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Projeto Elétrico descritico total, Esquemas de Gerenciamento de Projetos Arquitetônicos

Projeto total; Sumário; Cabos; Demandas; Conexões; Etc

Tipologia: Esquemas

2021

Compartilhado em 10/07/2024

fabio-carvalho-u35
fabio-carvalho-u35 🇧🇷

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bg1
VIDRO FIXO - 2.40x.70x1.35
BALCÃO - h= 1,00m
ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01
Á=108,12 m²
DEPÓSITO
Á=14,50 m² SALA
Á=14,38 m²
WC MASC.
Á=05,68 m²
WC FEM.
Á=05,68 m²
COPA
Á=14,34 m²ÁREA DE CONVIVÊNCIA 02
Á=123,35 m²
PLANTA BAIXA - PAVIMENTO TÉRREO
JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.30
JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.30 JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.30
JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.30 JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.30
AA
PROJEÇÃO DO BEIRAL
PROJEÇÃO DO BEIRAL
PROJEÇÃO DO BEIRAL
PROJEÇÃO DO BEIRAL
B
B
BANCO
BANCO
ESCALA 1/75
SAÍDA SAÍDA
SAÍDA
Detalhamento barra antipânico
ESCALA 1/25
FACHADA POSTERIOR
TELHA FIBROCIMENTO
i= 08%
ESTRUTURA METÁLICA
ESCALA 1/75
ESQUADRIAS METÁLICAS
PREENCHIMENTO EM VIDRO
CORTE A-A
FORRO PVC
ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01
DEPÓSITO WC MASC.
BANCO
TELHA FIBROCIMENTO
i= 08%
ESTRUTURA METÁLICA CAIXA D'ÁGUA
1000l
ESCALA 1/75
FACHADA FRONTAL
TELHA FIBROCIMENTO
i= 08%
ESTRUTURA METÁLICA ESQUADRIAS METÁLICAS
PREENCHIMENTO EM VIDRO
ESCALA 1/75
FACHADA LATERAL ESQUERDA
TELHA FIBROCIMENTO
i= 08%
ESTRUTURA METÁLICA
ESCALA 1/75
CORTE B-B
FORRO PVC
ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01
ÁREA DE CONVIVÊNCIA 02
TELHA FIBROCIMENTO
i= 08%
ESTRUTURA METÁLICA
ESCALA 1/75
FACHADA LATERAL DIREITA
TELHA FIBROCIMENTO
i= 08%
ESTRUTURA METÁLICA
ESQUADRIAS METÁLICAS
PREENCHIMENTO EM VIDRO
ESCALA 1/75
ÁREA DOS BANHEIROS.....................................14,05m²
ÁREA DA COPA................................................16,17m²
ÁREA DE CONCENTRAÇÃO DE PÚBLICO.............274,04m²
QUADRO DE ÁREAS:
ÁREA CONSTRUÍDA TOTAL...............................304,26m²
BANHEIROS*...................................................0 PESSOAS
COPA**..........................................................3 PESSOAS
CONCENTRAÇÃO DE PÚBLICO***...................548 PESSOAS
POPULAÇÃO PROJETADA:
POPULAÇÃO TOTAL.......................................551 PESSOAS
*De acordo com o item 4.1.2.4 da NT 10/2015, exclusivamente para o
cálculo da população, as áreas de sanitários, corredores e elevadores dos
grupos de ocupação escolar, e áreas de sanitários e elevadores nas ocupações
comerciais e de concentração de público são excluídas das áreas de pavimento.
**De acordo com a nota (6) da Tabela 5 da NT 10/2015, as cozinhas e suas
áreas de apoio, nas ocupações 23 e 25, têm sua ocupação admitida como nos
grupos da ocupação de serviços profissionais, isto é, uma pessoa por 7 m2 de
área.
***De acordo com a nota (6) da Tabela 5 da NT 10/2015, ocupações do
grupo 23 possui população calculada de duas pessoas por de área (1:0,5
m²).
ESPECIFICAÇÕES
PROJETO GALPÃO CULTURAL
ESCALA
CBMDF
PROPRIETÁRIO
RESPONSÁVEL TÉCNICO
AUTOR DO PROJETO
DATA
OUTROS
CREA 10.620/D-DF
CBMDF
ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF
AUTOR DO PROJETO :
RESPONSÁVEL TÉCNICO:
PROPRIETÁRIO:
ENDEREÇO: Santa Maria (RA-XIII) / QR 207, LOTE 01
ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SANTA MARIA - DF
ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF
CREA 10.620/D-DF
VITAL ENGENHARIA
PROJETO DE ARQUITETURA
INDICADA
DESENVOLVIMENTO
VICTOR POCCESCHI
CLSW 303 BLOCO A SALA 104 ED. ATLANTA CENTER - SUDOESTE
FONE (61) 3702-9889 - (61) 991572235 - BRASILIA-DF
www.vitalengenharia.com.br
OUTUBRO/2019
Vital Engenharia
01/02
CLASSIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO: GRUPO 23 - CLUBES SOCIAIS
NOTA:
pf3
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VIDRO FIXO - 2.40x.70x1.

BALCÃO - h= 1,00m

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01

Á=108,12 m²

Á=14,50 m²^ DEPÓSITO

Á=14,38 m²SALA Á=05,68 m²^ WC MASC.^ WC FEM. Á=05,68 m²^ Á=14,34 m² COPA

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 02

Á=123,35 m²

PLANTA BAIXA - PAVIMENTO TÉRREO

JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.

JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.

JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.

JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.

JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.

A

A

PROJEÇÃO DO BEIRAL

PROJEÇÃO DO BEIRAL

PROJEÇÃO DO BEIRAL PROJEÇÃO DO BEIRAL

B^ B

BANCO BANCO

ESCALA 1/

SAÍDA SAÍDA

SAÍDA

ESCALA 1/25^ Detalhamento barra antipânico

FACHADA POSTERIOR

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

ESCALA 1/

PREENCHIMENTO EM VIDRO ESQUADRIAS METÁLICAS

CORTE

A-A

FORRO PVC

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01

DEPÓSITO

WC MASC.

BANCO

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

CAIXA D'ÁGUA 1000l

ESCALA 1/75^ FACHADA FRONTAL

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

PREENCHIMENTO EM VIDROESQUADRIAS METÁLICAS

ESCALA 1/

FACHADA LATERAL ESQUERDA

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

CORTE B-B ESCALA 1/

FORRO PVC

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 02

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

ESCALA 1/75^ FACHADA LATERAL DIREITA

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

ESQUADRIAS METÁLICAS

PREENCHIMENTO EM VIDRO

ESCALA 1/

POPULAÇÃO TOTAL.......................................551 PESSOAS CONCENTRAÇÃO DE PÚBLICO...................548 PESSOASCOPA..........................................................3 PESSOAS BANHEIROS...................................................0 PESSOAS^ POPULAÇÃO PROJETADA: ÁREA CONSTRUÍDA TOTAL...............................304,26m²ÁREA DE CONCENTRAÇÃO DE PÚBLICO.............274,04m²ÁREA DA COPA................................................16,17m² ÁREA DOS BANHEIROS.....................................14,05m²^ QUADRO DE ÁREAS:

*De (^) acordo

com

(^) o (^) item

(^) 4.1.2.

da NT nº 10/2015,

(^) exclusivamente

para

o

cálculo

da população,

as áreas

de sanitários,

corredores

e elevadores

dos

grupos de

(^) ocupação

(^) escolar, e

(^) áreas

(^) de (^) sanitários

(^) e elevadores nas

(^) ocupações

**De acordo com a nota (6) da Tabela 5 da NTcomerciais e de concentração de público são excluídas das áreas de pavimento.

(^) nº (^) 10/2015, as cozinhas e suas

áreas

(^) de apoio, nas

(^) ocupações

(^) 23 e 25,

(^) têm

(^) sua

(^) ocupação

(^) admitida como nos

grupos da

(^) ocupação

(^) de (^) serviços

(^) profissionais, isto

(^) é, (^) uma pessoa por 7 m2 de

***De acordo com a nota (6) da Tabela 5 da NT área.

(^) nº (^) 10/

ocupações

(^) do

grupo 23 possui

(^) população

(^) calculada de duas pessoas por

(^) m² (^) de (^) área

(^) (1:0,

m²).

PROJETO GALPÃO CULTURAL ESPECIFICAÇÕES

ESCALA

CBMDF

RESPONSÁVEL TÉCNICO AUTOR DO PROJETO PROPRIETÁRIO

DATA

OUTROS CBMDF CREA 10.620/D-DF

ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF

RESPONSÁVEL TÉCNICO:AUTOR DO PROJETO :PROPRIETÁRIO:ENDEREÇO:

ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF^ ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SANTA MARIA - DFSanta Maria (RA-XIII) / QR 207, LOTE 01

CREA 10.620/D-DF

VITAL ENGENHARIA

PROJETO DE ARQUITETURA

INDICADA

VICTOR POCCESCHIDESENVOLVIMENTO

CLSW 303 BLOCO A SALA 104 ED. ATLANTA CENTER - SUDOESTE

FONE (61) 3702-9889 - (61) 991572235 - BRASILIA-DF

[email protected]

OUTUBRO/

Vital Engenharia

CLASSIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO:

GRUPO 23 - CLUBES SOCIAIS

NOTA:

PLANTA DE SITUAÇÃO ESCALA 1/

CALÇADA

RUA

RUA

TELHA FIBROCIMENTO

INCLINAÇÃO 08%

TELHA FIBROCIMENTO

INCLINAÇÃO 08%

PLANTA DE COBERTURA

ESCALA 1/

PROJETO GALPÃO CULTURAL

ESCALA

CBMDF

PROPRIETÁRIO

RESPONSÁVEL TÉCNICO

AUTOR DO PROJETO

DATA

OUTROS

CREA 10.620/D-DF

CBMDF

AUTOR DO PROJETO : ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF

RESPONSÁVEL TÉCNICO:

PROPRIETÁRIO:

ENDEREÇO: Santa Maria (RA-XIII) / QR 207, LOTE 01

ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SANTA MARIA - DF
ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF

CREA 10.620/D-DF

VITAL ENGENHARIA

PROJETO DE ARQUITETURA

INDICADA

DESENVOLVIMENTO VICTOR POCCESCHI

CLSW 303 BLOCO A SALA 104 ED. ATLANTA CENTER - SUDOESTE FONE (61) 3702-9889 - (61) 991572235 - BRASILIA-DF www.vitalengenharia.com.br [email protected]

OUTUBRO/

Vital Engenharia

CLASSIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO: GRUPO 23 - CLUBES SOCIAIS

ESCALA 1/1000PLANTA DE SITUAÇÃO

VIDRO FIXO - 2.40x.70x1.

BALCÃO - h= 1,00m

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01

Á=108,12 m²

Á=14,50 m²^ DEPÓSITO

Á=14,38 m²SALA Á=05,68 m²^ WC MASC.^ WC FEM. Á=05,68 m²^ Á=14,34 m² COPA

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 02

Á=123,35 m²

PAREDE À CONSTRUIRPAREDE EXISTENTE À DEMOLIR PAREDE EXISTENTE À MANTER

LEGENDA:

PLANTA BAIXA - PAVIMENTO TÉRREO

JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.

JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.

JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.

JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.

JANELA ALTA - MÓDULOS DE .60x.60x2.

A

A

PROJEÇÃO DO BEIRAL

PROJEÇÃO DO BEIRAL

PROJEÇÃO DO BEIRAL PROJEÇÃO DO BEIRAL

B^ B

BANCO BANCO

ESCALA 1/75 ÁREA= 304,26m²

FACHADA POSTERIOR

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

ESCALA 1/

PREENCHIMENTO EM VIDRO ESQUADRIAS METÁLICAS

CORTE

A-A

FORRO PVC

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01

DEPÓSITO

WC MASC.

BANCO

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

CAIXA D'ÁGUA 1000l

ESCALA 1/75^ FACHADA FRONTAL

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

PREENCHIMENTO EM VIDROESQUADRIAS METÁLICAS

ESCALA 1/

FACHADA LATERAL ESQUERDA

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

CORTE B-B ESCALA 1/

FORRO PVC

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 02

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

ESCALA 1/75^ FACHADA LATERAL DIREITA

TELHA FIBROCIMENTO

i= 08%

ESTRUTURA METÁLICA

ESQUADRIAS METÁLICAS

PREENCHIMENTO EM VIDRO

ESCALA 1/

PROJETO GALPÃO CULTURAL

ESCALA

CAP

RESPONSÁVEL TÉCNICO AUTOR DO PROJETO PROPRIETÁRIO

DATA

OUTROS CAP CREA 10.620/D-DF

ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF

RESPONSÁVEL TÉCNICO:AUTOR DO PROJETO :PROPRIETÁRIO:ENDEREÇO:

ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF^ ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SANTA MARIA - DFSanta Maria (RA-XIII) / QR 207, LOTE 01

CREA 10.620/D-DF

VITAL ENGENHARIA

PROJETO DE ARQUITETURA

INDICADA

VICTOR POCCESCHIDESENVOLVIMENTO

CLSW 303 BLOCO A SALA 104 ED. ATLANTA CENTER - SUDOESTE

FONE (61) 3702-9889 - (61) 991572235 - BRASILIA-DF

[email protected]

OUTUBRO/

Vital Engenharia

NOTA:^ ESPECIFICAÇÕES

TELHA FIBROCIMENTO

INCLINAÇÃO 08%

TELHA FIBROCIMENTO

INCLINAÇÃO 08%

ESCALA 1/100^ PLANTA DE COBERTURA

BANCO

BANCO

BANCO

Esquema banho sanitário PNE

ESCALA 1/

ESPELHO

Detalhamento lavatório e vaso sanitário

ESCALA 1/

ÁREA CADEIRA

PERÍMETRO SANIT. PNE - MEDIDAS MÍNIMAS

Transferência perpendicular

ÁREA CADEIRA

PERÍMETRO SANIT. PNE - MEDIDAS MÍNIMAS

Transferência diagonal

PERÍMETRO SANIT. PNE - MEDIDAS MÍNIMAS

Transferência lateral

ÁREA CADEIRA

o raio deEm caso de reforma a NBR 9050/2015 permite que

(^) movimentação

(^) mínimo

(^) seja de 120cm,

somando

(^) essa

(^) medida

(^) com

(^) a (^) medida

(^) do (^) vaso

sanitário,

(^) obtêm-se

que (^) o (^) comprimento

(^) mínimo

para (^) sanitário

(^) acessível

(^) em caso de reforma

(^) é (^) de

170cm.

o raio deEm caso de reforma a NBR 9050/2015 permite que

(^) movimentação

(^) mínimo

(^) seja de 120cm,

somando

(^) essa

(^) medida

(^) com

(^) a medida

(^) do (^) vaso

sanitário,

(^) obtêm-se

que (^) o (^) comprimento

mínimo

para (^) sanitário

(^) acessível

(^) em caso de reforma

(^) é (^) de

170cm.

o raio deEm caso de reforma a NBR 9050/2015 permite que

(^) movimentação

(^) mínimo

(^) seja de 120cm,

somando

essa (^) medida

(^) com

(^) a (^) medida

(^) do (^) vaso

sanitário,

(^) obtêm-se

que (^) o (^) comprimento

(^) mínimo

para (^) sanitário

(^) acessível

(^) em caso de reforma

(^) é (^) de

170cm.

Módulo de Referência

ESCALA 1/
ESCALA 1/
ESCALA 1/
ESCALA 1/

ESCALA 1/25^ Detalhamento barra antipânico

PROJETO GALPÃO CULTURAL

ESCALA

RESPONSÁVEL TÉCNICO AUTOR DO PROJETO PROPRIETÁRIO

DATA

OUTROS CREA 10.620/D-DF

ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF

RESPONSÁVEL TÉCNICO:AUTOR DO PROJETO :PROPRIETÁRIO:ENDEREÇO:

ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF^ ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SANTA MARIA - DFSanta Maria (RA-XIII) / QR 207, LOTE 01

CREA 10.620/D-DF

VITAL ENGENHARIA

ESTUDO DE ACESSIBILIDADE

INDICADA

VICTOR POCCESCHIDESENVOLVIMENTO

CLSW 303 BLOCO A SALA 104 ED. ATLANTA CENTER - SUDOESTE

FONE (61) 3702-9889 - (61) 991572235 - BRASILIA-DF

[email protected]

OUTUBRO/

Vital Engenharia

CAP

CAP

Planta Hidráulico

Escala: 1:

DEPÓSITO (^) ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01 SALA

WC MASC.

WC FEM.

COPA

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 02

AF-1 ø

AF-2 ø

AL-1 ø20 AF-3 ø

ø20 mm PVC^

ø20 mm PVC HIDRÔMETRO cavalete 1/2"

H

Detalhe H

Escala: 1:

WC MASC.

WC FEM.

COPA

AF-1 ø AF-2 ø

ø

ø20^ ø ø

ø

ø

ø

ø

ø

ø

ø20 ø

ø ø

LV20 mm - 1/2" LV20 mm - 1/2"

VS1/2"

CH20mm x 1/2" CH20mm x 1/2"

ø ø

ø ø

1/2"^ RG

1/2"^ RG

RP20 mm - 1/2"

RP20 mm - 1/2"

VS1/2"

AF-3 ø

ø

ø

ø

ø20^ PIA20 mm - 1/2"

RG1/2"

AL-1 ø

ø

ø

HIDRÔMETRO cavalete 1/2"

ø

Lista de Materiais

Metais Registro de esfera 1/2" (^) 1 pç Registro esfera borboleta bruto PVC 1/2" 1 pç PVC misto soldável Colar de tomada em PVC 1/2" 1 pç Joelho 90 soldável c/ rosca 20 mm - 1/2" 4 pç PVC rígido roscável Tubos 1/2" 0.28 m PVC rígido soldável Adapt sold.curto c/bolsa-rosca p registro 20 mm - 1/2" 2 pç Joelho 90° soldável 20 mm (^) 2 pç Tubos 20 mm 10.09 m

Alimentação

Aparelho Chuveiro 20mm x 1/2" (^) 2 pç Torneira de Pia de Cozinha 20 mm - 1/2" 1 pç Torneira de lavatório 20 mm - 1/2" 2 pç Vaso Sanitário c/ cx. acoplada 1/2" (^) 2 pç Metais Registro de gaveta c/ canopla cromada 1/2" (^) 3 pç Registro de pressão c/ canopla cromada 1/2" (^) 2 pç PVC Acessórios Bolsa de ligação p/ vaso sanitário 1.1/2" (^) 2 pç Engate flexível cobre cromado com canopla 1/2 - 30cm 2 pç Engate flexível plástico 1/2 - 30cm 2 pç PVC misto soldável Joelho 90 soldável c/ rosca 20 mm - 1/2" 2 pç Luva soldável c/ rosca 20 mm -1/2" (^) 2 pç PVC rígido soldável Adapt sold.curto c/bolsa-rosca p registro 20 mm - 1/2" (^) 8 pç Joelho 90° soldável 20 mm (^) 6 pç Tubos 20 mm 19.21 m Tê 90 soldável 20 mm 4 pç PVC soldável azul c/ bucha latão Joelho 90° soldável com bucha de latão 20 mm - 1/2" 5 pç

Água fria

Legenda

Alimentador Predial

Hidrômetros - HIDRÔMETRO

Registro de Pressão com PVC soldável - RP

Registro de gaveta c/canopla cromada c/PVC soldável - RG

Planta Hidráulico - Detalhe

Escala: 1:

WC MASC. WC FEM.

COPA

ø20^ AF-

ø20^ AF- ø20^ AF-

ø20^ AL- (^) PVC ø20 mm PVCø20 mm cavalete 1/2" HIDRÔMETRO

H

Ø3/4"

Ø1"

Ø1.1/4"

Ø1.1./2"

Ø2"

Ø2.1/2"

Ø1/2"

Ø

Ø

Ø

Ø

Ø

Ø

A.F.

POL.

MM.

Ø

CLUBE SOCIAL

ESCALA

CAP

PROPRIETÁRIO

RESPONSÁVEL TÉCNICO

AUTOR DO PROJETO

DATA

OUTROS

CREA 10.620/D-DF

CAP

AUTOR DO PROJETO : ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF

RESPONSÁVEL TÉCNICO:

PROPRIETÁRIO:

ENDEREÇO: Santa Maria (RA-XIII) / QR 207, LOTE 01

ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SANTA MARIA - DF

ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF

CREA 10.620/D-DF

VITAL ENGENHARIA

PROJETO HIDRÁULICO

INDICADA

DESENVOLVIMENTO VICTOR POCCESCHI

CLSW 303 BLOCO A SALA 104 ED. ATLANTA CENTER - SUDOESTE FONE (61) 3702-9889 - (61) 991572235 - BRASILIA-DF www.vitalengenharia.com.br [email protected]

DEZEMBRO/

Vital Engenharia

ESPECIFICAÇÕES

Legenda Caixa Sifonada

CE Caixas Inspeção Esgoto Simples

CG

Caixas de Gordura

Chuveiro Residencial

Curva 90 longa

Joelho 90 Junção simples

Junção simples c/ redução

Lavatório Residencial com sifão Pia de Cozinha Industrial - Lavagem de panelas com Sifão Ralo sifonado cilindrico normal Ramais de Ventilação Te sanitário Te sanitário- coluna Vaso Sanitário c/ curva 90°

Lista de Materiais

Caixas de Passagem Caixa de gordura CG 60x60 cm 1 pç Caixa de inspeção esgoto simples CE- 60x60 cm (^) 1 pç PVC Acessórios Caixa sifonada 150x150x50 (^) 2 pç Ralo sifonado alt. reg. saída 40 100 mm - 40 mm 3 pç Sifão de copo p/ pia e lavatório 1" - 1.1/2" (^) 2 pç 1" - 2" 1 pç Válvula p/ lavatório e tanque 1" (^) 2 pç Válvula p/ pia 1" 1 pç PVC Esgoto Curva 90 curta 100 mm 2 pç 40 mm (^) 4 pç Curva 90 longa 100 mm 2 pç Joelho 90 50 mm (^) 3 pç 75 mm 1 pç Joelho 90 c/anel p/ esgoto secundário 40 mm - 1.1/2" (^) 2 pç Junção simples 100 mm - 50 mm 2 pç 100 mm- 100 mm (^) 2 pç Redução excêntrica 100 mm - 50 mm 2 pç Tubo rígido c/ ponta lisa 100 mm - 4" 7.06 m 40 mm 6.82 m 50 mm - 2" 10.54 m Tê sanitário 100 mm - 100 mm 1 pç 100 mm - 75 mm 1 pç 50 mm -50 mm (^) 1 pç

Esgoto

PVC Esgoto Joelho 90 75 mm (^) 1 pç Tubo rígido c/ ponta lisa 75 mm - 3" (^) 5.05 m Tê sanitário 100 mm - 75 mm (^) 1 pç 75 mm - 75 mm (^) 1 pç

Ventilação

Detalhe S

escala 1:

COPA

i=2.0%PVC^ ø40 mm

PVC^ ø40 mm i=2.0%

PVC^ ø40 mm i=2.0%PVC^ ø40 mm i=2.0%

ø50 mm PVCi=2.0%

PVC ø i=2.0%

ø50 mm PVCi=2.0%

ø50 mm PVCi=2.0% ø100 mm PVCi=2.0%

ø100 mm PVCi=2.0%

ø100 mm^ i=2.0% PVC ø100 mm i=2.0%

i=2.0%PVC^ ø100 mm

ø100 mm PVCi=2.0%

ø100 mm PVCi=2.0%

ø100 mm^ i=2.0% PVC ø100 mm i=2.0%

PVC ø75 mm i=1.0%

ø100 mm PVCi=2.0%

PVC ø75 mm i=1.0%

CE CG

CV-1 ø

PVC ø i=2.0%

ø PVCi=2.0%

Planta Sanitário

Escala: 1:

VIDRO FIXO - 2.40x.70x1.

DEPÓSITO (^) ÁREA DE CONVIVÊNCIA 01 SALA

ÁREA DE CONVIVÊNCIA 02 COPA

PVC^ ø40 mm i=2.0%

i=2.0%PVC ø40 mm

PVCi=2.0%^ ø40 mm

i=2.0%PVC ø40 mm

PVCi=2.0% ø50 mm ø50 mm PVCi=2.0%

PVCi=2.0%^ ø50 mm

PVCi=2.0%^ ø50 mm

i=2.0%PVC ø100 mm PVCi=2.0%^ ø100 mm PVCi=2.0%^ ø100 mm

ø100 mm PVCi=2.0%

PVCi=2.0%^ ø100 mm

PVCi=2.0%^ ø100 mm PVCi=2.0%^ ø100 mm PVCi=2.0%^ ø100 mm ø100 mm PVCi=2.0% ø75 mm PVCi=1.0%

PVCi=2.0%^ ø100 mm

ø75 mm PVCi=1.0%

CV-1 ø

S ø50 mm PVCi=2.0%

PVCi=2.0% ø50 mm

Ø3/4"

Ø1"

Ø1.1/4"

Ø1.1./2"

Ø2"

Ø2.1/2"

Ø1/2"

Ø

Ø

Ø

Ø

Ø

Ø

A.F.

POL.

MM.

Ø

CLUBE SOCIAL

ESCALA

CAP

PROPRIETÁRIO

RESPONSÁVEL TÉCNICO

AUTOR DO PROJETO

DATA

OUTROS

CREA 10.620/D-DF

CAP

AUTOR DO PROJETO : ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF

RESPONSÁVEL TÉCNICO:

PROPRIETÁRIO:

ENDEREÇO: Santa Maria (RA-XIII) / QR 207, LOTE 01

ADMINISTRAÇÃO REGIONAL DE SANTA MARIA - DF

ENG LORYMER ARAUJO ALMEIDA CREA 10.620/D- DF

CREA 10.620/D-DF

VITAL ENGENHARIA

PROJETO SANITÁRIO

INDICADA

DESENVOLVIMENTO VICTOR POCCESCHI

CLSW 303 BLOCO A SALA 104 ED. ATLANTA CENTER - SUDOESTE FONE (61) 3702-9889 - (61) 991572235 - BRASILIA-DF www.vitalengenharia.com.br [email protected]

DEZEMBRO/

Vital Engenharia

ESPECIFICAÇÕES

Engenharia de Projetos • Engenharia Civil • Segurança do Trabalho CLSW 30 3 BL A Sala 1 0 4 Ed. Atlanta Center - Sudoeste / DF CEP: 70.673- 621 CNPJ 178633450001 71 IE- 07.638.849/001- 29 Fone: (61) 3702 - 9889 / (61) 9 8199 - 9889 [email protected] / www.vitalengenharia.com.br Desde 1998

PARECER TÉCNICO

Edificação: Galpão Comunitário

Localização: QR 207 LOTE 01 – SANTA MARIA - DF

Responsáveis Técnicos:

Eng. Lorymer Araujo Almeida CREA/DF 10.620/D-DF

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1. INTRODUÇÃO

O presente Parecer Técnico tem como objetivo avaliar as manifestações patológicas

observadas na estrutura do Galpão Cultural da QR 207 Lote 01. Para tanto, será feita uma

discussão a respeito das causas e origens dos problemas, através da análise visual das

manifestações patológicas e análise do ambiente em que se encontra a edificação.

1.1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
1.1.1 CORROSÃO

Pode-se definir corrosão como a estrago de um material, normalmente metálico, por ação

química ou eletroquímica do meio ambiente aliada ou não a esforços mecânicos. A deterioração

causada pelo contato físico-químico entre o material e seu meio operacional representa mudanças

indesejáveis e prejudiciais ao material, como por exemplo, o desgaste, as variações químicas ou

alterações estruturais, fazendo com que o material se torne inutilizados para uso. Para haver

corrosão, quatro elementos são essenciais: o ânodo, o cátodo, a ligação elétrica e o eletrólito. O

metal em si, na maioria das vezes, já é o elemento de ocorrência dos três primeiros, porém o

quarto elemento pode aparecer sob diversas condições. Os meios que dão origem aos eletrólitos

frequentemente encontrados são: atmosfera, águas naturais e solo.

1.1.1.2 TIPOS DE CORROSÃO

CORROSÃO UNIFORME: Corrosão uniforme é o tipo de corrosão que de caracteriza por

apresentar uma superfície metálica tomada por uma camada de óxido de ferro (ferrugem)

pouco aderente. Recebe o nome de “uniforme” pela sua característica de gerar perda de

massa uniforme em toda a extensão do perfil e consequentemente a redução gradual da

espessura do metal. É a forma de corrosão mais comum em estruturas metálicas e ao mesmo

tempo a menos perigosa, por ser de fácil visualização e detecção.

CORROSÃO POR PONTOS: A corrosão por pontos é outra forma muito localizada de ataque

corrosivo, na qual pequenos pites ou buracos se formam. Normalmente, eles são formados a

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o empreendimento. Como as peças de estruturas metálicas são de fácil substituição, isso faz

com que o custo diminua consideravelmente, sendo mais econômico que o reforço.

2. DESCRIÇÃO DA EDIFICAÇÃO

A edificação não possui registros da época de construção e nem sobre manutenções nos

componentes estruturais, porém, a partir de uma imagem de satélite retirada do site GeoPortal

datado de 1997 podemos ver a edificação construída, enquanto que em outra imagem datada de

1995 não possui a edificação, assim, estima-se que a mesma possui aproximadamente 2 2 anos

desde sua construção.

Os pilares analisados são perfil tipo “caixa” com dimensões 150 x 60 x 20 mm e possuem

comprimentos diferentes, pois parte deles servem de apoio para treliças de cobertura, variando

entre 2,97 m, 3,36 m e 3,45 de acordo com Tabela 01:

Pilares Altura (m)

Área do Pilar (cm²)

P9, P10, P11, P12, P13, P14, P15, P16, P17, P

P1, P4, P5,
P8, P19, P
P2, P3, P6,
P7,P20, P

Tabela 01 – Dimensão dos pilares

3. LOCALIZAÇÃO DA EDIFICAÇÃO

A edificação fica localizada atrás da Administração Regional de Santa Maria, no endereço QR 207

Lote 01, Santa Maria, Brasília - DF.

A estrutura da área em estudo pode ser observada pela Figura 01:

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Figura 01 – Croqui com os pilares da edificação.

4. METODOLOGIA DE INSPEÇÃO

Foi desenvolvido um trabalho de inspeção no campo de forma a fornecer informações sobre a

estrutura em seu estágio atual, efetuando uma análise completa de seus elementos estruturais,

com registro fotográfico dos elementos principais e eventuais anomalias.

Neste levantamento foi verificada a espessura das chapas metálicas, o grau de corrosão e a

avaliação do estado atual, com mapeamento de possíveis patologias que comprometam a

integridade, a segurança e estabilidade da estrutura. A avaliação do estado de corrosão em que

se encontram as peças será avaliada conforme as Normas técnicas Brasileiras, complementadas

com a ISO 8501- 1.

Informamos que não estão indicados neste trabalho os registros de especificações de pintura da

época da construção tampouco as intervenções mais recentes.

A representação esquemática da metodologia de inspeção pode ser vista na Figura 2.

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  • O local onde se encontra o edifício parece possuir uma alta umidade do solo, que por capilaridade adere às paredes do edifício como mostrado nas Figuras 03 a 0 6 ;
  • O edifício possui locais de fácil acúmulo de água e locais onde estão sujeitos a ações de limpeza sem proteção como indicado nas Figuras 07 e 08. 5. 2 Análise Visual

Durante a análise visual, pôde-se constatar que devido à falta de manutenção preventiva a

maioria dos pilares da edificação se encontram em estado de corrosão, desde superficial a pilares

com perda de seção, deve-se observar que não foi possível a análise das faces dos pilares que

fazem interface com alvenaria, abaixo análise de cada um dos pilares da edificação:

P1:
  • O pilar em questão se encontra em estágio grave de corrosão, sendo constatada perda de seção, foi detectada corrosão por Frestas no mesmo, como indicado nas Figuras 10 a 1 3 ;
  • O pilar está comprometido da base até uma altura de 40 cm, em todo perímetro da seção.

P 2 :

  • O pilar apresenta perda de seção, foi detectada corrosão por Frestas, como indicado nas Figuras 14 a 20;
  • Parte do revestimento adjacente ao pilar está descolado e o pilar aparente;
  • O pilar está comprometido até uma altura de 110 cm, nas faces de encontro da copa e do banheiro.

P3:

  • A base do pilar apresenta corrosão na parte externa do edifício em grau C de acordo com Figura 9 e na parte interna há perda de seção;
  • Parte do revestimento adjacente ao pilar está descolado e o pilar aparente;
  • O pilar está comprometido até uma altura de 6 0 cm, nas faces de encontro dos banheiros, foi detectada corrosão por Frestas, como indicam as Figuras 21 a 24.

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P4:
  • O pilar apresenta corrosão grave e perda de seção, foi detectado corrosão por Frestas, como indicado nas Figuras 25 a 27;
  • O pilar está comprometido da base até uma altura de 3 0 cm, em todo perímetro da seção.

P5:

  • A base do pilar apresenta corrosão na parte externa do edifício em grau A de acordo com Figura 9 e na parte interna Grau D como mostram as Figuras 28 a 32;
  • O pilar está comprometido até uma altura de 30 cm nas faces internas.

P6:

  • A base do pilar apresenta corrosão nas faces viradas para o banheiro e copa grau D e na face virada para o salão grau C comparando as Figuras 33 a 37 com a Figura 9;
  • O pilar está comprometido até uma altura de 30 cm.

P7:

  • O pilar possui corrosão grau C na face virada para o banheiro de acordo com Figura 9;
  • O pilar está comprometido até uma altura de 20 cm, como mostra Figuras 3 8 a 40.

P8:

  • O pilar aparenta estar em boas condições de conservação, apresentando corrosão grau A no máximo, como mostrado nas Figuras 41 a 44.

P 9 :

  • O pilar aparenta estar em boas condições de conservação, apresentando corrosão grau A no máximo, como mostrado nas Figuras 4 5 a 4 7 ;

P10:

  • O pilar aparenta estar em boas condições de conservação, apresentando corrosão grau A no máximo, como mostrado nas Figuras 4 8 a 50.

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  • O pilar em questão se encontra em estágio grave de corrosão, sendo constatada perda de seção, foi detectada corrosão por Frestas no mesmo, como indicado nas Figuras 75 a 78 ;
  • O pilar está comprometido da base até uma altura de 40 cm, em todo perímetro da seção.

P 20 :

  • O pilar possui corrosão grau D na face virada para a parte externa de acordo com Figura 9;
  • O pilar está comprometido da base até uma altura de 20 cm, como mostra Figuras 79 a 82.

P 21 :

  • O pilar possui corrosão grau D na face virada para a parte externa de acordo com Figura 9;
  • O pilar está comprometido da base até uma altura de 20 cm, como mostra Figuras 83 e 84.

P 22 :

  • O pilar em questão se encontra em estágio grave de corrosão, sendo constatada perda de seção na base e a aproximadamente 1, 80 m de altura, foi detectada corrosão por Frestas no mesmo, como indicado nas Figuras 85 a 87 ;
  • Foi feita a solda de um tubo diretamente no pilar, o que fragilizou o mesmo e o deixou suscetível a corrosão;
  • O pilar está comprometido da base até uma altura de 55 cm, em todo perímetro da seção e a altura de aproximadamente 1,80 m em duas faces.
6. CONCLUSÕES

De acordo com os dados obtidos após a inspeção, se chegou às seguintes conclusões:

➢ As bases dos pilares se encontram em local úmido e com interface com diferentes tipos de materiais, levando ao acúmulo de água, que por sua vez inicia o processo de corrosão;

➢ A falta de manutenção preventiva agrava o problema de corrosão na estrutura dos pilares;

➢ Há perda de sessão transversal em maior parte dos pilares, comprometendo a estabilidade da edificação;

➢ Há indícios de início de corrosão em quase todos os pilares;

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Pilar Altura (cm)

Área Total (cm²)

Área perdida (cm²)

Comprometida

P1 336 18144 2160 12% P2 345 18630 4620 25% P3 345 18630 2520 14% P4 336 18144 1620 9% P5 336 18144 1260 7% P6 345 18630 1260 7% P7 345 18630 840 5% P8 336 18144 0 0% P9 297 16038 0 0% P10 297 16038 0 0% P11 297 16038 0 0% P12 297 16038 0 0% P1 3 297 16038 1260 8% P14 297 16038 0 0% P15 297 16038 0 0% P16 297 16038 0 0% P17 297 16038 0 0% P18 297 16038 0 0% P19 336 18144 2160 12% P20 345 18630 540 3% P21 345 18630 540 3% P22 336 18144 3195 18% Tabela 02 – Pilares com parte da sessão transversal comprometida.