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Produto escalar 11⁰ano, Exercícios de Matemática

Matemática 11 ano produto escalar

Tipologia: Exercícios

2021

Compartilhado em 01/12/2021

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bg1
Geometria (11.oano)
Produto escalar de vetores
Exerc´ıcios de Provas Nacionais e Testes Interm´edios - Propostas de resolu¸c˜ao
1. Como as coordenadas do ponto Bao (0,2,4), o vetor
OB tem as mesmas
coordenadas, pelo que as coordenadas do vetor
BO ao:
BO =
OB =(0,2,4) = (0,2,4)
E a sua norma ´e:
BO
=
OB
=p02+ 22+ 42=4 + 16 = 20
Calculando a norma do vetor
BE, temos:
BE
=p22+ 22+ (2)2=4 + 4 + 4 = 12 x
y
O
z
A
EF
G
B
H
D
C
Como o ˆangulo OBE ´e o ˆangulo formado pelos vetores
BO e
BE, podemos determinar a sua amplitude
a partir do respetivo produto escalar:
cos
BOˆ
BE=
BO .
BE
BO
×
BE
=(0,2,4).(2,2,2)
20 ×12 =4+8
20 ×12 =4
240
Logo, a amplitude do ˆangulo OBE, em graus, arredondado `as unidades, ´e
Oˆ
BE = cos14
24075
Exame 2020, ´
Ep. especial
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14

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Geometria (11.

o ano)

Produto escalar de vetores

Exerc´ıcios de Provas Nacionais e Testes Interm´edios - Propostas de resolu¸c˜ao

  1. Como as coordenadas do ponto B s˜ao (0, 2 ,4), o vetor

OB tem as mesmas

coordenadas, pelo que as coordenadas do vetor

BO s˜ao:

BO = −

OB = −(0, 2 ,4) = (0, − 2 , − 4)

E a sua norma ´e:

∥ ∥ ∥

BO

OB

2

  • 2 2
  • 4 2 =

Calculando a norma do vetor

BE, temos:

BE

2

  • 2 2
  • (−2) 2 =

x

y

O

z

A

F E

G

B

H

D

C

Como o ˆangulo OBE ´e o ˆangulo formado pelos vetores

BO e

BE, podemos determinar a sua amplitude

a partir do respetivo produto escalar:

cos

BOˆ

BE

BO.

BE

BO

∥ ×

BE

20 ×

20 × 12

Logo, a amplitude do ˆangulo OBE, em graus, arredondado `as unidades, ´e

O

BE = cos

− 1

Exame – 2020, Ep. especial´

  1. Calculando as coordenadas do vetor

AV , e a sua norma:

AV = V − A = (3, − 1 ,2) − (2, 1 ,0) = (1, − 2 ,2)

AV

∥ =^

2

  • (−2) 2
  • (2) 2 =

Calculando as coordenadas do vetor

AC, e a sua norma:

AC = C − A = (0, − 1 ,2) − (2, 1 ,0) = (− 2 , − 2 ,2)

AC

2

  • (−2) 2
  • (2) 2 =

Recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:

cos

AV ˆ

AC

AV.

AC

AV

∥ ×

AC

Logo, a amplitude do ˆangulo V AC, em graus, arredondado `as unidades, ´e

V ACˆ = cos

− 1

Exame – 2019, 1. a Fase

  1. Como o ponto R pertence ao semieixo negativo das ordenadas, tem coordenadas da forma (0,yR,0), com

yR ∈ R

. Assim, fazendo a substitui¸c˜ao na equa¸c˜ao da superf´ıcie esf´erica, podemos calcular o valor de

yR:

0

2

  • yR

2

  • 0

2 = 3 ⇔ 0 + yR

2

  • 0 = 3 ⇔ yR = ±

Como yR ∈ R

− , as coordenadas do do ponto R s˜ao

Assim temos que, como O ´e a origem do referencial

OR =

e

OP = (1, 1 ,1), pelo que:

OR

2

  • (−

2

  • 0 2 =

OP

∥ =^

2

  • 1 2
  • 1 2 =

Logo, recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:

cos

ORˆ

OP

OR.

OP

OR

∥ ×

OP

3 ×

Logo, a amplitude do ˆangulo ROC, em graus, arredondado `as unidades, ´e:

A

OC = cos

− 1

Exame – 2018, Ep. especial´

  1. Como para qualquer ponto P da circunferˆencia de diˆametro [RS] o ˆangulo RP Q ´e reto, ent˜ao para

qualquer ponto P da circunferˆencia, temos que:

P R.

P S = 0

Temos ainda que:

  • para qualquer ponto P no interior da circunferˆencia o ˆangulo RP Q ´e

obtuso, vem que

P R.

P S > 0

  • para qualquer ponto P no exterior da circunferˆencia o ˆangulo RP Q ´e

agudo, vem que

P R.

P S < 0

Desta forma, o conjunto A dos pontos P tais que

P R.

P S = 0, ´e a

circunferˆencia de diˆametro [RS]

Resposta: Op¸c˜ao D

R P

S

Exame – 2017, Ep. especial´

  1. Como a base do cubo ´e um quadrado de lado 2 (AD = 2), temos

que a ´area da base ´e:

A[EF GH] = AD

2 = 2

2 = 4

Como o volume da pirˆamide ´e 4, ent˜ao calculando a altura h da

pirˆamide, temos:

V[ABCDEF GHP ] =

× A[EF GH] × h ⇔

× 4 × h ⇔

4 × 3

= h ⇔ h = 3 x

y

O

z

B

E H

G

A

C

F

D

P

Como a cota do ponto P ´e superior a 2 e a aresta do cubo ´e 2, ent˜ao a cota do ponto P ´e

zP = 2 + h = 2 + 3 = 5

Como a proje¸c˜ao do ponto P no plano xOy ´e o centro do quadrado [ABCD], temos que a abcissa ´e

xP = 1 e a ordenada ´e yP = 5, pelo que as coordenadas do ponto P s˜ao (1, 5 ,5)

Como as coordenadas do ponto G s˜ao (2, 6 ,2), podemos calcular as coordenadas do vetor

GP , e a sua

norma: −−→ GP = P − G = (1, 5 ,5) − (2, 6 ,2) = (− 1 , − 1 ,3)

∥ ∥ ∥

P G

∥ =^

2

  • (−1) 2
  • 3 2 =

Como O ´e a origem do referencial, podemos calcular as coordenadas do vetor

GO, e a sua norma:

GO = O − G = (0, 0 ,0) − (2, 6 ,2) = (− 2 , − 6 , − 2)

GO

∥ =^

2

  • (−6) 2
  • (−2) 2 =

Recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:

cos

GP ˆ

GO

GP.

GO

GP

∥ ×

GO

11 ×

11 × 44

Logo, a amplitude do ˆangulo OGP , em graus, arredondado `as unidades, ´e

O

GP = cos

− 1

Exame – 2017, 2. a Fase

  1. Como o ponto A pertence ao semieixo positivo Ox, tem ordenada e cota nulas, ou seja as suas coordenadas

s˜ao: A(xA, 0 ,0), xA ∈ R

Analogamente, como o ponto B pertence ao semieixo positivo Oy, que tem abcissa e cota nulas e as

coordenadas s˜ao B(0,yB ,0), yB ∈ R

Da mesma forma, como o ponto P pertence ao eixo Oz, e tem abcissa e ordenadas nulas e ainda cota

n˜ao nula, as coordenadas s˜ao P (0, 0 ,zP ), zP ∈ R \ { 0 }

Como um ˆangulo ´e agudo se o produto escalar dos vetores que formam esse ˆangulo for positivo, ent˜ao o

ˆangulo AP B ´e agudo se −→ P A.

P B > 0

Determinando as coordenadas dos vetores

P A e

P B, temos:

P A = A − P = (xA, 0 ,0) − (0, 0 ,zP ) = (xA, 0 , − zP )

P B = B − P = (0,yB ,0) − (0, 0 ,zP ) = (0,yB , − zP )

Logo, o produto escalar dos dois vetores, expressos nas suas coordenadas, ´e:

P A.

P B = (xA, 0 , − zP ). (0,yB , − zP ) = xA × 0 + 0 × yb + (−zP ) × (−zP ) = 0 + 0 + zP

2 = zP

2

Como zP ´e um n´umero real, ent˜ao zP

2 > 0

Como zP

2

P A.

P B, ent˜ao

P A.

P B > 0, logo o ˆangulo AP B ´e agudo.

Exame – 2016, 2.a^ Fase

  1. Como a soma dos ˆangulo internos de um triˆangulo ´e 180 ◦ , e o triˆangulo ´e is´osceles (B ACˆ = A CBˆ ),

podemos determinar a amplitude do ˆangulo CBA, ou seja, a amplitude do ˆangulo formado pelos vetores −−→ BA e

BC:

C

BA = 180 − 2 × 75 = 180 − 150 = 30

Desta forma, o valor do produto escalar

BA.

BC ´e:

BA.

BC =

BA

∥ ×

BC

∥ ×^ cos

BA

BC

2 ×

2 × cos 30

◦ = 2 ×

Resposta: Op¸c˜ao C

Exame – 2016, 1.a^ Fase

  1. Como os segmentos de reta [AB] e [BC] s˜ao lados consecutivos de um hex´agono regular de per´ımetro 12,

temos que

BA

BC

Como os hex´agonos regulares podem ser decompostos em seis triˆangulos

equil´ateros, cada ˆangulo interno do hex´agono regular tem o dobro da am-

plitude dos ˆangulos internos de um triˆangulo equil´atero, ou seja,

BAˆ

BC = 2 ×

π

2 π

Assim, vem que

A

C 2 B

2 π 3

BA.

BC = cos

BAˆ

BC

×

BA

∥ ×

BC

∥ = cos

2 π

× 2 × 2 = − cos

π

× 4 = −

× 4 = −

Resposta: Op¸c˜ao B

Exame – 2015, Ep. especial´

  1. Como o ponto B pertence ao eixo Ox, tem ordenada e cota nulas, pelo que, podemos determinar a sua

abcissa, recorrendo `a equa¸c˜ao do plano β:

2 x − y + z − 4 = 0 ∧ y = 0 ∧ z = 0 ⇒ 2 x − 0 + 0 − 4 = 0 ⇔ 2 x = 4 ⇔ x = 2

E assim temos as coordenadas do ponto B, B(2, 0 ,0) e podemos calcular as coordenadas do vetor

AB, e

a sua norma: −−→ AB = B − A = (2, 0 ,0) − (1, 2 ,3) = (1, − 2 , − 3) ∥ ∥ ∥

AB

2

  • (−2) 2
  • (−3) 2 =

Como o ponto C ´e o sim´etrico do ponto B relativamente ao plano yOz, tem as mesmas ordenada e cota,

e abcissa sim´etrica, ou seja, as coordenadas do ponto C s˜ao C(− 2 , 0 ,0) e podemos calcular as coordenadas

do vetor

AC, e a sua norma:

AC = C − A = (− 2 , 0 ,0) − (1, 2 ,3) = (− 3 , − 2 , − 3)

AC

∥ =^

2

  • (−2) 2
  • (−3) 2 =

Recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:

cos

ABˆ

AC

AB.

AC

AB

∥ ×

AC

14 ×

14 × 22

Logo, a amplitude do ˆangulo BAC, em graus, arredondado `as unidades, ´e

B

AC = cos

− 1

Exame – 2015, Ep. especial´

  1. Como o ponto B tem de coordenadas B(4, 0 ,0), ent˜ao de acordo com as indica¸c˜oes do enunciado, as

coordenadas do ponto P , s˜ao (4,b,0), b ∈ R

(abcissa 4 porque tem abcissa igual ao ponto B, e cota zero

porque pertence ao eixo xOy).

Pelo que,

AB = B − A = (4, 0 ,0) − (0, 0 ,2) = (4, 0 , − 2) e

∥ ∥ ∥

AB

2

  • 0 2
  • (−2) 2 =

AP = P − A = (4,b,0) − (0, 0 ,2) = (4,b, − 2), b ∈ R

e

∥ ∥ ∥

AP

2

  • b 2
  • (−2) 2 =

16 + b 2

  • 4 =

20 + b 2 , b ∈ R

AB.

AP = (4, 0 , − 2).(4,b, − 2) = 4 × 4 + 0 × b + (−2) × (−2) = 16 + 0 + 4 = 20

Temos ainda que o ˆangulo BAP ´e o ˆangulo formado pelos vetores

AB e

AP e que

cos

ABˆ

AP

= cos

π

Assim, recorrendo `a defini¸c˜ao de produto escalar, vem que:

AB.

AP = cos

ABˆ

AP

×

AB

∥ ×

AP

∥ ⇔^ 20 =

×

20 ×

20 + b 2 ⇔

20 + b 2 ⇒

20 + b 2

= 20 + b

2 ⇔

⇔ 80 = 20 + b

2 ⇔ 80 − 20 = b

2 ⇔ ±

60 = b

Logo, como a ordenada do ponto P ´e positiva, temos que

b =

*** Outra resolu¸c˜ao: ***

Como a o ponto P pertence ao plano xOy e tem a mesma abcissa, a reta BP ´e paralela ao eixo Oy, e

perpendicular ao plano xOz, pelo que ´e ortogonal (ou perpendicular a todas as retas contidas no plano,

em particular ´e perpendicular `a reta AB

Assim, o ˆangulo ABP ´e reto, e o triˆangulo [ABP ] ´e retˆangulo

em B

Como B

AP =

π

, recorrendo `a defini¸c˜ao de tangente de

um ˆangulo, temos que

tg

π

BP

AB

x

y

z

O

A

B

P

Como, AB = 2

5 (ver c´alculos no item anterior), e tg

π

3, temos que

tg

π

BP

AB

BP

5 ×

3 = BP ⇔ 2

15 = BP

Logo, como o ponto P tem ordenada positiva (e a mesma abcissa que o ponto B e pertence ao plano xOy),

temos que as coordenadas do ponto P s˜ao (4,yP ,0) e

yP = 2

Exame – 2015, 1. a Fase

  1. Como o ponto A, pertence ao eixo Ox e o cubo tem aresta 3, temos que A(3, 0 ,0) e podemos calcular as

coordenadas do vetor

HA, e a sua norma:

HA = A − H = (3, 0 ,0) − (3, − 2 ,3) = (0, − (−2), − 3) = (0, 2 , − 3)

HA

2

  • 2 2
  • (−3) 2 =

Da mesma forma, como o ponto C, pertence ao eixo Oy e o cubo tem aresta 3, temos que C(0, − 3 ,0) e

podemos calcular as coordenadas do vetor

HC, e a sua norma:

HC = C − H = (0, − 3 ,0) − (3, − 2 ,3) = (− 3 , − 3 + 2, − 3) = (− 3 , − 1 , − 3)

HC

2

  • (−1) 2
  • (−3) 2 =

Podemos ainda calcular o produto escalar

HA.

HC:

HA.

HC = (0, 2 , − 3).(− 3 , − 1 , − 3) = 0 × (−3) + 2 × (−1) + (−3) × (−3) = 0 − 2 + 9 = 7

E assim, temos que α ´e o ˆangulo formado pelos vetores

HA e

HC, pelo que, recorrendo `a f´ormula do

produto escalar, vem que:

cos(α) = cos

HAˆ

HC

HA.

HC

HA

∥ ×

HC

13 ×

Pela f´ormula fundamental da Trigonometria, temos que

sen

2 α + cos

2 α = 1 ⇔ sen

2 α = 1 − cos

2 α

Logo temos que o valor exato de sen

2 α ´e

sen

2 α = 1 −

2

Exame – 2014, 1. a Fase

  1. Como M ´e o ponto m´edio do lado [BC], e o triˆangulo ´e equil´atero, temos

que BM =

a

, e como o triˆangulo [ABM ] ´e retˆangulo em M , podemos

determinar AM :

AM

2

  • BM

2 = AB

2 ⇔ AM

2

a

= a

2 ⇔ AM

2 = a

2 −

a 2

⇔ AM

2

4 a

2

a

2

⇔ AM

2

3 a

2

⇒ AM =

3 a

2 A B

C

a

M

a

π^2 6

Como as alturas de um triˆangulo equil´atero bissetam os ˆangulo internos do triˆangulo, temos que B

AM =

π

Assim, vem que:

AB.

AM =

AB

∥ ×

AM

∥ × cos

ABˆ

AM

= a ×

3 a

× cos

π

3 a

2

×

2 a

2

3 a

2

Teste Interm´edio 11. o ano – 11.03.

  1. Como os ˆangulos iguais (opostos aos lados iguais) tem 30

◦ de amplitude, temos que:

C ABˆ + A BCˆ + B CAˆ = 180 ⇔ C ABˆ + 30 + 30 = 180 ⇔ C ABˆ = 180 − 60 ⇔ C ABˆ = 120

Assim, vem que:

AB.

AC = cos

ABˆ

AC

×

AB

∥×

AC

∥ = cos(

◦ )× 8 ×8 =

= − sen(

◦ ) × 64 = −

× 64 = −

Resposta: Op¸c˜ao B

B

A

C

◦ 30

Teste Interm´edio 11.o^ ano – 27.01.

  1. Verificando que o ponto T pertence ao plano xOz, e designado por zA a cota do ponto A, podemos escrever

as coordenadas dos pontos O, T e A, e dos vetores

OT e

OA:

• O(0, 0 ,0)

• T (4, 0 , − 4)

  • A(4, − 4 ,zA)

OT = T − O = (4, 0 , − 4) − (0, 0 ,0) = (4, 0 , − 4)

OA = A − O = (4, − 4 ,zA) − (0, 0 ,0) = (4, − 4 ,zA)

Assim, determinando o valor de zA, temos que:

OT.

OA = 8 ⇔ (4, 0 , − 4). (4, − 4 ,zA) = 8 ⇔ 4 × 4 + 0 × (−4) − 4 × zA = 8 ⇔ 16 + 0 − 4 zA = 8 ⇔

⇔ − 4 zA = 8 − 16 ⇔ − 4 zA = − 8 ⇔ zA =

⇔ zA = 2

Teste Interm´edio 11. o ano – 27.01.

AI.

AJ =

(1)

AD +

DI

AB +

BJ

AD.

AB +

AD.

BJ +

DI.

AB +

DI.

BJ =

(2)

AD.

BJ +

DI.

AB + 0 =

(3)

AD.

AD +

AB.

AB =

AD

∥ ×^

AD

∥ ×^ cos(0) +

AB

∥ ×^

AB

∥ ×^ cos(0) =

AD

2

AB

2

(4)

AB

2

AB

2

AB

2

AB

2

  • (1)

−→ AI =

−−→ AD +

−→ DI e

−→ AJ =

−→ AB +

−→ BJ

  • (2) o produto escalar de vetores perpendiculares ´e nulo e

−−→ AD ⊥

−→ AB e

−→ DI ⊥

−→ BJ

  • (3)

−→ DI =

1

2

−→ AB e

−→ BJ =

1

2

−−→ AD

  • (4) Como [ABCD] ´e um quadrado, temos que AB = AD, ou seja,

∥ ∥ ∥

−→ AB

∥ ∥ ∥ =

∥ ∥ ∥

−−→ AD

∥ ∥ ∥

Teste Interm´edio 11. o ano – 27.01.

  1. Como [AB] um diˆametro de uma esfera de centro C, temos que:

• A CBˆ = 180

  • [CA] e [CB] s˜ao raios da esfera

Assim, temos que:

CA.

CB = cos

CAˆ

CB

×

CA

∥ ×

CB

∥ = cos(

◦ ) × 4 × 4 = − 1 × 16 = − 16

Resposta: Op¸c˜ao B

Teste Interm´edio 11.o^ ano – 06.05.

Teste Interm´edio 11. o ano – 07.05.2009 (adaptado)

  1. Como a ´area do setor circular ´e dada por A =

αr

2

, e o raio da circunferˆencia ´e 5, podemos determinar a

amplitude do ˆangulo α, ou seja, do ˆangulo QCP :

A =

αr

2

α × 5

2

25 π

⇔ α =

25 π × 2

6 × 25

⇔ α =

π

E assim, temos que:

CP.

CQ =

CP

∥ ×

CQ

∥ × cos

CP ˆ

CQ

= 5 × 5 × cos

π

= 25 ×

Teste Interm´edio 11. o ano – 27.01.

  1. Percorrendo as etapas da sugest˜ao, temos:
    • O triˆangulo [OAC] ´e is´osceles, por que os lados [OA] e [OC] s˜ao ambos raios da circunferˆencia.
    • Como [OD] ´e perpendicular a [AC], ent˜ao [OD] ´e altura do triˆangulo [OAC] relativamente

`

A base

[AC], e como o triˆangulo ´e is´osceles, a altura relativamente ao lado diferente ([AC]) ´e um eixo de

simetria, pelo que AC = 2AD

  • Como o ˆangulo o ˆangulo CAB ´e o ˆangulo inscrito relativo ao arco AB, tem metade da amplitude do

arco. E como a amplitude do arco que ´e igual `a amplitude do ˆangulo ao centro respetivo, que tem

amplitude α, temos que:

C

AB =

_ AB

C

OB

α

  • Como [OD] ´e perpendicular a [AC], ent˜ao o triˆangulo [ODA] ´e retˆangulo e o lado [AD] ´e o cateto

adjacente ao ˆangulo CAB (de amplitude

α

) e o lado [OA] ´e a hipotenusa (de comprimento r), pelo

que, pela defini¸c˜ao de cosseno, vem que:

cos(C

AB) =

AD

OA

⇔ cos

α

AD

r

⇔ AD = r cos

α

  • Como [AB] ´e um diˆametro da circunferˆencia, AB = 2r, e como AC = 2AD, vem que:

AB.

AC =

AB

∥ ×

AC

∥ × cos

ABˆ

AC

= 2r × 2

r cos

α

× cos

α

= 4r

2 cos

2

α

Teste Interm´edio 11. o ano – 29.01.

  1. Como a medida da aresta do cubo ´e 5, e as faces s˜ao paralelas

aos eixos coordenados, e como a face plano [OP QR] pertence

ao eixo xOy, ent˜ao podemos identificar as coordenadas do ponto

Q e calcular as coordenadas dos pontos M e N , e calcular as

coordenadas dos vetores

QM e

QN e ainda as respetivas normas:

Como o ponto Q pertence aos planos de equa¸c˜oes x = 5,

y = 5 e z = 0, ent˜ao temos que Q(5, 5 ,0)

x

O

y

z

U

T

Q

P

R

S

V

M

N

  • Como o ponto M pertence aos planos de equa¸c˜oes x = 5, z = 5 e 10x + 15y + 6z = 125, podemos

calcular o valor da ordenada yM :

10 × 5 + 15yM + 6 × 5 = 125 ⇔ 15 yM = 125 − 50 − 30 ⇔ 15 yM = 45 ⇔ yM =

⇔ yM = 3

Ou seja, M (5, 3 ,5)

  • Como o ponto N pertence aos planos de equa¸c˜oes y = 5, z = 5 e 10x + 15y + 6z = 125, podemos

calcular o valor da abcissa xN :

10 xN + 15 × 5 + 6 × 5 = 125 ⇔ 10 xN = 125 − 75 − 30 ⇔ 10 xN = 20 ⇔ xN =

⇔ xN = 2

Ou seja, N (2, 5 ,5)

QM = M − Q = (5, 3 ,5) − (5, 5 ,0) = (0, − 2 ,5)

QM

2

  • (−2) 2
  • 5 2 =

QN = N − Q = (2, 5 ,5) − (5, 5 ,0) = (− 3 , 0 ,5)

QN

∥ =^

2

  • 0 2
  • 5 2 =

Finalmente, recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:

cos β = cos

QMˆ

QN

QM.

QN

QM

∥ ×

QN

29 ×

29 × 34

Logo, o valor de β em graus, arredondado `as unidades, ´e:

β = cos

− 1

Teste Interm´edio 11. o ano – 24.01.

  1. Como o triˆangulo [ABC] ´e retˆangulo, o lado maior ([AB]) ´e a hipotenusa e o lado [AC] ´e o cateto adjacente

ao ˆangulo CAB (ou ao ˆangulo EAD), pelo que, pela defini¸c˜ao de cosseno, vem que:

cos(C

AB) =

AD

OA

⇔ cos(C

AB) =

⇔ cos(E

AD) =

E assim, vem que:

AD.

AE =

AD

∥ ×

AE

∥ × cos

ADˆ

AE

= 12 × 15 ×

Resposta: Op¸c˜ao D

Teste Interm´edio 11. o ano – 10.05.

  1. Como [ABCD] ´e um retˆangulo,

AC =

AB +

BC e

AB ⊥

BC, e assim vem que:

AB.

AC =

AB.

AB +

BC

AB.

AB +

AB.

BC =

AB

∥ ×

AB

∥ × cos

ABˆ

AB

AB

∥ ×

BC

∥ × cos

ABˆ

BC

= AB × AB × cos(

◦ ) + AB × BC × cos(

◦ ) = AB

2 × 1 + AB × BC × 0 = AB

2

  • 0 = AB

2

Teste Interm´edio 11.o^ ano – 19.05.

  1. Identificando as coordenadas dos pontos W , Q e V , temos que:
    • o ponto W pertence ao plano z = 4 e tem abcissa e ordenada igual a metade das respetivas coorde-

nadas do ponto U porque ´e o centro do quadrado [ST U V ]:

W

xU

yU

, ou seja, W (1, 1 ,4)

  • o ponto Q pertence ao plano z = 0 e tem abcissa e ordenada iguais `as do ponto U :

Q(xU ,yU ,0), ou seja, Q(2, 2 ,0)

  • o ponto V pertence ao plano y = 0 e tem ordenada e cota iguais `as do ponto U :

V (0,yU ,zU ), ou seja, V (0, 2 ,4)

Calculando as coordenadas e as normas dos vetores

QW e

QV temos:

QW = W − Q = (1, 1 ,4) − (2, 2 ,0) = (− 1 , − 1 ,4)

QW

∥ =^

2

  • (−1) 2
  • 4 2 =

QV = V − Q = (0, 2 ,4) − (2, 2 ,0) = (− 2 , 0 ,4)

QV

2

  • 0 2
  • 4 2 =

Finalmente, recorrendo `a f´ormula do produto escalar vem:

cos

W

QV

= cos

QW ˆ

QV

QW.

QV

QW

∥ ×

QV

18 ×

18 × 20

Logo, o valor do ˆangulo W QV em graus, arredondado `as unidades, ´e:

W

QV = cos

− 1

Exame – 2001, ´Ep. especial (c´od. 135)

  1. Analisando as alternativas apresentadas, temos que:
    • Como o produto escalar ´e nulo quando os vetores tˆem dire¸c˜oes perpendiculares, ent˜ao se x =

π

ent˜ao

OA.

OP = 0, ou seja, f

π

= 0, pelo que o gr´afico da op¸c˜ao (C) n˜ao pode ser o da fun¸c˜ao f

  • Como o produto escalar ´e positivo quando os vetores definem entre si um ˆangulo agudo, ent˜ao se

0 < x <

π

, ent˜ao

OA.

OP > 0, pelo que o gr´afico da op¸c˜ao (B) n˜ao pode ser o da fun¸c˜ao f

  • Como o produto escalar ´e negativo quando os vetores definem entre si um ˆangulo obtuso, ent˜ao se π

< x < π, ent˜ao

OA.

OP < 0, pelo que o gr´afico da op¸c˜ao (D) n˜ao pode ser o da fun¸c˜ao f

Assim, de entre as op¸c˜oes apresentadas, o ´unico gr´afico que pode ser o da fun¸c˜ao f , ´e o gr´afico da op¸c˜ao (A)

Resposta: Op¸c˜ao A

Exame – 2001, Prova para militares (c´od. 435)

  1. Determinando as coordenadas dos vetores

CA e

CB temos:

CA = A − C = (0, 5 ,2) − (4, 2 ,0) = (− 4 , 3 ,2)

CB = B − C = (3, 0 ,1) − (4, 2 ,0) = (− 1 , − 2 ,1)

Calculando o valor do produto escalar, temos:

CA.

CB = (− 4 , 3 ,2).(− 1 ,− 2 ,1) = − 4 ×(−1)+3×(−2)+2×1 = 4−6+2 = 0

E assim podemos concluir que como

CA.

CB = 0, ent˜ao o ˆangulo ACB

´e reto, ou seja, que o triˆangulo [ABC] ´e retˆangulo em C

x

y

O

z

A

B

C

Exame – 1999, 2. a fase (c´od. 135)

  1. O produto escalar de dois vetores ´e nulo se os dois vetores tiverem

dire¸c˜oes perpendiculares.

De entre as op¸c˜oes apresentadas, apenas os vetores

U Q e

T X re-

presentam vetores com dire¸c˜oes perpendiculares.

Resposta: Op¸c˜ao B

R

P

S

V

Q

X

T U

Exame – 1999, 1. a Fase - 2. a Chamada (c´od. 135)

  1. Temos que:

~p · ~q = − 9 ⇔ cos(~p ˆ~q) × ‖~p‖ × ‖~q‖ = − 9 ⇔ cos(~p ˆ~q) × 3 × 3 = − 9 ⇔ cos(~p ˆ~q) = −

⇔ cos(~p ˆ~q) = − 1

Logo temos que p~ ˆ~q = 180 ◦ e como ‖~p‖ = ‖~q‖, ent˜ao os vetores s˜ao sim´etricos, ou seja:

~p = −~q ⇔ ~p + ~q = 0

Resposta: Op¸c˜ao A

Exame – 1998, Prova para militares (c´od. 135)

  1. Determinando as coordenadas dos vetores

P O e

P Q temos:

P O = O − P = (0, 0 ,0) − (2, 2 ,2) = (− 2 , − 2 , − 2)

P Q = Q − P = (3, 3 ,0) − (2, 2 ,2) = (1, 1 , − 2)

Calculando o valor do produto escalar, temos:

P O.

P Q = (− 2 , − 2 , − 2). (1, 1 , − 2) = − 2 × 1 + (−2) × 1 + (−2) × (−2) = − 2 − 2 + 4 = 0

E assim podemos concluir que como

P O.

P Q = 0, ent˜ao o ˆangulo OP Q ´e reto.

Exame – 1998, Prova de reserva (c´od. 135)

  1. Como o ponto C deve pertencer ao eixo Oz, e com cota positiva, as suas coordenadas s˜ao da forma

(0, 0 ,k),k ∈ R

Calculando as coordenadas dos vetores

CA e

CB, vem que:

CA = A − C = (5, 0 ,0) − (0, 0 ,k) = (5, 0 , − k)

CB = B − C = (0, 3 ,1) − (0, 0 ,k) = (0, 3 , 1 − k)

Como o triˆangulo [ABC] deve ser retˆangulo em C,

CA.

CB = 0, e assim temos que:

CA.

CB = 0 ⇔ (5, 0 , − k). (0, 3 , 1 − k) = 0 ⇔ 5 × 0 + 0 × 3 + (−k) × (1 − k) = 0 ⇔

⇔ −k(1 − k) = 0 ⇔ −k = 0 ∨ 1 − k = 0 ⇔ k = 0 ∨ 1 = k

Como o ponto C deve ter cota positiva, temos que k = 1 e assim as coordenadas do ponto C s˜ao (0, 0 ,1)

Exame – 1998, 2. a fase (c´od. 135)

  1. Como as faces do tetraedro s˜ao triˆangulos equil´ateros, os ˆangulos internos

tˆem

π

radianos de amplitude.

Como o tetraedro ´e regular, todas a medida de todas as arestas ´e

igual, e assim, vem que:

∥ ∥ ∥

BC

BD

∥ = AB = 6

E assim, calculando o valor do produto escalar, vem:

A

D

C

B

BC.

BD =

BC

∥ ×

BD

∥ × cos

BCˆ

BD

= 6 × 6 × cos

π

= 36 ×

Resposta: Op¸c˜ao A

Exame – 1998, 1. a fase - 1. a chamada (c´od. 135)

  1. Determinando as coordenadas dos vetores

AC e

AB temos:

AC = C − A = (0, − 5 ,0) − (4, 3 ,0) = (− 4 , − 8 ,0)

AB = B − A = (0, 5 ,0) − (4, 3 ,0) = (− 4 , 2 ,0)

Calculando o valor do produto escalar, temos:

AC.

AB = (− 4 , − 8 ,0). (− 4 , 2 ,0) = − 4 × (−4) + (−8) × 2 + 0 × 0 = 16 − 16 + 0 = 0

E assim podemos concluir que como

AC.

AB = 0, ent˜ao os vetores

AC e

AB tˆem dire¸c˜oes perpendiculares,

ou seja, as retas AC e AB s˜ao perpendiculares.

Exame – 1997, 1. a fase - 1. a chamada (c´od. 135)