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portifólio interdisciplinar da universidade UNOPAR
Tipologia: Manuais, Projetos, Pesquisas
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Relatório apresentado a Universidade Norte do Paraná-UNOPAR com requisito parcial para o aproveitamento da disciplina de portfólio interdisciplinar individual. ARAGUATINS- TO 2022
Vivemos atualmente em uma sociedade tecnológica onde o volume e a velocidade da informação são extremamente altos, levando a mudanças na forma como existimos, pensamos e nos comportamos, pois nos permite reinterpretar criticamente o mundo. As redes de computadores estão conectadas globalmente e permitem que usuários de todo o mundo acessem qualquer tópico ou pesquisa em um curto período de tempo sem sair de sua localização. Então percebemos que as escolas precisavam inovar em sala de aula, levando os alunos a reconhecer novas possibilidades de aprendizagem. O uso da tecnologia pode ajudar os professores a enfrentar novas realidades educacionais em busca do avanço educacional. Nesse sentido, a escola vem caminhando nesse contexto, acompanhando ao máximo o avanço da tecnologia, comece a testemunhar uma nova abordagem de ensino onde os professores se tornam facilitadores para orientar os alunos na construção do seu conhecimento. Você pode pensar que as escolas não estão acompanhando os avanços tecnológicos, mas nossos alunos estão provando que é apenas uma questão de tempo até as escolas se "abrirem" à tecnologia e que uma nova geração, nascida na era digital, será uma contribuição para professores ajudando-os a superar os desafios enfrentados pela dificuldade das novas tecnologias. Ao longo da implementação do projeto “Uso da Tecnologia na Sala de Aula”, fornecemos aos professores elementos de aprimoramento por meio de conferências, bem como por meio de sessões como pen drives de TV, internet para criação de blogs educativos, aplicativos educacionais e tutoriais interpretativos.
Tendo em vista que essa nova tecnologia já está presente na sociedade, no cotidiano das pessoas, principalmente nos alunos e professores, em aparelhos como videogames, caixas eletrônicos, aparelhos de fax, celulares e MP12s nas esquinas, enfim, nas crianças e nas lar de adolescentes, dadas as rápidas mudanças que ocorrem em todas as áreas da vida humana, seria paradoxal que as escolas não preparassem os indivíduos para esta sociedade futura, lembrando-nos que a educação não pode mais continuar a prever o progresso social, como originalmente visto como um ferramenta para extensão corporal, máquina a vapor para mudar hábitos e instituições, computador para trazer novas e profundas mudanças sociais e culturais, a tecnologia sempre influenciou o ser humano a realizar, expandir- nos, facilitar nossas ações, transportar-nos para realizar certos recursos. Quando se trata de usar a tecnologia no ensino de línguas, coisas novas sempre assustam quem não está acostumado a progredir, e as escolas estão cheias de professores conservadores que precisam reavaliar a necessidade emergente de um novo olhar. Escolas que se concentram nas necessidades sociais e políticas criadas à medida que o processo de globalização se intensifica. Como educadores, precisamos saber que sempre enfrentaremos obstáculos, que nunca estaremos prontos e que crescemos a cada dia com nossa experiência e a de nossos alunos, ou seja, todo professor deve ser uma eternidade de aprendizes. Um dos principais impulsionadores da mudança no ensino de línguas foi a chegada de equipamentos tecnológicos nas escolas. O uso das novas tecnologias na educação deve ser integrado ao contexto e às realidades dos alunos, não apenas como uma ferramenta, mas também como um recurso interdisciplinar que constitui mais do que os professores podem contar para fazer melhor o seu trabalho. Quando a tecnologia for utilizada nas escolas, o coordenador atuará como um facilitador para que professores e alunos interajam com a tecnologia existente na escola. O professor deixa de ser o detentor da verdade absoluta, mas transforma o
Os participantes deste ambiente virtual, no contexto da educação, são constantemente convidados a ler e interpretar as ideias dos outros, expressar as suas através da escrita, viver na diversidade e na singularidade, trocar experiências, realizar simulações, testar hipóteses, resolver problemas e criar novas situações, participando da construção coletiva de redes de informação, o foco não está na tecnologia, mas nas atividades humanas em andamento. Cada participante do ambiente compartilhou valores, motivações, hábitos e práticas para se tornar receptores e emissores de informações, leitores, escritores e comunicadores. No que diz respeito ao ensino de línguas, algumas experiências dos pesquisadores brasileiros Marcuschi (2002) e Xavier (2004) têm mostrado o papel relevante do gênero do discurso eletrônico e da tecnologia como motivação para que os alunos participem da própria construção do conhecimento, especialmente na função de funções interativas de intérpretes simultâneos online a aplicativos de videoconferência, a tecnologia é uma grande aposta no desenvolvimento da proficiência linguística. No processo de aprendizagem de uma língua estrangeira, a sala de aula é o ponto de partida e o local para fazer perguntas ao professor. Os alunos precisam ir além e estender o aprendizado para além da sala de aula por meio de diferentes ferramentas. Para isso, aplicativos móveis gratuitos como Duolingo, Hello English e Babbel permitem que você estude em casa e pratique leitura e escuta. No entanto, para as habilidades de fala e escrita, o feedback do professor pode ter um impacto e tornar o processo de aprendizagem mais pessoal e pessoal. A tecnologia é uma ferramenta de apoio valiosa para melhorar a aprendizagem de línguas e um excelente complemento para livros didáticos. Com novos softwares, ferramentas de realidade virtual e inteligência artificial, a proficiência em inglês dos alunos será mais fácil de alcançar e melhor no estudo da próxima geração. Segundo Hamer (2004), embora o inglês não seja a língua que a maioria das pessoas fala no mundo, tornou-se uma língua franca, a língua usada por pessoas de diferentes línguas maternas para estabelecer
comunicação, e a língua que a maioria das pessoas usa como primeira língua duas línguas. No Brasil, o inglês é ensinado nas escolas, escolas de ensino fundamental, ensino médio e universidades, mas as pessoas também estão procurando por escola de idiomas que ensinem inglês, que são divididas em inglês americano e inglês britânico. A linguagem muda para que possamos atender às nossas necessidades socioculturais porque a linguagem é como se fosse mutável, ou seja, tinha vida própria. Como resultado, a absorção de estrangeirismos ocorre naturalmente, especialmente em inglês, e sua expansão mundial se desenvolve com seu poder econômico, político e cultural. O contato dessa cultura com a língua dominante será completamente diferente da língua materna, porque a língua materna. Deixe algumas palavras, palavras e expressões penetrarem. No entanto, o uso desses termos não mantém totalmente sua autenticidade, pois as palavras nem sempre correspondem aos seus significados originais em uso, e os termos podem ser introduzidos em outros idiomas ou contextos culturais. Em certa medida esses valores são atribuídos, muitas vezes, à medida que se tornam conflitantes, mas afetam não apenas o significado do termo em inglês, mas também sua pronúncia, que se adapta às características fonéticas do idioma, tornando assim, os alunos tentarão descobrir os meandros de aprender a segunda língua que estão aprendendo, que neste caso será uma língua estrangeira, ou seja, o inglês, usando sua língua nativa no ensino de aprendizagem.
ANGELO, Monique Viana de Oliveira. A língua Inglesa no Ensino Médio: Focalizando a Leitura e suas Estratégias como Ferramenta de Aprendizagem. Guarabira, 2014. Disponívelem:<http://dspace.bc.u.edu.br/jspui/bitstream/123456789/5584/1/ PDF%20%20Monique%20Viana%20de%20Oliveira%20Angelo.pdf > Acesso em: 20 de fevereiro de 2014. BOHN, Vanessa Cristiane Rodrigues. As estratégias de aprendizagem de professores de língua inglesa. Anais da VI SEVFALE, Belo Horizonte, UFMG, 2006. BOWEN, Tim; MARKS, Jonathan. Inside Teaching. Oxford: Macmillan Heinemann, 1994. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais – Língua Estrangeira. Brasília: MEC/SEF, 1998. COLLIE, J; SLATER, L. Literature in the language classroom: a resource book of idea and activities. Cambridge: Cambridge University Press, 1987. LAZAR, G. Literature and language teaching: a guide for teachers and trainers. Cambridge: CambridMICCOLI, Laura. https://sanleide.blogspot.com/2010/04/o-uso-das-novas-tecnologias- no-ensino.html