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Lista de integral tripla, Exercícios de Cálculo para Engenheiros

Lista com respostas de integral tripla. Cálculo III

Tipologia: Exercícios

2019

Compartilhado em 07/11/2024

jocelanio-barbosa
jocelanio-barbosa 🇧🇷

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bg1
Lista 1 alculo III -A- 2015-1 1
Universidade Federal Fluminense
EGM - Instituto de Matem´atica e Estat´ıstica
GMA - Departamento de Matem´atica Aplicada
LISTA 1 - 2015-1
Integral Dupla
1. Troque a ordem de integra¸ao em:
(a) Ze
1Zln x
0
f(x, y)dydx (b) Z1
0Z1y
1y2
f(x, y)dxdy (c) Z2
1Zy2
y24
f(x, y)dxdy
2. Use integral dupla para calcular a ´area da regi˜ao limitada por:
(a) x=y3,x+y= 2, y= 0
(b) y=x,y= 4x,xy = 36
(no primeiro quadrante)
(c) y2=x,xy= 4, y=1 e y= 2
3. Calcule as seguintes integrais:
(a) ZZD
cos y3dxdy, onde D´e limitada por
y=x,y= 2, x= 0.
(b) Z4
1Zln 2
ln y
2
1
ex+ 1 dxdy
(c) Z1
0Zπ
2
arcsen y
cos xp1 + cos2x dxdy
(d) Z1
0Z1
xp1 + y3dydx
(e) Z1
0Zy
y
2
ex3dxdy +Z4
1Z1
y
2
ex3dxdy
4. Use uma integral dupla para calcular o volume do olido W limitado por:
(a) y= 0, z= 0, x+y= 4 e z= 4 x2
(b) x= 0, z= 0, x+y= 9 e z= 9 y2
(c) x= 0, y= 0, z= 0, x2+y2=a2,x2+z2=a2(a > 0), situado no primeiro octante.
(d) x= 0, y= 0, z= 0, z= 6 x,x= 4 y2, situado no primeiro octante.
5. Passe para coordenadas polares e calcule:
(a) Z1
0Z1+1y2
11y2
xy dxdy
(b) Z1
0Z2x2
x2px2+y2dydx
(c) Z3
1Zy
0
1
px2+y2dxdy
(d) Z3
0Z9x2
0
arctan y
xdydx
6. Exprima (sem calcular) Zπ
4
0Z2 cos θ
sec θ
r2
1 + rsen θdrdθ como integral iterada em coordenadas retangulares,
nas duas poss´ıveis ordens de integra¸ao.
7. Seja I=ZZD
f(x, y)dxdy =Z1
0Z0
x
f(x, y)dydx +Z2
1Z0
2xx2
f(x, y)dydx.
(a) Transforme Iem uma o integral iterada na ordem invertida.
(b) Calcule Ipara f(x, y ) = px2+y2.
pf3
pf4

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Universidade Federal Fluminense EGM - Instituto de Matem´atica e Estat´ıstica

GMA - Departamento de Matem´atica Aplicada

LISTA 1 - 2015-

Integral Dupla

  1. Troque a ordem de integra¸c˜ao em:

(a)

∫ (^) e

1

∫ (^) ln x

0

f (x, y) dydx (b)

0

∫ (^1) −√y

1 −y^2

f (x, y) dxdy (c)

− 1

∫ (^) y− 2

y^2 − 4

f (x, y) dxdy

  1. Use integral dupla para calcular a ´area da regi˜ao limitada por:

(a) x = y^3 , x + y = 2, y = 0

(b) y = x, y = 4x, xy = 36

(no primeiro quadrante)

(c) y^2 = −x, x − y = 4, y = − 1 e y = 2

  1. Calcule as seguintes integrais:

(a)

D

cos

y^3

dxdy, onde D ´e limitada por

y =

x, y = 2, x = 0.

(b)

1

∫ (^) ln 2

ln y 2

ex^ + 1

dxdy

(c)

0

∫ π 2

arcsen y

cos x

1 + cos^2 x dxdy

(d)

0

√ x

1 + y^3 dydx

(e)

0

∫ √y

√y 2

e

x^3 dxdy +

1

√y 2

e

x^3 dxdy

  1. Use uma integral dupla para calcular o volume do s´olido W limitado por:

(a) y = 0, z = 0, x + y = 4 e z = 4 − x^2

(b) x = 0, z = 0, x + y = 9 e z = 9 − y^2

(c) x = 0, y = 0, z = 0, x^2 + y^2 = a^2 , x^2 + z^2 = a^2 (a > 0), situado no primeiro octante.

(d) x = 0, y = 0, z = 0, z = 6 − x, x = 4 − y^2 , situado no primeiro octante.

  1. Passe para coordenadas polares e calcule:

(a)

0

1 −y^2

1 −

1 −y^2

xy dxdy

(b)

0

∫ √ 2 −x 2

x^2

x^2 + y^2 dydx

(c)

1

∫ (^) y

0

x^2 + y^2

dxdy

(d)

0

∫ √ 9 −x 2

0

arctan

y

x

dydx

  1. Exprima (sem calcular)

∫ π 4

0

∫ (^) 2 cos θ

sec θ

r^2

1 + r sen θ

drdθ como integral iterada em coordenadas retangulares,

nas duas poss´ıveis ordens de integra¸c˜ao.

  1. Seja I =

D

f (x, y)dxdy =

0

−x

f (x, y)dydx +

1

√ 2 x−x^2

f (x, y)dydx.

(a) Transforme I em uma s´o integral iterada na ordem invertida.

(b) Calcule I para f (x, y) =

x^2 + y^2.

  1. Seja I =

− 1

∫ (^) 1+√ 1 −x 2

1

f (x, y) dydx

(a) Inverta a ordem de integra¸c˜ao em I.

(b) Calcule I para f (x, y) =

x^2 + y^2

  1. Achar o volume do s´olido limitado superiormente pela esfera x^2 + y^2 + z^2 = 4, inferiormente pelo plano

z = 0 e lateralmente pelo cilindro x^2 + y^2 = 1.

  1. Calcule o volume do s´olido que n˜ao cont´em a origem e ´e limitado pelas superf´ıcies z = 4 − x^2 − y^2 ,

x^2 + y^2 = 1 e z = 0.

  1. Calcule o volume do s´olido interior `a esfera x^2 + y^2 + z^2 = 16 e ao cilindro x^2 + y^2 = 4x e acima do

plano z = 0.

  1. Calcule o volume do s´olido contido no primeiro octante, limitado pelo cone z = r, pelo cilindro r = 3 sen θ

e pelo plano z = 0.

  1. Uma placa D tem a forma da regi˜ao limitada pelas retas x = 1, x = 2, y = 0 e y = √x 3 . A densidade em

cada ponto ´e inversamente proporcional a distˆancia do pontoa origem. Determine a massa da placa.

  1. Uma placa fina ´e limitada pela circunferˆencia x^2 + y^2 = a^2 , (a > 0), e tem densidade ρ(x, y) = a

2 a^2 +x^2 +y^2. Calcule o momento de in´ercia polar em fun¸c˜ao de sua massa M.

  1. Seja uma lˆamina delgada representada pela regi˜ao D, determinada por y ≤ x, y ≥ −x, x^2 + y^2 ≥ 2 x e

x^2 + y^2 ≤ 4 x. Se a densidade em cada ponto ´e dada por ρ(x, y) = √^1 x^2 +y^2

, determine:

(a) A massa de D.

(b) O momento de in´ercia em rela¸c˜ao `a origem.

  1. Uma placa fina de densidade constante ρ tem a forma de um setor circular de raio a e ˆangulo central

2 α. Mostre que o momento de in´ercia em rela¸c˜ao `a bissetriz do ˆangulo ´e dado por 14 M a^2

1 − sen 2 2 αα

onde M ´e a massa da placa.

  1. Calcule as coordenadas (¯x, y¯) do centro de massa de uma chapa homogˆena D com o formato de um

triˆangulo is´osceles com base 10cm e altura 5cm.

  1. Calcule o centro de massa da lˆamina D =

(x, y) ∈ R^2 ; 4x^2 + y^2 ≤ 1 , x ≥ 0

, se a densidade ´e propor-

cional `a distˆancia de (x, y) ao eixo y.

  1. Calcule o centro de massa do conjunto D =

(x, y); 1 ≤ x^2 + y^2 ≤ 4 , y ≥ 0

, sendo a densidade propor-

cional a distˆancia do pontoa origem.

  1. Uma lˆamina homogˆenea tem a forma de um triˆangulo retˆangulo com lados iguais de medida a. Ache o

momento de in´ercia em rela¸c˜ao a um dos lados iguais, em fun¸c˜ao de sua massa M.

  1. Calcule a massa de uma lˆamina delimitada por (x − 1)^2 + (y − 2)^2 = 1, se a densidade em um ponto ´e

proporcional `a distˆancia desse ponto a (1, 2).

  1. Uma lˆamina homogˆenea tem a forma de um triˆangulo retˆangulo de catetos b e h. Ache o momento de

in´ercia em fun¸c˜ao de sua massa M.

(a) em rela¸c˜ao ao eixo x (b) em rela¸c˜ao ao eixo y

  1. Uma lˆamina homogˆenea tem a forma de um triˆangulo equil´atero de lado a. Ache o momento de in´ercia

em rela¸c˜ao

(a) a uma altura (b) a um lado

2 π 3

  1. 92 π

π − (^43)

k 2 ln 3

  1. M a^2

( (^1) −ln 2 ln 2

  1. (a) 2

(b) (^1409)

  1. O centro de massa situa-se a 53 cm da base,

sobre sua mediatriz.

3 π 32 ,^0

0 , (^1445) π

  1. M a

2 6

2 kπ 3

  1. (a)

M h^2 6

(b) M b

2 6

  1. (a) k

√ 3 a^4 96

(b)

k

√ 3 a^4 32

  1. (a) e^16 − 1

(b) (^16)

(c) (^13)

e^16 4 −^

5 e^4 4 +^ e

(d) π 4 (1 − cos 1)

(e) 8 + 523 ln 2

(f) − (^27)

(g) 8