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Diagrama de Fases Líquido-Líquido: Água Líquida - Fenol - Experimento de Físico-Química, Trabalhos de Química

Modelo de relatório feito na graduação da universidade estadual de Campinas.

Tipologia: Trabalhos

2019

Compartilhado em 17/10/2019

bruna-cristina-40
bruna-cristina-40 🇧🇷

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP
QF952 FÍSICO QUÍMICA EXPERIMENTAL PROFESSOR DIEGO P. DOS SANTOS
17/09/2016
GRUPO 1
ALINE CRISTINE DE LIMA 145141
JONAS PINHEIRO AMATO 136283
PRISCILA GONÇALVES DA COSTA 148924
EXPERIMENTO 3: DIAGRAMA DE FASES LÍQUIDO-LÍQUIDO
ÁGUA LÍQUIDA - FENOL
DADOS EXPERIMENTAIS E DISCUSSÃO
As Tabelas 1 e 2 reúnem os dados de temperatura de miscibilidade e massas de água
líquida e fenol, respectivamente, utilizados para compor o diagrama de fases da solução.
A temperatura da água utilizada, cuja massa molar e 18 g/mol, foi de aproximadamente
25◦C e sua densidade 0,99075 g/cm³. A massa molar utilizada para o fenol foi de 94,11124 g/mol.
A fração molar do fenol é dada por:
𝑥𝑓𝑒𝑛𝑜𝑙 =𝑛𝑓𝑒𝑛𝑜𝑙
(𝑛𝑓𝑒𝑛𝑜𝑙 +𝑛á𝑔𝑢𝑎)
Sendo o número de mols igual a:
𝑛 = 𝑚
𝑀𝑀
O mesmo pode ser feito para a fração molar da água, ou ainda:
𝑥á𝑔𝑢𝑎 = 1 𝑥𝑓𝑒𝑛𝑜𝑙
Tabela 1: Massas de água adicionadas à 2,10g de fenol e as rações molares para cada
componente da solução.
1 1,0 0,991 2,10 3,091 0,055 0,022 0,712 0,288
2 0,5 1,486 2,10 3,586 0,083 0,022 0,787 0,213
3 0,5 1,982 2,10 4,082 0,110 0,022 0,831 0,169
4 1,0 2,972 2,10 5,072 0,165 0,022 0,881 0,119
5 1,0 3,963 2,10 6,063 0,220 0,022 0,908 0,092
6 1,0 4,954 2,10 7,054 0,275 0,022 0,925 0,075
7 2,0 6,935 2,10 9,035 0,385 0,022 0,945 0,055
8 2,0 8,917 2,10 11,017 0,495 0,022 0,957 0,043
9 2,0 10,898 2,10 12,998 0,605 0,022 0,964 0,036
10 2,0 12,880 2,10 14,980 0,716 0,022 0,970 0,030
11 6,0 18,824 2,10 20,924 1,046 0,022 0,979 0,021
Fração Molar
Fenol
Mols
Água
Mols
Fenol
Medida
Volume de água
adicionada(mL)
Massa de
Água (g)
Massa de
Fenol (g)
Fração
Molar Água
pf3
pf4
pf5

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Baixe Diagrama de Fases Líquido-Líquido: Água Líquida - Fenol - Experimento de Físico-Química e outras Trabalhos em PDF para Química, somente na Docsity!

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS – UNICAMP

QF952 – FÍSICO QUÍMICA EXPERIMENTAL – PROFESSOR DIEGO P. DOS SANTOS

GRUPO 1

ALINE CRISTINE DE LIMA 145141

JONAS PINHEIRO AMATO 136283

PRISCILA GONÇALVES DA COSTA 148924

EXPERIMENTO 3 : DIAGRAMA DE FASES LÍQUIDO-LÍQUIDO

ÁGUA LÍQUIDA - FENOL

DADOS EXPERIMENTAIS E DISCUSSÃO

As Tabelas 1 e 2 reúnem os dados de temperatura de miscibilidade e massas de água líquida e fenol, respectivamente, utilizados para compor o diagrama de fases da solução. A temperatura da água utilizada, cuja massa molar e 18 g/mol, foi de aproximadamente 25◦C e sua densidade 0,99075 g/cm³. A massa molar utilizada para o fenol foi de 94,11124 g/mol. A fração molar do fenol é dada por: 𝑥𝑓𝑒𝑛𝑜𝑙 =

(𝑛𝑓𝑒𝑛𝑜𝑙 + 𝑛á𝑔𝑢𝑎) Sendo o número de mols igual a: 𝑛 =

O mesmo pode ser feito para a fração molar da água, ou ainda: 𝑥á𝑔𝑢𝑎 = 1 − 𝑥𝑓𝑒𝑛𝑜𝑙 Tabela 1 : Massas de água adicionadas à 2,10g de fenol e as rações molares para cada componente da solução.

Fração Molar

Fenol

Mols

Água

Mols

Fenol

Medida

Volume de água adicionada(mL)

Massa de

Água (g)

Massa de

Fenol (g)

Massa total

do sistema (g)

Fração

Molar Água

Tabela 2: Temperaturas de miscibilidade para solução de fenol e água. Medida Temperatura de Miscibilidade (◦C) Erro/desvio T1 T2 T3 T média 1 44,7 44,0 44,3 44,33 0, 2 58,5 58,4 58,5 58,47 0, 3 62,5 62,6 62,7 62,60 0, 4 64,5 64,7 64,6 64,60 0, 5 64,6 65,0 65,1 64,90 0, 6 63,5 63,4 63,5 63,47 0, 7 62,9 63,0 62,7 62,87 0, 8 59,6 59,5 59,7 59,60 0, 9 56,3 56,2 56,1 56,20 0, 10 51,7 51,5 51,7 51,63 0, 11 42,6 42,8 42,7 42,70 0, Com os dados das Tabelas 1 e 2 foi possível construir os gráficos das F iguras 1 à 3. Figura 1 : Diagrama de fases da solução de água líquida e fenol. Regra da alavanca utilizada para estimar as quantidades relativas de cada fase. A miscibilidade dos líquidos está relacionada com a estabilidade da mistura na composição, temperatura e pressão que se apresenta. Para temperatura e pressão constantes o sistema mostra-se estável quando a Energia Livre de Gibbs é menor ou igual a zero:

Encontrou-se a composição no ponto 𝑥 1 = 0 , 075 partindo da relação abaixo: 𝑛𝛼. 𝑙𝛼 = 𝑛𝛽. 𝑙𝛽 𝑛𝛼 =

Combinando as duas últimas equações: 𝑛𝛽 =

𝑙𝛼^ −^1

Logo: 𝑛𝛽 = 0 , 099 𝑚𝑜𝑙𝑠 𝑛𝛼 = 0 , 199 𝑚𝑜𝑙𝑠 Em seguida foram feitos os ajustes polinomiais para 3º e 4º graus, com auxílio da ferramenta Origin, visando estabelecer qual seria o melhor ajuste e a partir dessa nova curva procurar pelo ponto crítico do sistema. Os ajustes estão representados respectivamente nas Figuras 2 e 3 abaixo. Figura 2 : Ajuste polinomial de 3ª ordem para o diagrama de fases água líquida-fenol.

Figura 3 : Ajuste polinomial de 4ª ordem para o diagrama de fases água líquida-fenol. Analisando os gráficos, podemos concluir que o ajuste mais adequado foi o para polinomial de 3º grau. Então, a partir da equação da curva obtida pudemos encontrar o ponto crítico do sistema. Equação polinomial 3º grau para os dados experimentais: Y = 6116,18 x^3 – 3716,7x^2 + 615,75x + 36 Para encontrar a temperatura crítica, primeiro temos que encontrar o valor correto da fração molar no sistema que irá representar então esse ponto crítico. Para isso derivamos a equação acima em função de x, igualando a mesma a zero e então encontramos dois valores para x (X 1 , X 2 ): Derivada igual a zero: 18348,5X^2 – 7433,4X + 615,75 = 0 Resolvendo Baskara, encontramos X1 = 0,116 e X 2 = 0,289, colocando esses valores no gráfico podemos inferir que o ponto com sentido físico-químico é o valor obtido em X1, em seguida substituindo esse valor na equação polinomial para 3º grau encontramos o valor para temperatura crítica do nosso sistema Tc = 64,74 ºC. Na literatura foram encontrados valores distintos para temperatura crítica, sendo para o ajuste polinomial de 3º grau Tc1= 31,6 ºC e quando graficamente Tc1= 68,4 ºC. Comparando com