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Matemática 11 ano produto escalar
Tipologia: Exercícios
1 / 20
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Geometria (11.
o ano)
Exerc´ıcios de Provas Nacionais e Testes Interm´edios - Propostas de resolu¸c˜ao
OB tem as mesmas
coordenadas, pelo que as coordenadas do vetor
BO s˜ao:
E a sua norma ´e:
∥ ∥ ∥
2
Calculando a norma do vetor
BE, temos:
2
x
y
z
Como o ˆangulo OBE ´e o ˆangulo formado pelos vetores
BO e
BE, podemos determinar a sua amplitude
a partir do respetivo produto escalar:
cos
Logo, a amplitude do ˆangulo OBE, em graus, arredondado `as unidades, ´e
BE = cos
− 1
◦
Exame – 2020, Ep. especial´
AV , e a sua norma:
2
Calculando as coordenadas do vetor
AC, e a sua norma:
2
Recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:
cos
Logo, a amplitude do ˆangulo V AC, em graus, arredondado `as unidades, ´e
V ACˆ = cos
− 1
◦
Exame – 2019, 1. a Fase
yR ∈ R
−
. Assim, fazendo a substitui¸c˜ao na equa¸c˜ao da superf´ıcie esf´erica, podemos calcular o valor de
yR:
0
2
2
2 = 3 ⇔ 0 + yR
2
Como yR ∈ R
− , as coordenadas do do ponto R s˜ao
Assim temos que, como O ´e a origem do referencial
e
OP = (1, 1 ,1), pelo que:
2
2
2
Logo, recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:
cos
Logo, a amplitude do ˆangulo ROC, em graus, arredondado `as unidades, ´e:
OC = cos
− 1
◦
Exame – 2018, Ep. especial´
qualquer ponto P da circunferˆencia, temos que:
Temos ainda que:
obtuso, vem que
agudo, vem que
Desta forma, o conjunto A dos pontos P tais que
P S = 0, ´e a
circunferˆencia de diˆametro [RS]
Resposta: Op¸c˜ao D
Exame – 2017, Ep. especial´
que a ´area da base ´e:
2 = 2
2 = 4
Como o volume da pirˆamide ´e 4, ent˜ao calculando a altura h da
pirˆamide, temos:
× A[EF GH] × h ⇔
× 4 × h ⇔
= h ⇔ h = 3 x
y
z
Como a cota do ponto P ´e superior a 2 e a aresta do cubo ´e 2, ent˜ao a cota do ponto P ´e
zP = 2 + h = 2 + 3 = 5
Como a proje¸c˜ao do ponto P no plano xOy ´e o centro do quadrado [ABCD], temos que a abcissa ´e
xP = 1 e a ordenada ´e yP = 5, pelo que as coordenadas do ponto P s˜ao (1, 5 ,5)
Como as coordenadas do ponto G s˜ao (2, 6 ,2), podemos calcular as coordenadas do vetor
GP , e a sua
norma: −−→ GP = P − G = (1, 5 ,5) − (2, 6 ,2) = (− 1 , − 1 ,3)
∥ ∥ ∥
2
Como O ´e a origem do referencial, podemos calcular as coordenadas do vetor
GO, e a sua norma:
2
Recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:
cos
Logo, a amplitude do ˆangulo OGP , em graus, arredondado `as unidades, ´e
GP = cos
− 1
◦
Exame – 2017, 2. a Fase
s˜ao: A(xA, 0 ,0), xA ∈ R
Analogamente, como o ponto B pertence ao semieixo positivo Oy, que tem abcissa e cota nulas e as
coordenadas s˜ao B(0,yB ,0), yB ∈ R
Da mesma forma, como o ponto P pertence ao eixo Oz, e tem abcissa e ordenadas nulas e ainda cota
n˜ao nula, as coordenadas s˜ao P (0, 0 ,zP ), zP ∈ R \ { 0 }
Como um ˆangulo ´e agudo se o produto escalar dos vetores que formam esse ˆangulo for positivo, ent˜ao o
ˆangulo AP B ´e agudo se −→ P A.
Determinando as coordenadas dos vetores
P A e
P B, temos:
P A = A − P = (xA, 0 ,0) − (0, 0 ,zP ) = (xA, 0 , − zP )
P B = B − P = (0,yB ,0) − (0, 0 ,zP ) = (0,yB , − zP )
Logo, o produto escalar dos dois vetores, expressos nas suas coordenadas, ´e:
P B = (xA, 0 , − zP ). (0,yB , − zP ) = xA × 0 + 0 × yb + (−zP ) × (−zP ) = 0 + 0 + zP
2 = zP
2
Como zP ´e um n´umero real, ent˜ao zP
2 > 0
Como zP
P B, ent˜ao
P B > 0, logo o ˆangulo AP B ´e agudo.
Exame – 2016, 2.a^ Fase
podemos determinar a amplitude do ˆangulo CBA, ou seja, a amplitude do ˆangulo formado pelos vetores −−→ BA e
◦
Desta forma, o valor do produto escalar
BC ´e:
∥ ×^ cos
2 × cos 30
◦ = 2 ×
Resposta: Op¸c˜ao C
Exame – 2016, 1.a^ Fase
temos que
Como os hex´agonos regulares podem ser decompostos em seis triˆangulos
equil´ateros, cada ˆangulo interno do hex´agono regular tem o dobro da am-
plitude dos ˆangulos internos de um triˆangulo equil´atero, ou seja,
π
2 π
Assim, vem que
2 π 3
BC = cos
∥ = cos
2 π
× 2 × 2 = − cos
π
Resposta: Op¸c˜ao B
Exame – 2015, Ep. especial´
abcissa, recorrendo `a equa¸c˜ao do plano β:
2 x − y + z − 4 = 0 ∧ y = 0 ∧ z = 0 ⇒ 2 x − 0 + 0 − 4 = 0 ⇔ 2 x = 4 ⇔ x = 2
E assim temos as coordenadas do ponto B, B(2, 0 ,0) e podemos calcular as coordenadas do vetor
AB, e
a sua norma: −−→ AB = B − A = (2, 0 ,0) − (1, 2 ,3) = (1, − 2 , − 3) ∥ ∥ ∥
2
Como o ponto C ´e o sim´etrico do ponto B relativamente ao plano yOz, tem as mesmas ordenada e cota,
e abcissa sim´etrica, ou seja, as coordenadas do ponto C s˜ao C(− 2 , 0 ,0) e podemos calcular as coordenadas
do vetor
AC, e a sua norma:
2
Recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:
cos
Logo, a amplitude do ˆangulo BAC, em graus, arredondado `as unidades, ´e
AC = cos
− 1
◦
Exame – 2015, Ep. especial´
coordenadas do ponto P , s˜ao (4,b,0), b ∈ R
(abcissa 4 porque tem abcissa igual ao ponto B, e cota zero
porque pertence ao eixo xOy).
Pelo que,
AB = B − A = (4, 0 ,0) − (0, 0 ,2) = (4, 0 , − 2) e
∥ ∥ ∥
2
AP = P − A = (4,b,0) − (0, 0 ,2) = (4,b, − 2), b ∈ R
e
∥ ∥ ∥
2
16 + b 2
20 + b 2 , b ∈ R
AP = (4, 0 , − 2).(4,b, − 2) = 4 × 4 + 0 × b + (−2) × (−2) = 16 + 0 + 4 = 20
Temos ainda que o ˆangulo BAP ´e o ˆangulo formado pelos vetores
AB e
AP e que
cos
= cos
π
Assim, recorrendo `a defini¸c˜ao de produto escalar, vem que:
AP = cos
20 + b 2 ⇔
20 + b 2 ⇒
20 + b 2
= 20 + b
2 ⇔
⇔ 80 = 20 + b
2 ⇔ 80 − 20 = b
2 ⇔ ±
60 = b
Logo, como a ordenada do ponto P ´e positiva, temos que
b =
*** Outra resolu¸c˜ao: ***
Como a o ponto P pertence ao plano xOy e tem a mesma abcissa, a reta BP ´e paralela ao eixo Oy, e
perpendicular ao plano xOz, pelo que ´e ortogonal (ou perpendicular a todas as retas contidas no plano,
em particular ´e perpendicular `a reta AB
Assim, o ˆangulo ABP ´e reto, e o triˆangulo [ABP ] ´e retˆangulo
em B
Como B
π
, recorrendo `a defini¸c˜ao de tangente de
um ˆangulo, temos que
tg
π
x
y
z
Como, AB = 2
5 (ver c´alculos no item anterior), e tg
π
3, temos que
tg
π
Logo, como o ponto P tem ordenada positiva (e a mesma abcissa que o ponto B e pertence ao plano xOy),
temos que as coordenadas do ponto P s˜ao (4,yP ,0) e
yP = 2
Exame – 2015, 1. a Fase
coordenadas do vetor
HA, e a sua norma:
2
Da mesma forma, como o ponto C, pertence ao eixo Oy e o cubo tem aresta 3, temos que C(0, − 3 ,0) e
podemos calcular as coordenadas do vetor
HC, e a sua norma:
2
Podemos ainda calcular o produto escalar
E assim, temos que α ´e o ˆangulo formado pelos vetores
HA e
HC, pelo que, recorrendo `a f´ormula do
produto escalar, vem que:
cos(α) = cos
Pela f´ormula fundamental da Trigonometria, temos que
sen
2 α + cos
2 α = 1 ⇔ sen
2 α = 1 − cos
2 α
Logo temos que o valor exato de sen
2 α ´e
sen
2 α = 1 −
2
Exame – 2014, 1. a Fase
que BM =
a
, e como o triˆangulo [ABM ] ´e retˆangulo em M , podemos
determinar AM :
2
2 = AB
2 ⇔ AM
2
a
= a
2 ⇔ AM
2 = a
2 −
a 2
4 a
2
a
2
3 a
2
3 a
a
a
π^2 6
Como as alturas de um triˆangulo equil´atero bissetam os ˆangulo internos do triˆangulo, temos que B
π
Assim, vem que:
∥ × cos
= a ×
3 a
× cos
π
3 a
2
2 a
2
3 a
2
Teste Interm´edio 11. o ano – 11.03.
◦ de amplitude, temos que:
◦
Assim, vem que:
AC = cos
∥ = cos(
◦
◦ )× 8 ×8 =
= − sen(
◦ ) × 64 = −
Resposta: Op¸c˜ao B
◦ 30
◦
◦
Teste Interm´edio 11.o^ ano – 27.01.
as coordenadas dos pontos O, T e A, e dos vetores
OT e
OA = A − O = (4, − 4 ,zA) − (0, 0 ,0) = (4, − 4 ,zA)
Assim, determinando o valor de zA, temos que:
OA = 8 ⇔ (4, 0 , − 4). (4, − 4 ,zA) = 8 ⇔ 4 × 4 + 0 × (−4) − 4 × zA = 8 ⇔ 16 + 0 − 4 zA = 8 ⇔
⇔ − 4 zA = 8 − 16 ⇔ − 4 zA = − 8 ⇔ zA =
⇔ zA = 2
Teste Interm´edio 11. o ano – 27.01.
(1)
(2)
(3)
∥ ×^ cos(0) +
∥ ×^ cos(0) =
2
(4)
2
2
−→ AI =
−−→ AD +
−→ DI e
−→ AJ =
−→ AB +
−→ BJ
−−→ AD ⊥
−→ AB e
−→ DI ⊥
−→ BJ
−→ DI =
1
2
−→ AB e
−→ BJ =
1
2
−−→ AD
∥ ∥ ∥
−→ AB
∥ ∥ ∥ =
∥ ∥ ∥
−−→ AD
∥ ∥ ∥
Teste Interm´edio 11. o ano – 27.01.
◦
Assim, temos que:
CB = cos
∥ = cos(
◦ ) × 4 × 4 = − 1 × 16 = − 16
Resposta: Op¸c˜ao B
Teste Interm´edio 11.o^ ano – 06.05.
Teste Interm´edio 11. o ano – 07.05.2009 (adaptado)
αr
2
, e o raio da circunferˆencia ´e 5, podemos determinar a
amplitude do ˆangulo α, ou seja, do ˆangulo QCP :
αr
2
α × 5
2
25 π
⇔ α =
25 π × 2
⇔ α =
π
E assim, temos que:
∥ × cos
= 5 × 5 × cos
π
Teste Interm´edio 11. o ano – 27.01.
A base
[AC], e como o triˆangulo ´e is´osceles, a altura relativamente ao lado diferente ([AC]) ´e um eixo de
simetria, pelo que AC = 2AD
arco. E como a amplitude do arco que ´e igual `a amplitude do ˆangulo ao centro respetivo, que tem
amplitude α, temos que:
_ AB
α
adjacente ao ˆangulo CAB (de amplitude
α
) e o lado [OA] ´e a hipotenusa (de comprimento r), pelo
que, pela defini¸c˜ao de cosseno, vem que:
cos(C
⇔ cos
α
r
⇔ AD = r cos
α
∥ × cos
= 2r × 2
r cos
α
× cos
α
= 4r
2 cos
2
α
Teste Interm´edio 11. o ano – 29.01.
aos eixos coordenados, e como a face plano [OP QR] pertence
ao eixo xOy, ent˜ao podemos identificar as coordenadas do ponto
Q e calcular as coordenadas dos pontos M e N , e calcular as
coordenadas dos vetores
QM e
QN e ainda as respetivas normas:
Como o ponto Q pertence aos planos de equa¸c˜oes x = 5,
y = 5 e z = 0, ent˜ao temos que Q(5, 5 ,0)
x
y
z
calcular o valor da ordenada yM :
10 × 5 + 15yM + 6 × 5 = 125 ⇔ 15 yM = 125 − 50 − 30 ⇔ 15 yM = 45 ⇔ yM =
⇔ yM = 3
Ou seja, M (5, 3 ,5)
calcular o valor da abcissa xN :
10 xN + 15 × 5 + 6 × 5 = 125 ⇔ 10 xN = 125 − 75 − 30 ⇔ 10 xN = 20 ⇔ xN =
⇔ xN = 2
Ou seja, N (2, 5 ,5)
2
2
Finalmente, recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:
cos β = cos
Logo, o valor de β em graus, arredondado `as unidades, ´e:
β = cos
− 1
◦
Teste Interm´edio 11. o ano – 24.01.
ao ˆangulo CAB (ou ao ˆangulo EAD), pelo que, pela defini¸c˜ao de cosseno, vem que:
cos(C
⇔ cos(C
⇔ cos(E
E assim, vem que:
∥ × cos
Resposta: Op¸c˜ao D
Teste Interm´edio 11. o ano – 10.05.
BC e
BC, e assim vem que:
∥ × cos
∥ × cos
= AB × AB × cos(
◦ ) + AB × BC × cos(
◦ ) = AB
2 × 1 + AB × BC × 0 = AB
2
2
Teste Interm´edio 11.o^ ano – 19.05.
nadas do ponto U porque ´e o centro do quadrado [ST U V ]:
xU
yU
, ou seja, W (1, 1 ,4)
Q(xU ,yU ,0), ou seja, Q(2, 2 ,0)
V (0,yU ,zU ), ou seja, V (0, 2 ,4)
Calculando as coordenadas e as normas dos vetores
QW e
QV temos:
2
2
Finalmente, recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:
cos
= cos
Logo, o valor do ˆangulo W QV em graus, arredondado `as unidades, ´e:
QV = cos
− 1
◦
Exame – 2001, ´Ep. especial (c´od. 135)
π
ent˜ao
OP = 0, ou seja, f
π
= 0, pelo que o gr´afico da op¸c˜ao (C) n˜ao pode ser o da fun¸c˜ao f
0 < x <
π
, ent˜ao
OP > 0, pelo que o gr´afico da op¸c˜ao (B) n˜ao pode ser o da fun¸c˜ao f
< x < π, ent˜ao
OP < 0, pelo que o gr´afico da op¸c˜ao (D) n˜ao pode ser o da fun¸c˜ao f
Assim, de entre as op¸c˜oes apresentadas, o ´unico gr´afico que pode ser o da fun¸c˜ao f , ´e o gr´afico da op¸c˜ao (A)
Resposta: Op¸c˜ao A
Exame – 2001, Prova para militares (c´od. 435)
CA e
CB temos:
Calculando o valor do produto escalar, temos:
E assim podemos concluir que como
CB = 0, ent˜ao o ˆangulo ACB
´e reto, ou seja, que o triˆangulo [ABC] ´e retˆangulo em C
x
y
z
Exame – 1999, 2. a fase (c´od. 135)
dire¸c˜oes perpendiculares.
De entre as op¸c˜oes apresentadas, apenas os vetores
U Q e
T X re-
presentam vetores com dire¸c˜oes perpendiculares.
Resposta: Op¸c˜ao B
Exame – 1999, 1. a Fase - 2. a Chamada (c´od. 135)
~p · ~q = − 9 ⇔ cos(~p ˆ~q) × ‖~p‖ × ‖~q‖ = − 9 ⇔ cos(~p ˆ~q) × 3 × 3 = − 9 ⇔ cos(~p ˆ~q) = −
⇔ cos(~p ˆ~q) = − 1
Logo temos que p~ ˆ~q = 180 ◦ e como ‖~p‖ = ‖~q‖, ent˜ao os vetores s˜ao sim´etricos, ou seja:
~p = −~q ⇔ ~p + ~q = 0
Resposta: Op¸c˜ao A
Exame – 1998, Prova para militares (c´od. 135)
P O e
P Q temos:
Calculando o valor do produto escalar, temos:
E assim podemos concluir que como
P Q = 0, ent˜ao o ˆangulo OP Q ´e reto.
Exame – 1998, Prova de reserva (c´od. 135)
(0, 0 ,k),k ∈ R
Calculando as coordenadas dos vetores
CA e
CB, vem que:
CA = A − C = (5, 0 ,0) − (0, 0 ,k) = (5, 0 , − k)
CB = B − C = (0, 3 ,1) − (0, 0 ,k) = (0, 3 , 1 − k)
Como o triˆangulo [ABC] deve ser retˆangulo em C,
CB = 0, e assim temos que:
CB = 0 ⇔ (5, 0 , − k). (0, 3 , 1 − k) = 0 ⇔ 5 × 0 + 0 × 3 + (−k) × (1 − k) = 0 ⇔
⇔ −k(1 − k) = 0 ⇔ −k = 0 ∨ 1 − k = 0 ⇔ k = 0 ∨ 1 = k
Como o ponto C deve ter cota positiva, temos que k = 1 e assim as coordenadas do ponto C s˜ao (0, 0 ,1)
Exame – 1998, 2. a fase (c´od. 135)
tˆem
π
radianos de amplitude.
Como o tetraedro ´e regular, todas a medida de todas as arestas ´e
igual, e assim, vem que:
∥ ∥ ∥
E assim, calculando o valor do produto escalar, vem:
∥ × cos
= 6 × 6 × cos
π
Resposta: Op¸c˜ao A
Exame – 1998, 1. a fase - 1. a chamada (c´od. 135)
AC e
AB temos:
Calculando o valor do produto escalar, temos:
E assim podemos concluir que como
AB = 0, ent˜ao os vetores
AC e
AB tˆem dire¸c˜oes perpendiculares,
ou seja, as retas AC e AB s˜ao perpendiculares.
Exame – 1997, 1. a fase - 1. a chamada (c´od. 135)