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Osmose das células pimentão, Notas de aula de Biologia Celular

Relatório de como acontece a osmose das células do pimentão

Tipologia: Notas de aula

2020
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Compartilhado em 30/10/2020

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Escola de Engenharia Industrial e Metalúrgica
Universidade Federal Fluminense
Engenharia de Agronegócios
Biologia Geral I
Osmose da célula do pimentão
Vitor Novais Antunes Braz
Volta Redonda 2019
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Baixe Osmose das células pimentão e outras Notas de aula em PDF para Biologia Celular, somente na Docsity!

Escola de Engenharia Industrial e Metalúrgica

Universidade Federal Fluminense

Engenharia de Agronegócios

Biologia Geral I

Osmose da célula do pimentão

Vitor Novais Antunes Braz

Volta Redonda 2019

1. Introdução

Osmose é o movimento do solvente (água) através de uma membrana semipermeável do meio menos concentrado para o meio mais concentrado, de modo a igualar as concentrações em ambos os lados. Denomina-se de pressão osmótica a pressão que deveria ser aplicada à solução para que fosse interrompida a entrada de água. Quando colocamos uma célula vegetal em solução hipotônica, a água entra por osmose nessa célula. Entretanto, diferentemente da célula animal, ela não se rompe, uma vez que a parede celular permite a entrada de água apenas até certo ponto, passando depois desse período a exercer uma pressão contrária que impede a entrada de água (pressão de turgor). Nesse momento, dizemos que a célula está túrgida, sendo essa a situação ideal para uma célula vegetal. O turgor é importante, especialmente, para aquelas plantas não lenhosas, pois é ele que garante sustentação. Quando a célula vegetal é colocada em um meio isotônico, não é possível observar uma tendência de entrada de água em grande quantidade na célula. Nessa situação, a célula fica flácida. Por fim, temos a célula vegetal em ambiente hipertônico. Nessa situação, a célula perde água e murcha. Fato interessante é que a perda de água nessa célula faz com que a membrana plasmática fique solta em algumas regiões da parede celular. Dizemos que nessa situação a célula sofre plasmólise. O processo de plasmólise pode ser revertido caso a célula seja colocada em água pura.

2. Objetivo

Observar como ocorre o processo de osmose em uma célula vegetal de um pimentão à olho nu, em meios com diferentes concentrações de açúcar.

3. Materiais e métodos

3.1 Materiais

 Pimentão vermelho;  3 pratos;  Açúcar refinado;  Água (H2O);  Medidor de volume (mL);  1 colher de sopa;  1 faca;

6. Referências Bibliográficas

Osmose na célula vegetal – Disponível em: https://www.sobiologia.com.br/conteudos/Citologia/cito10.php#:~:text=Essa %20difus%C3%A3o%20do%20solvente%20chama,aumento%20do%20volume %20da%20c%C3%A9lula. Acesso em: 10/10/ Osmose – Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/biologia/osmose-2.htm Acesso em: 10/10/ Livro: Atividades Práticas em Biologia Celular – José Eduardo Baronesa Cap. 7 - TRANSPORTE ATRAVÉS DE MEMBRANAS CELULARES

7. Questionário

1- Alguns animais, como as lesmas, caracóis e minhocas, possuem a pele composta por apenas uma fina camada de células bastante permeável que facilita a troca de gases e, consequentemente, a respiração; porém, esses animais são muito sensíveis à desidratação. Em vista disso, explique o efeito do excesso de sais no meio em que essas espécies vivem. Resposta: O sal de cozinha é uma substância higroscópica, isto é, atrai fortemente a água. Quando o sal é lançado sobre esses animais, ele absorve rapidamente a água do corpo deles, causando a destruição de células e tecidos, transformando seus corpos em uma massa viscosa, disforme, como se estivessem “derretendo”. 2- Os batimentos cardíacos impulsionam o sangue oxigenado através de artérias e permitem que ele se distribua por todo o corpo. A pressão alta arterial pode ocorrer por excesso de líquido no interior dos vasos ou de- vido à diminuição no diâmetro das artérias. Explique por que o consumo de sal em excesso não é recomendado para pessoas que possuem pressão alta. Resposta: No nosso organismo, o sódio que compõe o sal pode ser encontrado, principalmente, fora de nossas células. Se há pouco sódio, mais líquido entra nas células. Se há muita concentração de sódio, mais líquido sai das células. Esse líquido vai para os vasos sanguíneos, onde circula a maior parte da água de nosso corpo. É esse volume fora das células que gera o inchaço e o aumento da tensão arterial. O efeito direto de ter mais sódio no corpo é o aumento da pressão arterial, ou seja, quanto mais água nos vasos, mais “tensos” eles ficam. Com isso, o coração tem de trabalhar mais para bombear o sangue. Se a hipertensão é crônica, as paredes dos vasos também vão lesionando.

3- Aponte e identifique na figura abaixo os componentes da membrana plasmática, descrevendo como cada componente interfere no trânsito de moléculas pela membrana. Resposta: 1- Carboidrato. Grupos de carboidrato estão presentes apenas na superfície externa da membrana plasmática e estão anexados a proteínas, formando glicoproteínas, ou lipídios, formando glicolipídios. 2- Proteínas integrais de membrana. São integradas à membrana: elas têm pelo menos uma região hidrofóbica que as ancora no interior hidrofóbico da bicamada de fosfolípidos. Algumas estão apenas parcialmente ancoradas na membrana, enquanto outras estão inseridas de um lado a outro da membrana e estão expostas nos dois lados. As proteínas que se estendem através das duas camadas da membrana são chamadas proteínas transmembrana. 3- Colesterol. Lipídio composto por quatro anéis de carbono interligados, é encontrado ao lado dos fosfolipídios no núcleo da membrana. 4- Bicamada Lipídica. As substâncias hidrófilas, insolúveis nos lipídios, penetram nas células com mais dificuldade, dependendo do tamanho da molécula e também de suas características químicas. A configuração molecular poderá permitir que a substância seja transportada por intermédio de um dos mecanismos especiais desenvolvidos durante a evolução, como o transporte ativo e a difusão facilitada. 5- Glicoproteína. Moléculas de hidratos de carbono associam-se a proteínas da membrana, para formar glicoproteínas, e a lipídios, formando glicolipídios que, na membrana plasmática, aparecem na face externa da membrana como componentes do glicocálix.