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ALGEBRA LINEAR E GEOMETRIA ANALITICA
Tipologia: Notas de estudo
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a 21 ⋅ a 12 (produto dos elementos da diagonal secundária)
a 11 ⋅ a 22 (produto dos elementos da diagonal principal)
Exemplo:
Os determinantes podem ser definidos a partir de permuta-
No entanto, para obtê-los, usaremos métodos mais prá- ticos que serão apresentados nesta e nas próximas aulas.
REGRA PRÁTICA DE SARRUS (apenas para determinantes de ordem 3): na direção da diagonal secundária:
na direção da diagonal principal:
Exemplo:
1. Calcule:
a) =^1 ⋅ 9 – 3^ ⋅^1 Resposta:^^6
b) =
c) =
sen x – cos x cos x sen x
a 11 a 12 a 21 a 22 a 31 a 32
a 11 a 12 a 13 a 21 a 22 a 23 a 31 a 32 a 33
a 11 a 12 a 13 a 21 a 22 a 23 a 31 a 32 a 33
a 11 a 12 a 21 a 22
a 11 a 12 a 21 a 22
A toda matriz quadrada A de ordem n é associado um único número, chamado de determinante de A e denotado, indiferentemente, por det(A) ou por |A|.
11010508
2. Mostre que a equação
admite raízes reais, para qualquer constante real m.
∆ = [– (m + 1)] 2 – 4m
∆ = (m + 1) 2 – 4m
∆ = m^2 + 2m + 1 – 4m
∆ = (m – 1) 2
Para todo real m, temos ∆ 0
Caderno de Exercícios — Unidade III
x 0 m 1 x 1 1 1 1
Exemplo:
Considerando a matriz A = e os menores com-
plementares dos elementos da sua primeira linha, temos
D 11 = , D 12 = , D 13 = e, portanto,
D 11 = 6, D 12 = – 1 e D 13 = – 4.
COFATOR
Exemplo:
Considerando os cofatores dos elementos da 1ª linha, no exemplo acima, temos:
Exemplo: Escolhendo a 1ª- linha no exemplo anterior, temos:
det (A) = 8
1. O valor do determinante é
a) 5 b) – c) 4 d) – 4 e) 1
2 0 – 2 1 0 1 3 1 2 1 0 3 1 1 1 0
soma dos produtos dos elementos de uma fila qualquer (linha ou coluna) pelos seus respectivos cofatores.
Sendo a (^) ij um elemento qualquer de uma matriz A de
mento qualquer de A. Eliminando a linha i e a coluna j de aij obtemos uma ma- triz de ordem n – 1, cujo determinante Dij é chamado de me- nor complementar de aij.
Sendo A, B e C matrizes quadradas de ordem n, e k uma constante, temos as seguintes propriedades:
Aula 41
condição propriedade exemplo
B = At^ (transposta de A)
det (B) = det (A) = – 2
B é obtida de A, P2:
número k.
B é obtida de A, P4:
fila paralelas. det (A) = – 2 e det (B) = – det (A) = 2
Há, em A, duas filas
paralelas iguais.
P6: (teorema de Binet):
det (A) = – 2, det (B) = 3 e det (AB) = – 6
c1: A, B e C diferem em, P7: no máximo, uma fila k.
c2: nesta fila k, cada det (C) = det (A) + det (B) A = , B = , C =
elemento cij é igual a (diferem apenas na 2ª coluna)
aij + bij. det (C) = det (A) + det (B) = 6 + 2 = 8
Todos os elementos de P8:
da diagonal principal é o produto dos elementos da são nulos. diagonal principal.
1. Sabendo que = 2
Calcule:
= 2 ⋅ 3 (–1) ⋅ =
= (– 6) ⋅ 2 = – 12
2. O determinante vale:
a) 0 b) 1 c) a + b d) a + b + c e) n.r.a.
3. Sendo A uma matriz de ordem 3 e det A = 4, calcule: a) det (A^2 ) b) det (2A)
a) det (A 2 ) = det (A ⋅ A) = det A ⋅ det A
↓
Assim: det (2A) = 2 3 ⋅ det A det (2A) = 8 ⋅ 4
Caderno de Exercícios — Unidade III
a d 2a + d b e 2b + e c f 2c + f
2a 3d – g 2b 3e – h 2c 3f – i
a d g b e h c f i
Caderno de Exercícios — Unidade III
Uma matriz quadrada A de ordem n diz-se invertível, ou não singular, se, e somente se, existir uma matriz que indi-
camos por A –1^ , tal que:
A ⋅ A –1^ = A –1^ ⋅ A = I (^) n
onde I (^) n é a matriz identidade de ordem n.
OBSERVAÇÃO
Pode-se provar que: 1º-) Se A ⋅ A –1^ = I, então A –1^ ⋅ A = I. 2º-) A é invertível se, e somente se, det A ≠ 0.
3º-) det A –1^ =
1. Determinar x de modo que a matriz
A = seja invertível.
2. Obtenha a matriz inversa da matriz:
A =
I — det A = 2 → ( ∃ A – 1)
A ⋅ A–1^ = I → ⋅ =
2c = 0 ∴^ c = 0 2d = 1 ∴ d =
a – 0 = 1 ∴ a = 1 b – = 0 ∴ b =
2 x 1 1 3 0
det A
3. Seja A =. O valor de x tal que det é:
a) 1 d) 4 b) 2 e) 0 c) 3
det A–1^ = (^) ⇒ det A = x – 1
4x = 16 ∴ x = 4
Caderno de Exercícios — Unidade III
x
5 x 3 3
Tratemos, agora, dos sistemas de m equações a n incóg- nitas x 1 , x 2 , ... x (^) n, da forma
de coeficientes e bi são constantes chamadas de termos inde-
pendentes. Nestas aulas, consideraremos que incógnitas e constantes sejam números reais, embora toda a teoria a ser vista também seja válida com números complexos. Consideraremos, tam- bém, que as incógnitas estejam numa mesma ordem nas equações.
Exemplo:
2x = 2z e 2y = z. Temos o sistema linear de duas equações e três incógnitas
exemplo: Note que (0, 0, 0) e (2, 1, 2) são soluções de
.
Na verdade, esse sistema admite infinitas soluções e todas
Levando em conta o número de soluções, temos a seguinte classificação de sistemas: determinado possível sistema indeterminado impossível
2x + 0y – 2z = 0 0x + 2y – 1z = 0
123
Um conjunto ordenado de números (k 1 , k 2 , ... kn) será uma solução do sistema se, e somente se, substituindo x 1 por k 1 , x 2 por k 2 , ... e xn por kn, nas m equações, obtivermos todas as igualdades verificadas.
2x + 0y – 2z = 0 0x + 2y – 1z = 0
123
a 11 x 1 + a 12 x 2 + ... + a (^) 1nxn = b 1 a 21 x 1 + a 22 x 2 + ... + a (^) 2nxn = b 2 . . am1 x 1 + am2 x 2 + ... + a (^) mn xn = bm
Aula 44
1. Resolver, aplicando a regra de Cramer:
2. Para que valores de m o sistema:
é possível e determinado?
a) m ≠ 3 d) m = 6
c) m ≠ 6
≠ 0 ∴ 2m – 12 ≠ 0
∴ m ≠ 6
3. Resolver pela Regra de Cramer:
Caderno de Exercícios — Unidade III
- (a – b)
ax + y = b (a ≠ b) bx + y = a
mx + 3y = 7 4x + 2y = 9
- 2 3 2
- 2 2 – 3
- 2 3 – 3
x + y = 1