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Guias e Dicas
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Lista Limite Continuidade, Exercícios de Cálculo para Engenheiros

Lista de Limite e Continuidade para disciplina de cálculo na faculdade

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 08/12/2020

yopiacesi
yopiacesi 🇧🇷

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Cálculo I (2015/1) IM UFRJ
Lista 2: Limites e Continuidade
Prof. Milton Lopes e Prof. Marco Cabral
Versão 30.03.2015
1 Exercícios de Limite
1.1 Exercícios de Fixação
Fix 1.1:
Considere o gráco de
y=f(x)
esboçada no gráco abaixo. Determine os limites abaixo.
Caso algum não exista, determine os limites laterais.
(a)
lim
xaf(x)
; (b)
lim
xbf(x)
; (c)
lim
xcf(x)
.
x
y
abc
5
6
3
1
Fix 1.2:
Determine se é Verdadeiro ou Falso. Se for falso um contraexemplo ou corrija. Se for
verdadeiro justique.
(a) Se
lim
x3+f(x)=5
, então
lim
x3f(x)=5
.
(b) Se
lim
x2f(x) = 4
, então
lim
x2
f(x) = 4
.
(c) Se
lim
x2f(x)=4
, então
f(2) = 4
.
(d) Existe uma função
f
tal que
lim
x3+f(x)6= lim
x3
f(x) = lim
x3f(x)
.
(e) se
lim
xc(f(x) + g(x))
existe, então existe
lim
xcf(x)
.
(f) se
g(x) = (4; x6= 2;
π;x= 2
, então
lim
x2g(x) = g(2) = π
.
Fix 1.3:
Considere a função
f
dada por
f(x) =
5; x1
7; 1 < x 2
9; x > 2
.
Determine
lim
xkf(x)
ou, caso não
exista, os limites laterais para:
(a)
k= 1
; (b)
k= 0.9999
; (c)
k= 1.0001
;
(d)
k= 2
; (e)
k= 1.9999
; (f)
k= 2.0001
.
Fix 1.4:
Aplique a denição do dulo para esboçar o o gráco de:
(a)
cos x
|cos(x)|
; (b)
p|x|
.
Fix 1.5:
Partindo de gráco de funções simples (
±x2
,
x
,
log(x)
), utilizando translações verticais e/ou
horizontais e/ou reexões, esboce o gráco de:
(a)
y= 1 + x
(b)
y= log(x1) + 2
; (c)
y=|(x+ 1)(x+ 2)|
.
Fix 1.6:
Determine: (a)
lim
x2
x2
(2 x)(3 x);
(b)
lim
x0
x4+x
x3+ 2x;
(c)
lim
x3
x3
x24
.
Fix 1.7:
Faça o estudo de sinal do numerador e denominador para determinar os valores de
x
que
satisfazem as desigualdades:
(a)
3x2
x210
; (b)
x31
x(x24) 0
.
1
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa

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Cálculo I (2015/1)  IM  UFRJ

Lista 2: Limites e Continuidade

Prof. Milton Lopes e Prof. Marco Cabral

Versão 30.03.

1 Exercícios de Limite

1.1 Exercícios de Fixação

Fix 1.1: Considere o gráco de y = f (x) esboçada no gráco abaixo. Determine os limites abaixo.

Caso algum não exista, determine os limites laterais.

(a) lim

x→a

f (x); (b) lim

x→b

f (x); (c) lim

x→c

f (x).

x

y

a b c

Fix 1.2: Determine se é Verdadeiro ou Falso. Se for falso dê um contraexemplo ou corrija. Se for

verdadeiro justique.

(a) Se lim

x→ 3 +^

f (x) = 5, então lim

x→ 3

f (x) = 5.

(b) Se lim

x→ 2

f (x) = 4, então lim

x→ 2 −^

f (x) = − 4.

(c) Se lim

x→ 2

f (x) = 4, então f (2) = 4.

(d) Existe uma função f tal que lim

x→ 3 +^

f (x) 6 = lim

x→ 3 −^

f (x) = lim

x→ 3

f (x).

(e) se lim

x→c

(f (x) + g(x)) existe, então existe lim

x→c

f (x).

(f) se g(x) =

4; x 6 = 2;

π; x = 2

, então lim

x→ 2

g(x) = g(2) = π.

Fix 1.3: Considere a função f dada por f (x) =

5; x ≤ 1

7; 1 < x ≤ 2

9; x > 2

. Determine lim

x→k

f (x) ou, caso não

exista, os limites laterais para:

(a) k = 1; (b) k = 0. 9999 ; (c) k = 1. 0001 ;

(d) k = 2; (e) k = 1. 9999 ; (f) k = 2. 0001.

Fix 1.4: Aplique a denição do módulo para esboçar o o gráco de:

(a)

cos x

| cos(x)|

; (b)

|x|.

Fix 1.5: Partindo de gráco de funções simples (±x^2 ,

x, log(x)), utilizando translações verticais e/ou

horizontais e/ou reexões, esboce o gráco de:

(a) y = 1 +

x (b) y = log(x − 1) + 2; (c) y = |(x + 1)(x + 2)|.

Fix 1.6: Determine: (a) lim

x→ 2

x − 2

(2 − x)(3 − x)

; (b) lim

x→ 0

x^4 + x

x^3 + 2x

; (c) lim

x→ 3

x − 3

x^2 − 4

Fix 1.7: Faça o estudo de sinal do numerador e denominador para determinar os valores de x que

satisfazem as desigualdades:

(a)

3 − x^2

x^2 − 1

≥ 0 ; (b)

x^3 − 1

x(x^2 − 4)

Fix 1.8: Faça o estudo de sinal e o esboço do gráco dos polinômios abaixo.

(a) p(x) = (x − 2)(x + 3)(1 − x); (b) q(x) = (x − 2)^2 (x + 1);

(c) r(x) = (3 − x)(x − 2)^2 (x − 5).

Fix 1.9: Determine: os limites: (a) lim

x→ 0 −

x

; (b) lim

x→ 0 −

x^2

; (c) lim

x→ 0 −

x

|x|

(d) lim

x→ 0

x^3

|x|

; (e) lim

x→ 2

x^2 + 1

x − 2

; (f) lim

x→ 0 −

x +

x

; (g) lim

x→ 3 +

x

x^2 − 9

Fix 1.10: Complete as lacunas com pode/não pode:

(a) A assíntota vertical do gráco de y = f (x) interceptar o gráco de f.

(b) A assíntota horizontal do gráco de y = g(x) interceptar o gráco de g.

Fix 1.11: Determine se é Verdadeiro ou Falso. Se for falso dê um contraexemplo ou corrija. Se for

verdadeiro justique. Se lim

x→ 1

q(x) = 0, então

(a) lim

x→ 1

q(x)

= ∞; (b) lim

x→ 1

q(x)

f (x)

= 0; (c) lim

x→ 1

q(x)

−x^2

Fix 1.12: Qual a diferença entre o limite ser indeterminado e o limite não existir?

Fix 1.13: Qual das Figuras abaixo pode representar o gráco de uma função g tal que:

(i) lim

x→∞

g(x) = 1 (ii) lim

x→−∞

g(x) = − 1

(iii) lim

x→ 1 +^

g(x) = ∞ (iv) lim

x→ 1 −^

g(x) = −∞.

(a) (b) (c) (d)

Fix 1.14: Faça um esboço de um gráco de uma função f tal que lim

x→ 1 −^

f (x) = 2, f (1) = 1 e, além

disso (um gráco para cada item):

(a) lim

x→ 1 +^

f (x) = − 2 , (b) lim

x→ 1 +^

f (x) não exista, (c) lim

x→ 1 +^

f (x) = ∞,

Fix 1.15:

(a) É verdade que se 1 ≤ g(x) ≤ 2 então lim

x→ 3 / 2

g(x) existe e é um número entre 1 e 2?

(b) Explique, utilizando o Teorema do Sanduíche, como calcular lim

x→∞

cos(

x^2 + 1)

x^2

1.2 Problemas

Prob 1.1: Esboce o gráco das seguintes funções:

(a) f (x) =

9 − x^2 ; |x| ≤ 3

|x| − 3; |x| > 3.

(b) f (x) =

x − 1; x ≥ 1;

log(x) + 1; x < 1.

Prob 1.2: Considere a função IZ (chamada de função característica ou indicadora do conjunto Z)

denida por IZ(x) =

0; x 6 ∈ Z

1; x ∈ Z.

Esboce o gráco e determine (se existir):

(a) lim

x→ 3 / 4

IZ(x); (b) lim

x→− 3

IZ(x); (c) lim

x→∞

IZ(x).

Prob 1.3: Calcule os limites abaixo (quando eles existirem) justicando seus passos (sem utilizar a

regra de L'Hospital)  Limites com raízes:

(a) lim

h→ 0

1 + h −

1 − h

h

(b) lim

x→ 4

|x| − 4

x − 2

; (c) lim

h→− 1

h^2 + 3 − 2

h + 1

Prob 1.4: Determine os limites e, caso não exista, os limites laterais (caso existam).

(b) Se f é contínua em a, então lim

x→a−^

f (x) existe.

(c) Se f é descontínua em a, então lim

x→a−^

f (x) 6 = lim

x→a+^

f (x).

Fix 2.2:

(a) Determine se f esboçada no gráco abaixo é contínua ou não nos pontos A, B, C, D.

(b) Explique, caso não seja contínua, qual (quais) condições são violadas.

(c) Determine os pontos de descontinuidade removível

x

y

A B C D

Fix 2.3: Considere as funções abaixo:

(I) f (x) =

x; x < 0;

0; x ≥ 0;

(II) g(x) =

x; x < 0;

1; x ≥ 0;

(III) h(x) =

5; x ≥ −2;

4; x < −2;

Determine se são contínuas em: (a) R; (b) (− 2 , 0); (c) [− 2 , 0].

Fix 2.4: Seja f contínua em [1, 4] tal que f (1) = 2, f (2) = 3, f (3) = − 1 e f (4) = 2. Determine se é

Verdadeiro (provando a armativa) ou Falso (dando contraexemplo):

(a) f não tem raiz em [1, 2]; (b) f tem pelo menos duas raízes em [1, 4];

(c) f tem exatamente uma raiz em [2, 3].

Fix 2.5: Determine se é Verdadeiro (provando a armativa) ou Falso (dando contraexemplo):

(a) a função que representa o número de habitantes de uma cidade em função do tempo é contínua

em todos os pontos;

(b) a função que representa a altura de uma pessoa em função do tempo é contínua em todos os

pontos;

Fix 2.6: Determine se é Verdadeiro (provando a armativa) ou Falso (dando contraexemplo):

(a) Se f é contínua com f (0) > 0 e f (1) > 0 , então f (x) > 0 para todo x ∈ [0, 1].

(b) Se g(1) < 0 < g(2), então g possui raiz em [1, 2].

(c) Se h é contínua e h(2) < k < h(4), então existe c ∈ (2, 4) tal que h(c) = k.

(d) Se j é contínua e k < j(2) < j(4), então não existe c ∈ (2, 4) tal que h(c) = k.

Fix 2.7: Considere f : [− 3 , −1] → R contínua com f (−3) = 5 e f (−1) = 2. Determine se é Verdadeiro

ou corrija:

(a) Se K ∈ [− 3 , −1], então existe c ∈ [2, 5] tal que f (c) = K.

(b) Se K ∈ [3, 4], então existe c ∈ [− 3 , −1] tal que f (c) = K.

(c) Se K ∈ [0, 3], então existe c ∈ [− 3 , −1] tal que f (c) = K.

2.2 Problemas

Prob 2.1: Determine a ∈ R, se for possível, de modo que a função seja contínua em R.

(a) f (x) =

(x − 2)^2 (x + a)

x^2 − 4 x + 4

; x 6 = 2

7; x = 2.

(b) f (x) =

2 x + 5 se x < − 1 ,

a se x = − 1 ,

x^2 − 3 se x > − 1.

(c) f (x) =

x

|x|

; |x| ≥ 1

ax; |x| < 1.

(d) f (x) =

sen

x

; x 6 = 0;

a; x = 0;

(e) f (x) =

e^1 /x; x > 0

a; x ≤ 0.

(f) f (x) =

sen(6x)

sen(8x)

; x 6 = 0;

a; x = 0.

Prob 2.2: Determine a, b ∈ R, se for possível, de modo que f seja contínua em R.

f (x) =

ax + b; |x| ≤ 2;

|x − 1 |; |x| > 2

Prob 2.3:

(a) Seja f (x) = x^4 − 2 x^3 + x^2 + 7 sen(x). Mostre que existe a ∈ R tal que f (a) = 10.

(b) Mostre que existe pelo menos um b > 0 tal que log(b) = e−b.

(c) Considere f contínua em [0, 1] com 0 ≤ f (x) ≤ 1. Mostre que existe c ∈ [0, 1] tal que f (c) = c.

(d) Suponha que f é contínua em [0, 2] com f (1) = − 3 e f (x) 6 = 0 para todo x ∈ [0, 2]. Prove que

f (x) < 0 para todo x ∈ [0, 2].

Prob 2.4: Suponha que f : R → R é contínua e f (x) ∈ Q para todo x ∈ R. Prove que f (x) é constante

para todo x ∈ R.

x − 2 − − − + x + 3 − + + + 1 − x + + − − 0 0 0 p(x) + − + −

x

y

(a) p(x) = (x − 2)(x + 3)(1 − x)

(b) Raízes são − 1 , 2. − 1 2 (x − 2)^2 + + + x + 1 − + + 0 0 q(x) − + +

x

y

(b) q(x) = (x − 2)^2 (x + 1)

(c) Raízes são 2 , 3 , 5. 2 3 5 3 − x + + − − (x − 2)^2 + + + + x − 5 − − − + 0 0 0 r(x) − − + −

x

y

(c) r(x) = (3 − x)(x − 2)^2 (x − 5);

Fix 1.9: (a) −∞. (b) ∞. (c) − 1. (d) (a função vale x^2 para x > 0 e −x^2 para x < 0 ) 0. (e) não existe pois depende de qual lado se aproxima. (f) −∞ (0+1/ 0 −^ = 0 − ∞ = −∞). (g) ∞. Fix 1.10: (a) não pode; (b) pode. Fix 1.11: (a) Falso. Se q(x) = x− 1 o limite não existe; se q(x) = −(x − 1)^2 o limite é −∞. (b) Falso. Se f (x) = q(x) então o limite será 1. (c) Verdadeiro. O denominador vai para − 1. As- sim, 0 /(−1) = 0 (não é indeterminação). Fix 1.12: Ser indeterminado signica que não pode- mos usar propriedades usuais (soma, produto, divisão) por ter resultado em uma indeterminação. Temos que aplicar outras técnicas para tentar calcular. Pode ser que não exista o limite ou que exista. Quando não existe nada mais podemos fazer. Fix 1.13: A condição (i) exclui a letra (b). Tanto (iii) quanto (iv) exclui letra (d). Finalmente a letra (c) não representa uma função: qual valor de f (0.99999)? São três possibilidades: logo não é função. Resposta: (a). Fix 1.14:

x

y

(a)

x

y

(b)

x

y

(c)

Fix 1.15: (a) É falso. O limite pode não existir. Por exemplo g descontínua em x = 3/ 2 : g(x) = 1 para x ≤ 3 / 2 e g(x) = 2 caso contrário. (b) Como − 1 ≤ cos(y) ≤ 1 ,

x^2

cos(

x^2 + 1) x^2

x^2

Assim, pelo Teorema do Sanduíche, como

lim x→∞

x^2 = lim x→∞

x^2

lim x→∞

cos(

x^2 + 1) x^2

1.2 Problemas p.

Prob 1.1:

x

y

(a) f (x) =

9 − x^2 ; |x| ≤ 3 |x| − 3; |x| > 3.

x

y

(b) f (x) =

x − 1; x ≥ 1; log(x) + 1; x < 1.

Prob 1.2: (a) e (b) o limite é 0. Em (c) o limite não existe pois oscila entre 0 e 1.

Prob 1.3: (a) 1 (racionalize o numerador). (b) 4 (note que para x próximo de 4 , |x| = x e racionalize). (c) − 1 / 2 (racionalize).

Prob 1.4: (a) não existe pois o valor oscila entre 1 e − 1. (b) −∞. (c) para x > 2 , como |x − 2 | = x − 2 , cancelamos os termos e a função é x + 1. para x < 2 , como |x − 2 | = 2 − x obtemos que a função é −(x + 1). Assim para x → 2 +^ o limite é 2 + 1 = 3; para x → 2 − o limite é −(2 + 1) = − 3. Logo o limite não existe. (d) Para x próximo de − 5 o numerador é sempre negativo (cerca de − 2 ). Assim para x → − 5 +^ o limite é −∞; para x → − 5 −^ o é ∞. Logo o limite não existe. (e) Note que x^2 − 5 x + 6 = (x − 3) ∗ (x − 2). Para x → 2 −, |x − 2 | = 2 − x. Logo a função é (x − 3) ∗ (−1) = 3 − x. Assim quando x → 2 −^ o limite é 1. Para x → 2 +, |x − 2 | = x − 2. Logo a função é (x − 3). Assim quando x → 2 +^ o limite é − 1.

Prob 1.5: (a) −∞. (b) 3 (x^3 +1 = (x+1)(x^2 −x+1)). (c) − 1 (para x → − 2 , |x| = −x). (note que 2 é raiz dupla: a^3 − 5 a^2 + 8a − 4 = (a − 1)(a − 2)^2 ). (d) Divida por x − 1 o numerador e o denominador para obter x^3 −x^2 −x− 2 x^2 +3∗x+2.^ R:^ −^1 /^2.^ (e)^4 (f)^ −∞^ (^

1 x −^

1 x^2 =^

x− 1 x^2 ). (g) 0 (o limite é 0 /3 = 0). (h) −∞. (i) 3 (rearrumando o numerador obtemos (x^2 + x − 2)/x). (j) 0. Prob 1.6: (a) ∞. (b) 3. (c) 5 / 4. (d) − 1 (para x pequeno, numerador vale

x^2 = −x). (e) ∞ (para x pequeno, vale − 3 y^3 /(

10 y^2 )). (f) sen(−2) (para x pequeno, numerador vale 4

x^6 = − 4 x^3 ). Prob 1.7: (a) como seno é limitado por ± 1 , temos que −

|x| ≤

|x| sen(1/x) ≤

|x|. Aplicando o Teorema do Sanduíche, concluímos que o limite é 0. (b) substituindo variável, o limite é 3. (c) substi- tuindo variável, o limite é e^5. (d) −∞. (e) e−^2 (fazendo y = − 2 x). Prob 1.8: (a) eab^ (mude variável para y = ax). (b) a−b 2 √c (racionalizando). Prob 1.9: (a) quando x → 0 −^ é 1 , quando x → 0 +^ é

(b) para x > 0 a função vale 1 /x − 1 /x = 0, para x < 0 vale 1 /x − (− 1 /x) = 2/x. Assim quando x → 0 + é 0 , quando x → 0 −^ é −∞. Prob 1.10: (a) É uma pegadinha, pois podemos sim- plicar a função para (x + 1)(x − 1)/(x − 1) = x + 1 para x 6 = 1 (função não esta denida no 1 ). Assim a função é a reta y = x + 1 mas sem estar denida em x = 1.

x

y

y = x + 1

(a) y = x^2 − 1 x − 1

(b) O sinal da função é dado pelo denominador, já que o numerador é sempre positivo (igual a 1). O sinal é: |x| > 1 a função é positiva, |x| < 1 é negativa. Assintotas verticais (quando denominador se anula): x = ± 1. A assíntota horizontal é y = 0 (o eixo x) pois o no ±∞ é 0.

x

y

(b) y =

x^2 − 1

x = − 1 x = 1

(b) Correto pois se K ∈ [3, 4] então K ∈ [2, 5]. Logo, pelo TVI, existe c ∈ [− 3 , −1] tal que f (c) = K. (c) Errado. O intervalo [0, 3] não está contido em [2, 5].

2.2 Problemas p.

Prob 2.1: (a) Simplique o (x − 2)^2 no numerador e denominador. a = 5. (b) Impossível. Teríamos que ter a = 3 e − 2 ao mesmo tempo. (c) a = 1. (d) Impossível pois o limite em x = 0 não existe. (e) Impossível pois teríamos que ter a = ∞, que não é um número real. (f) a = 3/ 4.

Prob 2.2: Temos que resolver o sistema

{ 2 a + b = | 2 − 1 | = 1, − 2 a + b = | − 2 − 1 | = 3.

Obtemos a = − 1 / 2 , b = 2.

Prob 2.3: (a) Note que f (0) = 0 < 10 e que lim x→∞ f (x) =

∞ Logo existe M > 0 tal que f (M ) > 10. Pelo TVI existe c ∈ [0, M ] tal que f (c) = 10. (b) Dena h(x) = log(x) − e−x. Queremos en- contrar b > 0 tal que h(b) = 0. Quando x → 0 +, log(x) → −∞ e e−x^ → 1. Logo, lim x→ 0 +

h(x) = −∞.

Quando x → ∞, log(x) → ∞ e e−x^ → 0. Logo, lim x→∞ h(x) = ∞. Assim existem M, N com 0 < M < N

e tais que h(M ) < 0 e h(N ) > 0. Como h é contínua, pelo TVI existe d ∈ [M, N ] tal que h(b) = 0. (c) Dena g(x) = f (x) − x. Se g(c) = 0, então f (c) = c. Note que g(0) = f (0) − 0 = f (0) ≥ 0 e g(1) = f (1) − 1 ≤ 0. Se em um dos extremos g se anular nos teremos obtido o c. Caso contrário, g(1) < 0 < g(0). Pelo TVI (g é contínua pois é a subtração de duas funções contínuas), existe c ∈ [0, 1] com g(c) = 0. Este resultado é uma versão simplicado do Teorema do Ponto Fixo de Brower. (d) Suponha, por contradição, que não é verdade que f (x) < 0. Assim, existiria um t ∈ [0, 2] com f (t) ≥

  1. Como f não se anula em [0, 2], na verdade f (t) > 0. Como f (−1) = − 3 , aplicando o TVI em [1, t] (f é negativa em 1 e positiva em t) concluímos que existe um c ∈ [1, 2] tal que f (c) = 0. Como isto é um absurdo, concluímos que f (x) < 2 no intervalo [0, 2].

Prob 2.4: Suponha que não e que existam a, b ∈ R, a 6 = b, tais que f (a) 6 = f (b). Como os irracionais estão em todo lugar em R (são densos em R), existe um ir- racional k entre f (a) e f (b). Como f é contínua, pelo TVI existe c ∈ R tal que f (c) = k é irracional. Con- tradição pois assumimos que f (x) é racional para todo x.