);

cont = cont+1;

T = M\Resp;

T_centro(cont+1) = T(1);

T_sup(cont+1) = T(NP);

t = t + dt;

end

fluxo = h14pi(Raio^2)(T(NP)-T_Infinito) % Fluxo de calor

U = densc(800 - 415)/(3* t) % Variação da ...

% % ... energia interna

while t < Tempo

M(NP,NP-1) = -E;

M(NP,NP) = E+F;

Resp(1) = T(1);

for i = 2:NP- 1

ri = (i-1)*dr;

Resp(i) = (B(((ri+dr/2)^3)-((ri-dr/2)^3)))T(i);

end

Resp(NP) = F*T(NP);

cont = cont+1;

T = M\Resp;

T_centro(cont+1) = T(1);

T_sup(cont+1) = T(NP);

t = t + dt;

end

t;