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Limite e Continuidade, Provas de Cálculo

calcular limites laterais, limites no infinito e limites infinitos e limites fundamentais;. ➢ Analisar a continuidade de uma função. 3.1 Limites de funções.

Tipologia: Provas

2023

Compartilhado em 17/01/2023

Jandiara62
Jandiara62 🇵🇹

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bg1
Capítulo 3
Limite e Continuidade
Neste capítulo você vai:
Descrever a noção intuitiva de limite de uma função;
Calcular limite de função usando teorema, bem como
calcular limites laterais, limites no infinito e limites
infinitos e limites fundamentais;
Analisar a continuidade de uma função.
3.1 Limites de funções
O conceito de Limite é importante na construção de muitos outros
conceitos no cálculo diferencial e integral, por exemplo, as noções de
derivada e de integral que serão abordados nos capítulos 4 e 5, que são os
suportes de toda a construção das variáveis físicas, além da importância
no cálculo de área e volumes.
Glossário.
Limite é usado para descrever o comportamento de uma função à medida que o seu
argumento se aproxima de um determinado valor, assim como o comportamento de uma
sequência de números reais, à medida que o índice vai crescendo, ou seja, tende para infinito.
3.1.1 A Noção de limite
A noção de limite fornece um caminho preciso para distinguir o
comportamento de algumas funções que variam continuamente e o
comportamento de outras funções que podem variar independente do
modo como se controla as variáveis.
É com base nisso, que pretendemos apresentar a você uma noção
intuitiva de limite para que você possa observar o que ocorre com a
função
( )f x
, intuitivamente, quando
x
tende para um número real
a
ou
quando
x
tende para mais ou menos infinito. Usaremos limites, por
exemplo, para definir retas tangentes e gráficos de funções. Essa
aplicação geométrica nos leva ao importante conceito de
derivada de uma
função
que investigaremos, com detalhes, no Capitulo 4.
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pfa
pfd
pfe
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Capítulo 3

Limite e Continuidade

Neste capítulo você vai:

 Descrever a noção intuitiva de limite de uma função;

 Calcular limite de função usando teorema, bem como

calcular limites laterais, limites no infinito e limites

infinitos e limites fundamentais;

 Analisar a continuidade de uma função.

3.1 Limites de funções

O conceito de Limite é importante na construção de muitos outros

conceitos no cálculo diferencial e integral, por exemplo, as noções de

derivada e de integral que serão abordados nos capítulos 4 e 5, que são os

suportes de toda a construção das variáveis físicas, além da importância

no cálculo de área e volumes.

Glossário.

Limite é usado para descrever o comportamento de uma função à medida que o seu

argumento se aproxima de um determinado valor, assim como o comportamento de uma

sequência de números reais, à medida que o índice vai crescendo, ou seja, tende para infinito.

3.1.1 A Noção de limite

A noção de limite fornece um caminho preciso para distinguir o

comportamento de algumas funções que variam continuamente e o

comportamento de outras funções que podem variar independente do

modo como se controla as variáveis.

É com base nisso, que pretendemos apresentar a você uma noção

intuitiva de limite para que você possa observar o que ocorre com a

função f^ ( ) x^ , intuitivamente, quando x^ tende para um número real a^ ou

quando x^ tende para mais ou menos infinito. Usaremos limites, por

exemplo, para definir retas tangentes e gráficos de funções. Essa

aplicação geométrica nos leva ao importante conceito de derivada de uma

função que investigaremos, com detalhes, no Capitulo 4.

Dada uma função f^ , você quer saber o que ocorre com os valores

f ( ) x (^) , quando a variável x^ se aproxima de um ponto a^. Para você

entender isto melhor, considere a função f^ definida pela expressão

abaixo:

x x

f x

x

A função f^ está definida para todo

x real exceto x = 1. Assim, se

x ≠ 1 , o numerador e o denominador de f^ podem ser divididos por (^ x^ −^ 1) e

você obtém

f ( ) x = 3 x + 2, para x ≠ 1.

Vamos estudar juntos os valores da função f^ ( ) x^ , quanto

x estiver

próximo de 1, mas não é igual a 1. Primeiro, vamos considerar valores de

x

cada vez mais próximo de 1, com x < 1 e observarmos o que está

acontecendo com f^ ( ) x^ , conforme o quadro abaixo:

x < 1 0 0,

f ( ) x = 3 x + 2 2 2,

Agora, vamos considerar que a variável x^ aproxima-se cada vez

mais de 1, com x > 1 e observar o que está acontecendo com f^ ( ) x^ :

x > 1 2 1,75 1,5 1,25 1,1 1,01 1,001 1,

f ( ) x = 3 x + 2 8 7,25 6,5 5,75 5,30 5,03 5,003 5,

Observamos, em ambas quadros, que quando x^ se aproxima cada

vez mais de 1, a função f^ ( ) x^ se aproxima cada vez mais de 5, em outras

palavras, é possível obter o valor de f^ ( ) x^ tão próximo de 5 quando

desejarmos, desde que tomemos x^ suficientemente próximo de 1.

Examine o gráfico de f^ ( ) x^ abaixo.

1 1

lim ( ) lim

x x

x

f x

x

− − → →

Apresentaremos agora a definição formal de limite de uma função.

Definição. Seja I um intervalo qualquer, a ∈ I e f^ ( ) x uma função definida

no intervalo I, (exceto eventualmente em a). Diz-se que o limite de f^ ( ) x

quando x tende a a é (^) L , e escreve-se

lim ( ) ,

x a

f x L

se para todo ε^ (epslon),

ε > 0 , existe um δ (delta), δ > 0 , tal que

f ( ) xL < ε sempre que 0 < xa < δ.

Gráficamente,

Figura 3.

Exemplo. Mostrar que 3

lim (4 1) 11.

x

x

Resolução: Pela definição, dado ε > 0 , existe um δ > 0 tal que f^ ( ) x^ −^ b <^ ε

sempre que x^ −^ a <^ δ, ou f^ ( ) x^ −^11 <^ ε sempre que x −^3 <^ δ, ou 4 x −^1 −^11 <^ ε

sempre que x −^3 <^ δ, ou 4 x −^12 <^ ε sempre que x −^3 <^ δ ⇒^ 4(^ x −^ 3)<^ ε

sempre que x −^3 <^ δ ⇒^3

x

ε

− < sempre que x −^3 <^ δ.

Fazendo

ε

δ = , pois δ^ =^ δ ε( ), então para ε^ =^ 0, 01,

ε

δ = = =.

Então temos:

x

ε

− < sempre que x −^3 <^ δ

⇒ 4 x − 3 < ε sempre que x − 3 < δ

⇒ 4 x − 12 < ε sempre que x − 3 < δ

f ( ) x − 11 < ε sempre que x − 3 < δ.

Portanto,

3

lim (4 1) 11

x

x

3.1.1 Propriedades dos limites

A seguir daremos algumas propriedades importantes do conceito de

limite. Essas propriedades serão utilizadas freqüentemente no decorre do

trabalho.

P 1 – Unicidade do limite

Se 1

lim ( )

x a

f x b

e 2

lim ( )

x a

f x b

, então 1 2

b = b.

P 2 – Se m^ e b são constantes quaisquer, então

lim ( )

x a

m x b m a b

P 3 – Se c^ é uma constante, então para qualquer número a^ ,

lim

x a

c c

P 4 –

lim

x a

x a

P 5 – O limite da soma ou diferença de duas funções é igual a soma ou

diferença dos limites dessas funções, isto é, se

1

lim ( )

x a

f x b

e 2

lim ( )

x a

g x b

então

( ) 1 2

lim ( ) ( )

x a

f x g x b b

Observação. Se 1 1

lim ( )

x a

f x b

lim ( )

x a

f x b

lim ( ) n n x a

f x b

então

( ) 1 2 1 2

lim ( ) ( ) ... ( ) ... n n x a

f x f x f x b b b

P 6 – O limite do produto de duas funções é igual ao produto dos limites

dessas funções, isto é, se

1

lim ( )

x a

f x b

e 2

lim ( )

x a

g x b

então

( ) 1 2

lim ( ) ( ) lim ( ) lim ( )

x a x a x a

f x g x f x g x b b

→ → →

× = × = ×

Observação: 6

P (^) é válida para n (^) -funções.

( )

3 3 27

x x

x

( )

( )

2

3 9

x x

x

2

= x + 3 x + 9

( )

3

2

3 3

2

lim lim 3 9

x x

x

x x

x

→ →

= + × +

(v) Neste caso,

( )

2

x x

x x

( x^ −^1 )( )

( )

x x

( )

2 1 1

lim lim.

x x

x

x x x

→ →

Vamos verificar se você está acompanhando tudo até aqui? Procure,

então, atender aos exercícios propostos.

Exercícios propostos – 1

Calcular os seguintes limites

3

0

lim

x

x

x

0

lim

x

x x

x

0

lim

x

x

x

4

1

lim

x

x

x

( )

3 3

0

lim

h

x h x

h

0

lim

x

x

x

2

2 3

lim

y

y

y y

→−

2

2 3

lim

x

x x

x x

→−

  1. Se (^) ( )

x 9 3

h x

x

= , demonstre que ( )

0

lim

x

h x

= (^) , mas h^ ( 0 ) não está

definida.

3.2Limites Laterais

a) Limite á direita

Dizemos que b é o limite à direita de

f ( ) x no ponto 0

x e escrevemos

( )

0

0

lim ( )

x x

b f x f x

quando 0

xx para valores maiores que 0

x .

Figura 3.

b) Limite á esquerda

Dizemos que b é o limite à esquerda de

f ( ) x no ponto 0

x e escrevemos

( ) _

0

0

lim ( )

x x

b f x f x

quando 0

xx para valores menores que 0

x .

Figura 3.

Por exemplo,

2, se 1

3, se 1

x

f x

x

^ >

Figura 3.

Temos

1

lim ( ) 3

x

f x

− →

e

1

lim ( ) 2

x

f x

Observação:

0

lim ( )

x x

f x b

existe se e somente se (^) _

0 0

lim ( ) lim ( )

x x x x

f x f x

→ →

, se 2

1, se 2

x x

f x

x x

^ ≤

  1. Seja

3

1

x

f x

x

0

lim ( )

x

f x

? Resposta: não existe

  1. Seja

3

8

x

f x

x

2

lim ( )

x

f x

? Resposta: não existe

  1. Seja (^2)

x

f x

x x

2

lim ( )

x

f x

? Resposta: não existe

  1. Seja

2

x

f x

x

, existe 0

lim ( )

x

f x

? Resposta: não existe

3.3Limites Infinitos e Limites no infinito

a) Limites infinitos

(i)

lim ( )

x

f x

→∞

dado k > 0 arbitrário, existe em correspondência um

número n > 0 tal que ∀^ x^ >^ n^ ⇒^ f^ ( ) x^ > k.

Figura 3.

(ii)

lim ( )

x

f x

→−∞

dado k > 0 arbitrário, existe em correspondência um

número n > 0 tal que ∀^ x^ <^ n^ ⇒^ f^ ( ) x^ < k.

(iii)

lim ( )

x

f x

→−∞

dado k^ >^0 arbitrário, existe em correspondência um

número n^ >^0 tal que

x < nf ( ) x > k .

Figura 3.

(iv)

lim ( )

x

f x

→∞

dado k > 0 arbitrário, existe em correspondência um

número n > 0 tal que ∀^ x^ >^ n^ ⇒^ f^ ( ) x^ < k.

(v)

lim ( )

x a

f x

dado k > 0 arbitrário, existe em correspondência um

número δ > 0 tal que ∀ x temos x^ −^ a^ <^ δ⇒^ f^ ( ) x^ > k , isto é, quando

xa , f ( ) x assume valor que superam k > 0.

Figura 3.

(vi)

lim ( )

x a

f x

dado ε > 0 arbitrário, existe em correspondência um

número δ > 0 tal que ∀ x temos x^ −^ a^ <^ δ⇒^ f^ ( ) x^ < k.

Figura 3.

c) É importante notar que

0

lim n x (^) x

e

0

1 ,^ se^ é par

lim

, se é ímpar,

n x

n

x n

− →

^ +∞

onde

n é um número inteiro positivo qualquer.

c) Limites importantes

1 - Seja

1

0 1

n n

n

f x P x a x a x a

= = + + + (^) , 0

a ≠ (^0) :

(i) Quando x^ →^ c , então

lim ( ) ( )

x c

P x P c

Por exemplo,

3 3

1

lim 3 1 3 1 1 3 1 2.

x

x

− = × − = − =

(ii) Quando x → ±∞ , neste caso calculamos inicialmente para

x → +∞ (^) ,

( )

( ) [^ ]

( )

1

1

0

0 0

1

1

0

0 0

0

0

lim ( ) lim 1 ...

lim lim 1 ...

lim 1 0 0 ... 0

lim

lim ( ).

n

n (^) n

n n x x

n

n (^) n

n n x x

n

x

n

x

x

a x a

P x a x

a x a x

a x a

a x

a x a x

a x

a x

P x

→+∞ →+∞

→∞ →+∞

→∞

→∞

→∞

= × + + +

= × + + + +

Assim, 0

lim

n

x

a x

→∞

será +∞^ ou −∞^ , dependendo do sinal do 0

a (^) e

também de n^ , inteiro seja par ou ímpar.

Agora, analisando quando

x → −∞ vem 0

lim

n

x

a x

→−∞

também será

+∞ ou −∞^.

Por exemplo,

(i) ( )

2 2

lim 2 1 lim 2

x x

x x x

→∞ →∞

(ii)

4 3 4

lim 4 10 lim 4

x x

x x x x

→−∞ →−∞

(iii) ( )

3 2 3

lim 7 lim

x x

x x x

→−∞ →−∞

(iv) ( )

5 2 5

lim 3 5 lim

x x

x x x x

→−∞ →−∞

d) Limite de uma função racional

Seja

P x

f x

Q x

, Q x ( )^^ ≠^0 ∀ x^ , onde P x ( )^ e Q x ( )^ são polinômios em

x .

(i) Quando x^ →^ c , então

lim , ( ) 0

x c

P x P c

Q c

Q x Q c

quando

( ) 0 lim

x c

P x

Q c

Q x

Por exemplo,

3 3

2 2 1

lim.

x

x

x

(ii) Quando

x → ± ∞

. Analisamos inicialmente, quando

x → + ∞

. Temos

1

0 1

1

0 1

1

1

0

0 0

1

1

0

0 0

lim lim

lim.

n n

n

m m x x

m

n

n (^) n

n n

m x

m (^) m

m m

P x a x a x a

Q x b x b x b

a x a

a x

a x a x

b x b

b x

b x b x

− →+∞ →+∞

− →∞

 ÷

 ÷

Como

1

1

0 0

lim 1 ... 1

n

n

n n x

a x^ a

a x a x

→∞

 ÷

e

1

1

0 0

lim 1 ... 1

m

m

m m x

b x^ b

b x b x

→∞

 ÷

então

0 0

0 0

lim lim lim

n

n m

m x x x

P x a x^ a

x

Q x b x b

→+∞ →+∞ →∞

isto é, o limite da função racional f^ ( ) x^ é dado pelo limite da razão

dos termos de maior grau dos polinômios P x ( )^ e Q x ( )^.

Agora, analisando quando x^ → −∞^ temos

0

0

lim

n m

x

P x a

x

Q x b

→−∞

(iii)

2

2 2

lim

x

x x

x x

Resolução:

(i)

( ) ( )

2 2

2 2 2

lim lim ,

x (^) 6 x 2 3

x x x x

x x x x

→ →

quando x 2 x 2 0

→ ⇒ − →

×

(ii)

( ) ( )

2 2

2 2 2

lim lim ,

x (^) 6 x 2 3

x x x x

x x x x

− + → →

quando x 2 x 2 0

− −

→ ⇒ − →

− −

×

(iii) Conforme (i) e (ii), podemos concluir que

2

2 2

lim

x

x x

x x

não existe.

Observação. Muitas vezes, calculamos o limite de uma maneira formal,

escrevemos que

2

2 2

lim

x

x x

x x

sem nos preocuparmos com o sinal, o que devemos cuidar, ou seja

estamos considerando uma coisa que não existe.

Exemplo. Determinar

2

lim

x

x

x

→−∞

Resolução: Como no exemplo anterior, dividimos numerador e

denominador por

x

. Neste caso, temos

x → − ∞ , os valores de

x podem ser

considerados negativos. Então, para o denominador, tomamos

2

x = − x

Sabemos que

, se 0

, se 0

x x

x

x x

^ >

Neste caso, também

2

2

, se 0

, se 0

x x

x

x x

Então, temos

2

2

lim 2

2 5

lim

lim 2

x

x

x

x x

x

x

→−∞

→−∞

→−∞

 ÷

Vamos verificar se você está acompanhando tudo até aqui? Procure,

então, atender aos exercícios propostos.

Exercícios propostos – 3

Determinar os seguintes limites:

2

lim

x

x

x

→∞

3

2 0

lim.

x

x x

x

 ÷

  1. (^ )

5 3

lim 3 4 1.

x

x x

→∞

2 0

lim.

x

x

x

1

lim.

x

x

x

→−

2

3

lim

x

x

x

→∞

3

5

lim

x

x

x

→∞

4 2

4

lim

x

x x x

x

→∞

2

3

lim

x

x x

x

→∞

3.4 Continuidade de uma função

Definição. Uma função f é contínua em um ponto a^ ∈ D^ ( f ) se

(i) existe

lim ( )

x a

f x

(ii)

lim ( ) ( )

x a

f x f a

 Condições de continuidade

(i) f^ ( a^ ) existe para a^ ∈^ D^ ( f );

(ii)

lim ( )

x a

f x

, isto é, (^ )^ (^ )

lim lim

x a x a

f x f x

→ → −

(iii) (^ )^ (^ )

lim

x a

f x f a

(ii) A função f^ ( ) x^ é descontínua no ponto x = 3 , pois,

3 3

lim ( ) lim( 1) 3 1 2

x x

f x x

− − → →

e

3 3

lim ( ) lim 4 4

x x

f x

→ →

, logo não existe 3

lim ( )

x

f x

Observe que

f (3) = 3 − 1 = 2 , mas isto não é suficiente para a continuidade

de

f ( ) x

. Seria necessário que se tivesse 3

lim ( ) (3)

x

f x f

o que jamais

poderia ocorrer visto que não existe 3

lim ( )

x

f x

. Veja o gráfico de

f ( ) x abaixo.

Figura 3.

Definição Uma função

f é contínua no conjunto X se

f é contínua em

todos os pontos de X.

Por exemplo, a função

1

1 1 0

n n

n n

f x a x a x a x a

é continua em todos os pontos x^ ∈^ ¡^.

Procure resolver os exercícios propostos a seguir.

Exercícios propostos – 4

  1. Seja a função

f ( ) x definida por

x se x

f x

k se x

^ +^ ≥

Determinar o valor da constante k^ tal que a função

f ( ) x seja

contínua no ponto x^ =^1.

  1. Seja

2

1, 2

x se x

f x se x

x se x

Verificar se f^ ( ) x^ é contínua em x = 2.

  1. Verificar se a função f^ definida por

2

3

, 3

( ) 2, 3

4, 3

x x se x

f x x se x

se x

 − < −

= + > − 

 = −

é contínua no ponto x = − 3.

  1. Seja

x se x

f x se x

x se x

Verifique se f^ ( ) x^ é contínua em x = 3.

  1. Determinar o valor de k de modo que a função f^ ( ) x^ definida por

4

3

x

e se x

f x

k se x

 −^ =

seja contínua em x = 0.

RESPOSTAS:

  1. k = − 1.

  2. Sim, f^ ( ) x^ é contínua em x = 2.

  3. A função dada não é contínua em x = − 3.

  4. A função f^ ( ) x^ não é contínua em x = 3.

  5. A função f^ ( ) x^ será contínua em x = 0 usando k = 2.

Resumo do capítulo.

Neste capítulo você compreender a noção intuitiva de limite de uma

função e aprendeu também como calcular diversos tipos de limites e

finalmente, você aprendeu a analisar a continuidade de uma função.

Saiba mais

Para aprofundar os conteúdos abordados neste capítulo, consulte:

MORETTIN, Pedro A., HAZZAN, Samuel e BUSSAB, Wilton de O. Cálculo funções de uma

e várias variáveis. São Paulo: Saraiva, 2005.

A partir de agora passaremos a estudar um dos conceitos mais importante

do cálculo diferencial que é a derivada de uma função e suas aplicações.