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Neste trabalho irei abordar sobre as Mitologias: Grega, Romana, Nórdica, Africana e Indígena, explicando o que são, seus seres mitológicos, deuses etc.
8 A mitologia romana é o conjunto de crenças, estórias, mitos e lendas que foram contadas pelos romanos na antiguidade. Elas foram passadas oralmente de geração em geração. As lendas que compunham a mitologia romana estavam baseadas em relatos sobre a origem de Roma, dos deuses, dos homens e dos fenômenos da natureza. Lembre-se que antes da expansão do Cristianismo, na Roma Antiga a religião do povo era politeísta, ou seja, incluía diversos deuses. Eles eram cultuados em rituais, festas, danças, invocações, procissões, orações e sacrifícios que ocorriam geralmente nos templos dedicados aos deuses. Nessa época, a vida dos romanos estava intimamente relacionada com a religião e, portanto, com os deuses do panteão romano. Eram eles que favoreciam as colheitas, a saúde, a proteção, a harmonia e a prosperidade entre os homens. Vale lembrar que alguns deuses eram inseridos na história da mitologia assim que os romanos iam conquistando os territórios e mesclado sua cultura com outras. Foi assim que aconteceu quando eles conquistaram as regiões da Grécia. Por isso, há os deuses gregos correlatos e a denominação que designa essa união: “mitologia greco-romana”. Esse sincretismo religioso ocorreu não somente com os gregos, mas com os etruscos, egípcios, fenícios e frísios. Isso resultou na mitologia romana, tal qual a conhecemos hoje.
A mitologia romana está dividida em dois períodos:
Os deuses romanos eram imortais, no entanto, possuíam diversas características humanas relacionados aos sentimentos, comportamentos e aparências físicas. Entretanto, diferente da mitologia grega, os deuses romanos não tinham contato com os seres humanos. Forma romana Forma grega Representa Anteros Anteros Deus da delusão e do fim das paixões Baco Dioniso Deus das festas, do vinho, do lazer e do prazer. Originalmente cultuado com o nome de Líber. Thor: deus do trovão e filho de Odin. Talvez seja o deus nórdico mais popular até hoje, pois seu culto foi levado para a Inglaterra pelos Vikings. Também os romanos o conheceram quando lutavam contra os germânicos e acabaram descrevendo-o em seus relatos. Thor é filho de Odin e Jord, a personificação da Terra, e é um guerreiro que utiliza o martelo mágico, Mjölnir , que nunca erra o alvo e pode ter seu tamanho reduzido. Os antigos acreditavam que os trovões eram a prova que Thor estaria usando o martelo, daí a crença em considerá-lo como deus do Trovão. Thor foi casado duas vezes e gerou quatro filhos. O segundo casamento, o mais importante, foi com Sfi que lhe deu três filhos. Sfi era uma deusa belíssima e também guerreira habilidosa. No fim dos tempos, durante a Batalha de Ragnarök, diz-se que Thor matará e será morto por Jörmundgander , a grande serpente.
Além dos deuses (entidades superiores), diversas criaturas fazem parte da mitologia nórdica, a saber:
A mitologia dos iorubás é responsável por englobar tanto a visão de mundo, quanto a religião deste povo. Além da África, principalmente na Nigéria, ela se faz presente em países das américas para onde os africanos escravizados foram trazidos, a exemplo do Brasil e Cuba. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a mitologia iorubá é monoteísta, sendo que o deus supremo e o criador de tudo é Olorum. Ele criou todas as coisas do mundo, incluindo as outras divindades, e posteriormente ordenou que Oxalá criasse os seres humanos. Depois de diversas tentativas com outros materiais, como a água, madeira, ferro, fogo e ar, seguindo uma ideia de Nanã, o homem, finalmente, foi criado com o barro. No Brasil, durante muito tempo os africanos escravizados tiveram que esconder seus cultos, uma vez que eles eram proibidos, enquanto o catolicismo era a única religião aceita pelos colonizadores. Justamente por isso o sincretismo religioso é tão grande no país, já que os cultos de matriz africana tiveram que se fundir aos católicos para que suas divindades pudessem ser cultuadas. Aqui, a mitologia iorubá, entre outras coisas, proporcionou a criação das principais religiões de matriz africana, a exemplo do candomblé.
Antes de tudo, é necessário esclarecer que apesar de serem popularmente chamados de deuses, os orixás não são considerados como tal. Uma vez que Olorum é tido como o deus supremo do Iorubá, os orixás são considerados ancestrais divinizados após à morte.