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Introdução à Internet: Conceitos Básicos e Benefícios, Notas de estudo de Engenharia Civil

Conceitos básicos sobre a internet, incluindo sua natureza global e interconexa, benefícios, como a troca de informações e comunicação entre usuários, e o uso de softwares básicos como servidor de correio eletrônico e navegadores web. Além disso, discute-se a importância de segurança na internet e o papel dos provedores de serviços.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 05/12/2013

Romar_88
Romar_88 🇧🇷

4.6

(84)

208 documentos

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1- Conceitos de Internet e intranet.
1.1 - O que é a Internet ?
Af fInternetf féf fhojef fumaf fcoleçãof fdef fmilharesf fdef fcomputadoresf fquef finterligamf fmilhõesf fde
computadores. Estes são utilizados por cerca de 40 milhões de usuários que compartilham um meio
comum permitindo a interação entre eles para a troca de informações digitalizadas. Esta rede cresce
atualmente a uma taxa de 8% ao mês.
A Internet pode ser vista como um enorme espaço destinado à troca de informações. Por esta
razão, ela tem sido chamada de CyberSpace ou por outras designações semelhantes.
fbenefíciosf fdaf fInternetf fpodemf fserf fdescritos,f fnumaf fprimeiraf faproximação,f fatravésf fdos
seguintes ítens:
Pode-se trocar informações de forma rápida e conveniente;
Pode-se ter acesso a especialista em milhares de especialidades;
Pode-se obter atualizações constantes sobre tópicos de interesse;
Pode-se disponibilizar dados pessoais ou institucionais para uma enorme audiência;
Pode-se formar equipes para trabalhar em conjunto independentemente de distâncias geográficas;
Pode-se ter acesso a vária formas de arquivos e repositórios de informações;
Pode-se traduzir e transferir dados entre máquinas localizadas em locais quaisquer;
Aos benefícios mencionados, também ajuda na caracterização, a apresentação de alguns fatos
sobre o que a Internet é e o que ela não é:
A Internet é, simultaneamente, uma entidade local e internacional que permite a interação entre
usuários separados por uma parede de escritório ou por um oceano;
A Internet não é um hardware ou um software específicos;
Af fInternetf fnãof féf fumaf fredef fdef fcomputadoresf fúnica,f fmasf fumf fgrupof fdef fredesf forganizadas
logicamente (mas não fisicamente) segundo uma hierarquia;
Af fInternetf fnãof féf fpropriedadef fdef fninguém:f fdef fnenhumf fgoverno,f fcorporaçãof fouf fgrupof fde
universidades;
A Internet não é igual em todos os lugares (homogênea). Ao contrário, ela varia significativamente
de local para local (heterogênea);
Algumas das redes que formam a Internet podem ser restritas à educação e pesquisa, mas a
Internet, em geral, não faz restrições a usos comerciais apropriados;
A Internet não é a Information Superhighway. Causou-se muita confusão com toda a publicidade
em torno deste projeto do governo americano. O projeto ainda não é uma realidade, diferentemente
da Internet. O único consenso sobre o projeto é que ele pretende ser uma rede de comunicação de
altíssimaf fvelocidadef fquef fusaráf fnovasf ftecnologiasf fparaf ftransportarf fdadosf fdef fcomputadores,
televisão e serviços de telefone em uma única linha. Este projeto poderá ou não se integrar a
Internet.
A Internet é um mercado global sem limites. Não há duvidas de que estamos entrando em uma era
emf fquef fnegóciosf fserãof frealizadosf fentref fcompanhiasf fef fseusf fclientesf fatravésf fdef fredesf fde
computadores. O marketing no mercado global da Internet é totalmente diferente do que é utilizado
na imprensa escrita, falada e televisiva. Também não há lugar para telemarketing na Internet. Só
pessoas e companhias que assimilaram a cultura Internet estão sendo bem sucedidas ao fazer
negócios na rede.
Prosseguimos esta caracterizaçãof da Internet, enumerandof as coisas quef os usuários da
comunidade Internet fazem mais freqüentemente na rede:
usuários da rede mandam e recebem mensagens eletrônicas (email) para todas as partes do
mundo. Por exemplo, o email está sendo utilizado para viabilizar a comunicação entre empresas de
todo o mundo. Estudantes estão aprendendo a se comunicar via email com outros estudantes pelo
mundo para obter informações sobre trabalhos e projetos. Pesquisadores localizados em diferentes
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Baixe Introdução à Internet: Conceitos Básicos e Benefícios e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Civil, somente na Docsity!

1 - Conceitos de Internet e intranet.

1.1 - O que é a Internet?

Af fInternetf féf fhojef fumaf fcoleçãof fdef fmilharesf fdef fcomputadoresf fquef finterligamf fmilhõesf fde computadores. Estes são utilizados por cerca de 40 milhões de usuários que compartilham um meio comum permitindo a interação entre eles para a troca de informações digitalizadas. Esta rede cresce atualmente a uma taxa de 8% ao mês. A Internet pode ser vista como um enorme espaço destinado à troca de informações. Por esta razão, ela tem sido chamada de CyberSpace ou por outras designações semelhantes. Os fbenefíciosf fdaf fInternetf fpodemf fserf fdescritos,f fnumaf fprimeiraf faproximação,f fatravésf fdos seguintes ítens:  (^) Pode-se trocar informações de forma rápida e conveniente;  Pode-se ter acesso a especialista em milhares de especialidades;  Pode-se obter atualizações constantes sobre tópicos de interesse;  (^) Pode-se disponibilizar dados pessoais ou institucionais para uma enorme audiência;  Pode-se formar equipes para trabalhar em conjunto independentemente de distâncias geográficas;  Pode-se ter acesso a vária formas de arquivos e repositórios de informações;  (^) Pode-se traduzir e transferir dados entre máquinas localizadas em locais quaisquer;

Aos benefícios mencionados, também ajuda na caracterização, a apresentação de alguns fatos sobre o que a Internet é e o que ela não é:

 A Internet é, simultaneamente, uma entidade local e internacional que permite a interação entre usuários separados por uma parede de escritório ou por um oceano;  A Internet não é um hardware ou um software específicos;  (^) Af fInternetf fnãof féf fumaf fredef fdef fcomputadoresf fúnica,f fmasf fumf fgrupof fdef fredesf forganizadas logicamente (mas não fisicamente) segundo uma hierarquia;  Af fInternetf fnãof féf fpropriedadef fdef fninguém:f fdef fnenhumf fgoverno,f fcorporaçãof fouf fgrupof fde universidades;  A Internet não é igual em todos os lugares (homogênea). Ao contrário, ela varia significativamente de local para local (heterogênea);  Algumas das redes que formam a Internet podem ser restritas à educação e pesquisa, mas a Internet, em geral, não faz restrições a usos comerciais apropriados;  A Internet não é a Information Superhighway. Causou-se muita confusão com toda a publicidade em torno deste projeto do governo americano. O projeto ainda não é uma realidade, diferentemente da Internet. O único consenso sobre o projeto é que ele pretende ser uma rede de comunicação de altíssimaf fvelocidadef fquef fusaráf fnovasf ftecnologiasf fparaf ftransportarf fdadosf fdef fcomputadores, televisão e serviços de telefone em uma única linha. Este projeto poderá ou não se integrar a Internet.  A Internet é um mercado global sem limites. Não há duvidas de que estamos entrando em uma era emf fquef fnegóciosf fserãof frealizadosf fentref fcompanhiasf fef fseusf fclientesf fatravésf fdef fredesf fde computadores. O marketing no mercado global da Internet é totalmente diferente do que é utilizado na imprensa escrita, falada e televisiva. Também não há lugar para telemarketing na Internet. Só pessoas e companhias que assimilaram a cultura Internet estão sendo bem sucedidas ao fazer negócios na rede.

Prosseguimos esta caracterizaçãof da Internet, enumerandof as coisas quef os usuários da comunidade Internet fazem mais freqüentemente na rede:

 Os usuários da rede mandam e recebem mensagens eletrônicas ( email ) para todas as partes do mundo. Por exemplo, o email está sendo utilizado para viabilizar a comunicação entre empresas de todo o mundo. Estudantes estão aprendendo a se comunicar via email com outros estudantes pelo mundo para obter informações sobre trabalhos e projetos. Pesquisadores localizados em diferentes

países colaboram em projetos complexos usando email. O correio eletrônico está reestruturando a orma pela qual as pessoas se comunicam em todo o mundo.  Os usuários da rede discutem tópicos, compartilham informações e buscam apoio para a solução de seus problemas na Internet.  Membros da comunidade Internet participam de discussões sobre dezenas de milhares de tópicos através de áreas da Internet conhecidas por Usenet e através do que se convencionou chamar de listas de endereços eletrônicos. Através dos grupos de notícias da Usenet ( newgroups ) os usuários colocamf fquestõesf fparaf foutrosf fusuáriosf faof fredorf fdof fmundof fquef fcompartilhamf fdosf fmesmos interesses. O espírito peculiar e a natureza cooperativa da Internet fazem com que um completo estranho gaste alguns minutos redigindo uma resposta para um novo correspondente.  Os fusuáriosf fdaf fredef ftemf facessof faf farquivosf fdef fdados,f fincluindof fsom,f fimagemf fef ftextof fef fa mecanismos de busca de informação na rede.  A Internet causa a impressão de ser a maior biblioteca do mundo, sendo, de fato, um banco de dados on-line com tal escopo e alcance que permite o acesso a maior quantidade de informação a qual o ser humano jamais teve acesso.

Os usuários da rede navegam ou surfam (terminologia bastante usual na atualidade) na rede para fins de entretenimento. Viajando de local para local e de país para país usando o modem o usuário pode, num dado momento, estar revendo os mapas do metrô de Tóquio em um computador em Paris e em outro estar lendo os resultados dos campeonatos regionais de futebol que estão ocorrendo no Brasil ou na Inglaterra. Os usuários da rede também consomem o seu tempo afixando notícias ( newletters ) ou gerando recursos para rede. Qualquer membro da comunidade Internet pode ser um provedor de informações ( Information provider ). Todos podem contribuir. Se alguém decide criar um espaço na rede ( site ) para divulgar as atividades de uma universidade ou grupo de pesquisas, a tecnologia para implementar este recurso está disponível e é simples. Se uma empresa resolve colocar na rede a sua presença institucional e seus catálogos de produto e dar assistência técnica, ela pode fazê-lo. Se os recursos colocados na rede são públicos (e uma enorme quantidade dele) é a divulgação desses recursos é totalmente livre. Se os recursos serão comercializados a empresa precisa compreender muito bem que estratégias de marketing são aceitáveis pela comunidade Internet.

1.1 - O que é a Intranet?

A palavra Intranet apareceu no vocabulário de informática e de administração empresarial a apenas alguns meses. Nos Estados Unidos, 16% das corporações já têm sua Intranet, enquanto outras 50% planejam implantá-la. Não se conhece tecnologia que tenha se alastrado com tamanha rapidez. O que caracteriza a Intranet é o uso das tecnologias da World Wide Web no ambiente privativo daf fempresa.f fEmf fvezf fdef fcircularf fpublicamentef fpelof fmundo,f fcomof fnaf fInternet,f fasf finformações confinadas numa rede Intranet são acessíveis apenas à organização a que pertencem e às pessoas autorizadasf porf felaf af fconsultá-la.f fPorf fsuasf características,f fessef ftipof fdef redef féf umaf fpoderosa erramenta de gestão empresarial e, ao mesmo tempo, um meio de viabilizar o trabalho em grupo na organização. Por causa desse duplo papel, ela pode substituir tantos sistemas de informação para executivos (EIS) como os de computação colaborativa. Quando comparada com essas soluções clássicas, a Intranet ganha no custo, na facilidade de uso e na flexibilidade. A facilidade e uso da Web encanta os usuários e alivia o orçamento da empresa dos custos de treinamentos e suporte normalmente associados à implantação de produtos como o Lotus Notes. O usuário dessa Webf particular pode trabalhar com Macintosh, PC ou estação Unix. Não importa, ele verá o mesmo documento em qualquer um desses ambientes computacionais. Para isso, precisa apenas de um navegador de WWW,f ou browser. Um clique com o mouse sobre um link, assinalado no documento em azul ou outra cor específica, traz uma nova página para a tela do micro.

profissional que atende ao telefone preenche um formulário com os dados a registrar. Para buscar umaf finformaçãof fespecíficaf fnaf fbasef fdef fdados,f futilizaf foutrof formulário.f fAf fcomunicaçãof fentref fo aplicativo e o gerenciador pode ser feita por meio da linguagem SQL, pelo padrão Microsoft ODBC ou pela linguagem de consulta nativa do gerenciador. Apesar de amplamente utilizado na Internet, o CGI tem limitações de segurança, flexibilidade e recursos. Mesmo com uma rede totalmente privativa, é possível ter conexões remotas por meio de linhas telefônicas discadas ou dedicadas. No entanto, muitas companhias preferem ligar suas Intranets à Internet e, assim, aproveitar a estrutura de comunicação da rede mundial. Essa abertura para o mundo externo possibilita, ainda, que os parceiros comerciais da empresa acessem seus registros para obter determinadas informações. A conexão com a Internet é potencialmente perigosa porque cria uma porta por onde os eventuais sabotadores e bisbilhoteiros podem entrar nos sistemas da empresa. Por isso, requer cuidados especiais com a segurança. O principal deles é a instalação de um firewall ( parede contra fogo ), uma espécie de guarda de fronteira que passa a controlar que tipo de informação pode entrar ou sair da empresa. A maneira mais segura de implementar isso fisicamente é definir um segmento à parte na rede apenas para os servidores que terão acesso pela Internet. Esse segmento se liga à rede interna da companhia por meio de um roteador ou do próprio firewall. A conexão física com um ponto de acesso à Internet - a Embratel, por exemplo - é feita por um modem ligado a uma linha de comunicação dedicada e ao roteador. Embora haja equipamentos especialmente construídos para atuar como firewall, a maneira mais comum de implementar esse aparato é rodando um software específico num servidor equipado com duas placas de rede. Há dois tipos básicos de firewall. O primeiro atua como um filtro de pacotes. O protocolo TCP/IP, que forma a base da Internet e das Intranets, divide a informação em pequenos pacotes. Cada um deles contém, entre outros elementos, seus endereços de origem e de destino. O irewall de pacotes verifica esses endereços, barrando a passagem quando se tratar de um emissor não autorizado.

Há muitas histórias de hackers habilidosos que conseguiram enganar um firewall de pacotes e invadir um sistema. Um método popular consiste em filtrar todos os pacotes por meio de um programa que falsifica o endereço do emissor de forma a dar a impressão de que o acesso está sendo feito de dentro da empresa. Para evitar isso, muitas organizações protegem suas Intranets com firewalls de aplicações, considerados mais seguros. O firewall de aplicação analisa a solicitação de acesso e verifica que tipo de serviço o usuário está querendo obter. Além da instalação do firewall, há outros cuidados a tomar para garantir a segurança na Intranet. Os usuários devem ser divididos em grupos com direitos de acesso específicos. Assim, por exemplo, apenas determinados executivos conseguirão obter dados financeiros da companhia. Todos devem ter um controle de senha para ingressar no sistema. O servidor deve ficar fisicamente protegido para que somente os operadores do sistema possam manuseá-lo. Por fim, é indispensável ter um no- break e uma programação de backup ( produção de cópias de segurança ) para todos os documentos armazenados. Com esses cuidados, o risco de ter uma rede de portas abertas para o mundo pode ser mantido sob controle. Ao mesmo tempo, evita-se o risco maior de, por falta de uma comunicação interna eficiente, a empresa tornar-se menos competitiva e perder espaço para os concorrentes.

Como a Intranet é ligada à Internet

2 Conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias,

ferramentas, aplicativos e procedimentos associados à Internet e

a intranet.

Em janeiro de 1969, a ARPA (Departamento de Defesa dos EEUU) começou a financiar a pesquisa e o desenvolvimento de uma nova rede de computadores chamada Arpanet. O trabalho foi desenvolvido por equipes de engenheiros de hardware e de software. A companhia Bolt, Beranek and Newman , Inc (BBN) oi considerada para construir os primeiros componentes da Arpanet. Foram eles que produziram o primeiro processador para mensagens ( Interface essage Processors ou IMPs). Os primeiros IMPs foram entregues em setembro de 1969f para os primeiros quatro nós da rede: o Stanford Research Institute (SRI), a Universidade da Caliórnia em Santa Barbara, a Universidade da Califórnia em Los Angeles e a Universidade de Utah. Em 2 de setembro de 1969, os quatro locais conectados em rede começaram a trocar informações. Estava inaugurada a Arpanet. A Arpanet foi inicialmente um experimento para determinar que tipos de projetos de rede iriam uncionar, quão robustos este projetos deveriam ser e que quantidade de informações eles poderiam transmitir. Um dos principais desafios iniciais foi projetar uma rede que pudesse continuar funcionando se algumas de suas seções deixasse de operar. Outro objetivo da pesquisa e desenvolvimento iniciais oi criar uma rede que permitisse a inclusão ou remoção de nós com bastante facilidade. Finalmente a rede deveria permitir a interconexão entre computadores de diferentes fabricantes de maneira fácil. Um dos principais resultadosf produzidos pela Arpanet foi o desenvolvimentof de um novo protocolo para redes de computadores. O protocolo de uma rede é um conjunto formal de regras que os computadores conectados a uma rede usam para falar uns com os outros. Todos os computadores, independentementef dof fabricante,f tinhamf def usar of novof protocolof paraf serem capazesf def se comunicarf femf frede.f fEstef fnovof fprotocolof fparaf fredesf fenvolviaf fumaf fnovaf ftecnologiaf fchamada comutação por pacotes ( packet switching ). Comutaçãof fporf fpacotesf féf fumaf formaf fpelaf fqualf fdiversosf fsegmentosf fdef fumaf fredef fde computadores podem compartilhar um meio de transmissão comum. Ao invés de enviar um grande

A Gestão da Internet e sua Etiqueta

A Internet é uma associação informal de redes que concordaram em adotar padrões comuns de comunicação. Os protocolos de comunicação são padronizados mas as suas implementações não são necessariamente iguais. Na medida que os padrões técnicos são observados e políticas aceitáveis de uso são observadas, um sistema local pode se conectar na Internet e se comunicar com outros sistemas.

Uma organização foi estabelecida para supervisionar a criação, distribuição e atualização de padrõesf freferentesf faf fInternet.f fAf fInternetf fSocietyf f(ISOC)f foif formadaf femf fjaneirof fdef f1992f fpara desempenhar o papel de “organização guarda-chuva” com autoridade sobre todos os aspectos da administração da rede. Sua “autoridade” emana dos seus membros afiliados que podem ser quaisquer cidadãos da comunidade Internet. Os membros podem ser individuais ou institucionais mas apenas os membros individuais tem direito à voto.

A ISOC pode ser visitada na WWW através do endereço : http://www.isoc.org/.

Alguns códigos de conduta definidos pela a ISOC :

O Acesso à Internet é um privilégio e não um direito.

O membro da comunidade deve se considerar um hóspede do provedor de serviços (a Internet) nas suas navegações pela rede. Na Internet acredita-se no valor do acesso aberto à informação e o serviço é prestado levando em consideração apenas o bem estar do usuário sem que nada seja pedido em troca.

Deve-se ser eficiente na distribuição de informação.

O membro da comunidade deve estar cuidadosamente ciente do destino que podem tomar as suas mensagens e do impacto que elas podem causar. Isto é, principalmente, o caso de grupos de interesse na Usenet, quando, por exemplo, uma mensagem muito longa distribuída para milhares de membros do grupo pode prejudicar o tempo de acesso na rede para o restante da comunidade.

Deve-se ser polido no texto de mensagens e nas informações mandadas para grupos da Usenet.

Da mesma forma como quandof se usa o telefone,f deve-se ser cortês e polido em todos primeiros contatos... Colocar uma mensagem em um grupo de interesse da Usenet, é como fazer um discurso informal para um fórum público.

Deve-se estar ciente nas transferências de informação.

A facilidade de se poder mover dados à partir de locais distantes requer alguma auto-disciplina. Por exemplo, não transfira um arquivo de 10MB da Austrália se o mesmo pode ser encontrado em um local no Brasil.

Deve-se estar ciente de possíveis implicações legais.

É preciso lembrar que forums eletrônicos públicos não estão dispensados do cumprimento das leis, por exemplo, relacionadas à fraude ou roubo.

A Internet no Brasil

Af fInternetf fnof fBrasilf fexistef fháf fváriosf fanos,f frestritaf faf fatividadesf fnãof fcomerciaisf fem universidades, institutos de pesquisa e em algumas empresas de base tecnológica. Por motivos

históricos, tem o nome de Rede Nacional de Pesquisa (RNP) e é um dos três programas prioritários do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT). O fCNPq,f fórgãof fdof fMCT, fcoordenaf fdef formaf fdescentralizadaf faf fatribuiçãof fdef fendereços Internet, custeia iniciativas de formação de recursos humanos, opera vários nós da rede e paga à Embratel o custo das conexões dedicadas entre as capitais do país, utilizadas por todos. Os estados da Federação conveniados, por sua vez, pagam à empresa telefônica local o custo das conexões dedicadas dentro de seu território, e assim sucessivamente. O resultado deste sistema de gestão e de custeio é que não há autoridade centralizada de iniciativas, as despesas são rateadas e o usuário paga apenas o custo da conexão de seu computador até o ponto de presença da RNP mais próximo. Daí em diante alguém está pagando e ele pode se comunicar com o mundo, arcando tipicamente com o custo de uma ligação telefônica local. Estão hoje conectadas cerca de 500 instituições em 22 estados da União, com mais de 7.000 computadores hosts e 50.000 usuários.

Como Utilizar a Internet

USENET e Newsgroups Se compararmos asf mailing lists foperadas através do software LISTSERV com uma agência de correio na qual a mensagem enviadaf fpodef fserf fcopiadaf fef fencaminhadaf fparaf fumaf fgrande quantidade de destinatários, a USENET pode ser vista como uma biblioteca pública na qual cada livro cobre a discussão de um tópico diferente. Existem hoje mais de 7 mil newsgroups na Internet que cobrem um espectro impressionante de tópicos. Como asf mailing lists , também é necessário que o usuário subscreva umf newsgroup (que podia ainda ser moderado ou não). A diferença é que a subscrição a USENET é feita pelo provedor de serviço Internet do usuário e não através de email. A USENETf estáf divididaf em novef categoriasf quef cobrem os seguintes tópicos: Computadoresf (comp), Ciência (sci), Recreaçãof (rec), Tópicos Diversosf f(misc), fTópicosf fAlternativosf f(alt),f fDiscussãof sobref fo Software e a Organização da USENET (news), Tópicos Sociais (soc), Tópicos “Quentes” (talk) e Negócios (biz). Correio Eletrônico O fsistemaf fdef fcorreiof feletrônicof f( eletronicM Mmail fouf email )f fda Internetf féf fof frecursof fmaisf fusadof fnaf frede.f fEstima-sef fquef fa população de mais de 30 milhões de usuários da rede troque cerca de 4 mil mensagens por segundo. O número de programas diferentes disponíveis para viabilizar o uso do correio eletrônico na rede ( software paraf email ) é muito grande,f fmasf ftodosf felesf ftêmf falgumasf fcaracterísticasf fbásicas comuns.f fTodof fprogramaf foperaf fsolicitandof fquef fof fusuário preencha um campo de destinatário com o endereço de um ou mais recipientes da mensagem e um campo opcional, com o nome ou tema da mensagem ( subject ). Este é o envelope da mensagem. O “corpo” da mensagem é um texto que o usuário prepara com o auxílio de um editor de textos simples fornecido pelo software de correio eletrônico que ele utiliza. Paraf fmandarf fumaf fmensagemf fparaf falguém,f féf fnecessário conhecer o endereço Internet da pessoa. Todos os endereços são compostos das três partes a seguir : (a) O nome individual ou “nome da conta”; (b) O nome do computador que a pessoa usa e;

contaf específicaf com umaf senhaf secretaf ( password ). Paraf a distribuição de informação de domínio público o usuário usa um serviçof fchamadof anonymous fFTPf fquef fpermitef fquef felef fnão necessite de uma conta na máquina em que está o arquivo para transferí-lo para sua máquina. Paraf ftransferirf farquivosf paraf fsuaf fmáquinaf utilizef fof comando como a seguir : ftp.if.usp.br Acesso a Arquivos usando Apesar de todas as vantagens da transerência de arquivos por Archie FTP,f fháf fumf fproblemaf fpreliminar:f fcomof flocalizarf fosf farquivos disponíveisf f?f fUsandof fARCHIEf féf fpossívelf flocalizarf fqualquer arquivo disponível através de FTP. Os bancos de dados de arquivos ARCHIE, disponíveis em vários locais da Internet, contêm o nome, a localização, o nome da máquina conectada à Internet (host), tamanho do arquivo e tipo do arquivo. Existem cerca de dois milhões e meio de arquivos na Internet em mais de mil sites que estão disponíveis para FTP. O acesso público a pontos de presença ARCHIE na rede podem ser encontrados, por exemplo, nos seguintes locais: archie.au f(Austrália), farchie.edvz.uni.linz.ac.at (Áustria), archie.uqam.ca (Canadá) dentre outros. A pesquisa de Informação Usando GOPHER

Para usar TELNET o usuário da Internet precisa conhecer uma grandef fquantidadef fdef fnomesf fdef fcomputadoresf fparaf fpoder explorar as informações que eles contém. O mesmo ocorre com o FTP,f fmesmof fcomf faf fajudaf fdef fARCHIE.f fIstof fmotivouf fo desenvolvimento de GOPHER que é uma interface baseada em menus para documentos, inormação e serviços disponíveis na Internet. Pode-se usar o programa GOPHER para inspecionar (browser) os recursos da Internet, ler textos de arquivos e ter acesso a informações de todos os tipos. Com GOPHER, percorre-se uma série de menus aninhados para localizar informação em qualquer computadorf fconectadof fàf fredef fquef festejaf fusandof fof fsoftware GOPHER. O faspectof fmaisf finteressantef fdestef fserviçof féf fquef fqualquer sistemaf fpodef fincluirf fdiversasf fligaçõesf fparaf foutrosf fservidores GOPHER. O resultado é um sistema de informação que cobre toda Internet e que se costuma chamar de Ghoperspace. Asf fInstalaçõesf fGOPHERf ftambémf fprovêmf saídasf paraf outros sistemas de informação na Internet, como o ARCHIE e World Wide Web, assim, como saídas para serviços como TELNET e FTP. Quando o usuário tem acesso a uma instalação GOPHER, os arquivos que aparecem listados no menu apresentado na tela podem estar localizados em qualquer parte da rede (localmente ou do outro lado do mundo). O acesso a informação é feito, simplesmente, selecionando-se um ítem do menu. A empresa que tem produtos a oferecer no mercado da rede ou informaçãof paraf distribuir, podef instalar o seu próprio serviço GOPHER e interconectá-lo aof Gopherspace. Para ter acesso o usuário deve direcionar o seu cliente GOPHER como no exemplo : gopher.if.usp.br Navegando na Internet com o World Wide Web (WWW)

O maior problema com GOPHER é que os nomes usados como ítens nos menus devem ficar restritos a uma linha de texto. Se um parágrafo de informação é necessário para explicar no que consiste um ítem (que pode se referir, por exemplo, a um arquivo com um texto complexof ou um software), GOPHER não está

preparado para resolver o problema. A World Wide Web, é um conjunto de milhões def páginas fde informação distribuídas pela rede. Cada WWWf site, como uma instalaçãof fGOPHER,f féf fumf fconjuntof fdef fpáginasf fsobref fum determinadof fassunto,f finstituição,f findivíduof fouf fgrupof fde indivíduos. Um site WWW, tipicamente, está interconectado com muitos outros sites (como no Gopherspace). Cadaf páginaf def umf site fouf pontof def presençaf WWWf pode conter informação textual e gráfica e informação na forma de vídeof ou de audio.f Nas páginasf da WWWf qualquer palavra, rase, figura ou ícone pode ser “marcada” para funcionar como “endereço”f f( hotM Mwords )f fdef foutrasf fpáginasf femf fumf fsistema hipertexto.f Isto permitef of deslocamentof entref páginasf com o simples uso do mouse (apontando para o que está marcado e apertando o botão). Dissemos, anteriormente, que o GOPHER permite o acesso aos demais serviços da Internet (ex.: TELNET e FTP).f fIstof fvalef fparaf faf fWWWf fquef finclui,f ftambém,f fof fpróprio GOPHER. A diferença entre instalar um GOPHER (que é uma árvore de ítens def vários níveis, cadaf um delesf permitindof o acessof a informação local e remota, a serviços e a outros GOPHERS) e um WWWf site f(um conjuntof def páginasf com a estruturaf de hipertexto) é significativa em termos do esforço requerido. Do ponto de vista do conteúdo, a diferença é pequena: é como “vestir” os menus do GOPHER com “informação contextual”. O menu inicial de uma instalaçãof de GOPHER corresponderá a “página de abertura” de um site WWW_._ Do pontof de vista def projetof e de codificaçãof a diferençaf é substancial.f fOf fprojetof fdeveráf fexplorar,f falémf fdef fbonsf ftextos, todos os recursos visuais disponíveis na WWW (artistas gráficos ef comunicadoresf visuais sãof bem vindos).f A codificaçãof das páginasf fdof site fdevef fserf feitaf fusandof fumaf flinguagemf fde marcaçãof fdef ftextosf fchamadaf fHTMLf f( HypertextM arkup Language ) que permite indicar, em cada página, o que é texto normal, o que é figura, o que é um ícone de ligação com outra página e muito mais. Cada página da WWW tem um endereço expresso por uma URL ( Uniform Resource Locator ). Para navegar o sistema hipermídia que é o universo de sites da WWW chamado de browser. Para ter acesso a um dado site , o usuário só precisa informar ao browser a URL (endereço) do ponto de presença desejado. A páginaf féf fabertaf fnof fpontof findicadof fef faf fpartirf fdaíf fof fusuário “navega”f fapontandof fof fmousef fparaf fosf fpontosf fdef fligação indicados nas páginas. Um endereço WWW tem o seguinte aspecto: http://<endereço do site > Os browsers também permitem o uso de outros serviços da rede. Por exemplo, o uso de endereços como apresentados abaixo: gopher://<endereço do site > e ftp://<endereço do site > , levariam a uma instalação de GOPHER, a partir da qual o usuário poderia prosseguirf af navegaçãof porf menus fouf faf fumf site fdof fqualf fo usuário poderia recuperar arquivos.

Protocolos da Internet

TCP / IP ( Transmission Control Protocol / Internet Protocol )

WWW, FTP, MAIL...

TCP

IP

MODEM

RS-

É uma língua híbrida utilizada para transmitir mensagens entre computadores com sistemas operacionais diferentes. Na Internet, supondo que se está acessando via Modem, as camadas Física e de Ligação são deixadas a cargo da RS-232-C e do Modem. A camada de Rede é controlada pelo IP, que designa o endereçamento dos computadores e regula o formato dos pacotes de mensagens.

Os endereços IP são formados por quatro números, separados por pontos. Cada servido da Internet tem seu próprio endereço IP. Você não tem um endereço fixo, pois o servidor lhe emprestará um endereço quando você conectar. O TCP se ocupa das camadas de Transporte, Sessão e Apresentação. Os protocolos de Aplicação são tratados pelo programa aplicativo que gera ou recebe suas mensagens. Como existem vários aplicativos na Internet, existem também vários protocolos de Aplicação: Mail, Telnet, FTP, Archie, Gopher, Wais e WWW (HTTP).

SLIP ( Serial Line Internet Protocol )

Protocolo que permite acesso a Internet, sendo um dos responsáveis pela popularização da rede. Está sendo substituído pelo PPP. Este tipo de conexão é a mais poderosa forma de acesso à rede por modem, pois o micro passa a ser um node da Internet e não mais um terminal remoto. Com estef protocolo,f vocêf rodaf softwaref nof seuf microf e estef interagef com asf informaçõesf ef outros computadores na Net.

PPP ( Point-to-Point Protocol )

Protocolo que permite acesso a rede com interfaces gráficas.

UUCP ( Unix to Unix Copy Protocol )

É um método para designar computadores que não estão on-line com a rede, mas que usam o protocolo UUCP para manter conexões intermitentes com a mesma. Os endereços UUCP são usados para subsistemas que não são ( ainda ) um “Site” da rede. Eles também são usados por usuários que utilizam somente o E-Mail e que não precisam permanecer conectados à rede para manipular a correspondência eletrônica.

HTTP ( Hypertext Transfer Protocol ) Estef fprotocolof fregulaf fasf fcomunicaçõesf fnaf fWorldf fWidef fWeb.f fElef fpossuif fumaf fsérief fde comandos que são transparentes para quem usa programas como: Mosaic, Cello e Web Explorer. O HTTP basicamente trata de transferências de arquivos entre duas máquinas. Estes arquivos são codificados em uma linguagem de Hipertexto chamada HTML ( Hypertext Markup Language ). Estes arquivos são as Home-Pages que estão cadastradas na Internet.

FTP ( File Transfer Protocol ) A recuperação de arquivos localizados em computadores remotos é feito através de um software chamado FTP. Ele é utilizado para transerir documentos (software, texto, imagem e som) tornando-os disponíveis na Internet por indivíduos ou instituições.

Tipos de Acessos Uma vez dentro da Internet, muita gente fica perdida, sem saber que rumo tomar. Por isso, vale ressaltar que existem três tipos de acesso que um usuário normal pode utilizar. O primeiro é o UUCP, oferecido por várias BBS’s atualmente. Com ele, é possível apenas mandar e receber E-Mail. Na verdade, o usuário pode fazer diversas operações via mail, além de mandar mensagens, mas mesmo assim fica bastante limitado em suas opções. O segundo tipo de acesso resume-se a ter uma conta em um computador ligado diretamente na Internet ( host ). Nesta opção, o usuário pode usar qualquer programa ( cliente ) que esteja instalado em seu host. Mas se estiver conectado via modem não poderá usar programas gráficos ( há limitação por causa do tipo de conexão ). Para se usar um terminal remoto é necessário um programa de comunicação. O terceiro tipo de conexão é o chamado SLIP/PPP. Estes são os dois protocolos que fazem com que o computador torne-se temporariamente um nó da Internet. Assim, o usuário pode rodar qualquer cliente ( programa ) que esteja instalado no micro, inclusive softwares para visualizar gráficos ( principalmente os Browsers de WWW ). Para isso, é necessário utilizar um kit de acesso SLIP ( ou PPP ) que normalmente é oferecido pelo provedor de serviço.

Ferramentas de Desenvolvimento de Home-Pages (Sites)

Com o advento da WWW o endereço eletrônico deixou de ser uma linha de caracteres para se tornar um espaço com luz, cor, possibilidade de som, imagem e movimento. Esse caminho é a Home-Pages que se esconde atrás dos URL’s ( Uniform Resource Locator, os endereços na Internet ). Nelasf existem palavrasf em destaquef ( Links),f quef levam osf leitoresf à outrasf páginas utilizando o recurso de HiperTexto. Mas o que é HiperTexto? É uma filosofia de construir sistemas para a produção, recuperação e apresentação da informação em NOS( nodes ) e organização desses nosf femf fumaf fouf fmaisf festruturasf fdef fnavegação.f fAf fprincipalf fcaracterísticasf fdof fHiperTextof féf fa possibilidadef fdef fnavegaçãof fanof flinear,f fistof fé,f fanof fseqüencial,f faof fcontráriof fdosf fsistemas convencionais em que os registros são apresentados na ordem em que estão armazenados. No HiperTexto é possível ir e vir “saltando” entre páginas sem se perder( função de BackTrack ). fEstef fmercadof festáf fcrescendof fdef formaf fexponencial,f fporémf faf flentaf fvelocidadef fde transmissão de dados pela Internet no Brasil é atualmente o maior obstáculo para o crescimento do mercado de páginas WWW.

HTML

HTML( HyperText Markup Language ) é uma linguagem de elaboração de páginas WEB com uma formatação de tela específica. A elaboração de um programa na linguagem HTML exige um Browser, software responsável pela visualização das páginas, e um editor de texto que suporte o padrão ASCII. Dois tipos de comandos regem a linguagem HTML: os que se destinam a formatar a aparência da página, com seus elementos - com textos e imagens - , e os responsáveis pela criação dos Links com outras páginas da rede. Estes comandos também são chamados de Tag. Apesar da linguagem HTML ser predominante, hoje em dia, em termos de Internet por sua simplicidade( e consequente limitabilidade ), esse nicho de mercado já está saturado pelos profissionais da área pelo fato de ser uma linguagem que não permite o recurso de estruturas lógicas, não passando de um simples editor de textos com alguns recursos adicionais. Com isso surge a sensação do momento: JAVA. Uma linguagem orientada a objetos que se coloca na linha de frente da modernidade, não fosse sua independência em relação a plataformas de Hardware e Software.

Nascidaf femf fmeadosf fdosf fanosf f70,f faf fRealidadef fVirtualf feraf fvoltadaf fprincipalmentef fpara pesquisas militares e científicas. A NASA, como principal precursora desta tecnologia, desenvolveu-a, unida à robótica, a fim de manipular robôs a distância. Antes disso, em 1840 Alessandro Volta testou um equipamento capaz de projetar “sons” no cérebro, sem que nenhum ruido fosse emitido. Tal “som” virtual era emitido por um aparelho que nem mesmo precisava estar ligado ao cérebro, mais a nervos sensores dos dedos. Um pouco mais tarde em 1930, outro pesquisador conseguiu enviar imagens - borrões - direto ao cérebro. Tais fatos são denominadosf Projeçõesf Neurais. Isto poderáf futuramentef se tornar mais uma das interfacesf da Realidade Virtual. A Realidade Virtual vem pouco a pouco saindo de quartéis e laboratórios e já pode ser vista e sentida em áreas como arquitetura, medicina, publicidade, indústria e, claro, entretenimento. A medicina também tem sido foco de atenção dos desenvolvedores dessa tecnologia. Assim como pilotos militares participam de cansativas simulações antes de enfrentar suas primeiras missões contra inimigos reais, estudantes de medicina treinam suas primeiras cirurgias em ambientes virtuais. Também ressalta-se o fato de futuramente médicos efetuarem operações sem mesmo encontrarem-se numa sala de operações, podendo estar a quilômetros de distância do paciente. Naf fáreaf findustrial,f fasf faplicaçõesf ftambémf fsãof fvariadas.f fAf fVolvof fsueca,f freconstruiuf fem laboratório um trecho de 7 quilômetros de uma estrada local onde, antes do lançamento do veículo no mercado, um test driver recolhe informações sobre o comportamento da nova máquina em situações "reais". Outro aspecto a se pensar é que futuramente a Realidade Virtual poderá causar o isolamento dos indivíduos, pois ela possibilitará que você realize tarefas em lugares distantes sem a necessidade de estar presente, mas também incentivará os avanços nos estudos em diversos ramos de atividades, pois não haverá mais a necessidade de se viajar para o exterior para se ter uma boa formação profissional.

Navegadores da WEB O navegador de WWW é a ferramenta mais importante para o usuário de Internet. É com ele quef fsef podef visitar museus,f fler revistasf eletrônicas,f fazerf comprasf ef atéf participarf def novelas interativas. As informações na Web são organizadas na forma de páginas de hipertexto, cada um com seu endereço próprio, conhecido como URL. Para começar a navegar, é preciso digitar um desses endereços no campo chamado Location ou Address no navegador. O sotfware estabelece a conexão e traz, para a tela, a página correspondente. O navegador não precisa de nenhuma configuração especial para exibir uma página da Web, mas é necessário ajustar alguns parâmetros para que ele seja capaz de enviar e receber algumas mensagens de correio eletrônico e acessar grupos de discussão (news). O World Wide Web foi inicialmente desenvolvido no Centro de Pesquisas da CERN (Conseil Europeen pour la Recherche Nucleaire), Suíça. Originalmente, o WWW era um meio para físicos da CERN trocarem experiências sobre suas pesquisas através da exibição de páginas de texto. Ficou claro, desde o início, o imenso potencial que o WWWf possuía para diversos tipos de aplicações, inclusive não-científicas. O sucesso do projeto atraiu a atenção de outros centros de pesquisas, tais como a NCSA, que possui sua base na Universidade de Illinóis em Urbana- Champaign e o MIT (Massachussetts Institute of Technology). O principal centro do World Wide Web Consortium (ou W3C), está sediado hoje nesta última instituição. O WWW não dispunha de gráficos em seus primórdios, apenas de hipertexto. Entretanto, em 1993, o projeto WWWf ganhou força extra com a inserção de um visualizador (também conhecido como browser) de páginas capaz não apenas de formatar texto, mas também de exibir gráficos, som e vídeo. Este browser chamava-se Mosaic e foi desenvolvido dentro da NCSA, por um time chefiado por Mark Andreesen. O sucesso do Mosaic foi estrondoso: Chris Wilson, da NCSA, dizia que via centenas e centenas de downloads da versão alfa deste browser por dia. Depois disto, várias outras companhias passaram a produzir browsers que deveriam fazer concorrênciaf faof fMosaic.f fOf fprópriof fMarkf fAndreesenf fpartiuf fparaf faf fcriaçãof fdaf fNetscape Communications, criadora do browser Netscape. Surgiram ainda o Cello, o AIR Mosaic, o SPRY

Mosaic, o Microsoft Internet Explorer e muitos outros browsers. Até hoje, o mais famoso é o Netscape, que levou Mr. Andreesen a fama mundial. Entretantof osf browsersf atuaisf aindaf estãof flongef daf perfeição,f fespecialmentef nof quef se referem a som e vídeo. Para que se tenha acesso a estes recursos, é necessário clicar sobre uma palavra (ou gráfico), que trará os arquivos de animação ou som. Ao final do download, o browser chamará um outro aplicativo que esteja no seu computador, capaz de executar o som ou exibir a animaçãof recebida.f Isto tudof implica uma certa perdaf de tempo,f quef dificultam os recursos de multimídia colocados na página WWW de acompanhar o restante do conteúdo da mesma. Percebendo a lacuna tecnológica existente, a Sun Microsystems começou a desenvolver o projeto Java, que consiste em uma linguagem de programação (Java) e em um interpretador (HotJava) que é acoplado a um browser. Reunidas, estas ferramentas trazem para a WWW interatividade em tempo real com recursos de multimídia vistos em títulos de CD-ROM. O fHotJavaf ftemf fversõesf fparaf fdiversosf ftiposf fdef fplataforma,f fcomof fMacintosh,f fdiversas implementações de Unix e Windows 95. As primeiras versões do software foram criadas em dezembro de 1994, gerando muita expectativa. Porém o embrião da idéia veio de 1990, quando ainda a WWWf era um obscuro projeto desconhecido do grande público. Em dezembro de 1994, Java e HotJava foram colocados num arquivo secreto e enviado para um ponto obscuro da Internet. Apenas uns poucos foram convidados a vê-lo. Três meses depois, Mark Andreesen, que já havia criado a Netscape com Jim Clark (que havia saído da Silicon Graphics, empresa que foi fundador), recebeu uma cópia do Java. As principais características do browser HotJava são as seguintes: 1.fExecução de Applets - Programas escritos na linguagem Java que são escritos e incluídos dentro de uma página HTML. Estes Applets podem executar uma série de funções como: animação, som etc.; 2.fSegurança - Nenhuma aplicação Java pode modificar qualquer característica do seu sistema; 3.fMultitarefa; 4.fSuporte as principais extensões do Netscape / HTML; 5.fSuporte aos protocolos da Internet: FTP, Gopher, Mail etc.; 6.fRequisição fácil a URL’s; 7.fDocumentação on-line.

O browserf HotJavaf tem suaf interfacef muitof similar af maioria dosf seusf equivalentesf tipo Netscape.

Tendências  (^) HiperMídia - Princípios do HiperTexto em conjunto com os recursos de Multimídia( imagem, som, texto, ... ) impulsionados pelo aparecimento da linguagem JAVA. Super Highway f- Integração total do mundo através de redes onde cada pessoa poderá em qualquer lugar no mundo acessar a rede em busca de informações.  (^) Dispositivos de informação sem fio - Elabora pela Medialab, uma sala foi totalmente cabeada para que uma pessoa atenda todas as suas necessidades sem sair de casa. Por ex: a pessoa fala que quer viajar para a Europa e o instrumento computadorizado mais próximo trata de satisfazer o seu desejo. Dias depois, já na Europa, seus óculos escuros enfocam um Palácio. Um dispositivo instalado em sua orelha lhe informa, em poucos segundos, todas as características deste monumento após acessar informações relevantes em bancos de dados externos através da transmissão via satélite. (Http://ttt.www.medialab.mit.edu/)  (^) fRealidadef fVirtualf - fPossibilidadef fdef finteraçãof fentraf faf fRealidadef fVirtualf fef faf fInformation SuperHighway.f Vários pesquisadores defendem a Realidade Virtual como interface ideal para a Information Highway e prevêem a viabilidade desta ligação já no início do próximo século.  (^) Acesso à Banco de Dados via Internet - Disponibilização de extensões de acesso a banco de dados( Oracle,f Sybase,f ODBC,f ...f ). Paraf isso,f a Sunf MicroSystems estáf desenvolvendof uma erramenta chamada JDBC que deve estar disponível ao público em meados de Agosto até o final de

  1. Versão Beta 0.9 : Http://www.bulletproof.com  (^) fDistribuição de softwares sob demanda via Internetf - Com a progresso da Rede Mundial e consequentemente barateamento dos custos de acessos, não haverá a necessidade de utilização de

mensagemf fenviadaf fparaf fumaf mailingM Mlist falcançaf ftodosf fos indivíduos da lista. Usenet Redef criadaf antesf fdaf consolidaçãof daf fInternet,f fvoltadaf para conferências de interesses acadêmicos. Área da Internet que é organizada em vários milhares de tópicos. Semelhante às mailing lists mas, em geral, utilizáveis através de software dierente. Telnet Possibilidade de usar a Internet para ter acesso a um computador remotof fpara,f fporf exemplo,f executarf umf software fnestef outro computador. IRC Internetf Relay Chat - Ferramentaf quef permitef conversar com outras pessoas em qualquer parte do mundo em tempo quase Real através de um servidor. Archie Um software utilizado para localizar outros softwares ou arquivos localizados na Internet. Gopher Foi a primeira tentativa de se organizar algo na Internet. Ao entrar no Gopher você começa a navegar por uma série de Menus organizados em árvore. Existem vários “sites” de Gopher pelo mundo, cada um com suas opções. É tanto uma base de dados quanto um software usado para ter acesso à informação. World Wide Web (WWW) Éf fumaf fcoleçãof fdef fpáginasf fdef fHiperTextof fdistribuídasf fpela Internet. Já existem páginas sobre muitos assuntos e a cada dia são criadas outras novas. As páginas contêm textos, imagens, links para outras páginas( em hipertexto ) e às vezes sons e animações. Link É a ligação de uma Home-Page para outra. Pode ocorrer em orma de imagens ou palavras em destaque. osaic e NetScape Dois softwares, de fácil manipulação, que disputam a preferência do mercado para se tornarem as melhores formas do usuário ter acesso a servidores WWW. Há algumas questões centrais que devem ser lembradas quando sef fcomeçaf faf ftrabalharf fcomf faf fWWWf fusandof osaic ou NetScape. Estes browsers fazem uso de um recurso para localização uniforme chamado URL ( Uniform Resource Locator ) para definir o endereço de uma determinada página na WWW. Um endereço URL se refere à primeira página ( home-page ) do espaço reservado na WWW, por exemplo, informações para a divulgaçãof fdef umaf funiversidade,f fgrupof def fpesquisaf fouf uma empresa. Ao chegar nesta primeira página (basta indicar para osaic ou NetScape qual endereço desejado), o usuário encontrará um repositório de informação estruturado como um sistemaf fhipermídiaf fquef fpermitiráf fquef felef fnaveguef fpelas informações apenasf apontandof com o mouse as palavras ou símbolos chave no texto.

3 Conceitos e modos de utilização de ferramentas e aplicativos de

navegação, de correio eletrônico,, de grupos, de discussão, de

busca e pesquisa

BROWSERS

São programas para obter acesso a itens disponíveis na WWW. Interpretam os dados de um site indicado, exibindo na tela do computador textos, sons, imagens e animações. Os Navegadores Web (browsers) permitem examinar as inúmeras ontes de inormação, comunicação e software que estão na Internet e navegar por elas. Os dois browsers mais populares são o icrosoft Internet Explorer e o Netscape Navigator, os quais apresentam unções similares e tornam a navegação pela Web um processo simples e agradável, além de rápido e eficiente. Por ser o mais empregado, descrevem-se detalhes para o uso do Microsoft Internet Explorer.

INTERNET EXPLORER

CONCEITOS BÁSICOS

Resultou da evolução de um sistema criado em 1969 para facilitar a troca de informações militares entre cientistas e pesquisadores localizados em diversas partes do mundo. Umaf fredef fsimplesf fdef fapenasf fquatrof fcomputadoresf foif fentãof fdesenvolvida,f fchamadaf fde DARPANET. O sistema obteve sucesso, em 1972 contava com 37 computadores, tendo mudado de nome paraf fARPANET,f fef fsuaf futilizaçãof fnãof feraf fsomentef fparaf finformaçõesf fimportantes,f fosf fusários começaram a enviar mensagens eletrônicas por meio de caixas de correio pessoais. Em f1983,f af redef cresceuf ftanto,f quef of setorf militar mudou-sef fparaf umaf redef exclusiva, chamada MILNET. Em 1984, uma empresa governamental americana (Fundação Nacional de Ciências), criou a NSFNETf fcapazf fdef finterligarf fcincof fcentrosf fdef fsupercomputadoresf fef ftornarf fsuasf finformações disponíveis a toda instalação educacional, que já era uma idéia da ARPANET. O sistema foi eficiente a ponto de ser preciso sofrer uma reforma de infraestrutura em 1987, devido ao grande número de pessoas que utilizavam a NSFNET. Passouf faf fserf facessívelf fparaf fqualquerf finstituiçãof feducacional,f fpesquisadorf facadêmico, uncionário do governo ou organização internacional de pesquisa. Durantef muitof tempof permaneceuf restritaf f à comunidadef acadêmica, sendof liberadaf nos últimos três anos ao público em geral. No Brasil, a rede chegou em 1988 para uso de pesquisadores, em seguida espalhando-se pelas universidades. Mas foi em 1995, que diversas empresas passaram a vender o acesso à rede, possibilitando assim a conexão dos consumidores. Atualmente a f Internet é uma grande teia, que integra equipamentos de todos os tipos e tamanhos, multiplicando o poder de cada um por milhares de vezes. Nãof se podef quantificar com precisãof o númerof de usuários, estima-se em tornof de 60 milhões, crescendo dia após dia.

FORMAS DE CONEXÃO

Os computadoresf da Internet f (chamadosf Servidores), nãof são microcomputadoresf e sim computadores de grande porte, tendo como base os sistemas operacionais UNIX ou AIX.