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Localização Ficha técnica História do edifício Motivação da obra Ações realizadas Materiais e técnicas empregadas Projeto e resultado final Explicação sobre com qual teoria da restauração a obra de relaciona e que valores foram considerados Referências
Tipologia: Resumos
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Preservação e Técnicas Retrospectivas
P R I M E I R A U N I D A D E
Sumário
Localização Ficha técnica História do edifício Motivação da obra Ações realizadas Materiais e técnicas empregadas Projeto e resultado final Explicação sobre com qual teoria da restauração a obra de relaciona e que valores foram considerados Referências
Preservação e Técnicas Retrospectivas
P R I M E I R A U N I D A D E
D O C E N T E : A N N A C R I S T I N A A N D R A D E F E R R E I R A D I S C E N T E S : I N G R I D F O R M I G A E J U L I A N A D E C A S T R O
LOCAL | PARANAPIACABA | SP
ARQUITETA RESPONSÁVEL | FABIULA DOMINGUES
OBRA | 2019 - 2020
CONTRATANTE: SECRETARIA ESPECIAL DA CULTURA | GERENCIAMENTO: BRASIL RESTAURO
USO ANTERIOR: ESTAÇÃO FERROVIÁRIA USO NOVO: OPERACIONAL MRS
O restauro foi realizado com patrocínio da MRS Logística, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, e valor aprovado de R$ 1.746.599,
Inaugurada em 1º de agosto de 1889 na vila de Paranapiacaba, em Santo André (SP), a estação ferroviária de Campo Grande foi construída na segunda metade do Século XIX, pela empresa inglesa São Paulo Railway
Inauguração
Ascensão
Construída inicialmente para ser uma parada de manutenção dos trens que faziam o transporte da madeira extraída na região de Paranapiacaba, a Estação Ferroviária de Campo Grande foi ganhando importância e passou a ser usada para embarque e desembarque de pessoas e também para o carregamento de lenha e carvão.
Estilo Arquitetônico
O período do reinado da Rainha Vitória (1837-1901), na Inglaterra, influenciou a construção da Estação Ferroviária de Campo Grande. Seguindo o estilo vitoriano, o projeto original do edifício inclui grandes janelas na fachada de tijolos aparentes. As janelas do modelo guilhotina são atribuídas ao inventor britânico Robert Hooke (1635 -1703) e eram comuns em prédios dos estilos Georgianos (reinados de George I, II, III e IV de 1714 até cerca de 1830) e Vitorianos (reinado da Rainha Vitória de 1837 a 1901).
O projeto cultural da Estação Ferroviária de Campo Grande contemplou o restauro e a reconstrução total.
Área interna
Área externa
Telhas, tijolos, madeiramento estrutural, argamassa de revestimento, piso, portas e janelas.
Novo piso, cercamento com alambrado, preparação do solo para o estacionamento, nova área de dejetos, postes de luz e uma iluminação monumental, que valoriza o restauro do prédio e destaca sua beleza estrutural.
Antes Depois
Planta de Reforma
Piso
Materiais
e
Técnicas
Empregadas
Telhado
Cerca de duas mil telhas, fabricadas no século XIX pelas famosas olarias francesas de St. Henry Marseille, foram limpas e testadas quanto à absorção antes de retornarem à cobertura. Todo material de demolição remanescente da obra foi doado à Prefeitura Municipal de Santo André e dois tijolos ao Museu do Tijolo.
Telhado
Materiais
e
Técnicas
Empregadas
Telhado e Forro
Materiais
e
Técnicas
Empregadas
Portas
Materiais
e
Técnicas
Empregadas
Portas
Materiais
e
Técnicas
Empregadas
Janelas
Materiais
e
Técnicas
Empregadas
Respiradores
Com a marca SPR, da Cia. São Paulo Railway, os respiradores de ferro fundido estão presentes em vários pontos da base do edifício para permitir a troca do ar interno com o externo, o que faz diminuir a variação da temperatura capaz de prejudicar o piso de madeira. Durante a obra, foi descoberto que três dos respiradores precisariam ser repostos por réplicas construídas em resina epóxi e lã de vidro. Com capacidade para durar até 400 anos, as réplicas foram colocadas na fachada Sudeste do prédio, uma área de sombra onde a umidade poderia afetar as peças antigas de metal.
Antes Depois