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Lista de Limite e Continuidade para disciplina de cálculo na faculdade
Tipologia: Exercícios
1 / 10
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x→a
x→b
x→c
x→ 3 +^
x→ 3
x→ 2
x→ 2 −^
x→ 2
x→ 3 +^
x→ 3 −^
x→ 3
x→c
x→c
x→ 2
x→k
x→ 2
x→ 0
x→ 3
x→ 0 −
x→ 0 −
x→ 0 −
x→ 0
x→ 2
x→ 0 −
x→ 3 +
x→ 1
x→ 1
x→ 1
x→ 1
x→∞
x→−∞
x→ 1 +^
x→ 1 −^
x→ 1 −^
x→ 1 +^
x→ 1 +^
x→ 1 +^
x→ 3 / 2
x→∞
1.2 Problemas
x→ 3 / 4
x→− 3
x→∞
h→ 0
x→ 4
h→− 1
x→a−^
x→a−^
x→a+^
2.2 Problemas
x
x − 2 − − − + x + 3 − + + + 1 − x + + − − 0 0 0 p(x) + − + −
x
y
(a) p(x) = (x − 2)(x + 3)(1 − x)
(b) Raízes são − 1 , 2. − 1 2 (x − 2)^2 + + + x + 1 − + + 0 0 q(x) − + +
x
y
(b) q(x) = (x − 2)^2 (x + 1)
(c) Raízes são 2 , 3 , 5. 2 3 5 3 − x + + − − (x − 2)^2 + + + + x − 5 − − − + 0 0 0 r(x) − − + −
x
y
(c) r(x) = (3 − x)(x − 2)^2 (x − 5);
Fix 1.9: (a) −∞. (b) ∞. (c) − 1. (d) (a função vale x^2 para x > 0 e −x^2 para x < 0 ) 0. (e) não existe pois depende de qual lado se aproxima. (f) −∞ (0+1/ 0 −^ = 0 − ∞ = −∞). (g) ∞. Fix 1.10: (a) não pode; (b) pode. Fix 1.11: (a) Falso. Se q(x) = x− 1 o limite não existe; se q(x) = −(x − 1)^2 o limite é −∞. (b) Falso. Se f (x) = q(x) então o limite será 1. (c) Verdadeiro. O denominador vai para − 1. As- sim, 0 /(−1) = 0 (não é indeterminação). Fix 1.12: Ser indeterminado signica que não pode- mos usar propriedades usuais (soma, produto, divisão) por ter resultado em uma indeterminação. Temos que aplicar outras técnicas para tentar calcular. Pode ser que não exista o limite ou que exista. Quando não existe nada mais podemos fazer. Fix 1.13: A condição (i) exclui a letra (b). Tanto (iii) quanto (iv) exclui letra (d). Finalmente a letra (c) não representa uma função: qual valor de f (0.99999)? São três possibilidades: logo não é função. Resposta: (a). Fix 1.14:
x
y
(a)
x
y
(b)
x
y
(c)
Fix 1.15: (a) É falso. O limite pode não existir. Por exemplo g descontínua em x = 3/ 2 : g(x) = 1 para x ≤ 3 / 2 e g(x) = 2 caso contrário. (b) Como − 1 ≤ cos(y) ≤ 1 ,
x^2
cos(
x^2 + 1) x^2
x^2
Assim, pelo Teorema do Sanduíche, como
lim x→∞
x^2 = lim x→∞
x^2
lim x→∞
cos(
x^2 + 1) x^2
1.2 Problemas p.
Prob 1.1:
x
y
(a) f (x) =
9 − x^2 ; |x| ≤ 3 |x| − 3; |x| > 3.
x
y
(b) f (x) =
x − 1; x ≥ 1; log(x) + 1; x < 1.
Prob 1.2: (a) e (b) o limite é 0. Em (c) o limite não existe pois oscila entre 0 e 1.
Prob 1.3: (a) 1 (racionalize o numerador). (b) 4 (note que para x próximo de 4 , |x| = x e racionalize). (c) − 1 / 2 (racionalize).
Prob 1.4: (a) não existe pois o valor oscila entre 1 e − 1. (b) −∞. (c) para x > 2 , como |x − 2 | = x − 2 , cancelamos os termos e a função é x + 1. para x < 2 , como |x − 2 | = 2 − x obtemos que a função é −(x + 1). Assim para x → 2 +^ o limite é 2 + 1 = 3; para x → 2 − o limite é −(2 + 1) = − 3. Logo o limite não existe. (d) Para x próximo de − 5 o numerador é sempre negativo (cerca de − 2 ). Assim para x → − 5 +^ o limite é −∞; para x → − 5 −^ o é ∞. Logo o limite não existe. (e) Note que x^2 − 5 x + 6 = (x − 3) ∗ (x − 2). Para x → 2 −, |x − 2 | = 2 − x. Logo a função é (x − 3) ∗ (−1) = 3 − x. Assim quando x → 2 −^ o limite é 1. Para x → 2 +, |x − 2 | = x − 2. Logo a função é (x − 3). Assim quando x → 2 +^ o limite é − 1.
Prob 1.5: (a) −∞. (b) 3 (x^3 +1 = (x+1)(x^2 −x+1)). (c) − 1 (para x → − 2 , |x| = −x). (note que 2 é raiz dupla: a^3 − 5 a^2 + 8a − 4 = (a − 1)(a − 2)^2 ). (d) Divida por x − 1 o numerador e o denominador para obter x^3 −x^2 −x− 2 x^2 +3∗x+2.^ R:^ −^1 /^2.^ (e)^4 (f)^ −∞^ (^
1 x −^
1 x^2 =^
x− 1 x^2 ). (g) 0 (o limite é 0 /3 = 0). (h) −∞. (i) 3 (rearrumando o numerador obtemos (x^2 + x − 2)/x). (j) 0. Prob 1.6: (a) ∞. (b) 3. (c) 5 / 4. (d) − 1 (para x pequeno, numerador vale
x^2 = −x). (e) ∞ (para x pequeno, vale − 3 y^3 /(
10 y^2 )). (f) sen(−2) (para x pequeno, numerador vale 4
x^6 = − 4 x^3 ). Prob 1.7: (a) como seno é limitado por ± 1 , temos que −
|x| ≤
|x| sen(1/x) ≤
|x|. Aplicando o Teorema do Sanduíche, concluímos que o limite é 0. (b) substituindo variável, o limite é 3. (c) substi- tuindo variável, o limite é e^5. (d) −∞. (e) e−^2 (fazendo y = − 2 x). Prob 1.8: (a) eab^ (mude variável para y = ax). (b) a−b 2 √c (racionalizando). Prob 1.9: (a) quando x → 0 −^ é 1 , quando x → 0 +^ é
(b) para x > 0 a função vale 1 /x − 1 /x = 0, para x < 0 vale 1 /x − (− 1 /x) = 2/x. Assim quando x → 0 + é 0 , quando x → 0 −^ é −∞. Prob 1.10: (a) É uma pegadinha, pois podemos sim- plicar a função para (x + 1)(x − 1)/(x − 1) = x + 1 para x 6 = 1 (função não esta denida no 1 ). Assim a função é a reta y = x + 1 mas sem estar denida em x = 1.
x
y
y = x + 1
(a) y = x^2 − 1 x − 1
(b) O sinal da função é dado pelo denominador, já que o numerador é sempre positivo (igual a 1). O sinal é: |x| > 1 a função é positiva, |x| < 1 é negativa. Assintotas verticais (quando denominador se anula): x = ± 1. A assíntota horizontal é y = 0 (o eixo x) pois o no ±∞ é 0.
x
y
(b) y =
x^2 − 1
x = − 1 x = 1
(b) Correto pois se K ∈ [3, 4] então K ∈ [2, 5]. Logo, pelo TVI, existe c ∈ [− 3 , −1] tal que f (c) = K. (c) Errado. O intervalo [0, 3] não está contido em [2, 5].
2.2 Problemas p.
Prob 2.1: (a) Simplique o (x − 2)^2 no numerador e denominador. a = 5. (b) Impossível. Teríamos que ter a = 3 e − 2 ao mesmo tempo. (c) a = 1. (d) Impossível pois o limite em x = 0 não existe. (e) Impossível pois teríamos que ter a = ∞, que não é um número real. (f) a = 3/ 4.
Prob 2.2: Temos que resolver o sistema
{ 2 a + b = | 2 − 1 | = 1, − 2 a + b = | − 2 − 1 | = 3.
Obtemos a = − 1 / 2 , b = 2.
Prob 2.3: (a) Note que f (0) = 0 < 10 e que lim x→∞ f (x) =
∞ Logo existe M > 0 tal que f (M ) > 10. Pelo TVI existe c ∈ [0, M ] tal que f (c) = 10. (b) Dena h(x) = log(x) − e−x. Queremos en- contrar b > 0 tal que h(b) = 0. Quando x → 0 +, log(x) → −∞ e e−x^ → 1. Logo, lim x→ 0 +
h(x) = −∞.
Quando x → ∞, log(x) → ∞ e e−x^ → 0. Logo, lim x→∞ h(x) = ∞. Assim existem M, N com 0 < M < N
e tais que h(M ) < 0 e h(N ) > 0. Como h é contínua, pelo TVI existe d ∈ [M, N ] tal que h(b) = 0. (c) Dena g(x) = f (x) − x. Se g(c) = 0, então f (c) = c. Note que g(0) = f (0) − 0 = f (0) ≥ 0 e g(1) = f (1) − 1 ≤ 0. Se em um dos extremos g se anular nos teremos obtido o c. Caso contrário, g(1) < 0 < g(0). Pelo TVI (g é contínua pois é a subtração de duas funções contínuas), existe c ∈ [0, 1] com g(c) = 0. Este resultado é uma versão simplicado do Teorema do Ponto Fixo de Brower. (d) Suponha, por contradição, que não é verdade que f (x) < 0. Assim, existiria um t ∈ [0, 2] com f (t) ≥
Prob 2.4: Suponha que não e que existam a, b ∈ R, a 6 = b, tais que f (a) 6 = f (b). Como os irracionais estão em todo lugar em R (são densos em R), existe um ir- racional k entre f (a) e f (b). Como f é contínua, pelo TVI existe c ∈ R tal que f (c) = k é irracional. Con- tradição pois assumimos que f (x) é racional para todo x.