Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


PROJETO instr, Manuais, Projetos, Pesquisas de Química

Projeto de construção de um laboratório de Química

Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas

Antes de 2010

Compartilhado em 25/08/2010

sam-menezes-12
sam-menezes-12 🇧🇷

7 documentos

1 / 26

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS
FACULDADE DE QUÍMICA
CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA
Disciplina: Instrumentação para o Ensino da Química
Discentes:
Projeto de Elaboração de um Laboratório de Química
Belém
2010
1
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a

Pré-visualização parcial do texto

Baixe PROJETO instr e outras Manuais, Projetos, Pesquisas em PDF para Química, somente na Docsity!

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS

FACULDADE DE QUÍMICA

CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

Disciplina: Instrumentação para o Ensino da Química

Discentes:

Projeto de Elaboração de um Laboratório de Química

Belém 2010

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ

INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E NATURAIS

FACULDADE DE QUÍMICA

CURSO DE LICENCIATURA EM QUÍMICA

Disciplina: Instrumentação para o Ensino da Química

Projeto de Elaboração de um Laboratório de Química

Projeto apresentado como requisito para a avaliação da Disciplina Instrumentação para o ensino da Química, ministrada pelo Professor Jorge Trindade.

Belém 2010

  • 1 INTRODUÇÃO
  • 2 OBJETIVO
  • 3 Projeto de construção
  • 3.1 PISO
  • 3.2 PAREDES
  • 3.3 TETO
  • 3.4 PORTAS E JANELAS
  • 4 PROJETO DE INSTALAÇÕES
  • 4.1 IluminaçÃO
  • 4.2 Instalação Elétrica
  • 4.3 Instalação Hidráulica e de Gases
  • 4.4 Instalação de Esgoto
  • 4.5 BANCADAS DE TRABALHO
  • 4.6 ARMÁRIOS PARA REAGENTES
  • 4.7 ARMARIOS PARA VIDRARIAS
  • 4.8 CAPELAS
  • 4.9 PIAS
  • 4.10 ALMOXARIFADO
  • 5 Reagentes para o laboratório de Química
  • 6 INDICADORES ÁCIDO-BASE
  • 7 segurança no laboratório
  • 7.1 CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS
  • 7.2 EXTINTORES DE INCÊNDIO
  • 7.2.1 Classes de incêndio
  • 7.2.2 Tipos de extintores de incêndio
  • 7.2.2.1 Extintor de pó químico seco
  • 2... Extintor de gás carbônico (CO2)
  • 3... Extintor de água pressurizada – pressão permanente
  • 4... Extintor de água – pressão injetada
  • 7.2.3 Uso de extintores
  • 7.3 LUVAS
  • 7.4 MÁSCARAS
  • 7.5 ÓCULOS
  • 7.6 LAVA OLHOS E CHUVEIRO
  • 7.7 JALECO
  • 8 CONCLUSÃO
  • REFERÊNCIAS
  • ANEXOS

1 INTRODUÇÃO

A montagem do laboratório de ensino é uma das fases críticas do processo de implantação dos cursos, já que em grande parte dos casos, as instituições de ensino se estabelecem em instalações prediais que não foram originariamente construídas para esse fim. Não são poucas as escolas que se instalaram em locais onde no passado funcionavam fábricas ou escritórios. Os obstáculos enfrentados na montagem do laboratório são sentidos também quando da ampliação e ou reforma deste. Um laboratório antigo, mesmo que tenha sido construído em acordo com as normas vigentes da época, poderá ter dificuldade para atender às normas de segurança atuais. A montagem do laboratório deve incluir todos os requisitos de segurança. Para tanto, é fundamental a elaboração de um projeto detalhado para que haja funcionalidade, eficiência, segurança e se minimizem futuras alterações. Assim, não podem ser desprezados itens como a topografia do terreno, orientação solar, ventos, segurança do edifício e do pessoal, bancadas, capelas, estufas, muflas, tipo de piso, materiais de revestimento das paredes, iluminação e ventilação do ambiente. Deve-se levar em consideração, ainda, a legislação referente aos portadores de necessidades especiais, conforme a LDB – Lei no 9.394, de 20-12-1996, capítulo V, artigos 58 a 60. Algumas orientações constantes deste Guia tomam como base as Normas Regulamentadoras (NR’s) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), aprovadas pela Portaria nº 3.214, de 08-06-1978, e Normas (NBR’s), da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

2 objetivo O objetivo deste projeto é orientar as instituições de ensino na montagem e instalação de laboratórios destinados às aulas práticas de Química.

3 Projeto de construção

3.3 TETO

O teto deve atender às necessidades do laboratório quanto à passagem de tubulações, luminárias, grelhas, isolamento térmico e acústico, estática. A NR-8, item 8.2 preconiza que os locais de trabalho devem ter a altura do piso ao teto, pé direito, de acordo com as posturas municipais, atendidas as condições de conforto, segurança e salubridade, estabelecidas na Portaria 3.214/78. (Redação dada pela Portaria nº 23, de 9-10-2001).

3.4 PORTAS E JANELAS

As janelas e portas devem ser amplas e distribuídas de tal forma que permitam uma boa iluminação e arejamento do laboratório. Recomendam-se janelas basculantes por apresentarem maior segurança e por serem facilmente abertas e fechadas com um só comando de mão. As janelas devem estar localizadas acima de bancadas e equipamentos, numa altura aproximada de 1,20m do nível do piso e que a área de ventilação/iluminação seja proporcional à área do recinto, numa relação mínima de 1:5 (um para cinco). Deverá haver sistema de controle de raios solares, como persianas metálicas ou breezes (anteparos externos instalados nas janelas que impeçam a entrada de raios solares, mas não impeçam a entrada de claridade). Porém, sob nenhuma hipótese deverão ser instaladas cortinas de material combustível. As janelas devem estar afastadas das áreas de trabalho e dos equipamentos, tais como cabines de segurança biológica, balanças, estufas, fornos industriais e capelas de exaustão química, entre outros que possam ser afetados pela circulação de ar. As portas deverão ser amplas com largura mínima de 1,20m e com abertura para o lado de fora do laboratório. Recomenda-se o uso de visores em divisórias, paredes, portas e onde mais for possível. Os acabamentos das portas devem ser em material que retarde o fogo. É recomendável que se tenha mais de uma saída e sempre distantes entre si. Caso não seja possível, as janelas devem favorecer a saída de emergência. Por isto, não devem ser obstruídas com armários, a fim de proporcionarem ema alternativa para saída de emergência. e com sentido de abertura da porta para a parte externa do local de trabalho.

4 PROJETO DE INSTALAÇÕES

4.1 Iluminação As luminárias devem, sempre que possível, ser embutidas no forro, ter lâmpadas fluorescentes e proporcionarem nível de iluminamento de no mínimo 500 lux, sobre as áreas de trabalho.

Nas áreas que se manipulam produtos explosivos ou inflamáveis, as luminárias e interruptores deverão ser a prova de explosão. Nota: Para os laboratórios que possuem equipamentos e/ou produtos químicos sensíveis à luz solar, deve-se projetar a construção (ou reforma) excluindo-se a luz solar direta sobre o laboratório.

4.2 Instalação Elétrica

  • Preferencialmente deverão ser externas às paredes (facilitando qualquer manutenção) e embutidas no forro (desde que se tenha facilidade de acesso às mesmas).
  • Os pontos que alimentarão as bancadas deverão ser deixadas a 60 cm do piso, isto é, sempre abaixo dos tampos das bancadas.
  • Para a elaboração de um projeto elétrico é necessário que o responsável pelo laboratório, forneça ao projetista os equipamentos que serão instalados, com a potência, tensão e localização dos aparelhos sobre as bancadas ou sobre o chão.
  • As tomadas sobre as bancadas, devem estar a mais ou menos 1,0 m distantes entre si, sendo que em cada ponto (cada caixa do tipo pedestal) deverá ter uma tomada 110V e uma 220V (onde houver tais tensões).
  • Deve-se considerar que as tomadas de uso geral nas bancadas (onde não tiver um equipamento específico instalado) têm potência de 200W para tomada 110V e 200W para a 220V.
  • A tubulação deve ser de material com resistência química aos produtos comumente usados nos laboratórios, tal como o polipropileno (deve-se evitar o uso do PVC branco para esgoto, bem como o ferro fundido).

4.5 BANCADAS DE TRABALHO

As bancadas deverão serão construídas de acordo com a disposição de cada tipo de laboratório, classificadas em quatro tipos:

  • “Ilha”– geralmente se encontra no centro da sala, com os usuários em sua volta. É totalmente isolada e quase sempre tem pias nas extremidades e uma prateleira central.
  • “Península” – possui um de seus lados acoplado a uma parede e dessa forma deixa três lados para uso dos usuários.
  • “Parede” – está totalmente anexada a uma parede, deixando apenas um de seus lados para os usuários. É quase sempre usado para estufas, muflas, balanças, potenciômetros, entre outros.
  • “U” – é uma variação do tipo “ilha”, sendo mais utilizada para colocação de aparelhos, tais como cromatógrafos, permitindo ao laboratorista o acesso fácil à parte traseira desses aparelhos para refazer ou modificar conexões e pequenos reparos. Considerando o disposto nas NRs 8 e 17, do MTE, que estabelecem normas sobre Edificações e Ergonomia, respectivamente, bem como literaturas técnicas consultadas, recomenda-se que as bancadas:
  • Sejam constituídas de material rígido para suportar o peso de materiais e equipamentos;
  • Tenham a superfícies revestidas com materiais impermeáveis, lisos, sem emendas ou ranhuras e resistentes a substâncias químicas. As opções mais utilizadas no mercado são o granito, fórmica ou material similar.
  • Possua profundidade aproximada de 0,60 ou 0,70 m, altura aproximada de 0,90m;
  • Rodapé recuado no mínimo 0,15 m para posição em pé e bancadas livres para posição sentada;
  • Possuam cubas com profundidades adequadas ao uso, com o mínimo de 0,25m;

Orienta-se, ainda, prever um espaço de aproximadamente 0,40m entre bancadas laterais e a parede e, também, no meio das bancadas centrais, a fim de permitir a instalação

e manutenção de utilidades e evitar corredores muito extensos e sem saídas, para não criar áreas de confinamento. Evitar bancadas centrais com comprimento superior a 5 metros. Outros apoios, como prateleiras superiores, castelos, racks e volantes para colocação de materiais de pequeno volume e peso, devem ser utilizados apenas durante a realização dos procedimentos laboratoriais e para disponibilizar soluções de uso contínuo. Para evitar ofuscamentos e cansaço visual, as bancadas devem receber iluminação de forma que os raios de luz incidam lateralmente em relação aos olhos do usuário do laboratório, e não frontalmente, ou em suas costas.

4.6 ARMÁRIOS PARA REAGENTES

O laboratório deve possuir armários para guardar reagentes com 3,8m x 2m com paredes resistentes a explosão, sistema de exaustão e bandeja de retenção de líquidos, a fim de que se possa armazenar, principalmente os reagentes sensíveis a iluminação e inflamáveis.

4.7 ARMARIOS PARA VIDRARIAS

O laboratório de química deve conter armários com dimensões 1,70m x 1,5m para guardar somente vidrarias limpas e descontaminadas.

4.8 CAPELAS

As capelas devem ser localizadas nas paredes laterais para que não sofram influência de corrente de ar proveniente de tráfego de pessoas, proximidade de grelha de ar condicionado e equipadas com exaustores para evitar explosão, liberação de gases e vapores tóxicos e na manipulação de quaisquer produtos químicos. O laboratório deve conter duas capelas com dimensões 1,7m x 1,5m de altura.

4.9 PIAS As pias devem ser inox com dimensões 60cm x 60cm e estar acoplada nas extremidades das bancadas.

Fonte:http://www2.ufpa.br/quimdist/livros_2/livro_quim_inorg_experimental/ 1a%20%20aula_edo%20lab_qu%edmica.pdf

6 INDICADORES ÁCIDO-BASE

Indicadores convencionais Indicadores alternativos

Fenolftaleína Suco de feijão preto Papel de tornassol Suco de repolho roxo Alaranjado de metila Suco de açaí Azul de bromotimol Suco da papoula vermelha Vermelho de metila Suco de beterraba

7 segurança no laboratório o laboratório de Química deve apresentar os seguintes materiais de segurança:

  • Caixa de primeiros socorros
  • Extintores de incêndio
  • Luvas
  • Máscaras
  • Óculos
  • Lava-olhos chuveiro
  • Jaleco

7.1 CAIXA DE PRIMEIROS SOCORROS

Em um laboratório de química é necessário ter uma caixa de primeiros socorros, sendo a sua localização de preferência em local de fácil acesso. Estas caixas devem conter:

  • Glicerina
  • soro fisiológico
  • gaze
  • etanol
  • esparadrapo
  • algodão
  • atadura
  • pomada para queimaduras
  • tesoura
  • pinça metálica
  • álcool iodado.

7.2 EXTINTORES DE INCÊNDIO

Os laboratórios devem estar equipados com extintores de combate a incêndios devidamente sinalizados, bem como mantas anti-fogo e recipientes com areia. O extintor é um instrumento simples de manusear, portátil e eficiente. A utilização de cada tipo de extintor depende do tipo de incêndio. Existem quatro classes de fogos – A, B, C e D – com características diferentes, logo com formas de extinção diferentes. O conhecimento do tipo de fogo na maior parte dos casos leva a uma extinção apropriada.

7.2.1 Classes de incêndio

Classe A - são materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade, e que deixam resíduos, como: tecidos, madeira, papel, fibras, etc.;

Classe B - são considerados os inflamáveis os produtos que queimem somente em sua superfície, não deixando resíduos, como óleo, graxas, vernizes, tintas, gasolina, etc.;

7... Extintor de água – pressão injetada

Fixado na parte externa do aparelho está um pequeno cilindro contendo o gás propelente, cuja a válvula deve ser aberta no ato da utilização do extintor, a fim de pressurizar o ambiente interno do cilindro permitindo o seu funcionamento. O elemento extintor é a água, que atua através do resfriamento da área do material em combustão. O agente propulsor (propelente) é o CO 2

Fonte: Cipa/Puc-Rio

7.2.3 Uso de extintores

O extintor tipo "Espuma" será usado nos fogos de Classe A e B. O extintor tipo "Dióxido de Carbono" será usado, preferencialmente, nos fogos das Classes B e C, embora possa ser usado também nos fogos de Classe A em seu início.

O extintor tipo "Químico Seco" usar-se-á nos fogos das Classes B e C. As unidades de tipo maior de 60 a 150 kg deverão ser montadas sobre rodas. Nos incêndios Classe D, será usado o extintor tipo "Químico Seco", porém o pó químico será especial para cada material.

O extintor tipo "Água Pressurizada", ou "Água-Gás", deve ser usado em fogos Classe A, com capacidade variável entre 10 e 18 litros.

Em um laboratório de Química o ideal é que se tenham todos os tipos de extintores de incêndio, caso não, devem conter preferencialmente o extintor tipo "Dióxido de Carbono" o qual é usado para fogos das classes B e C.

7.3 LUVAS

Fonte: CPNSP As luvas devem ser utilizadas para a proteção das mãos contra agentes abrasivos e escoriantes.

7.4 MÁSCARAS

Respirador purificador de ar (descartável) Respirador purificador de ar (com filtro) Fonte: CPNSP

É necessário o uso de máscaras de proteção, par evitar a inalação de vapores tóxicos liberados por algumas substâncias.

7.5 ÓCULOS

LENTE INCOLOR LENTE COM TONALIDADE ESCURA

Fonte: CPNSP

7 CONCLUSÃO

Construir um laboratório requer responsabilidade e conhecimento dos elementos e materiais combustíveis. Além disso, conhecer o manuseio da utilização dos diversos reagentes é fundamental para a segurança pessoal de professores e alunos no interior do laboratório, como por exemplo o uso de luvas,máscaras,óculos de proteção. Já em relação ao espaço físico deve haver extintores de incêndios para prevenir incêndios de origem elétrica e substâncias inflamáveis.Tudo isso deve ser explicado para as pessoas que utilizam o laboratório seja para fins de pesquisa ou simplesmente limpeza do laboratório. Desta forma a segurança no interior de um laboratório é de fundamental importância.

REFERÊNCIAS

Dicas para elaborar um projeto de laboratório. Disponível em: < http:// www.designslaboratorio.com.br/imagens/capelas/Dicas_Montar_um_Laboratorio.PDF >. Acesso em: 12 maio 2010.

Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) e Suas utilidades no laboratório. Disponível em: . Acesso em: 15 maio

Equipamentos de proteção individual CPNSP. Disponível em: . Acesso em: 15 maio 2010.

Guia de laboratório para o Ensino de Química. Disponível em: . Acesso em: 13 maio 2010.

Merck Segurança no Laboratório. Disponível em: . Acesso em : 17 maio 2010.

PEREIRA, Mariette M; Estronca, Teresa M. Roseiro; Nunes, Rui Miguel D. R. .Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Guia de segurança no laboratório de Química. Coimbra, 2006. 55p.

PROFA. DRA. SANDRA MARA MARTINS FRANCHETTI (Brasil). Departamento de Bioquímica e Microbiologia – LTARQ – IB – UNESP Rio Claro. Manual de segurança e regras básicas em laboratório. Rio Claro, 2002. 25p. Disponível em: http:// www.rc.unesp.br/ib/bioquimica/Manual.doc. Acesso em: 12 maio 2010.

REYMÃO, Fátima. Laboratório de Química inorgânica experimental. Disponível em: < http://www2.ufpa.br/quimdist/livros_2/livro_quim_inorg_experimental/ 1a%20%20aula_edo%20lab_qu%edmica.pdf>. Acesso em: 13 maio 2010.

Tipos de extintores de incêndio. Disponível em: . Acesso em: 13 maio 2010.