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Exercício Resolvida da disciplina de Matemática Discreta 1
Tipologia: Exercícios
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Prove que para um inteiro n, n 3 +5 é ímpar se somente se n é par: a) por contraposição (a parte ‘se’) Temos que provar que Se n é par então n 3 +5 é ímpar por contraposição, ou seja:
. Temos que provar que Se n 3 +5 é par então n é ímpar Se n 3 +5 é par então n^3 +5 = 2k logo n^3 +2.2 + 1 = 2k, logo n^3 tem que ser ímpar pois se fosse par daria 2m+2.2 + 1= 2(m+2) + 1 o que é ímpar. Mas, se n 3 é ímpar, n não pode ser par pois nesse caso n^3 =2r.2r.2r = 2(4r^2 ) que é par.
Logo n tem que ser ímpar. c.q.d.
Temos que provar que Se n não é par então^ n^3 +5 não é ímpar. Como, por hipótese n é ímpar, será da forma n= 2k+1 para algum k. Então n^3 +5= (2k+1) 3 +5= (4k^2 + 4k+1)(2k+1)+5 = 8k 3 +8k+2k+4k^2 +4k+1+5 = 8k^3 +4k 2 +14k+6= 2 (4k^3 +2k 7 14k+3), logo r= 4k 3 +2k 7 14k+3 é um inteiro e temos que n3^ +5= 2r, portanto é par. C.Q.D. b) por absurdo ( a parte ‘somente se’) Temos que provar que Se n 3 +5 é ímpar então n é par por absurdo. Suponhamos que n 3 +5 é ímpar mas^ n^ também é ímpar. Mas, se n é ímpar, é da forma 2k+1, nesse caso teríamos n3^ +5 = (2k+1) 3 = (2k+1) (2k+1) (2k+1) + 5 = (4k^2 + 4k+3)(2k+1) + 5 = 8k^3 + 4k 2 + 8k^2 + 4k + 6k + 3 + 5 = 8k 3 + 12k 2 + 8k + 8 = 2(4k 3 + 6k^2 + 4k + 4) Que é para, em contradição de que n 3 +5 é ímpar. c.q.d.
Prove que “se x é positivo então x+1 é positivo” a) (^) por contraposição b) por contradição (a) provar que “se x+1 não é positivo então x não é positivo”. Ora, se x+1 ≤ 0, como x<x+1, teremos que x também é negativo; (b) suponha que x ≥ 0 e x+1 < 0. Como x ≥ 0, e x+1 > x, teremos x+1 > 0, contradição com a hipótese.
(a) Mostre, por contradição, que a função inversa de uma função bijetiva f(x), é única. Suponhamos que f(x) tem duas inversas f 1 -1^ (y) e f 2 -1^ (y). Como as duas funções são diferentes existe um y tal que f 1 -1(y)^ ≠^ f^2 -1^ (y). Neste caso, se x^ 1= f 1 -1^ (y) e x 2 = f^2 -1^ (y) temos que, f(x^ 1)=y e f(x2)=y, já que as duas são inversas de f(x). Mas neste caso f(x) não é injetiva e, portanto, não é bijetiva! CONTRADIÇÃO.
(b) Prove, por indução, que para todo inteiro positivo n vale que 7n-2n é divisível por 5. Para n=1 temos 7-2=5 OK Supondo que 7n-2n é divisível por 5 existe um k tal que 7n-2n=5k. Agora 7(n+1) – 2(n+1)= 7n+7-(2n+2)= 7n-2n +7-2 = 5k +7-2=5(k+1). CONFIRMADO
Encontre a relação de recorrência e a fórmula fechada desta seqüência. Para encontrar a fórmula fechada use o princípio expandir, supor, verificar. A sequência será 1, 3(=1+2), 6(=3+3), 10(=6+4), 15(=10+5), 21(=15+6),.., logo a relação de recorrência será: S(1) = 1 e S(n) = S(n-1) + n. Fórmula fechada: Expandir: S(1) = 1; S(2) = 1 + 2; S(3) = 1 + 2 + 3; S(4) = 1 + 2 + 3 + 4 Supor: S(n) = Σi=1,..,n i Verificar: S(1)=1 = Σ (^) i=1,..,1 i Supondo verdadeiro que S(n) = Σ (^) i=1,..,n i temos que S(n+1) = S(n) + n+1 = Σ (^) i=1,..,n i + n+1 =^ Σ^ i=1,..,n+1 i^ C.Q.D. O
F(n) < 2 n
(N.B. a seqüência de Fibonacci é dada por F(1)=1; F(2)=2 e F(n)=F(n-1) + F(n-2)) Hipótese de indução: F(1) = 1 < 2 1 , F(2) = 2 < 2^2 , F(n-1) < 2n-1^ e F(n) < 2 n.
Vamos mostrar que F(n+1) = < 2 n+1^ para n > 2 Por definição temos que F(n+1) = F(n) + F(n-1), substituindo a hipótese de indução, temos que F(n+1) < = 2. 2 n-1^ + 2^ n-1. = 3.2^ n-1^ < 4.2n-1^ = 2^ n+1^ está provada a conjectura. Na prova acima foi usada ‘indução completa’. A prova por indução simples seria: F(n+1) = F(n) + F(n-1), pela definição de F(n) = F(n-1)+F(n-2) + F(n-1), pela hipótese de indução < 2 n^ + F(n-1) como F(n-1) = F(n) – F(n-2) < 2 n^ + 2^ n^ – F(n-2) = 2n+1^ – F(n-2) Então temos F(n+1) + F(n-2) < 2 n+1^ e, como F(n-2) > 0 teremos^ F(n+1) < 2n+
R ={(x,y) ∈ B × S tal que x divide y}
(A^ ∩^ B) = {r}, logo (A^ ∩^ B)’ = {p,q,s,t,u,v,w}
{t,u,v,w} – {p,r,s,t,u,v} = {w}
{t,v} × {p,q,r,s} = {(t,p), (t,q), (t,r), (t,s), (v,p), (v,q), (v,r), (v,s)}
(^) {(r,s)}
{(1,1),...,(1,10),(3,3),(3,6),(3,9),(5,5),(5,10)}
Sejam A = {2,4,5,6,8}, B = {1,3,5} e C = {x/x ∈ Z e 3≤ x < 5} subconjuntos de S={0,...,10} Encontre: (c) (A ∩ B)’ (A ∩ B)’ = ({2,4,5,6,8} ∩ {1,3,5})’ = ({5})’ = {0,1,2,3,4,6,7,8,9,10} (d) A’ – (B ∪ C) A’ – (B ∪ C) = {2,4,5,6,8}’ – ({1,3,5}∪{3,4}= {0,1,3,7,9,10} – {1,3,4,5}) = {0,7,9,10} (e) (B-A) × A ({1,3,5} - {2,4,5,6,8}) × {2,4,5,6,8}= {1,3} × {2,4,5,6,8} = {<1,2>,<1,4>,<1,5>,1,6>,<1,8>, <3,2>,<3,4>,<3,5>,<3,6>,<3,8>} (f) R ={(x,y) ∈ B × A tal que x divide y} R = {<1,2>,<1,4>,<1,5>,1,6>,<1,8>, <3,6>,<5,5>}
Sejam: A = {letras do teu primeiro nome} e B = {letras do teu último nome}. a) Encontre (A ∩B’)’ − (B∪A)' Obs. O universo é L={letras do alfabeto} (AF 0C 7 B’)’ – (BF 0C 8 A)’ AF 0C 7 B’ = {U, R} (BF 0C 8 A) = [U,L,R,I,C,H,S,E] (AF 0C 7 B’)’ – (BF 0C 8 A)’ = {A-Z exceto U e R] - {A-Z exceto U L R I C H S E] = {L,I,C,H,S,E}
b) Seja l1 = {das duas primeiras letras de teu primeiro nome} e l2 = {das duas primeira letras de teu último nome}. Encontre (A Χ B) − (l1 Χ l2). l1={U,L} , L2 = {S,C} logo li X l2 = {<U,S>, <U,C> ,<L,S>, <L,C>}. Nesse caso teremos A X B – (l1 X l2) todos os pares de letras de {U,L,R,I,C,H} e {S,C,H,I,E,L} exceto os 4 acima. 8)..c Seja a gramática G = < Σ, L, P>, com Σ = Σ (^) t∪Σ (^) nt , Σt = {0,1}, Σnt = {S }, L= Σt * e as produções P = { S → 0S, S → 1} a) Quais sentenças válidas são produzidas por esta gramática? b) E se acrescentarmos a produção S → S0? (a) As sentenças válidas são 1, 01, 001, 0001, 00001, ... (b) Agora temos 1, 01, 001, 0001, ... e 10, 100, 1000, ... e 010, 0010, 00010, ... Ou seja, todas cadeias com um ‘1’ e restante ‘0’s.
8)..d a) Qual a diferença entre ∅ ,{∅}, {}? Dê a cardinalidade de cada um e as possíveis relações {⊆, ⊂, ∈ ou =} entre eles. RESP: |∅|=|{}|=0 e |{∅}| = 1. ∅ = {}, ∅ ∈ {∅}, ∅ ⊂ {∅}, ∅ ⊆ ∅ e {∅} ⊆ {∅}.
b) Dados os conjuntos A={a, {a}, {{a}}}, B={a} e C={∅, {a,{a}}}, dê a cardinalidade de cada um e mostre quais afirmações são verdadeiras: C⊆A; B∈A; B⊆C; {a, {a}}∈A; A-B∈C. RESP: |A| = 3, |B| = 1, |C| = 2. C⊆A - falsa; B∈A - verdadeira; B⊆C - falsa; {a, {a}}∈A - falsa; A-B∈C - falsa.
8)..e Dados 3 conjuntos A, B e C, mostre que a) A X (B F 0C 7 C) = (A X B) F 0C 7 (A X C). Parte 1: A X (B F 0C 7 C) F 0C D (A X B) F 0C 7 (A X C)
Se <x,y> F 0C E A X (B F 0C 7 C) então x F 0C E A e y F 0C E (B F 0C 7 C). Nesse caso y F 0C E B e y F 0C E C). Mas, com x F 0C E A e y F 0C E B temos que <x, y> F 0C E (A X B) e com x^ F 0C E A e y^ F 0C E C temos que <x, y>^ F 0C E (A X C). Destes dois fatos deduzimos que < x,y> F 0C E (A X B) F 0C 7 (A X C). Parte 2: O inverso se mostra invertendo todos os argumentos anteriores.
b) (A Χ B) − (Α Χ C) = A Χ (B−C) Parte 1: (A Χ B) − (Α Χ C) F 0C D A Χ (B−C) Se <x,y> F 0C E (A Χ B) − (Α Χ C) então <x,y> F 0C E A X B e <x,y> F 0C F (A X C). Pela primeira pertinência sabemos que x F 0C E A e y^ F 0C E B. Logo, para valer a relação^ F 0C F só é possível se y^ F 0C F C. Nesse caso temos x F 0C E A, y F 0C E B e y F 0C F C o que caracteriza a situação <x,y> F 0C E (A X (B-C)). c.q.d. Parte 2: similar a anterior 8)..f Considere a gramática: G = <∑, L, R >. Onde: Σ = {+, -, .,1, 2, 3, 4, 5, 6,7, 8, 9 ,0} U {B, S, I, P, F}, sendo B o símbolo inicial. R = {B → SIPF, S → +|-| λ I → ID | D P →. F → DD D → 0|1| 2| 3| 4| 5| 6|7| 8| 9 }
Considere a gramática: G = <∑, L, R >. Onde: Σ = Σ (^) nt ∪ Σ (^) t sendo Σt = {+, -, ., /, 1, 2, 3, 4, 5, 6,7, 8, 9 ,0} e Σ (^) nt = {B, EXP, OP, N, D}, com as regras de produção: R = { 1: B → EXP; 2: EXP → ( EXP ) OP N; 3: EXP → N OP N; 4: OP → + | - |. | / ; 5: N → D | ND; 6: D → 0 | 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 |7 | 8 | 9} )a Qual a linguagem que esta gramática define? Define expressões aritméticas da forma op1 op op2 em que op é um dos operadores +, -,. ou /, op2 é um número inteiro positivo e op1 é ou também um inteiro ou outra expressão da mesma forma entre parêntesis. )b Mostre como ela reconhece a expressão (30-5)+025. Indique qual regra foi aplicada em cada passo. -(1)-: B → EXP -(2)-: ( EXP ) OP N -(4)-: ( EXP ) + N -(5)-: ( EXP ) + ND -(5)-: ( EXP ) + NDD -(5)-: ( EXP ) + DDD -(6)-: ( EXP ) + 025 -(3)-: ( N OP N ) + 025 -(5)-: ( N OP D ) + 025 -(6)-: ( N OP 5 ) + 025 -(5)-: ( ND OP 5 ) + 025 -(5)-: ( DD OP 5 ) + 025 -(5)-: ( 30 OP 5 ) + 025 -(4)-: ( 30 - 5 ) + 025 )c Modifique a gramática para que ela: )d também reconheça expressões entre parêntesis à direita e Alterar a regra (2) para: 2: EXP → N OP (EXP) | ( EXP ) OP N; )e um número não comece com 0 (zero). Substituir as regras 5: e 6: por 5: N → P | PD; 6: D → DF | F; 7: P → 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 |7 | 8 | 9; 8: F → P | 0 | λ E acrescentar aos não-terminais os símbolos P e F.
Resp.: Os que só têm bicicletas são dados por
|B| - |C ∩Β| - |B∩Μ| + |C ∩Β ∩Μ| = = 97 - 53 - 7 + 2 = 41
Resp.: Todos que tê algum veículo são dados por |C ∪Β ∪Μ| = |C| + |B| + |M| - |C ∩Β| - |C ∩Μ| - |B∩Μ| + |C ∩Β ∩Μ| = = 83 + 97 + 28 - 53 - 14 - 7 + 2 = 136 Logo, os que não têm nada, são 150 – 136 = 14
Resp.: Seja C o conjunto dos consumidores
P o conjunto dos que preferem o perfume; E o conjunto dos que preferem a espuma; e N o conjunto dos que preferem ingredientes naturais. Temos |C| = 450, |P| = 425, |E| = 397 e |N| = 340 |P+E| = 284, |P+Ν| = 315, |N+E| = 219 e |P+E+Ν| = 147 Supondo que 'Perfume' significa 'Só Perfume', todos conjuntos serão disjuntos. Nesse caso teremos que F 0 |C| = |P| + |E| +|N| + |PC 7 E| + |P+Ν| + |N+E| + |P+E+Ν| = = 425 + 397+340+284+315+219+147 = 2127, mas |C| = 450!!
Mesmo supondo que 'Perfume' significa 'Também Perfume' teríamos |C| = |P ∪Ε ∪Ν| = |P| + |E| + |N| - |P ∩Ε| - |P ∩Ν| - |E∩Ν| + |P ∩Ε ∩Ν| = 425+397+340- 284 - 315 - 219 + 147 = 491 o que ainda é maior que 450
10)Quantas vezes dois dados precisam ser lançados para termos certeza que obtivemos algum par duas vezes? (Sugestão: divida as soluções em dois casos:
Resp. Como os resultados dos dois dados são independentes e cada dado tem 6 faces há, pelo princípio da multiplicação 6x6=36 possibilidades.
Seguindo a sugestão, consideramos dois casos:
a) Quando os dois dados têm o mesmo valor, há 6 possibilidades;
b) Fora (a) sobraram 30 possibilidades. Para cada par (dado1=n,dado2=m) existe outro lançamento (dado1=m,dado2=n) idêntico. Assim, haverá 15 lançamentos diferentes.
Pelo princípio da adição haverá 6+15 = 21 possibilidades de pares diferentes. Logo, pelo princípio da casa do pombo, após 22 lançamentos, um par terá que se repetir.
OUTRA SOLUÇÃO: Há 6 casos aditivos, dependentes:
Assim, pelo princípio da adição temos, ao todo, 6+5+4+3+2+1 = 21 combinações distintas.
c) Podem ser definidas mais propriedades de relações binárias ρ em um conjunto S: ρ é irreflexiva quando ∀x∈S temos (x,x) ∉ ρ] ρ é assimétrica quando ∀x,y∈S temos [(x, y)∈ ρ ⇒ (y, x) ∉ ρ] a. Construa uma relação binária em S = {1,2,3} que é assimétrica e anti-simétrica. Obtenha o fecho transitivo desta tua relação. b. Analise o conjunto < N , ‘<’>, os naturais com a relação ‘menor que’ em relação às duas propriedades definidas aqui e as outras. (5) R={(1,2), (2,3)}, o fecho transitivo é {(1,2), (2,3), (1,3)} (6) A relação < N , ‘<’> não é reflexiva e é irreflexiva, pois nenhum n<n. É anti-simétrica e assimétrica, pois não existe nenhum para n, m, com n<m e m<n. Pelo mesmo motivo também não é simétrica. É transitiva, pois se n<m e m< u, temos n<u.
d) Seja S={∅,{a}, {a,b},{c}, {a,c},{b}} e a relação de ⊆.
Desenhe o Diagrama de Hasse desta relação
Encontre o fecho transitivo (2) A relação ⊆ já é transitiva
e) Seja P um universo de pessoas e um banco de dados formado pelas relações
(a) Diga se a relação entre números naturais x ρ y ↔ x = y + 1 é um-para-um, um-para-muitos ou muitos-para-muitos. (b) Mostre se a relação entre cadeias de caracteres dada por x ρ y ↔ o comprimento de x é menor ou igual ao comprimento de y, é reflexiva, simétrica, anti-simétrica e/ou transitiva. (c) Crie uma relação qualquer que é reflexiva e simétrica mas não é transitiva; (d) Crie uma relação qualquer que não é reflexiva nem simétrica mas é transitiva; ()a É um-para-um pois para cada natural existe exatamente um que é igual a x+1, e inversamente, exceto o 0 cada um tem um antecessor x-1, nunca mais que um. ()b Reflexiva: pois o comprimento de toda cadeia é igual ao seu comprimento, logo é menor ou igual. Simétrico: Não pois se x é mais longo que y não terá comprimento menor. Anti-simétrica pois se comprimento(x) <= comprimento(y) e vice versa então x=y
i) Sejam A = {p,s,t,u}. e B = {p,q,r,s,t,u,v,w}. Encontre a) R ={(x,y) ∈ B × A tal que y é a próxima letra no alfabeto após x} R = {(r,s), (s,t), (t,u)} (para quem leu A× B): R ={(p,q), (s,t), (t,u), (u,v)} b) Encontre R’ o fechos reflexivo de R e R” o fecho transitivo de R’ R’=R ∪ {(r,r), (s,s), (t,t), (u,u)} (para A× B) R’=R ∪ {(p,p),(q,q),(s,s),(t,t),(u,u), (v,v)} R” = R` ∪ {(r,t), (s,u), (r,u)} (para quem leu A× B) R”=R’∪ {(s,u), (t,v),(s,v)} c) R” é uma relação de ordem? parcial ou total? É uma relação de ordem parcial, pois é fechada reflexivamente e transitivamente e é anti-simétrica, pois para todo par (x,y) de R” com x≠y, x será uma letra anterior a y logo é impossível termos (y,x).
j) Sejam o conjunto S = {a, b, c, d} e a relação ρ = {(a,a), (a,b), (b,d), (b,a), (b,b), (c,a)}.
filho-de(F,P), filha-de(F,P).
Crie um banco de dados de produtos, clientes e vendas. Para o cliente temos um número, o nome e o ano desde quan está cadastrado. Dos produtos temos um código, nome e total em estoque e das vendas é registrado a data, nr. do clie e código do produto, quantidade e preço unitário. Crie operações relacionais para responder às perguntas: ()e Quais os clientes que efetuaram compras em um valor superior a R$ 1000,00. ()f Dado uma relação R a função count(R) determina o número de tuplas contidas em uma relação. Determine quantos produtos não foram vendidos no ano corrente. Sugestão: calcule quantos produtos já foram vendidos Contando todos produtos existentes, da para determinar quantos não foram vendidos. Temos CLIENTE(NR, NOME, ANO), PROD(CÓD, NOME, ESTOQUE) e VENDAS(DATA, CLIENTE, CÓD, QUANT, PREÇO). .e RESP = VENDAS[QUANT*PREÇO > 1000)[CLIENTE] .f (^) PV = VENDAS V[V.COD=PROD.P]PROD VENDIDOS = PV[COD] RESP = count(PROD) - count(PV)
Para tornar a função injetiva, basta reduzir o domínio aos números positivos e o zero, o N. Para torná-la
sobrejetiva, analisemos f(x). Em N, teremos;f(0)=1, f(1)=1; f(2)=5; f(3)=10, f(4)=17 e assim por diante. Então, para tornar f(x) uma bijeção consideramos N* o conjunto dos naturais com o zero e D={x/x=n 2
f:Z → Q dada por f(x) = 1/x f não é bem definida, pois para 0∈Z, f(0) não está definida. Reduzindo o domínio para Z-{0}, teremos que f é injetiva, pois para quaisquer inteiros x e y, se x≠y certamente 1/x ≠1/y f não é sobrejetiva pois a imagem de qualquer x∈Z-{0} f(x) será um número entre -1 e 1, logo todos número maiores que 1 ou menores que -1 não estão na imagem de f. Para tornar a função bijetiva notamos que a imagem de f(Z-{0}) = {y/ y é um racional que pode ser escrito da forma 1/x com x∈Z- {0}}. Se chamarmos esse conjunto de D, teremos uma bijeção f: Z-{0}→ D. Nesse caso f -1^ (x)=f(x)=1/x.
f:N → N × N dada por f(x) = (x,x^2 ) f será injetiva pois se x≠y, é claro que (x,x 2 ) ≠(y,y^2 ).
f não é sobrejetiva, pois do contradomínio N×N, o primeiro N será todo coberto por f mas no segundo só os quadrados perfeitos serão imagem de f. Logo, para tornar a função uma bijeção definimos D⊂N
×N como D={(y,z)/ z=y^2 }. Temos, então, f:N→^ D, com f(x)=(x,x^2 ) e f^ -1: D^ →^ N, com f-1^ (x,x^2 )=x
(c) Em cada caso abaixo, mostre se as funções definidas são bijeções, homomorfismos ou isomorfismos. Se for isomorfismo, mostre o homomorfismo inverso. f: <R-{0}, + > F 0A E <R-{0}, + > dada por f(x) = 1/x É bem definida pois todo real diferente de zero tem um inverso. É injetiva pois se xF 0B 9 y também temos 1/x^ F 0B 9 1/y É sobrejetiva pois todo real diferente de zero x tem um inverso 1/x. Nesse caso f(1/x) = x, logo x pertence à imagem f(R-{0}). Para ser um homomorfismo tem que valer f(x) + f(y) = f(x+y) já que dos dois lados a operação é a soma. A primeira parte é 1/x + 1/y = (y+x)/(x.y) e a segunda será 1/(x+y), logos são diferentes. P.ex. para x=1 e y=2 teríamos (y+x)/(x.y) = 3/2 e 1/(x+y) = 1/3. Concluímos que é bijetora mas não é homomorfismo.
f: <Z, + > F 0A E <P, + > dada por f(x) = 2x (P é o conjunto de números pares) É bem definida pois para todo inteiro n, 2n é um número par. É injetiva pois para inteiros n e m diferentes, teremos 2nF 0B 9 2m. É sobrejetiva, pois para todo par p existe o inteiro p/2 tal que f(p/2) = p. Para ser homomorfismo deve valer f(x) + f(y) = f(x+y). Temos f(x) + f(y) = 2x + 2y = 2(x+y) = f(x+y). Também f -1^ (x)+ f -1(y)= x/2 + y/2 = (x+y)/2 = f -1^ (x+y) Logo é bijeção e ambos são homomorfismos, portanto é um isomorfismo. f: <Z, +> F 0A E <P,. > dada por f(x) = 2x (P é o conjunto de números pares) Pelos mesmos argumentos acima é uma bijeção. Para ser homomorfismo deve valer f(x). f(y) = f(x+y). Temos f(x). f(y) = 2x. 2y = 4xy, mas f(x+y) = 2(x+y). Logo não é homomorfismo nem isomorfismo (d) Dadas as álgebras de Boole B1 = <{0,1}, +, ·, ‘, 0, 1>, com x+y = max(x,y) e x · y = min(x,y), e B4 = <{F,V}, ∧, ∨, ¬, F, V>, então existe um isomorfismo natural h: B1 → B4 , com h(0) = F e h(1) = V. Resolva, cada expressão a seguir de duas formas: (1) diretamente em B1 e (2) aplicando h(e), resolvendo em B4 e aplicando h -1^ ao resultado:
(e)Prove que para toda Álgebra de Boole vale a) x = y se e somente se x · y’ + y · x’ = 0 d) se x=y temos x · y’ + y · x’ = x · x’ + x · x’ = 0 + 0 = 0 e) se x · y’ + y · x’ = 0 temos x · y’ = 0 e y · x’ = 0 mas, se x · y’ = 0 y’ é o complemento de x, logo y = x. b) x+y’ = x + (x’ · y + x · y)’ vamos mostrar que y’ = (x’ · y + x · y)’. Mas (x’ · y + x · y)’ = ((x’ + x)·y)’ = (1·y)’ = y’
(f) Dado S = {1,2,3,4,5}, seja o reticulado R=<{<1,2>,<1,3>,
<1,4>,<2,5>,<3,5>,<4,5>},inf,sup>. Porque a estrutura B=<S, inf, sup, ‘, 1, 5>, em que ‘
Comutativa: x ⊗ y = x. y’ + y. x’ = y.x’ + x.y’ = y ⊗ x Neutro: x ⊗ 0 = x. 0’ + 0. x’ = x.1 + 0 = x, logo 0 é o neutro Inverso: x⊗x = x.x’ + x’.x = 0+0 = 0 logo todo elemento é seu próprio inverso. Conclui-se que <B,^ ⊗> é um grupo comutativo.
e) considerando x ⊗ y uma função booleana, dê suas definições tabelar e esquemática. Tabelar: x ⊗ y x y x’ y’ x.y’ y.x’ x.y’+y.x’ 0 0 1 1 0 0 0 0 1 1 0 0 1 1 1 0 0 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 0 Esquemático:
(h) Em cada caso determine a estrutura algébrica de <S, *>:
e) S = {1, -1, i, -i} e * é a multiplicação com i = √-1 e i 2 = -1. (sugestão: faça a tabela de multiplicação)
pela tabela vê-se que a operação é fechada. É associativo pois a multiplicação de números complexos é associativa. Tem elemento neutro (1), os inversos são -1’=1, 1’=1, i’=-i e –i’=i; pela associatividade da multiplicação ela também é associativa e é comutativa pois a tabela é simétrica. Logo é um grupo comutativo.
f) S = {1,2,3,4} e * é · 5 o produto modulo 5. É fechado (vide tabela). É associativo pois a multiplicação de números módulo n é associativa. É comutativo pois a tabela é simétrica. O elemento neutro é 1. Inversos 1’=1; 2’=3, 3’=2 e 4’=4. Associativo.
Também é grupo comutativo.
(i) Assim como existe um isomorfismo entre álgebras (que preserva as operações) pode-se definir isomorfismos entre conjuntos parcialmente ordenados <S,≤> e <S’,≤’> como uma bijeção f:S→S’ que preserva as ordens, ou seja, se x≤y então f(x)≤’f(y).
(j) Dado Σ = {a,e,i}, e S = {1,2,3}. Que determinam duas Álgebras de Boole: L = <Σ^3 , *, +, ‘,λ, “aei”> com Σ^3 sendo todas cadeias de^ Σ^ com 0 a 3 vogais em ordem alfabética;^ λ^ a cadeia vazia; x * y = a cadeia com as letras comuns a x e y, x +y = a cadeia com todas letras de x e y, e x’ = Σ-x, ou seja, a cadeia com todas letras que não estão em x. e S = < P (S), ∩, ∪, ‘,∅, S>
a) Pelo teorema das álgebras booleanas finitas estas duas estruturas são isomorfas, pois |L|=|PS|=8. Defina este isomorfismo; o isomorfismo h: Σ^3 → S é dado pela tabela: x = λ^ a e i ae ai ei aei h(x)= ∅^ {1} {2} {3} {1,2} {1,3} {2,3} {1,2,3} Para mostrar que é isomorfismo, tem que ser um homomorfismo e ser bijetora. b) dada a expressão (λ’ * (“ai” * ”ei”) + (“aei” * (“a”)’)). Calcule o resultado de duas maneiras: (i) diretamente em L e (ii) convertendo-a para PS , resolvendo em PS , e convertendo o resultado de volta para L. i) direto: (λ’ * (“ai” * ”ei”) + (“aei” * (“a”)’) = (“aei””i”)+(“aei””ei”) = “i”+”ei”= “ei” ii) indireto: h((λ’ * (“ai” * ”ei”) + (“aei” * (“a”)’))=(( ∅’ ∩ ({1,3}∩{2,3}) ∪ (S∩{1}’)= ((S ∩ {3}) ∪ (S∩ {2,3}) = {3} ∪ {2,3} = {2,3}, h -1({2,3} = “ei”.
(k) Dados Σ = {a,e,i}, e S = {1,2,3}. Que determinam duas Álgebras de Boole: L = <Σ 3 , inf, sup, ‘,λ, “aei”> com Σ 3 sendo todas cadeias de Σ com 0 a 3 vogais em ordem alfabética; λ a cadeia vazia; inf(x,y)=a cadeia com as letras comuns a x e y, sup(x,y) = a cadeia com todas letras de x e y, e x’ = “aei”-x, ou seja, a cadeia com todas as letras que não estão em x. e PS = < P (S), ∩, ∪, /, ∅, S> a) Pelo teorema das álgebras booleanas finitas estas duas estruturas são isomorfas, pois |Σ^3 |=|PS|=8. Defina este isomorfismo; Seja h: <Σ 3 -> P(S) dada por:
X λ^ “a”^ “e”^ “i”^ “ae”^ “ei”^ “ai”^ “aei”
h(x) ∅^ {1} {2} { 3} { 1,2} { 2,3} { 1,3} { 1,2,3}
E as funções: h(sup) = ∪; h(inf) = ∩ e h(‘) = ‘ ‘
b ) dada a expressão inf(sup(λ,sup(“a”,”ae”)’), inf(“aei”, (“a”)’)). Calcule o resultado de duas maneiras: (i) diretamente em L e (ii) convertendo-a para PS , resolvendo em PS , e convertendo o resultado de volta para Σ 3.
Direto: inf(sup(λ, sup(“a”,”ae”)’), inf(“aei”, (“a”)’)) = inf(sup(λ ,(“ae”)’), inf("aei" ,“ei”)) = inf(sup(λ,“i”), “ei”) = inf( “i”, “ei”) = “i” Indireto: h(inf(sup(λ, sup(“a”,”ae”)’), inf(“aei”, (“a”)’))) = (( ∅^ ∪^ /({1}∪{1,2}))^ ∩^ ({1,2,3}∩/{1})) =(∅^ ∪^ /({1,2}^ )^ ∩^ (({1,2,3}∩{2,3})) = ( ∅ ∪ {3}) ∩ ({2,3}) = ({3}) ∩ ({2,3}) = {3} c) E temos que h -1({3}) = “i” (l) Dado uma Álgebra de Boole <S, +, ., ‘, 0, 1> qualquer, mostrar, justificando cada passo: a) Se definirmos uma nova operação ( ‘ou exclusivo’) ⊕ como sendo: x⊕y=x.y’ + y.x’, vale x⊕y = y⊕x e também x⊕1=x’ x⊕y= x.y’ + y.x’=y.x’+x.y’=y⊕x x⊕1= x.1’ + 1.x’= (^) 1bx.0+x’.1=4b0+x’= (^) 4a x’ b) Propriedades (x.y)+(x.z) = x.[y+(x.z)] e também (x+y.x)’ = x’ x.[y+(x.z)]= (^) 3b x.y+x(x.z)= (^) 2b x.y+(x.x)z=x.y+x.z (x+y.x)’= (^) 3a ((x+y).(x+x))’=6a ((x+y).x)’=^ 7a (x+y)’+x’=^ 1a x’+(x’+y’)=absorção x’ (falta provar a absorção)
(m)Dado uma álgebra <Z, ⊕>, sendo Z os inteiros, defina operações ⊕ tal que: k) Comutativa mas não associativa ⊕(x,y) = (x+y) 2 é comutativa, pois (x+y)^2 = (y+x) 2 e não é associativa pois, p.ex.
<R,+> é grupo comutativo (vale ANIC) e <R,.> é semi-grupo. É fácil mostrar isso. <R,.> além de ser semi-grupo possui neutro, logo é um monóide. <R-{0},.> também possui inverso 1/x para todo x ∈ R-{0}, logo é grupo comutativo. b) Em uma álgebra de Boole <S, +, ., ‘, 0, 1>, <S,+> é um monóíde comutativo Pela propriedade 1a é comutativo pela 2a é associativo, e pela 4a o neutro é 0. A operação ‘ não determina um inverso em relação a +, pois a+a’ = 1 e deveria ser 0.
(p) Em cada caso abaixo, mostre quais das funções definidas são bem definidas, bijeções,
homomorfismos e quais são isomorfismos. Para o isomorfismo, mostre o isomorfismo inverso. c) f: <Z, + > → <Z, + > dada por f(x) = 0 é um homomorfismo pois se x+y=z, temos f(x)+f(y)=0+0=0=f(z). Não é isomorfismo pois não é injetiva nem sobrejetiva. d) f: <Z, + > → <Z, + > dada por f(x) = x + 1 Não é homomorfismo, pois se x+y=z, temos f(x)+f(y)=x+1 + y+1 = x+y+2 enquanto f(x+y)=x+y+1≠x+y+2. Se não é homomorfismo também não pode ser isomorfismo. e) f: <Z, +> → <Z,. > dada por f(x) = x Não é homomorfismo pois se x+y=z deveríamos ter f(x).f(y)=f(z) ou seja x.y=z Logo também não é isomorfismo. f) f: < R -{0}, + > → < R -{0}, + > dada por f(x) = 1/x É bem definida pois todo real diferente de zero tem um inverso. É injetiva pois se x≠y também temos 1/x ≠ 1/y É sobrejetiva pois todo real diferente de zero x tem um inverso 1/x. Nesse caso f(1/x) = x, logo x pertence à imagem f( R -{0}). Para ser um homomorfismo tem que valer f(x) + f(y) = f(x+y) já que dos dois lados a operação é a soma. A primeira parte é 1/x + 1/y = (y+x)/(x.y) e a segunda será 1/(x+y), logos são diferentes. P.ex. para x=1 e y=2 teríamos (y+x)/(x.y) = 3/2 e 1/(x+y) = 1/3. Concluímos que é bijetora mas não é homomorfismo. g) f: <Z, + > → <P, + > dada por f(x) = 2x (P é o conjunto de números pares) É bem definida pois para todo inteiro n, 2n é um número par. É injetiva pois para inteiros n e m diferentes, teremos 2n≠2m. É sobrejetiva , pois para todo par p existe o inteiro p/2 tal que f(p/2) = p. Para ser homomorfismo deve valer f(x) + f(y) = f(x+y). Temos f(x) + f(y) = 2x + 2y = 2(x+y) = f(x+y). Também f -1^ (x)+ f -1(y)= x/2 + y/2 = (x+y)/2 = f -1^ (x+y) Logo é bijeção e ambos são homomorfismos, portanto é um isomorfismo. h) f: <Z, +> → <P,. > dada por f(x) = 2x (P é o conjunto de números pares) Pelos mesmos argumentos acima é uma bijeção. Para ser homomorfismo deve valer f(x). f(y) = f(x+y). Temos f(x). f(y) = 2x. 2y = 4xy, mas f(x+y) = 2(x+y). Logo não é homomorfismo nem isomorfismo.
Defina a estrutura algébrica de:
< Σ, ||> com: Σ o conjunto de todas cadeias de caracteres (strings) || a operação de concatenação de strings É associativo pois, se a=a (^) 1..an, b=b (^) 1..bm e c=c (^) 1..ck, teremos a||(b||c)=(a||b)||c = a (^) 1..an b1..bm c (^) 1..ck Não é comutativo, pois, por exemplo ab||cd = abcd mas cd||ab=cdab Tem neutro , pois para a cadeia vazia λ vale: aλ=a para qualquer a Não tem inverso, pois a concatenação só aumenta uma cadeia, logo para toda cadeia não vazia a não pode existir b tal que a||b=λ Conclui-se que a estrutura é um Monóide.
< Z6, +6,.6> com:
Z (^) 6= {0,1,2,3,4,5} sendo + 6 a soma módulo 6 e. 6 o produto módulo 6 Analisemos cada operação: < Z6, +>, é associativo pois como a soma é associativa teremos x+(y+z)=(x+y)+z=x+y+z= 6k + r. se x+(y+z) = x +(6q (^) 1+r1) = 6q 2 + r 2 e x + 6 (y+ 6 z) = x + 6 r 1 = r 2 com r 2 = r Analogamente mostra-se também que (x + 6 y)+ 6 z = r
É comutativo por argumento análogo ao acima, decorrente da comutatividade da soma Tem neutro que é o 0, pois x+ (^) 60=x
Tem inverso , pois para todo n∈Z (^) 6, teremos que n+(6-n)=6=0 (mod 6). Logo x’=6-x Logo < Z (^) 6, +> é um grupo comutativo. < Z6, .>:
Pelos mesmos argumentos acima, vê-se que é associativo e comutativo ; Tem neutro que é o 1, pois x.1=x < Z6-{0}. 6 > não é grupo, pois Z (^) 6-{0} só tem inteiros que não têm inverso na multiplicação. Logo < Z (^) 6, .> é um monóide comutativo e < Z (^) 6,+, .> será um anel comutativo com neutro na
multiplicação.
A soma módulo 5 é associativa. Análogamente a multiplicação também o é.
Como a soma e multiplicação normais são comutativas estas operações módulo 5 também o serão. O neutro de + 5 é o 0. O neutro de^ * 5 é o 1. Os inversos em + 5 serão: 0’= 0, 1’=4, 2’= 3, 3’=2 e 4’=1.
Em * 5 não pode haver inverso pois para x F 0C EZ 5 não haverá inverso x’ com
x.x’=1. Mesmo para Z 5 – {0}.
A distributividade que vale para as soma e multiplicação normais pode
ser aplicado às operações de módulo pois, teremos x* 5 (y+ 5 z) = (x.(y+z)mod 5) mod 5 = (x.(y+z))mod 5 = (x.y+xz))mod 5 =
((x.y)mod 5+(xz)mod 5))mod 5 = (x* 5 y)+ 5 (x* 5 z).
Concluimos que a estrutura é um Anel Comutativo.
14). Seja B={0,1,a,b}. Defina uma álgebra de Boole <B,+,*,’,0,1> sendo que ‘ é definido como: 0’=1, 1’=0, a’=b e b’=a. Defina as operações + e * por duas tabelas.