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Modelos Atômicos, Notas de estudo de Química

Modelos Atômicos

Tipologia: Notas de estudo

2011

Compartilhado em 02/05/2011

josue-oliveira-5
josue-oliveira-5 🇧🇷

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Século XV
Acreditava-se que os corpos poderiam ser
quentes ou frios, secos ou úmidos;
e associavam-se um elemento físico:
ao quente o fogo;
ao frio o ar;
ao seco a terra;
e ao úmido a água.
Todas as coisas seriam formadas por
combinações em determinadas proporções
desses quatro elementos.
Século XVII
A teoria do flogístico, ou fogo-princípio, não
deveria ser confundido com o fogo visível, que
se produz durante uma combustão.
Tratava-se de um elemento imponderável,
contido em todos os corpos combustíveis. No
momento da combustão, o flogístico
abandonaria o corpo em questão, e a isso se
devia sua mudança de características.
TEORIA ATÔMICA DA
MATÉRIA
Lavoisier, Os cientistas – A grande aventura da descoberta científica. Ed. Abril Cultural, São
Paulo, 1972.
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Século XV

Acreditava-se que os corpos poderiam ser

quentes ou frios, secos ou úmidos;

e associavam-se um elemento físico:

ao quente  o fogo;

ao frio  o ar;

ao seco  a terra;

e ao úmido  a água.

Todas as coisas seriam formadas por

combinações em determinadas proporções

desses quatro elementos.

Século XVII

A teoria do flogístico, ou fogo-princípio, não

deveria ser confundido com o fogo visível, que

se produz durante uma combustão.

Tratava-se de um elemento imponderável,

contido em todos os corpos combustíveis. No

momento da combustão, o flogístico

abandonaria o corpo em questão, e a isso se

devia sua mudança de características.

TEORIA ATÔMICA DA

MATÉRIA

Lavoisier, Os cientistas – A grande aventura da descoberta científica. Ed. Abril Cultural, São

Antoine Laurent Lavoisier (1743-

No final do século XVIII, em 1784

derrubou o conceito de flogístico.

Em 1788, Lavoisier publicou um livro do

químico inglês Richard Kirwan, Ensaio

sobre o Flogístico, onde, no final de

cada capítulo, acrescentava uma

refutação, assinada por ele próprio ou

por um dos seus seguidores.

Em 1789 publicou – Trabalho

Elementar da Química. Obra em que

aparece a “Lei da conservação das

massas”.

Século XVIII

TEORIA ATÔMICA DA

MATÉRIA

Lavoisier, Os cientistas – A grande aventura da descoberta científica. Ed. Abril Cultural, São

Paulo, 1972.

TEORIA ATÔMICA DA

MATÉRIA

• Lei de Dalton  proporções

múltiplas :

Quando dois elementos formam

diferentes compostos, a proporção

da massa dos elementos em um

composto está relacionada à

proporção da massa do outro

através de um número inteiro

pequeno.

• Explica leis de combinação

química:

– Lei da conservação da massa (lei

da conservação da matéria).

– Lei da composição constante (lei

das proporções definidas). Joseph

Louis Proust.

Brown, T.L.; LeMay, Jr. H.E.; Bursten, B.E.; Burdge, J.R. Química – A ciência central , 9

a

. Ed., Person

Educaton do Brasil, SP, 2005.

A voltagem faz com que partículas

negativas se desloquem do catodo

(eletrodo negativo) para o anodo

(eletrodo positivo).

A trajetória dos elétrons pode ser

alterada pela presença de um campo

magnético ou elétrico.

Sua natureza é a mesma independente

da identidade do material do catodo.

Uma lâmina metálica exposta aos raios

catódicos adquire carga elétrica

negativa.

RAIOS CATÓDICOS

Brown, T.L.; LeMay, Jr. H.E.; Bursten, B.E.; Burdge, J.R. Química – A ciência central , 9

a

. Ed., Person

Educaton do Brasil, SP, 2005.

O átomo consiste em uma esfera positiva

uniforme de matéria, na qual os elétrons

estavam incrustados (“pudim de ameixa”).

MODELO ATÔMICO DE

THOMPSON

Elétron

negativo

Carga positiva

distribuída por toda a

esfera

Carga positiva

espalhada sobre a

esfera

Brown, T.L.; LeMay, Jr. H.E.; Bursten, B.E.; Burdge, J.R. Química – A ciência central , 9

a

. Ed., Person

Educaton do Brasil, SP, 2005.

RAIOS CANAIS

O ESPECTRÔMETRO DE MASSA

Brown, T.L.; LeMay, Jr. H.E.; Bursten, B.E.; Burdge, J.R. Química – A ciência central , 9

a

. Ed., Person

Educaton do Brasil, SP, 2005.

Kortz, J.C.; Treichel, Jr. P. – Tradução Bonapace, J. A. P.; Barcia, O.E. Química e Reações Química ,

4

a

. Ed., Livros Técnicos e Científicos Editora S.A., RJ, 2002.

EXPERIÊNCIA DE

RADIOATIVIDADE

  • (^) Em 1896, Henri Besquerel (1852-1908)

Minério de urânio emitia raios que podiam

enegrecer uma chapa fotográfica.

  • (^) Em 1898, Marie Curie (1867-1934) e

colaboradores

Isolaram o polônio e o rádio que emitiam a mesma

espécie de raios.

 Sugeriu que os átomos de determinadas

substâncias de desintegravam quando emitiam

esses raios poucos comuns ⇒ RADIOATIVIDADE

 substâncias denominadas RADIOATIVAS

α

(alfa), β

(beta) e γ (gama)

Três distintos tipos de

radiação:

partícula  (alfa)  carga

partícula  (beta)  carga

negativa (elétron)

partícula  (gama) 

radiação de alta energia

  • (^) No início do século

XX.

EXPERIÊNCIA DE

RADIOATIVIDADE

Bloco de

chumbo

Substância

radioativa

Explicou suas observações postulando :

  • (^) A maioria da massa do átomo e toda a sua

carga positiva residiam em uma região pequena e densa, núcleo.

  • (^) A maior parte do volume do átomo é espaço

vazio, no qual os elétrons movem-se ao redor do núcleo.

MODELO ATÔMICO DE

RUTHERFORD

Próximo ao núcleo, He 2+ é desviada Partículas de He 2+ não desviadas Núcleo do átomo (maior concentração de carga positiva) rtz, J.C.; Purcell, K.F., Jr. P. Chemistry and Chemical reactivity , Saunders College Publishing, 2 nd Ed. USA, 199

NATUREZA ONDULATÓRIA DA

LUZ

A freqüência () e o comprimento de

onda () são relacionados pela

equação:

velocidade =.

= comprimento de onda [nm, m,

etc.]

= freqüência [hertz] [s

-

] ; [1/s]

 - letra grega lambda

 - (letra grega nu) = n

o de oscilações completas de um

determinado ponto na unidade de tempo. Medida em

ciclos por segundo ou hertz.

Kortz, J.C.; Purcell, K.F., Jr. P. Chemistry and Chemical reactivity , Saunders College Publishing,

2

nd Ed. USA, 1991.

RADIAÇÃO

ELETROMAGNÉTICA

 Em 1865, James Clerk Maxwell (1832-1879) desenvolveu a teoria eletromagnética da luz.

  • Estabeleceu que a radiação eletromagnética pode

ser descrita por uma equação simples: c =.c = a velocidade de propagação da luz (3, x 10 8 m.s

-

)  Em 1900, Max Karl Ernest L. Planck (1858-

Postulou que a energia de uma onda eletromagnética E= h  h= constante de Planck h= 6,625 x,

m 2 Kgs

Vetor magnétic o Vetor elétrico Direção de propagação Fonte rtz, J.C.; Purcell, K.F., Jr. P. Chemistry and Chemical reactivity , Saunders College Publishing, 2 nd Ed. USA, 199

Unidade Símbolo Comprimento(

m)

Tipo de radiação

Angströ

m

Å 10

-

Raios X

Nanôme

tro

nm 10

-

Ultravioleta ,

Visível

Mícronm 10

-

Infravermelho

Milímetr

o

mm 10

-

Infravermelho

Centíme

tro

cm 10

-

Microondas

Metro m 1 Tv, rádio

Unidades de comprimento de ondas para radiações

eletromagnéticas

ESPECTRO

ELETROMAGNÉTICO

Representação esquemática do espectro eletromagnético.

Brown, T.L.; LeMay, Jr. H.E.; Bursten, B.E.; Burdge, J.R. Química – A ciência central , 9

a

. Ed., Person

Educaton do Brasil, SP, 2005.

Emissão de luz de gases excitados.

Átomos emitem luz apenas em comprimentos de onda específicos.

ESPECTROS DE LINHAS

J. J. Balmer em 1885, descobriu que as linhas do espectro do visível do hidrogênio se encaixam em uma equação simples. (cm

-

)Equação empírica

2 2

 n

n= n o inteiro, n > 2 Fenda Prisma Tubo de descarga contendo o gás hidrogênio Verde^ Vermelho Violet Azul a Espectro de linha - hidrogênio excitado rtz, J.C.; Purcell, K.F., Jr. P. Chemistry and Chemical reactivity , Saunders College Publishing, 2 nd Ed. USA, 199

Espectros de emissão do (a) hidrogênio (b) Ferro

e (c) mercúrio

ESPECTROS DE LINHAS

Comprimento de onda (nm)

A radiação é colimada por uma fenda, dispersa

por um prisma e registrada em uma chapa

fotográficaséries de raias

Monocromador

Lent

es

Lentes

Lentes

Prisma

Placa

fotográfic

Amostra a

Fonte de

luz

branca

Fend

a

Esquema de

espectrofotômetro