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Patologias das Edificações Parte3, Notas de estudo de Engenharia Civil

Apostilas de Engenharia Civil sobre Patologias das Edificações, Causas de Patologia, Agentes causadores, Como detectar problemas patológicos, Patologias no Concreto, Uso de material inadequado.

Tipologia: Notas de estudo

2013

Compartilhado em 04/12/2013

Luiz_Felipe
Luiz_Felipe 🇧🇷

4.4

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O pó granulado, geralmente encontrado próximo as peças atingidas é o
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como talco, geralmente é de broca. Aquele mais granulado é, geralmente, do
cupim de madeira seca. Já o pó do cupim subterrâneo mal aparece. Cupim
subterrâneo recicla as próprias fezes, fazendo as paredes dos túneis por onde
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chamados feromônios para dizer se há muito ou pouco alimento, ataques
sofridos, etc. Logo para elimina-los é preciso atingir o casal real,ou ocorrerá
uma nova infestação virá com toda a força. A melhor resposta é informação,
madeira preservada e tratada.
Relógio a morte (Xestobium rufovillosum):
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Técnicas de proteção, intervenção e reparação
Os tratamentos preventivos e curativos utilizados mais freqüentemente
para prevenir ou evitar os ataques dos agentes destruidores da madeira.Estes
produtos são denominados de forma comum velaturas cuja característica
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possam sofrer sem formar película sobre a superfície tratada.Entre os produtos
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Baixe Patologias das Edificações Parte3 e outras Notas de estudo em PDF para Engenharia Civil, somente na Docsity!

O pó granulado, geralmente encontrado próximo as peças atingidas é o excremento do cupim, e sinal da infestação. Atraves dele pode-se diferenciá- lo da broca, um outro inseto que também degrada madeira. O pó bem fino, como talco, geralmente é de broca. Aquele mais granulado é, geralmente, do cupim de madeira seca. Já o pó do cupim subterrâneo mal aparece. Cupim subterrâneo recicla as próprias fezes, fazendo as paredes dos túneis por onde se deslocam sendo difícil de notar sua proliferação.

Os cupins são insetos sociais utilizam um sistema hormonal – os chamados feromônios – para dizer se há muito ou pouco alimento, ataques sofridos, etc. Logo para elimina-los é preciso atingir o casal real,ou ocorrerá uma nova infestação virá com toda a força. A melhor resposta é informação, madeira preservada e tratada.

Relógio a morte (Xestobium rufovillosum):

O seu âmbito geográfico localiza-se nas regiões nórdicas. O seu ataque está associado à existência de fungos xilófagos. Necessita de bastante umidade e temperaturas baixas e só ataca madeiras mediante o tracejado de g lerias irregulares de secção circular.

Ergates faber L: Cerambicido de tamanho grande que necessita de umidade em altas temperaturas (50 a 75%) e a temperatura (25%) para proliferar. Ataca as coníferas especialmente situadas no exterior (postes e vigas isentas), sendo resistente aos tratamentos com que se impregnam habitualmente estes compartimentos.

Técnicas de proteção, intervenção e reparação

Os tratamentos preventivos e curativos utilizados mais freqüentemente para prevenir ou evitar os ataques dos agentes destruidores da madeira.Estes produtos são denominados de forma comum velaturas cuja característica principal é a de proteger a madeira contra diversos tipos de ataques que possam sofrer sem formar película sobre a superfície tratada.Entre os produtos

mais utilizados são:

Protetores naturais: São substâncias que provêm da dilatação da hulha. Entre s vantagens mais importantes destacamos a sua grande capacidade de fixação e proteção perante agentes xilófagos. O seu maior inconveniente é o mau cheiro destas substâncias e a dificuldade na sua aplicação, sendo recomendável o uso de utoclave.

Protetores hidrossolúveis: Substâncias a partir de sais de diferentes metais (zinco, cobre, cromo, etc.) com funções fungicidas e fixadoras na madeira. São melhor solução protetora perante elementos de madeira em contacto com os solos ou elementos temporariamente úmidos. A sua principal vantagem está no f to permitir posterior pintura da madeira ainda que provoquem empolamentos e retrações no momento da aplicação, e posteriormente na sec gem adevidoa oa ausoa adea aágu aenquantoa adissolvente.

Protetores orgânicos ou oleosos: São formulações complexas nas que se dão matérias ativa sintéticas e dissolventes orgânicos. Dependendo do uso que lhe for dado, podem-se classificar-se em:

 Preventivos curativos: Tmbém conhecidos como fundos protetores. Aplicam-se em madeiras novas e têm uma função principalmente fungicida e um pouco menos inseticida. A sua aplicação pode ser mediante pincelado ou imersão.  Preventivos decorativos: São produtos oleosos pra acabmento de madeiras a poro aberto. A sua ação fungicida e inseticida é menor que a dos fundos protetores, mas incorpora pigmentos minerais resistentes à foto degradação.  Protetores curativos: Usa-se pra combter os atques de orgnismos xilófagos. Estes são de fácil aplicação e grande capacidade de penetração, mas um pouco mais caros que os anteriores dependendo do tipo de tratamento.

Tratamentos específicos perante diferentes agentes

PATOLOGIAS EM CERÂMICA

O uso de revestimentos cerâmicos no Brasil passa por uma fase de rápido crescimento. De acordo com os dados da Associação Nacional de Fabricantes de Cerâmica (2004), o Brasil é segundo colocado em consumo mundial, perdendo apenas para China. Consumiu aproximadamente 1, bilhões de metros quadrados de placas cerâmicas, assim superando países economicamente fortes, como os EUA, e países tradicionais no uso destes revestimentos, como Espanha e Itália. Já como produtor, o Brasil também ocupa papel de destaque mundial, é o quarto colocado em volume produzido.

A qualidade das placas cerâmicas produzidas no Brasil está associada à normalização brasileira em exercício desde 1997, ao custo relativamente cessível, aos avanços tecnológicos nos estudos dos materiais e técnicas construtivas e pelo interesse dos fabricantes em colocar no mercado uma maior variedade de possibilidades no uso dos revestimentos cerâmicos.

Esses componentes possuem cada vez mais variedade de formatos, cores e texturas que possibilitam uma gama de composições estéticas, dessa forma elevando a qualidade dos edifícios.

Segundo PEIXOTO(1992), não existe outro material que seja usado em f chada que possa apresentar a riqueza de composições e durabilidade do revestimento cerâmico, com um custo tão acessível.

Contudo, observa-se que mesmo com os avanços tecnológicos na f bricação e as inúmeras vantagens no uso de placas cerâmicas, e incidência de patologias em sistemas de revestimentos cerâmicos não são raras.

Dentre as patologias mais encontradas estão os destacamentos de placas cerâmicas, que geram alto custo na recuperação, degradação do imóvel

e riscos de acidentes; Eflorescência que é caracterizada pelo feito de lixiviação, que transporta os sais solúveis até a superfície, provocando deteriorização do sistema; Trincas e Fissuras, de acordo com SABBATINI, BARROS(1990) trinca é a ruptura total do corpo cerâmicos em duas ou mais partes após a sua fixação, cuja abertura possui dimensões superiores a 0,05mm. O gretamento por sua vez, é definido como sendo a fissuração (abertura de 0,05 a 0,1mm da camada de esmalte superficial da placa cerâmica, entretanto o gretamento pode ocorrer no momento da fabricação da placa cerâmica e neste caso é considerado um defeito de fabricação e não uma patologia.

Cerâmica na atualidade

A cerâmica, que é praticamente tão antiga quanto a descoberta do fogo, mesmo utilizando os antigos métodos artesanais, pode produzir artigos de excelente qualidade. Nos últimos anos, acompanhando a evolução industrial, a indústria cerâmica adotou a produção em massa, garantida pela indústria de equipamentos, e a introdução de técnicas de gestão, incluindo o controle de matérias-primas,a adosa aprocessosa aea adosa aprodutosa afabricados.

A Indústria Cerâmica na atualidade pode ser subdivida em setores que possuem características bastante individualizadas e com níveis de avanço tecnológico distintos.

Cerâmica Vermelha

Compreendea quelesa amateriaisa acoma acoloraçãoa vermelhada empregados na construção civil (tijolos, blocos, telhas, elementos vazados, lajes, tubos cerâmicos e argilas expandidas) e também utensílios de uso doméstico e de adorno. As lajotas muitas vezes são enquadradas neste grupo, poréma aoa amaisa acorretoa aéa aema aMateriaisa adea aRevestimento.

Cerâmica Branca

Isolantes Térmicos Osa aprodutosa adestea asegmentoa apodema asera aclassificadosa aem:

 refratários isolantes que se enquadram no segmento de refratários, isolantes térmicos não refratários, compreendendo produtos como vermiculita  expandida, sílica diatomácea, diatomito, silicato de cálcio, lã de vidro e lã de rocha, que são obtidos por processos distintos ao do item a) e que podem ser utilizados, dependendo do tipo de produto até 1100ºC.

 (^) fibras ou lãs cerâmicas que apresentam características físicas semelhantes às citadas no item b), porém apresentam composições tais como sílica, sílica-alumina, alumina e zircônia, que dependendo do tipo, podem chegar a temperaturas de utilização de 2000º C ou mais.

Fritas e Corantes Estes dois produtos são importantes matérias-primas para diversos segmentosa acerâmicosa aquea arequerema adeterminadosa cabamentos.a Frita (ou vidrado fritado) é um vidro moído, fabricado por indústrias especializadas a partir da fusão da mistura de diferentes matérias-primas. É plicado na superfície do corpo cerâmico que, após a queima, adquire aspecto vítreo. Este acabamento tem por finalidade aprimorar a estética, tornar a peça impermeável, aumentar a resistência mecânica e melhorar ou proporcionar outras características. a Corantes constituem-se de óxidos puros ou pigmentos inorgânicos sintéticos obtidos a partir da mistura de óxidos ou de seus compostos. Os pigmentos são fabricados por empresas especializadas, inclusive por muitas d s que produzem fritas, cuja obtenção envolve a mistura das matérias-primas, calcinação e moagem. Os corantes são adicionados aos esmaltes (vidrados) ou aos corpos cerâmicos para conferir-lhes colorações das mais diversas tonalidades e efeitos especiais.

Abrasivos Parte da indústria de abrasivos, por utilizarem matérias-primas e processos semelhantes aos da cerâmica, constituem-se num segmento cerâmico. Entre os produtos mais conhecidos podemos citar o óxido de alumínio eletrofundido e o carbeto de silício.

Vidro, Cimento e Cal a a a a a São três importantes segmentos cerâmicos e que, por suas particularidades, são muitas vezes considerados à parte da cerâmica.a

Cerâmica de Alta Tecnologia/Cerâmica Avançada a O aprofundamento dos conhecimentos da ciência dos materiais proporcionou ao homem o desenvolvimento de novas tecnologias e primoramento das existentes nas mais diferentes áreas, como aeroespacial, eletrônica, nuclear e muitas outras e que passaram a exigir materiais com qualidade excepcionalmente elevada. Tais materiais passaram ser desenvolvidos a partir de matérias-primas sintéticas de altíssima pureza e por meio de processos rigorosamente controlados. Estes produtos, que podem presentar os mais diferentes formatos, são fabricados pelo chamado segmento cerâmico de alta tecnologia ou cerâmica avançada. Eles são classificados, de acordo com suas funções, em: eletroeletrônicos, magnéticos, ópticos, químicos, térmicos, mecânicos, biológicos e nucleares. Os produtos deste segmento são de uso intenso e a cada dia tende a se ampliar. Como lguns exemplos, podemos citar: naves espaciais, satélites, usinas nucleares, materiais para implantes em seres humanos, aparelhos de som e de vídeo, suporte de catalisadores para automóveis, sensores (umidade, gases e outros), ferramentasa adea acorte,a abrinquedos,a cendedora adea afogão,a aetc.

sua vida útil já esgotou, necessitando de uma manutenção. Em alguns casos pode-se encontrar danos causados por problemas de umidade e infiltrações nas fachadas, ocorrendo o aparecimento de manchas e bolor entre outros problemas a serem citados no decorrer do trabalho. A causa mais freqüente para o aparecimento desta patologia é a capilaridade, onde a umidade sobe pelo solo, passa pelo interior da alvenaria e atinge a pintura da fachada (VERÇOZA, 1991).

Patologias freqüentes em cerâmica

 Patologias quanto as eflorescências

Nota-se já a algum tempo que o quadro patológico da eflorescência tem como elemento determinante a presença e a ação da água. Não é exagero firmar que sem água não haveria eflorescência (FIORITO, A.J.S.I 1984). No caso de revestimentos cerâmicos assentados em situações onde não tomaram medidas preventivas quanto à impermeabilização pode ocorrer a passagem de água provocada pela absorção ou facilitada por uma maior permeabilidade, ou pela soma dos dois fatores, tal fluxo de água poderá introduzir substâncias agressivas do solo na rede capilar do concreto e rgamassa, ou dissolver e tranportar certos sais solúveis que podem estar presentes no concreto, na argamassa ou no próprio material cerâmico, trazidos à superficie, tais sais podem se apresentar como depósitos esbranquiçados nos poros abertos mais superficiais do revestimento, caso as condições cerâmicas proporcionem excelente evaporação. Caso o fluxo tenha vazão superior à capacidade de evaporação , notar-se-ão bolsas de solução concentrada de sais que apresentarão alta viscosidade, este é o caso notado em revestimentos esmaltados.(FIORITO, A.J.S.I 1984).

Uemoto (1988) distingue três tipos de eflorescência, as de Tipo I, II e III. O Tipo I é o mais comum e caracteriza-se por um depósito de sal branco, pulverulento, muito solúvel em água. Pode ocorrer em superfícies de alvenaria parente, revestimentos de argamassa, juntas de assentamentos, regiões próximas a esquadrias mal vedadas, ladrilhos cerâmicos, juntas de ladrilhos cerâmicos e azulejos. Tipo II caracteriza-se pela aparição de um depósito de cor branca com aspecto de escorrimento, muito aderente e pouco solúvel em

água. Esse depósito, quando em contato com o ácido clorídrico, apresenta efervescência. Esses sais formam-se em regiões próximas a elementos de concreto ou sobre sua superfície e, às vezes, sobre superfícies de alvenaria. A eflorescência do Tipo III manifesta-se como um depósito de sal branco entre juntas de alvenaria aparente, que se apresentam fissuradas devido à expansão decorrente da hidratação do sulfato de cálcio existente no tijolo ou da re ção tijolo-cimento.

Para tentar conter as eflorescências deve-se evitar principalmete vazamentos em paredes e utilizar rejuntes impermeáveis, estas são maneiras de evitar essa patologia, que pode ter origem em vazamentos de canos, umidade dos terrenos ou penetração inicial por meio de rejuntes mal executados.

revestimento e o uso da argamassas bem dosadas ou colantes podem evitar o parecimento de fissuras.  (^) Patologias quanto bolor

O termo bolor ou mofo é entendido como a colonização por diversas populações de fungos filamentosos sobre vários tipos de substrato, citando-se inclusive as argamassa inorgânicas (SHIRAeAfA, a 1995). O termo emboloramento, de acordo com Allucci (1988) constitui-se numa “alteração a a observável macroscopicamente na superfície de diferentes materiais, sendo uma conseqüência do desenvolvimento de microorganismos pertencentes ao grupo dos fungos”. O desenvolvimento de fungos em revestimentos externos causa alteração estética formando manchas escuras indesejáveis em tonalidades preta, marrom e verde, ou ocasionalmente, manchas claras esbranquiçadas ou amareladas (SHIRAeAfA, 1995).

Ataque de bolor

 Deterioração das juntas

Este problema, apesar de afetar diretamente as argamassas de preenchimento das juntas de assentamento (rejuntes) e de movimentação, compromete o desempenho dos revestimentos cerâmicos como um todo, já que estes componentes são responsáveis pela estanqueidade do revestimento cerâmico e pela capacidade de absorver deformações. Os sinais de que está ocorrendo uma deterioração das juntas são: perda de estanqueidade d junta e envelhecimento do material de preenchimento. A perda da estanqueidade pode iniciar-se logo após sua execução, através de procedimentos de limpeza inadequados. Estes procedimentos de limpeza podem causar deterioração de parte do material aplicado (uso de ácidos e b ses concentrados), que, somados ataques de agentes atmosféricos gressivos e/ou solicitações mecânicas por movimentações estruturais, podem causar fissuração (ou mesmo trincas) bem como infiltração de água.

Deterioração das juntas  Patologias quanto a expansão por umidade (EPU) Trata-se de uma propriedade dos materiais cerâmicos que tendem a inchar- se, em maior ou menor grau com o decorrer do tempo, essa expansão ssociada à ausência de juntas adequadas resultará fatalmente no descolamento do revestimento por flambagem, ou greteamento e fissuras do esmalte.(FIORITO, A.J.S.I 1984).

EPU é uma incógnita mundial e sua determinação é muito influenciada pela gressividade do próprio ensaio.

Conclusão

Existem vários riscos possíveis a se ocorrer em uma edificação, contudo medida mais eficaz a se tomar para que estas não comprometam a vida útil

do seu edifício é a prevenção, portanto cabe aos projetistas o bom senso de conhecer os possíveis fatores causadores de patologias em cada tipo de material e em cada local de analise.

Aos executores o bom senso de que o ambiente construído é feito para que o homem possa tirar o maximo de proveito dele e que portanto ele deve ser executado com o melhor potencial de trabalho e conhecimento técnico possível e de material também, assim valendo a pena dedicar-se na construção de uma obra com a pega certa do concreto ou ainda a impermeabilização das lajes.

Aos usuários cabe a consciência de que patologias não deixam de ser f tores causados pela natureza, intempéries, clima, sistemas vivos ou outros e que portanto interferir no ambiente natural com o seu “espaço habitável” é necessário a sobrevivência humana, mas que esse pode ser feito de maneira dequada, aproveitando-os para as tarefas nele planejadas, conhecendo suas capacidades, sabendo como cuidar desses ambientes e os manter com o Maximo de durabilidade possível.

Tecnologia e técnica para fazer isso existe, o que na maior parte das vezes causa danos ao ambiente construído é o desconhecimento ou a hipocrisia do homem em relação a sua interferência no mundo.

Portanto a tarefa de reduzir danos aos nossos edifícios, muitas vezes irreconciliáveis ou ainda de custo muito alto, cabe a todos, sejam projetistas, construtores ou usuários do espaço.

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