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NEUROTRANSMISSORES
Tipologia: Notas de estudo
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Este estudo se refere aos seguintes neurotransmissores, Dopamina Noradrenalina, Adrenalina, Serotonina, Gaba e A acetilcolina. Onde relata sobre o que são, suas devidas funções, mecanismo de ação, como também as algumas doenças referentes a ausência ou excesso das substancias químicas ou hormônios.
Este trabalho foi realizado em grupo onde, todos se interagiram e buscaram informações para que as mesmas aqui relatadas, seja, passada com clareza e compreensão. O grupo teve como fonte de pesquisa, só mente a internet, e um livros, pois tivemos dificuldade de encontrar livros que especificasse o assunto.
Foi gratificante realizar o estudo sobre neurotransmissores, pois é de fundamental importância para entender o funcionamento dos mesmos no estado homeostático do sistema nervoso central, periférico, como também dos demais sistemas do organismo.
NEURÔNIO:
Formação dos neurônios:
Tipos de neurotransmissores:
Dopamina: é um neurotransmissor, precursor natural da adrenalina e da noradrenalina.
Função: É estimulante do sistema nervoso central, atua no comportamento e a cognição, a atividade motora, a motivação e recompensa-a, a regulação da produção de leite, o sonho, o humor, a atenção, e a aprendizagem.
Mecanismo de ação: Estimula os receptores adrenérgicos do sistema nervoso simpático. Também atua sobre os receptores dopaminérgicos nos leitos vasculares renais, mesentéricos, coronarianos e intracerebrais, produzindo vasodilatação. Os efeitos são dependentes da dose.
A Noradrenalina : É uma das monoaminas que mais influenciam o humor, ansiedade, sono e alimentação, junto com a Serotonina, Dopamina e Adrenalina. É sintetizada nas fibras nervosas.
Função: aumenta o influxo celular de cálcio e mantem a pressão sangüínea em níveis normais como também aumenta a Resistência Vascular Sistêmica, sem aumentar significantemente o débito cardíaco.
Mecanismo de ação: Suas principais ações é no sistema cardiovascular. estão relacionadas ao. Tais efeitos são mediados por receptores alfa adrenérgicos. Além de ser um hipertensor. Possui efeito agonista alfa adrenérgico. A adrenalina : é um hormônio neurotransmissor derivado da modificação de um aminoácido aromático (tirosina), secretado pelas glândulas supra-renais. Em momentos de "stress", as supra-renais secretam quantidades abundantes deste hormônio que prepara o organismo para grandes esforços físicos, estimula o coração, coração, pulmões, vasos sanguíneos, órgãos genitais, etc, eleva a tensão arterial, relaxa certos músculos e contrai outros.
Efeitos sobre o organismo : Quando lançada na corrente sanguínea, devido a quaisquer condições do meio ambiente que ameacem a integridade física do corpo (fisicamente ou psicologicamente, stress), a adrenalina aumenta a frequência dos batimentos cardíacos e o volume de sangue por batimento cardíaco, eleva o nível de açúcar no sangue (hiperglicemiante), minimiza o fluxo sanguíneo nos vasos e no sistema intestinal enquanto maximiza o tal fluxo para os músculos voluntários nas pernas e nos braços e "queima" gordura contida nas células adiposas. Isto faz com que o corpo esteja preparado para uma reação, como reagir agressivamente ou fugir, por exemplo.
A acetilcolina (ACh): É um neurotransmissor que funciona como propagador do impulso nervoso nas fendas sinápticas. Os receptores neuronais de acetilcolina, estão distribuídos no sistema nervosos central e periférico onde funcionam tanto pré quanto pós sinapticamente como canais iônicos abertos por ligantes.
A serotonina : é um neurotransmissor, isto é, uma molécula envolvida na comunicação entre neurônios
Esta comunicação é fundamental para a percepção e avaliação do meio e para a capacidade de resposta aos estímulos ambientais. Diferentes receptores detectam este neurotransmissor, envolvido em várias patologias.
A serotonina parece ter funções diversas, como o controle da liberação de alguns hormônios e a regulação do ritmo circadiano, do sono e do apetite.
A depressão : é causada pela baixa quantidade de neurotransmissores liberada na fenda sináptica. Alguns estudos relacionam a depressão a distúrbios no metabolismo de dopamina e noradrenalina.
Os principais sintomas são:
Doença de Parkinson : pela a dopamina, a quantidade de dopamina na substância negra e no corpo estriado do telencéfalo é extremamente baixa nos portadores desta doença (menos de 10% do normal). A perda ocorre durante anos, mas só são percebidas quando chegam a menos de 40% do normal.
Esta doença costuma manifestar por:
As causas conhecidas para a esclerose múltipla, entretanto estudam-se causas do tipo anomalias imunológicas, infecção produzida por um vírus latente ou lento e mielinólise por enzimas.
Os pacientes referem problemas visuais, distúrbios da linguagem, da marcha, do equilíbrio, da força, fraqueza transitória no início da doença, em uma ou mais extremidades, dormências, com períodos às vezes de melhoras e pioras, sendo que quando predomina na medula, as manifestações motoras, sensitivas e esfincterianas se encontram geralmente presentes, existindo raramente dor.
A evolução é imprevisível e muito variada. No início podem haver períodos longos de meses ou anos entre um episódio ou outro, mas os intervalos tendem a diminuir e eventualmente ocorre a incapacitação progressiva e permanente. Alguns pacientes se tornam rapidamente incapacitados. Quando a doença se apresenta na meia-idade a progressão é rápida e sem melhoras e às vezes fatal em apenas um ano.
Alzheimer: causada por deficiência de Neurotransmissores, enquanto as placas amilóides e os emaranhados neurofibrilares compõem as alterações histopatológicas do da doença, a deficiência de neurotransmissores, decorrente da perda neuronal, é, provavelmente, a causa imediata das manifestações clínicas da doença. Entre os que são normalmente depletados ou diminuídos estão à acetilcolina, fator de liberação de corticotropina e a somatostatina. Outros neurotransmissores que podem estar reduzidos no cérebro com Alzheimer são a norepinefrina, serotonina, dopamina e glutamato. A deficiência em acetilcolina é a mais dramática e consistente, correlacionando-se mais de perto com as manifestações clínicas da doença. Por muitos anos, a acetilcolina foi considerada como o neurotransmissor primário envolvido na memória e no
de potássio. Assim sendo, existe difusão destes componentes através de canais iônicos existentes na membrana celular, ou seja, por difusão simples o potássio tende a sair e o sódio tende a entrar na célula.
Para manter as concentrações ideais dos dois íons, a bomba de sódio bombeia sódio para fora da célula e potássio para dentro dela. Note-se que este transporte é realizado contra os gradientes de concentração destes dois íons, o que ocorre graças à energia liberada com a clivagem de ATP (transporte ativo).
A través desse trabalho foi possível obter o conhecimento sobre a importância do mecanismo de ação dos neurotransmissores. Foi de grande engrandecimento para todos do grupo, pois é um tema que não se refere só mente a biofísica em si, é base para outras disciplinas que é de suma importância para a vida do profissional de saúde.