




Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Apostilas de Português sobre Linguagem e Comunicação, Comunicação Verbal e Não-Verbal, Comunicação Pública e Particular, Comunicação em 1 sentido e em 2 sentidos, Mensagem Verbal.
Tipologia: Notas de estudo
1 / 8
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!





A propaganda é uma forma de comunicação. Trata-se de um conceito muito amplo, e para termos uma idéia mais precisa do que nele se inclui, temos que observar algumas atividades que a expressão compreende. Três distinções se destacam: Comunicação verbal e não verbal Propaganda Comunicação pública e particular Comunicação em 1 sentido e em 2 sentidos
A linguagem verbal é o nosso veículo de comunicação mais importante. A linguagem não – verbal consiste nos gestos, nas posturas que nos acompanha quando dialogamos. O emprego simultâneo de linguagem verbal e não – verbal faz parte da nossa cultura e encontra-se no teatro, no cinema, na TV, HQ e na maior parte dos anúncios.
Comunicação Particular: conversa entre pessoas que se conhecem (ex: amigos) Comunicação Pública: - tem um público anônimo (ex: jornais – artigos, romances, filmes, propagandas) - tem um número conhecido de pessoas, que estão ao mesmo tempo comunicando-se umas com as outras e com um público anônimo. (ex: mesas redondas de TV, rádio e debates parlamentares)
O redator / locutor emite uma comunicação pública para um público anônimo, que não pode lhe responder. Portanto, a propaganda constitui uma forma pública de comunicação verbal a não – verbal = cinema, TV, HQ... Uma obra de arte como um todo representa a comunicação do artista com seu público – é comunicação pública em 1 sentido. Porém, dentro da obra, há um diálogo entre os personagens
TEXTO: é o objeto de estudo que passa entre os participantes do processo de comunicação. No estudo do texto devem ser feitas as seguintes observações: - o texto existe numa situação particular de comunicação; - o texto tem uma estrutura (textura); - o texto comunica significado;
EMISSOR: quem fala a mensagem (anunciante) RECEPTOR: quem recebe (leitor) SIGNIFICADO: refere-se ao produto (tentativa de induzir o leitor a adquirir o produto CÓDIGO: no anúncio impresso é a linguagem, mas há o código visual (imagem) CANAL: por onde a mensagem passa CONTEXTO: inclui aspectos como a situação do leitor (já tem o produto? Tem condições de adquirí-lo?). O leitor tem que saber que aquele texto é um anúncio. É por isso que às vezes escreve-se “informe publicitário” no alto da página.
Função Expressiva: a linguagem focaliza o EMISSOR. Seus desejos, sentimentos, atitudes e vontades. É esta função que empregamos quando nos afirmamos como indivíduos.
Função Diretiva: a linguagem focaliza o RECEPTOR. Ela se destina a influenciar os atos, as emoções, crenças e atitudes do destinatário. Convencer, recomendar, convidar, permitir, ordenar, advertir e ameaçar são atos de fala diretivos. Função Informacional: focaliza o SIGNIFICADO. Ao pedirmos uma informação usamos a linguagem de maneira informacional. Informar, relatar, descrever, afirmar, solicitar, confirmar são atos de fala informacionais. Função Metalinguística: Focaliza o CÓDIGO. Quando se explica a línguagem através da língua. Ex: “Controvérsia é uma palavra que se pronuncia acentuando a terceira sílaba.” Função Interacional: Ocupa-se do CANAL. A linguagem é aqui empregada para criar, manter e encerrar o contato entre o emissor e o receptor. Essa função adquirirá importãncia especial se os interlocutores não estiverem em contato visual um com o outro. Ex: uma conversa ao telefone. Função Contextual: Relaciona-se com CONTEXTO. Há várias palavras cujo significado somente se define tendo os elementos do processo de comunicação. Ex: “eu”, “nós”, “você”, “este”, “aquele”, “aqui”, “lá”, “agora”, “então”. Denomina-se essa palavras que têm um siginificado contexto canal Emissor (anunciante) Receptor ( leitor ) código signific ado diferente para cada situação como dêiticas , e sua função é ancorar o texto numa situação concreta. Função Poética: Uso poético torna-se evidente quando se utilizam rimas, ritmo, metáforas, mas não é preciso que eles estejam presentes para que se diga que se trata de função poética. A metáfora causa a ambiguidade da mensagem, e isso é motivo de atenção, pois deve se considerar que o uso da metáfora em propaganda pode dar margem à significados não desejados ou fora do contexto. Portanto, a função poética está voltada ao mesmo tempo para o código e para o significado: o código é empregado de forma especial, a fim de comunicar um significado que, de outra maneira, não seria um objeto comunicacional.
Coesão é a ligação formal entre duas orações. Coerência é o nexo lógico interno nos textos. Nem todo texto é ao mesmo tempo coesivo e coerente. É perfeitamente normal e comum um texto ser coerente sem ser coesivo. Também acontece o contrário. Exemplo de Coesão: Propaganda da meia “Segreta” O texto é coerente e eficaz, mas se você quisesse obter uma coesão formal entre cada frase, teria que anexar as palavras em vermelho:
“A única meia de compressão com transparência,
que é sucesso em mais de 40 países, acaba de
“Evocê? O que vai fazer para o jantar? Vou
fazer um creme de cebola...”
O princípio básico em que toda a comunicação se baseia é o de que nada se diz se não há razão para dizê-lo. Do relativo do relativo grau de certeza com que tais deduções são feitas , é possível distinguir três graus de conteúdo implícito: Ilação, Pressuposição e Expectativa. F Ilação: é aquilo que se pode concluir logicamente de um a declaração. Ex 1: Paulo saiu há dois minutos. Implica que: Paulo não está no momento. F Pressuposição: É aquilo que é obrigatório para que um enunciado seja verdadeiro. Dessa forma, no exemplo 1 , pressupõe-se que João estava aqui há dois minutos. Uma particularidade da pressuposição é que ela é mais difícil de ser negada do que uma afirmação direta. Agora veremos um exemplo de uma afirmação direta PERSONAGEM 1: “Você ás vezes batia na sua mulher”’ PERSONAGEM 2: “ É claro que não , isso é uma mentira” Nesse mesmo caso se uma pressuposição fosse utilizada, a resposta do personagem 2 tornar-se-ia mais complexa. Observe o exemplo abaixo: PERSONAGEM 1: “Quando é que você deixou de bater na sua mulher?” PERSONAGEM 2: “Escute, essa é uma pergunta absurda: nunca bati na minha mulher e é isso de fato, que você está insinuando.” Podemos perceber como a situação torná-se embaraçosa e constrangedora. F Expectativa: se apoia no princípio da “boa razão”. Sempre que alguma coisa é dita, presume-se que deva haver uma boa razão para dizê-la. As regras normais de Expectativa só se aplicam plenamente às funções informacionais e diretivas da linguagem. Porém, essas regras não se aplicam á função interacional. Por exemplo; quando dizemos: “ Que linda manhã” ou “ Há quanto tempo não nos vemos” , não partimos do princípio de que o interlocutor precise ser informado desses fatos. Exemplo: Por que cada vez mais homens estão preferindo Levi’s? O que pressupõe que cada vez mais homens estão preferindo Levi’s. A razão do emprego dessas chamadas está na diferença entre asserção e pressuposição: é muito mais fácil negar ou questionar uma afirmação do quem uma pressuposição ( como ocorreu no exemplo acima ). O jogo da Expectativa , na linguagem publicitária , talvez seja menos evidente do que com a pressuposição, mas pelo menos é tão comum e comprovado pelos publicitários profissionais que criticam os critérios de seu ofício.
Existem frases que contém expressões negativas seguidas por adjetivo comparativo. Observe a frase abaixo: Atenta à beleza, atenta ao valor, você não pode comprar nada melhor que Rimmel. ( She, outubro de 1977 ) Significando que: Rimmel é o melhor que você pode comprar. Embora, na realidade, somente afirme que : Rimmel é tão bom quanto qualquer outro que você puder comprar. De fato, sempre que se emprega uma negativa para proclamar que o produto está livre de certas características indesejáveis, o argumento só tem sentido porque as regras de expectativa nos permitem deduzir que os produtos concorrentes apresentam tais características. È o que acontece em casos como: Ex: |X| é o leve creme hidratante. Não é oleoso nem viscoso. O que implica que: Outros cremes hidratantes são oleosos e viscosos.
No caso de alegações positivas, a regra é que o princípio da “ boa razão” nos leva a esperar que, se é feita uma alegação à favor de um produto, é porque ele difere dos concorrentes nesse particular. Por exemplo, se o anúncio de um analgésico menciona solubilidade várias vezes, deve haver alguma razão para isso, e, daí deduzimos que: Nenhum outro analgésico é solúvel. O que não é verdade.
COMECE COMPRANDO 3 CDs POR APENAS 19,95.
E LOGO
VOCÊ VAI PRECISAR DE UMA ESTANTE
NOVA PARA SEUS CDs. MUSICLUB
EXPERIMENTEUMNOVO RELACIONAMENTO!
DELPHOS Há momentos em que precisamos
compreensão e auxilio para resolvermos nossos problemas;
um ombro amigo. Novos meios surgiram para solucionar as
angústias e preocupações do dia-dia. O DELPHOS é um
Não tem cheiro e não faz fumaça na cozinha. É o óleo que respeita a sua saúde e a sua beleza.
UAU! É a meia –calça Que deixa o Bumbum legal.
Você sairia com um homem sabendo que ele tem milhões De Pityrosporum ovale na cabeça Provavelmente você já saiu. Sem saber, mais já saiu. Agora calma, nada de pânico: Pityrosporum ovale é simplesmente o nome do fungo causador da caspa. Mas chegar até esse fungo não foi nada simples. Foram anos e anos de pesquisa até a comunidade científica poder afirmar, com certeza, ser o Pityrosporum ovale a causa da caspa. Esser fungo vive inofensivamente no nosso coro cabeludo. Porém, a ,á alimentação, mudanças climáticas e o stress contribuem para a proliferação do Pityrosporum ovale. E aí começam os problemas: inflamação da raiz do cabelo, a coceira, a descamação, a visível e desagradável caspa. Descoberta a causa , foi possível descobrir o tratamento: TRIATOPâ. TRIATOPâ é um shampoo anticaspa que contém um derivado imidasólico, o mais eficaz agente ativo contra o fungo causador da caspa. Os outros shampoos anticaspa já existentes podem apresentar um resultado superficial e temporário, mas TRIATOPâ ataca a causa do problema , eliminando todos os seus efeitos. E , ao contrário dos outros anticaspa, TRIATOPâ não prejudica a beleza dos cabelos porque sua fórmula exclusiva contém colágeno. Uma proteína nutriente e umectante que deixa os cabelos macios e sedosos. TRIATOPâ é dermatologicamente tetado e pode ser usado em todo o tipo de cabelo. Nas primeiras 3 semanas de tratamento, o uso deve ser diário. Depois, 2 vezes por semana, de forma preventiva. Se você quiser mais informações sobre TRIATOPâ, ligue grátis : 0800-11-8514. TRIATOPâ está disponível somente em farmácias. Caspa nunca mais. Cabelos bonitos sempre.
O importante È ter Charm.
A escolha de
Cindy Crawford
W OMEGA