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Produto interno, ortogonalidade e projeções, Resumos de Automação

Ótimo resumo sobre vetores (produto interno, ortogonalidade e projeções)

Tipologia: Resumos

Antes de 2010

Compartilhado em 13/07/2010

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lais-sato-2 🇧🇷

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bg1
Jorge Orestes Cerdeira, Inst. Sup. Agronomia, 2005
Produto interno, ortogonalidade
e projec¸oes
.Se xR2,
x2
x1
x
norma x,kxk=px2
1+x2
2.
.Se xR3,
x
x2
q
x2
1+x2
2
x1
x3norma x,kxk=q(px2
1+x2
2)2+x2
3=
px2
1+x2
2+x2
3.
Def. Se x= (x1, x2, . . . , xm)Rm, a norma de x´e kxk=
px2
1+x2
2+···+x2
m.
Ex.k(0,1,2)k=02+ 12+ 22=5,
k(1,1,1,2)k=p12+ (1)2+ 12+ 22=7.
Props.kxk 0 e kxk= 0 sse x=~
0,
1
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14

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Baixe Produto interno, ortogonalidade e projeções e outras Resumos em PDF para Automação, somente na Docsity!

Jorge Orestes Cerdeira, Inst. Sup. Agronomia, 2005

Produto interno, ortogonalidade

e projec¸c˜oes

. Se x ∈ R

2 ,

x 2

x 1

x

norma x, ‖x‖ =

x

2 1 +^ x

2

. Se x ∈ R

3 ,

x

x 2

q x 2 (^1) + (^) x 2 2

x 1

x 3 norma x, ‖x‖ =

x

2 1 +^ x

2 2 )

(^2) + x^2 3 =

x

2 1 +^ x

2 2 +^ x

2

Def. Se x = (x 1 , x 2 ,... , xm) ∈ R

m , a norma de x ´e ‖x‖ =

x

2 1 +^ x

2 2 +^ · · ·^ +^ x

2 m.

Ex. ‖(0, 1 , 2)‖ =

02 + 1^2 + 2^2 =

12 + (−1)^2 + 1^2 + 2^2 =

Props. ‖x‖ ≥ 0 e ‖x‖ = 0 sse x = ~0,

‖λx‖ = |λ|‖x‖, ∀λ ∈ R.

Def. Vector unit´ario ´e um vector de norma 1.

Obs. Cada um dos m vectores da base can´onica de R

m ´e unit´ario.

Def. Se x ´e um vector n˜ao nulo,

x ‖x‖

´e um vector unit´ario, colinear

e com o mesmo sentido do que x. Chama-se a

x ‖x‖

o versor do vector

x.

Ex. (0, √^1 5

√^2 5

) ´e o versor de (0, 1 , 2),

√^1 2

√^1 2

) ´e o versor de (

1 2 ,^

1 2 ).

. Se x, y ∈ R

2 ,

x

y

x − y

x − y

distˆancia entre x e y, d(x, y) = ‖x − y‖.

Def. Se x = (x 1 , x 2 ,... , xm), y = (y 1 , y 2 ,... , ym) ∈ R

m , a distˆancia

entre x e y ´e ‖x−y‖ =

(x 1 − y 1 )^2 + (x 2 − y 2 )^2 + · · · + (xm − ym)^2.

Ex. A distˆancia entre (0, 2 , − 2 , 1) e (− 2 , 0 − 2 , 2) ´e ‖(2, 2 , 0 , −1)‖ =

Obs. ‖x‖ = ‖x − ~ 0 ‖ ´e a distˆancia do vector x `a origem.

. Se x = (x 1 , x 2 , x 3 ) e y = (y 1 , y 2 , y 3 ) s˜ao vectores n˜ao nulos perpen-

. x|y = y|x, . x|(y + z) = x|y + x|z, . λ(x|y) = λx|y = x|λy, . x|x = ‖x‖

2 ,

. x|x = 0 sse x = ~ 0 (~0 ´e o ´unico vector ortogonal a si mesmo).

Obs. (Teorema de Pit´agoras em R

m .)

x, y ∈ R

m , ‖x + y‖

2 = (x + y)|(x + y) = ‖x‖

2

  • 2(x|y) + ‖y‖

2 .

.

. ‖x + y‖

2 = ‖x‖

2

  • ‖y‖

2 sse x|y = 0,

i.e., o quadrado da norma da “hipotenusa” ´e igual `a soma dos

quadrados das normas dos lados sse os lados s˜ao ortogonais.

Def. Um conj. {v 1 , v 2 ,... , vk} de vectores de R

m ´e ortogonal se

vi|vj = 0, com i 6 = j = 1,... , k. Se adicionalmente ‖vi‖ = 1, para

i = 1,... , k, o conj. diz-se ortonormal.

Obs. A base can´onica de R

m ´e um conj. ortonormal de m vectores.

Se {v 1 , v 2 ,... , vk} ´e um conj. ortogonal de vectores n˜ao nulos,

v 1 ‖v 1 ‖

v 2 ‖v 2 ‖

vk ‖vk‖

} ´e ortonormal.

Teor. Um conj. {v 1 , v 2 ,... , vk} ortogonal de vectores n˜ao nulos ´e

linearmente independente.

λ 1 v 1 + λ 2 v 2 + · · · + λkvk = ~ 0

. v 1 |(λ 1 v 1 + λ 2 v 2 + · · · + λkvk) = v 1 |~ 0 ⇔

λ 1 (v 1 |v 1 ) ︸ ︷︷ ︸ 6 =

+λ 2 (v 1 |v 2 ) ︸ ︷︷ ︸ 0

  • · · · + λk (v 1 |vk) ︸ ︷︷ ︸ 0

⇒ λ 1 = 0.

. v 2 |(λ 1 v 1 + λ 2 v 2 + · · · + λkvk) = v 2 |~ 0 ⇔

λ 1 (v 2 |v 1 ) ︸ ︷︷ ︸ 0

+λ 2 (v 2 |v 2 ) ︸ ︷︷ ︸ 6 =

  • · · · + λk (v 2 |vk) ︸ ︷︷ ︸ 0

⇒ λ 2 = 0.

Corol. Um conj. ortogonal de vectores n˜ao nulos de R

m n˜ao inclui

mais do que m vectores.

Teor. (Desigualdade de Cauchy-Schwarz.)

. ∀x, y ∈ R

m , |x|y| ≤ ‖x‖‖y‖,

. |x|y| = ‖x‖‖y‖ sse y = λx.

Se x = ~0 ou y = ~0, tem-se x|y = ‖x‖‖y‖ = 0 e nada mais h´a a

provar.

Consideremos pois x e y 6 = ~0.

∀λ ∈ R, ‖x−λy‖

2 = (x−λy)|(x−λy) = ‖x‖

2 − 2 λx|y+λ

2 ‖y‖

2 ≥ 0.

Fazendo na desigualdade anterior λ =

x|y ‖y‖^2

, obtem-se

z

x

y

λx

θ

λx ´e a projec¸c˜ao de y sobre x

y = λx + z

cos θ =

λ‖x‖ ‖y‖

⇒ λ‖x‖ = ‖y‖ cos θ.

x|y = x|(λx + z) = x|λx + x|z ︸︷︷︸ 0

= λx|x = λ‖x‖

2 = ‖x‖‖y‖ cos θ.

.

. cos θ =

x|y ‖x‖‖y‖

Obs. Se x, y 6 = ~ 0 ∈ R

m , a 6 =Cauchy-Schwarz estabelece que

|x|y| ≤ ‖x‖‖y‖ ⇔ − 1 ≤

x|y ‖x‖ ‖y‖ ≤^ 1.

∃!θ ∈ [0, π] : cos θ =

x|y ‖x‖ ‖y‖

Pode-se pois definir

Def. Anguloˆ entre dois vectores x, y ∈ R

m ´e o ˆangulo θ : x|y =

‖x‖‖y‖ cos θ.

Obs. Se x, y 6 = ~ 0 , x|y = ‖x‖‖y‖ cos θ = 0 sse cos θ = 0, i.e., θ =

π 2

Ex. Determine o ˆangulo entre x = (1, 1 , 0 , 1) e y = (1, 1 , 1 , 1).

0

0

u

V V

u

Def. Um vector u ∈ R

m ´e ortogonal a um subespa¸co V de R

m

(u ⊥ V ) se u ´e ortogonal a todo o vector de V , i.e., u|v = 0, ∀v ∈ V.

Ex. (− 1 , 1 , 2) ´e ortogonal a {(x, y, z) ∈ R

3 : x − y − 2 z = 0}.

Obs. Se u ∈ R

m , u|x = 0, ∀x ∈ R

m sse u = ~0. (O vector nulo ´e o

´unico vector ortogonal a R

m .)

Lema Sejam u ∈ R

m e V o subespa¸co de R

m gerado por {v 1 , v 2 ,... , vn}.

u ⊥ V sse u ⊥ vi, i = 1,... , n.

⇒ ´e ´obvio.

∀v ∈ V, ∃λ 1 , λ 2 ,... , λn : v = λ 1 v 1 + λ 2 v 2 + · · · + λnvn

u|v = λ 1 u|v 1 ︸︷︷︸ 0

+λ 2 u|v 2 ︸︷︷︸ 0

  • · · · + λn u|vn ︸︷︷︸ 0

.

.

. u|v = 0, ∀v ∈ V , i.e., u ⊥ V. 2

Obs. u ⊥ V sse u ´e ortogonal a uma base do subespa¸co V.

Ex. Mostre que o vector (2, 1 , 1 , −1) ´e ortogonal ao C(

Como obter o conj. dos vectores ortogonais a um subespa¸co?

Sejam V um subespa¸co de R

m e {v 1 , v 2 ,... , vn} um conj. gerador

de V.

Para provar o ´ultimo ponto, considere

λ 1 v 1 + λ 2 v 2 + · · · + λrvr + α 1 w 1 + α 2 w 2 + · · · + αm−rwm−r = ~ 0 ⇔

λ 1 v 1 + λ 2 v 2 + · · · + λrvr ︸ ︷︷ ︸

∈V

= −(α 1 w 1 + α 2 w 2 + · · · + αm−rwm−r) ︸ ︷︷ ︸ ∈V ⊥

λ 1 v 1 + λ 2 v 2 + · · · + λrvr = ~ 0 ⇒ λ 1 = · · · = λr = 0

α 1 w 1 + α 2 w 2 + · · · + αm−rwm−r = ~ 0 ⇒ α 1 = · · · = αm−r = 0.

Obs. C

⊥ (A) = N (A

).

Em R

3 ,

. o complemento ortogonal de {~ 0 } ´e R

3 ;

. o complemento ortogonal de uma recta que passa na origem ´e o

plano que passa na origem e ´e perpendicular `a recta;

. o complemento ortogonal de um plano que passa na origem ´e a

recta que passa na origem e ´e perpendicular ao plano;

. o complemento ortogonal de R

3 ´e {~ 0 }.

Ex. Determine os complementos ortogonais dos subespa¸cos gera-

dos por {(1, 2 , 2 , 1), (1, 0 , 2 , 0)} e por {(1, 1 , 2 , −1)}.

Se p ´e a projec¸c˜ao ortogonal do vector b sobre um subespa¸co

vectorial V ,

0

90

o 90

o

0

b − p b

b − p b

p p

V V

p ∈ V e b − p ∈ V

⊥ .

Pode-se provar que

Teor. se V ´e um subespa¸co vectorial de R

m ,

. para todo o vector b ∈ R

m , existe um e um s´o vector p ∈ V , tal

que b − p ∈ V

⊥ ;

. como b = p + (b − p), os vectores p e b − p d˜ao uma decomposi¸c˜ao

unica de´ b como soma de um vector em V com outro em V

⊥ .

Sejam {v 1 , v 2 ,... , vr} uma base de V e {w 1 , w 2 ,... , wm−r} uma

base de V

. Como {v 1 , v 2 ,... , vr, w 1 , w 2 ,... , wm−r} ´e uma base de

R

m , existem escalares λ 1 , λ 2 ,... , λr, α 1 , α 2 ,... , αm−r tais que

b = λ 1 v 1 + λ 2 v 2 + · · · + λrvr ︸ ︷︷ ︸ p∈V

  • α 1 w 1 + α 2 w 2 + · · · + αm−rwm−r ︸ ︷︷ ︸ ∈V ⊥

b − p

Suponha que, para al´em de p, existe q ∈ V tal que b − q ∈ V

⊥ .

(x 1 = 1, x 2 = 2 ´e a solu¸c˜ao. De facto,

. Em seguida vai-se verificar que b − p = (3, − 3 , 6) ∈ V

⊥ .

(3, − 3 , 6)|(2, 0 , −1) = 0 e (3, − 3 , 6)|(1, 1 , 0) = 0, i.e., b − p =

(3, − 3 , 6) ´e ortogonal a cada uma das colunas de A e.

.

. b − p ⊥

C(A) ⇔ b − p ∈ C

⊥ (A).

Obs. Se p ´e a projec¸c˜ao de b sobre V , b − p ´e a projec¸c˜ao de b

sobre V

. (b − p ∈ V

⊥ e b − (b − p) = p ∈ V = (V

⊥ )

⊥ .)

Teor. Sejam V um subespa¸co vectorial de R

m e b ∈ R

m

. A

projec¸c˜ao de b sobre V ´e o vector de V a menor distˆancia de b.

Sejam p a projec¸c˜ao de b sobre V e q um qualquer vector de V.

Como V ´e um subespa¸co vectorial, p−q ∈ V e.

.

. tem-se p−q ⊥ b−p.

Pelo teorema de Pit´agoras (se x ⊥ y ⇒ ‖x + y‖

2 = ‖x‖

2

  • ‖y‖

2 ),

‖(b − p) + (p − q)‖

2

︸ ︷︷ ︸

= ‖b − p‖

2

  • ‖p − q‖

2

︸ ︷︷ ︸ ∨ 6

‖b − q‖

2 ≥ ‖b − p‖

2

. 2

Algoritmo para determinar a proj. de b sobre o subesp. V de R

m

. Construir uma base {v 1 , v 2 ,... , vn} de V ; . definir a matriz A :=

v 1 v 2... vn

. construir uma base {w 1 , w 2 ,... , wm−n} de N (A

) = V

⊥ ;

. resolver o sistema (determinado)

v 1... vn w 1... wm−n b

Seja (λ 1 ,... , λn, α 1 ,... , αm−n) a solu¸c˜ao do sistema. Tem-se,

b = λ 1 v 1 + · · · + λnvn ︸ ︷︷ ︸ p ∈V

  • α 1 w 1 + · · · + αm−nwm−n ︸ ︷︷ ︸ b−p ∈V ⊥

|| ||

projV b projV ⊥ b

Ex. Determine a projec¸c˜ao do vector (7, − 1 , 5) sobre o subespa¸co

gerado por {(2, 0 , −1), (1, 1 , 0)}.

V =< {(2, 0 , −1), (1, 1 , 0)} >. Como {(2, 0 , −1), (1, 1 , 0)} ´e li-

nearmente independente, ´e uma base de V. Seja A =

A

Ax¯ = A

b.

Tem-se pois a seguinte forma alternativa de determinar a pro-

jec¸c˜ao de b sobre C(A).

. Resolva o sistema A

Ax = A

b (equa¸c˜oes normais). Seja ¯x uma

solu¸c˜ao.

. p = projC(A)b = Ax¯.

Ex. Determine a projec¸c˜ao do vector (4, − 1 , 1) sobre V =<

Obs. A projec¸c˜ao de b sobre um vector v 6 = ~0 ´e a projec¸c˜ao de b

sobre o subespa¸co (a recta) gerado por v.

Tem-se pois, A :=

v

 ,^ A

︸ ︷︷ ︸A v|v

x = A

︸︷︷︸b v|b

⇒ x¯ =

v|b v|v

e.

.

. p = projvb = Ax¯ =

v|b v|v

v =

v|b ‖v‖ ‖v‖

v = ‖b‖

v|b ‖b‖ ‖v‖

v ‖v‖

‖b‖ cos θ

v ‖v‖

, em que θ ´e o ˆangulo entre b e v.

Ex. A projec¸c˜ao de b = (2, 1 , 6 , 3) sobre v = (1, 1 , 1 , 1) ´e

v|b v|v

v =

12 4

Lema Se a matriz Am×n tem caracter´ıstica n, A

A ´e invert´ıvel.

Considere x ∈ N (A

A), i.e., x tal que (A

A)x = ~ 0 ⇔ A

(Ax) =

~ 0 ⇒ Ax ∈ N (A>). Por outro lado, obviamente Ax ∈ C(A).

.

. Se x ∈ N (A

A), Ax ∈ N (A

) ∩ C(A) e como N (A

) = C

⊥ (A),

tem-se Ax = ~ 0

car(A)=n ⇒ x = ~0. A equivalˆencia N (A

A) = ~0 sse a

matriz A

A ´e invert´ıvel, completa a demonstra¸c˜ao. 2

Assim, se o conj. das colunas de A ´e linearmente independente, a

´unica solu¸c˜ao das equa¸c˜oes normais A

Ax = A

b ´e ¯x = (A

A)

− 1 A

b

e projC(A)b = A(A

A)

− 1 A

b.

Def. Se o conj. das colunas de A ´e linearmente independente

(A

A ´e invert´ıvel), chama-se a A(A

A)

− 1 A

matriz de projec¸c˜ao

(ortogonal) sobre o espa¸co das colunas de A.

Obs. No caso em que o conj. das colunas de A =

w 1 w 2... wn

´e ortonormal,

A

A =

w 1 −−

w 2 −−

wn −−

w 1 w 2... wn

 =^ I^ e^.

.

. a matriz de

projec¸c˜ao sobre C(A) ´e AA

.

Dado um vector arbitr´ario b ∈ R

m , projC(A)b = (AA

)b = A(A

b) =

p = projV b =

w 1 |b w 1 |w 1

w 1 +

w 2 |b w 2 |w 2

w 2 =

4 2

1 3

1 3

7 3

5 3

E pois importante identificar bases ortogonais dos subespa¸´ cos vec-

toriais. O m´etodo que a seguir se descreve tem esta finalidade.

Processo de ortogonaliza¸c˜ao de Gram-Schmidt

Seja V 6 = {~ 0 } um subespa¸co vectorial de R

m .

. Identifique v 1 6 = ~ 0 ∈ V. Se dim V > 1, ent˜ao . identifique u 2 ∈ V \ < {v 1 } > e defina v 2 := u 2 −

v 1 |u 2 v 1 |v 1

v 1. (Clara-

mente v 2 ∈ V e v 2 |v 1 = u 2 |v 1 −

v 1 |u 2 v 1 |v 1

v 1 |v 1 = 0.) Se dim V > 2,

ent˜ao

. identifique u 3 ∈ V \ < {v 1 , v 2 } > e defina v 3 := u 3 −

v 1 |u 3 v 1 |v 1

v 1 −

v 2 |u 3 v 2 |v 2

v 2.

(Claramente v 3 ∈ V e v 3 |v 1 = u 3 |v 1 −

v 1 |u 3 v 1 |v 1

v 1 |v 1 −

v 2 |u 3 v 2 |v 2

v 2 |v 1 = 0 ,

v 3 |v 2 = u 3 |v 2 −

v 1 |u 3 v 1 |v 1

v 1 |v 2 −

v 2 |u 3 v 2 |v 2

v 2 |v 2 = 0.) Se dim V > 3, ent˜ao

O conj. {v 1 , v 2 ,... , vdim V } assim obtido ´e uma base ortogonal de

V.

Ex. Determine uma base ortogonal de R

3 que inclua o vector

. v 1 = (1, 1 , 1). . u 2 = (1, 0 , 0) ∈ R

3 \ < {(1, 1 , 1)} >.

v 2 := u 2 −

v 1 |u 2 v 1 |v 1

v 1 = (1, 0 , 0) −

1 3

1 3

. u 3 = (1, − 1 , 1) ∈ R

3 \ < {(1, 1 , 1), (2, − 1 , −1)} >.

v 3 := u 3 −

v 1 |u 3 v 1 |v 1

v 1 −

v 2 |u 3 v 2 |v 2

v 2 = (1, − 1 , 1)−

1 3

2 6

{(1, 1 , 1), (2, − 1 , −1), (0, − 1 , 1)} ´e uma base ortogonal de R

3 que

inclui o vector (1, 1 , 1).