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Relatório sobre medidas de volume
Tipologia: Provas
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DISCIPLINA: Química Experimental
PROFª Msc. Cristiane Arcângela de S. Mendes
Thiago Sousa e Sousa, 2013027847
São Luís – MA
2013
Aprender a manusear os equipamentos de medição de volume que são utilizados dentro de um laboratório de química, além de analisar a precisão dos instrumentos volumétricos.
Para testar a precisão dos instrumentos volumétricos (pipeta volumétrica, pipeta graduada, béquer, balão volumétrico, proveta, bureta e erlenmeyer) e aprender a
exatidão, usa-se o béquer com escala, o qual possui precisão variante de 5%. Os instrumentos volumétricos são divididos em duas categorias.
A primeira é denominada T.D (to deliver), a qual engloba as vidrarias que servem para dar escoamento a outros líquidos. Como exemplo pode-se citar as pipetas, que se dividem em duas, a graduada e a volumétrica. A primeira conta com uma escala que possui uma constante de variação. A segunda possui um valor fixo, o qual é representado por um traço que delimita até onde o líquido deve ficar. Um fato importante dessa vidraria é a sensibilidade dela às variações de temperatura, pois variações bruscas provocam a inexatidão da mesma. Outro instrumento de medição é a bureta, a qual é utilizada na vertical e possui uma torneira para escoamento de líquidos, além de ser apoiada por um suporte universal. Seu principal objetivo é a correta dosagem volumétrica de reagentes e é utilizado em titulações. A proveta é um instrumento de forma cilíndrica, possui uma escala graduada não tão precisa quanto as citadas anteriormente.
A segunda categoria também é chamada de T.C (to contain), e nela se enquadram os balões volumétricos, os quais possuem uma medida fixa delimitada pelo menisco, é normalmente utilizado em dissoluções de sólidos. Os béqueres que são de uso bem geral e podem se apresentar em diversos tamanhos, além de possuírem uma base plana para sua sustentação. Outra característica sua é a pequena precisão nas medidas, quando comparadas ao balão volumétrico, pipeta ou bureta. O erlenmeyer possui medidas pouco precisas.
Apesar das precisões de determinados instrumentos pode haver alguns erros nas medidas, os quais muitas vezes são provocados pelas mudanças bruscas de temperatura nas vidrarias, um exemplo é medir soluções ou reagentes quentes. O uso de instrumentos sujos ou molhados, a calibração imperfeita dos aparelhos são outras formas de erro. Os erros de paralaxe são os mais comuns e se dão pela leitura errada dos volumes nas vidrarias. O modo correto de medir é colocar o menisco nas alturas dos olhos, pois se ficar um pouco acima ter-se-á a impressão de o líquido estar abaixo do menisco. Se olhar de baixo, ter-se-á a sensação de o líquido estar um pouco acima do menisco.
Os resultados obtidos serão expressos nas medidas do SI, o metro cúbico (m 3 ). Porém é importante ressaltar que os submúltiplos como o litro (L) ou decímetro cúbico (dm^3 ), milímetro (mL) ou centímetro cúbico (cm 3 ) também são válidas.
Os instrumentos de medição têm maneiras adequadas de utilização, as pipetas graduadas e volumétricas devem ser lavadas com água deionizada e com o pouco do reagente ou solução que se irá medir. Para se aspirar o líquido, que pode estar num béquer, é necessário localizar a extremidade da pipeta no cerne da solução, ou seja no meio, pois evita a entrada de ar na mesma. Em seguida, se elimina o excesso de volume da pipeta pressionando a pera na letra E (expirar). Só depois transfere o líquido para outro recipiente.
Após a medição do líquido, deve-se transferir com o auxílio de um bastão de vidro, o qual direciona o líquido evitando o seu derramamento. O líquido que fora transferido será, normalmente, inferior ao medido, pois uma parte desse fica na proveta, agarrado às paredes da proveta.
4.1. Materiais e Reagentes
4.1.1 Soluções/ Reagentes
- Água destilada
béquer para uma proveta e nela verificou-se uma medida aproximada de 48 mL. O experimento fora repetido duas vezes
Procedimento 4
Pipetou-se 25 mL de água numa proveta de 50 mL e verificou-se a medida aproximada de 25 mL. O experimento fora repetido duas vezes.
Procedimento 5
Pipetou-se com uma pipeta graduada 1 mL; 2 mL; 1,5 mL; 2,7 mL; 3,8 mL; 5 mL.
No experimento 1 houve uma diferença de 4 mL, que pode ter sido provocada por resquícios de água que ficara nas vidrarias quando foram lavadas previamente. Na segunda vez que se repetiu o experimento também ficara resíduos de água.
No experimento 2 houve uma diferença de 10 mL, devido as diferenças de precisão entre o erlenmeyer e a proveta, que segundo a literatura, o segundo é menos impreciso que o primeiro. A diferença pode ter sido alterada por haver resquícios de água quando foram lavadas.
No experimento 3 houve uma diferença de 2 mL, quando se passou do béquer para a proveta. Por ter ficado alguns mL retidos na parede do béquer.
No experimento 4 houve uma maior precisão quando se comparou as medidas, pois segundo a literatura a proveta e a pipeta volumétrica são vidrarias de precisão aproximada e de exatidão, respectivamente.
Os experimentos foram fundamentais, pois através deles pôde se aprender a manusear os equipamentos de medida de volume, além de entender o nível de precisão de cada um deles e em quais situações usá-los.
ASSIS, Francisco de. et al. Medidas aproximadas e precisas de volumes. Disponível em: < http:// www.ebah.com.br/content/ABAAAfGqgAD/relatorio -medidas-volumes>. Acesso em 20 de set de 2013.
MARQUES, Virgínia Clara. Medidas de Volume – experimento 2. Disponível em: . Acesso em: 29 de set de 2013.