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linguagens codigos em br, Notas de estudo de Bioquímica

ENEM linguagens_codigos_em_br APOSTILA

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 05/09/2010

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nathalia-carvalho-campos-ferraz-1 🇧🇷

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Brasília

MEC/INEP

Linguagens, Códigos

e suas Tecnologias

Livro do Estudante

Ensino Médio

Sumário

Introdução ........................................................................................................................

Capítulo I

Publicidade, entretenimento e outros sistemas ...........................................
Débora de Angelo

Capítulo II

As línguas estrangeiras modernas em nossa sociedade ............................
Gláucia d’Olim Marote Ferro e Lívia de Araújo Donnini Rodrigues

Capítulo III

Quero o meu corpo de volta! .........................................................................
Mauro Gomes de Mattos e Marcos Garcia Neira

Capítulo IV

A arte no cotidiano do homem .....................................................................
Beatriz Dutra de Medeiros e Lídia Mesquita

Capítulo V

Quando as palavras resolvem fazer arte... ...................................................
José Luis M. L. Landeira

Capítulo VI

A vida em uma sociedade letrada .................................................................
Maria Luiza Marques Abaurre

Capítulo VII

Defendendo idéias e pontos de vista ............................................................
Maria Sílvia Olivi Louzada

Capítulo VIII

Das palavras ao contexto ...............................................................................
Eliane Aparecida de Aguiar

Capítulo IX

Tecnologias de comunicação e informação:
presença constante em nossas vidas .............................................................
Paulo Marcelo Vieira Pais
Este material foi desenvolvido pelo Ministério da Educação com a finalidade de ajudá-lo a
preparar-se para a avaliação necessária à obtenção do certificado de conclusão do Ensino
Médio denominada ENCCEJA – Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e
Adultos.
A avaliação proposta pelo Ministério da Educação para certificação do Ensino Médio é
composta de 4 provas:
1. Linguagens, Códigos e suas Tecnologias
2. Matemática e suas Tecnologias
3. Ciências Humanas e suas Tecnologias
4. Ciências da Natureza e suas Tecnologias
Este exemplar contém as orientações necessárias para apoiar sua preparação para a prova de
Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.
A prova é composta de 45 questões objetivas de múltipla escolha (valendo 45 pontos) e de
uma redação (valendo 55 pontos).
Este exame é diferente dos exames tradicionais, pois buscará verificar se você é capaz de usar
os conhecimentos em situações reais da sua vida em sociedade.
As competências e habilidades fundamentais desta área de conhecimento estão contidas em:
I. Aplicar as tecnologias da comunicação e da informação na escola, no trabalho
e em outros contextos relevantes para sua vida.
II. Conhecer e usar língua(s) estrangeira(s) moderna(s) como instrumento de acesso
a informações e a outras culturas e grupos sociais.
III. Compreender e usar a linguagem corporal como relevante para a própria vida,
integradora social e formadora da identidade.
IV. Compreender a Arte como saber cultural e estético gerador de significação e
integrador da organização do mundo e da própria identidade.
V. Analisar, interpretar e aplicar os recursos expressivos das linguagens,
relacionando textos com seus contextos, mediante a natureza, função,
organização, estrutura das manifestações, de acordo com as condições de
produção e recepção.
VI. Compreender e usar os sistemas simbólicos das diferentes linguagens como
meios de organização cognitiva da realidade pela constituição de significados,
expressão, comunicação e informação.
VII. Confrontar opiniões e pontos de vista sobre as diferentes linguagens e suas
manifestações específicas.

Introdução

VIII. Compreender e usar a língua portuguesa como língua materna, geradora de
significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.
IX. Entender os princípios/ a natureza/ a função/e o impacto das tecnologias da
comunicação e da informação, na sua vida pessoal e social, no
desenvolvimento do conhecimento, associando-os aos conhecimentos
científicos, às linguagens que lhes dão suporte, às demais tecnologias, aos
processos de produção e aos problemas que se propõem solucionar.
Os textos que se seguem pretendem ajudá-lo a compreender melhor cada uma dessas nove
competências. Cada capítulo é composto por um texto básico que discute os conhecimentos
referentes à competência tema do capítulo. Esse texto básico está organizado em duas
colunas. Durante a leitura do texto básico, você encontrará dois tipos de boxes: um boxe
denominado de desenvolvendo competências e outro, de texto explicativo.
O boxe desenvolvendo competências apresenta atividades para que você possa ampliar
seu conhecimento. As respostas podem ser encontradas no fim do capítulo. O boxe de texto
explicativo indica possibilidades de leitura e reflexão sobre o tema do capítulo.
O texto básico está construído de forma que você possa refletir sobre várias situações-
problema de seu cotidiano, aplicando o conhecimento técnico-científico construído
historicamente, organizado e transmitido pelos livros e pela escola.
Você poderá, ainda, complementar seus estudos com outros materiais didáticos, freqüentando
cursos ou estudando sozinho. Para obter êxito na prova de Linguagens, Códigos e suas
Tecnologias do ENCCEJA, esse material será fundamental em seus estudos.
PUBLICIDADE, ENTRETENIMENTO
E OUTROS SISTEMAS

APLICAR AS TECNOLOGIAS DA COMUNICAÇÃO E DA

INFORMAÇÃO NA ESCOLA, NO TRABALHO E EM OUTROS

CONTEXTOS RELEVANTES PARA SUA VIDA.

Capítulo I

Débora de Angelo

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Ensino Médio

Capítulo I

Publicidade, entretenimento

e outros sistemas

DOCE... MEL... DOCEMEL... É possível, então, afirmarmos que o desenho

representou a fruta “real”. Aliás, nesse mesmo anúncio, há uma outra forma de representar a maçã: a palavra. Na expressão “sobremesas de frutas”, sabemos que uma das referidas é a maçã, desenhada ao lado. Assim, temos uma imagem e uma palavra escrita representando a fruta. E os sons? Se imaginarmos esse anúncio da Docemel no rádio ou na televisão, talvez possamos ouvir o barulho de uma dentada em uma maçã. Novamente, o que temos é uma representação. Vamos dar um nome para todas essas possibilidades de representar a realidade, que podem ser compartilhadas pelas pessoas: linguagens. O desenho da fruta, a palavra “maçã” escrita, o som da “dentada” no anúncio são objetos que se caracterizam como possibilidades de alguma linguagem.

Olhando para este anúncio, talvez sintamos vontade de comer maçã ou um doce feito da fruta. Mas é curioso: não estamos vendo uma maçã na nossa frente. Chegamos a sentir vontade de comer, uma vez que a maçã desenhada parece apetitosa e o nome da empresa é “Docemel”. Porém, a fruta que está aí é apenas um pedaço de papel desenhado.

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Ensino Médio

TERRA DE SAMBA E PANDEIRO As linguagens verbal, visual e sonora não interagem sempre da mesma maneira nos diferentes objetos que integram. Para perceber outra possibilidade de interação das linguagens, diferente do anúncio publicitário, analisemos algumas estrofes da canção Aquarela do Brasil, de Ary Barroso.

Nesses trechos, predominam as linguagens sonora e verbal. Provavelmente, se você conhece essa letra, deve se recordar também da melodia. Nas versões já gravadas dessa música, o ritmo parece ser sempre alegre, festivo. A mesma sensação pode ser encontrada nas palavras da canção. Nosso país aparece como uma “terra de samba e pandeiro”, de satisfação (“onde eu mato a minha sede”) e brincadeira (“onde a lua vem brincar”). Alguns aspectos visuais que existam nessa canção poderão ser visualizados pelas imagens que formamos. Outros aspectos visuais só serão relevantes na capa do CD ou no encarte (aquele “livrinho” anexo aos CDs, com as letras das músicas e demais informações técnicas).

UMA CIDADE IMAGINÁRIA
Se você mora em alguma cidade, visualize agora sua rua. Se você mora no campo,
pense em alguma rua que tenha visto. Caminhando por esse ambiente, o que vê?
Provavelmente casas, árvores, pessoas, portões... Até aqui, as coisas que vimos não são
objetos representando outros objetos. Mas isso não significa que cada uma dessas
coisas não seja uma forma de interação do homem com a realidade que o cerca.
Se destacarmos a casa – por que tem aquele tamanho, aquela quantidade de janelas e
portas? Por que está naquele lugar específico do terreno, naquela rua e naquele bairro?
Essa casa também representa valores humanos, sentimentos, atitudes, questões
financeiras etc. Só que essa representação talvez pareça menos visível. Sintetizando:
interagir com o mundo é uma condição humana. Essa interação sempre se dará em
aspectos visuais, sonoros, pelo tato, pelo gosto e pelas palavras.
Brasil!
Meu Brasil brasileiro
Meu mulato inzoneiro
Vou cantar-te nos meus versos
ô , (oi) ouve essas fontes murmurantes
oi onde eu mato a minha sede
E onde a lua vem brincar
Oi esse Brasil lindo e trigueiro
É o meu Brasil brasileiro
Terra de samba e pandeiro
Brasil!
Brasil!
Pra mim...
Pra mim...

Capítulo I – Publicidade, entretenimento e outros sistemas

PODE HAVER ALGUMA COISA EM COMUM ENTRE ANÚNCIOS PUBLICITÁRIOS E LETRAS DE MÚSICA? Vimos acima que o anúncio publicitário Docemel e a letra da canção Aquarela do Brasil combinam as linguagens de forma diferente. Isso acontece porque os dois objetos foram concebidos para diferentes finalidades. Enquanto o primeiro quer levar o consumidor à compra do produto, o segundo quer distrair o ouvinte ou despertar sua imaginação, combinando música de ritmo alegre com imagens festivas de nosso país. Quer dizer, tudo depende de qual é a função do objeto na vida das pessoas. Quando olhamos para os objetos à nossa volta, começamos a perceber que vários deles podem ser agrupados em um só bloco, devido a uma função social semelhante. Se perguntarmos: o que há em comum, por exemplo, entre embalagens, rótulos e anúncios publicitários? Para que existem? Uma resposta possível é: para tornar um produto à venda atraente para o consumidor.

Ter a mesma função social traz ainda outra conseqüência: várias empresas e pessoas, com funções diferentes, estão unidas na realização de um certo objeto construído pela combinação das linguagens. É só pensarmos quantas empresas e pessoas estão envolvidas, direta ou indiretamente, na produção de um jornal, escrito ou falado. O que organizará a ação dessas empresas e pessoas é o objetivo comum: elaborar o produto final que é o jornal. Denominamos sistemas de comunicação todas essas organizações sociais com um objetivo comum, que têm como princípio organizador a combinação das diferentes linguagens. Neste capítulo, trabalharemos apenas com quatro sistemas de comunicação: o publicitário, o informativo, o artístico e o de entretenimento.

Desenvolvendo competências

Mais do que um rótulo de garrafa
Analise o rótulo de garrafa acima, do ponto de vista das linguagens verbal e visual.
Relacione o sentido do que está escrito (o que as palavras ou frases querem dizer) com
aspectos visuais (o desenho abaixo da expressão “sem gás”, os tipos de letras ou qualquer
outro aspecto que você considerar relevante).

Capítulo I – Publicidade, entretenimento e outros sistemas

Desenvolvendo competências

Você cria seu anúncio
Imagine agora que você está querendo vender algum objeto que tem na sua casa. Crie um
anúncio para o seu produto (pode ser uma placa ou um cartaz). Nesse anúncio, combine,
necessariamente, as linguagens verbal e visual.
É claro que se pode perguntar: o papel de uma pessoa comum que quer vender um objeto
é o mesmo de uma agência publicitária (de uma empresa especializada em estabelecer a
relação entre o produto e o consumidor)?
Não, e por um motivo simples. No caso do Magrão, ele acumula funções: tem o produto
(é o dono); está tentando criar um jeito de entrar em contato com o público (quer criar
um anúncio); terá, provavelmente, um contato direto com todos os possíveis compradores
que aparecerem e entregue, talvez, a máquina de lavar na casa do comprador.
Já a agência publicitária não acumula funções. Sua parte, em todo o processo da venda, é
a criação: ela cria o meio (o anúncio ou propaganda) para atrair o consumidor para um
certo produto. Mas não se responsabiliza pela entrega, não diz que cores o produto tem,
não trava contato direto com as pessoas, nem é a dona dos objetos. Há outras empresas
e, portanto, outras pessoas que realizam cada uma dessas etapas da compra.

SÓ QUERER VENDER NÃO BASTA Vamos nos centrar novamente na criação do meio, para que uma venda possa se efetivar. Vimos lá atrás que esse meio deverá levar em conta critérios racionais (o preço do produto, por exemplo) e critérios ligados ao desejo, ou ao lado menos “prático” do consumidor (comprar um produto por ter gostado de um anúncio). O objetivo será observar como alguns recursos de linguagem verbal, visual, sonora e mesmo gustativa são mobilizados na construção desses anúncios. Na construção dos anúncios publicitários, os recursos das linguagens são manipulados de maneira tal que, muitas vezes, ao entrar em contato com eles, não nos damos conta de que um mundo imaginário e sedutor se formou diante de nossos olhos. Se voltarmos ao anúncio da empresa aérea Lane, notamos que a imagem do avião, a simulação de seu rastro no espaço, por meio de linhas que saem das turbinas (linguagem visual), associadas à expressão verbal “E boa viagem!” despertam no espectador a vontade de viajar, associando-a à satisfação de um desejo.

Quer dizer: o anúncio publicitário ligará o produto ao prazer, criando um mundo “perfeito” e “ideal”, dissociado de problemas de qualquer natureza. Ele nos afastará, de forma ainda mais brutal, de uma questão importante: até que ponto devemos gastar dinheiro adquirindo esse produto? Para a publicidade, não existe nada supérfluo. Só que boa parte dos produtos anunciados ou são realmente supérfluos na nossa vida, pois vivemos muito bem sem eles, ou são produtos realmente necessários, ainda que apresentados em seu aspecto mais irrelevante. Por exemplo, arroz e feijão são produtos alimentícios consumidos por muitos brasileiros. Culturalmente, essa mistura é tida como típica do Brasil. Mas nenhum anúncio publicitário vai vender arroz e feijão dizendo que esses produtos nos alimentam e ponto final. Isso ocorre porque, como os produtos são comercializados por diferentes empresas, a distinção entre um produto e outro acabará se concentrando em algum aspecto supérfluo deles. Afinal, o essencial todos têm.

Linguagens, Códigos e suas Tecnologias Ensino Médio

PERDIDO NO POSTO DE SAÚDE Infelizmente, você certamente já ficou doente alguma vez e precisou ir a um hospital ou posto de saúde. Lá chegando, você precisou pedir atendimento. E o que fez? Conseguiu falar com alguém para solucionar suas dúvidas? Precisou ler alguma placa, preencher algum papel? Talvez você tenha encontrado algo parecido com o aviso abaixo:

BUSCANDO INFORMAÇÕES: OLHANDO EM VOLTA Outros objetos perto de nós também parecem ter como objetivo principal nos informar sobre alguma coisa. Pense. Se vê televisão ou ouve rádio, você consegue identificar objetos que foram construídos para nos informar? Talvez você tenha pensado em telejornais ou em boletins de notícias. De fato, eles têm uma função básica: nos informar sobre o que está acontecendo na nossa região, no nosso país e no mundo. O que eles informam, de uma forma direta ou indireta, pode afetar algum aspecto de nossa vida. Se há crise no Oriente Médio, podemos estar vendo o desencadear de uma guerra sangrenta, com conseqüências políticas, econômicas e sociais no mundo (os países árabes, localizados no Oriente Médio, são grandes fornecedores de petróleo, matéria-prima da gasolina, usada no mundo inteiro, e a crise pode ter inúmeras conseqüências). Na informação jornalística, mesmo havendo um papel muito importante para a linguagem verbal (a base de uma notícia é o que o repórter fala ou escreve), a linguagem visual acaba tendo um papel também muito importante, tanto nas imagens que aparecem nos jornais da televisão quanto nas fotos que acompanham reportagens em jornais. Podemos, pois, afirmar que a combinação das linguagens em objetos informativos auxilia na construção da clareza e da objetividade daquilo que nos está sendo apresentado. Em geral, quando prestamos atenção a uma notícia, somos perfeitamente capazes de entender qual é o assunto e quais são as informações essenciais que ela quer nos passar. Essa não é uma atitude passiva de nossa parte. Há milhares de situações em nossas vidas que nos exigem a busca de informações. Apenas para citar algumas possibilidades, pense nas seguintes circunstâncias: você deve visitar um parente em uma cidade desconhecida; seu filho precisa de uma fonte de informações sobre um tema qualquer, para realizar uma atividade na escola; se você trabalha no comércio, você precisa saber o preço médio de um produto em alguns concorrentes da sua empresa.

HORÁRIO PARA MARCAR CONSULTAS:
De segunda a sexta, das 14h às 16h
Nos guichês 4, 5 e 6 da recepção
É necessária a apresentação do
documento de identidade

Alguém que vai a um hospital querendo saber os dias e horários para marcação de consultas encontrará nesse aviso as informações de que necessita. Pode-se afirmar, portanto, que a finalidade desse objeto é informar as pessoas. Vamos agora analisá-lo sob o ponto de vista da organização das linguagens. Em geral, os objetos construídos com a finalidade de informar alguém sobre alguma coisa dão bastante destaque à linguagem verbal (aquela que tem como base as palavras). O que temos no aviso acima são frases claras e objetivas, informando sobre uma questão específica: o que é necessário saber para se marcar uma consulta naquele posto de saúde. Aí temos duas características importantes das informações, construídas a partir de um tema único (no caso, a marcação de consultas). As informações dadas a partir do tema são essenciais e devem ser claras para a pessoa que veio buscá-las (no nosso exemplo, saber os dias, os horários, o local e os documentos necessários para marcar a consulta).