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Relatório de Aula prática de Química Orgânica sobre extração de clorofila de folhas verdes da hortelã.
Tipologia: Notas de aula
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Imperatriz – MA 2011
1. Introdução
A extração de produtos naturais e sua separação cromatográfica podem ser utilizadas para ilustrar vários fenômenos envolvendo interações moleculares ou forças intermoleculares, além de possibilitar aos estudos da química a realização de análise dessas substâncias e a designação de fatores importantes para as formas de consumo e trabalho das mesmas. O processo de extração de substancias a partir de compostos em sua forma natural trata da obtenção ou separação dos mesmos por meio da utilização de solventes adequados. Neste experimento, trata-se da extração simples de clorofila presente em folhas verdes.
A clorofila, num contexto geral, pode ser classificada como um conjunto de pigmentos fotossintéticos, presentes no interior dos cloroplastos das plantas e que confere a coloração verde às folhas. Além disso, a clorofila é capaz de converter a energia da luz solar em energia química através do processo de fotossíntese, nesse processo a energia absorvida pela clorofila transforma dióxido de carbono e água em
Foram utilizados para o procedimento experimental os seguintes materiais:
4. Procedimento Experimental
Parte 1
Nessa primeira parte do experimento foi realizada a extração do composto clorofila das folhas da hortelã verdes.
Para a extração, procedeu-se da seguinte forma:
A segunda parte do procedimento trata da análise, por método cromatográfico, de uma amostra do extrato obtido. Para realização da mesma procedeu-se conforme descrito nas etapas seguintes:
Figura SEQ Figura * ARABIC 1: Resultado de análise cromatográfica realizada com extrato de folhas verdes de cebolinha (I) e hortelã (II), tendo como fase móvel a solução hexano + acetato de etila.
Pode-se observar no resultado da análise da placa acima configurada que, da solução aplicada sobre a mesma os tons de verde mais escuro se concentram na parte superior, mediana e inferior da placa, porém com maior acúmulo centralizado. Isso se deve pelo fato de o pigmento (clorofila) apresentar menor polaridade e, assim sendo adsorvido menos fortemente, permanecendo por menos tempo na fase estacionária. O verde de tom mais claro (pigmento caroteno) é observável em todo o percurso de progressão da fase móvel, com maior visibilidade na parte inferior, próximo de onde foi colocada a solução para análise. Isso é possível devido ao seu maior potencial polar, que lhe confere maior força de adsorção e maior permanência na fase estacionária.
6. Conclusão
A realização experimento foi bem sucedida, tendo em vista ser possível a observação do mesmo em suas diferentes etapas, possibilitando as análises necessárias e facilitando os conhecimentos a cerca das técnicas e teorias empregadas na concretização deste, bem como o alcance dos objetivos impostos na aplicação da referida prática experimental.
COLLINS, Carol H.; BRAGA, Gilberto L. e BONATO, Pierina S.. Fundamentos de Cromatografia. 1ª ed. Campinas: Editora da Unicamp, 2006.
Site: http://www.pqu.uem.br/arquivos/documentos/me166c.pdf. Acessado em: 30 de maio de 2011 às 20h45min.
MORRISON, Robert T.; BOYD, Robert N. Química Orgânica. 14ª ed. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa, 2005.
Site: http://www.scielo.br/pdf/hb/v26n4/v26n4a09.pdf. Acessado em 30 de maio de 2011 às 19h20min.