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trabalho interdisciplinar individual, Trabalhos de Pedagogia

TRABALHO INTERDISCIPLINAR INDIVIDUAL Desafios e Possibilidades da Igualdade de Gênero no Espaço Escolar.

Tipologia: Trabalhos

2021

Compartilhado em 04/05/2021

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adriany-silva-1 🇧🇷

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1 INTRODUÇÃO
O presente trabalho trás narrativa contada por muitos alunos que um dia
sofreram com o preconceito entre as pessoas, na rua, na escola e até mesmo na
sua própria casa. Lidar com a igualdade de gêneros na sala de aula fica cada vez
mais difícil e trabalhar esse assunto move muita gente e é preciso estar preparado
para responder perguntas e reflexões feitas por crianças e jovens cheios de dúvidas
e medo. Com o objetivo de alertar sobre as inúmeras diversidades de agressão aos
direitos da desigualdade de gênero surgem diversas campanhas reivindicando a
igualdade e respeito desses direitos na escola, com intuito de mobilizar toda a
comunidade escolar sobre a temática. É preciso uma animação maior no que diz
respeito a discussões e reflexões entre técnicos, professores, equipe pedagógica,
pais e representantes, com a finalidade de sistematização do ato da campanha
realizada na escola.
O interesse educativo, as práticas, as influências, agressões são discutidos
nos espaços escolares e m busca da transformação do espaço escolar e da
modificação de padrões. A proposta da escola é abordar a temática de forma
sociológica e não patológica como muitas escolas insiste em continuar na mesmice.
Em busca da qualidade e igualdade social entre alunos e alunas que buscam
confiança na escola, tem se o objetivo de mudar mentalidades superar o preconceito
e combater a discriminação é intenções da campanha na escola onde vai realizar um
trabalho voltado para a questão dos direitos humanos e a valorização das
diferenças, visando apresentar desafios e possibilidades da igualdade de gênero no
espaço escolar.
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1 INTRODUÇÃO

O presente trabalho trás narrativa contada por muitos alunos que um dia já sofreram com o preconceito entre as pessoas, na rua, na escola e até mesmo na sua própria casa. Lidar com a igualdade de gêneros na sala de aula fica cada vez mais difícil e trabalhar esse assunto move muita gente e é preciso estar preparado para responder perguntas e reflexões feitas por crianças e jovens cheios de dúvidas e medo. Com o objetivo de alertar sobre as inúmeras diversidades de agressão aos direitos da desigualdade de gênero surgem diversas campanhas reivindicando a igualdade e respeito desses direitos na escola, com intuito de mobilizar toda a comunidade escolar sobre a temática. É preciso uma animação maior no que diz respeito a discussões e reflexões entre técnicos, professores, equipe pedagógica, pais e representantes, com a finalidade de sistematização do ato da campanha realizada na escola. O interesse educativo, as práticas, as influências, agressões são discutidos nos espaços escolares e m busca da transformação do espaço escolar e da modificação de padrões. A proposta da escola é abordar a temática de forma sociológica e não patológica como muitas escolas insiste em continuar na mesmice. Em busca da qualidade e igualdade social entre alunos e alunas que buscam confiança na escola, tem se o objetivo de mudar mentalidades superar o preconceito e combater a discriminação é intenções da campanha na escola onde vai realizar um trabalho voltado para a questão dos direitos humanos e a valorização das diferenças, visando apresentar desafios e possibilidades da igualdade de gênero no espaço escolar.

2 DESENVOLVIMENTO

A agressão relacionada à escola é um assunto generalizado em alguns países. A agressão pode ser física, psicológica ou sexual e pode ocorrer na escola, em trânsito, em casa, e ainda pode incluir bullying, castigo corporal, violência verbal e emocional, intimidação, assédio e agressão sexual. É frequentemente praticado como resultado de normas e estereótipos de gênero e atribuído por dinâmicas diferentes de poder. Para promover a instrução sentimental a o gênero, os currículos e os livros didáticos devem estar livres de crendices de gênero e promover a igualdade nas relações de gênero. A forma como os alunos se percebe e como cogitam seu papel na sociedade é moldada em certa medida pelo que conhecem na escola, inclusive pela forma como são representados nos livros didáticos. Programas abrangentes de educação em sexualidade, baseados na escola, equipam crianças e jovens com conhecimentos, capacidades e atitudes fortalecedores em muitos contextos. Os programas se concentram quase unicamente no HIV como motivador para incentivar os alunos a adiar a atividade sexual e ter menos parceiros sexuais e contatos sexuais menos frequentes. No entanto, diretrizes e padrões internacionais, ao lado de ênfases emergentes sobre fatores que influenciam a eficácia do programa, enfatizam cada vez mais o valor de um enfoque abrangente centralizada no gênero e nos direitos humanos. As barreiras para a prática eficaz de programas abrangentes incluem a falta de professores bem habilitados, o apoio escasso das escolas, a fraca regulamentação e supervisão da implementação de políticas, a oposição de grupos religiosos e conservadores e o silêncio imposto culturalmente sobre a sexualidade. Além do controle dos currículos e livros oficiais, a prática do professor na sala de aula é parcialmente adaptada por suas suposições e estereótipos sobre gênero, que por sua vez afeta as religiões e o aprendizado dos alunos. A formação para os professores pode ajudar a refletir e ultrapassar seus preconceitos. Apesar de existir muitas exceções, meninos e meninas diferem de maneira que se assemelham aos estereótipos convencionais de gênero físicas podem se favorecer de apoio emocional ou afirmação de professores, unicamente porque podem ser menos predispostos do que o habitual a obter essa afirmação de outro lugar. Desde os tempos mais antigos da humanidade, mesmo nas sociedades mais

“Há uma invisibilidade dentro das escolas por causa do preconceito e o primeiro erro é não reconhecer essa diversidade. A escola está enfrentando diversas formas de violência e perdida, sem saber o que fazer, quando ela é na verdade um espaço privilegiado de promoção dos direitos”. Compreendemos que muitos educadores ainda não estão preparados para lidar com o assunto, porque não tiveram formação adequada ou informação sobre a desigualdade de gêneros. Na sala de aula, no pátio da escola, existem muitos casos de violências contra garotos e garotas. Nesse sentido a campanha dar início com a parceria da escola, comunidade, diretores, supervisores, técnicos, orientadores, alunos, professores, funcionários para a discussão e idealização das ações que serão importantes para o sucesso da campanha. ]Para tanto, todo o grupo deve realizar um estudo relacionando conteúdos sobre o assunto. Mesmo a igualdade de gênero ser uma questão discutida pela sociedade moderna, as medidas técnicas inda são pouco exercitadas, principalmente no ambiente escolar. Para se ter uma ideia, uma pesquisa realizada pela agência É Nóis Inteligência Jovem, em parceria com o Instituto Vladimir Herzog e o Instituto Patrícia Galvão, revelou que 39% das jovens mulheres brasileiras já sofreram algum tipo de preconceito na escola ou faculdade relacionado ao seu gênero. Segundo um estudo divulgado pelo Fórum Econômico Mundial no Brasil será preciso 95 anos para que mulheres e homens tenham uma posição de plena igualdade. Segundo CISNE ( 2015 ): “A educação se constitui de suma importância no processo de socialização e formação humanas, podendo ser determinante na construção de consciências críticas ou podendo também reproduzir ideologias dominantes, que tem como fator preponderante as relações de exploração”. Desta forma a escola assim como outras instituições como família e a igreja, cooperam para o desenvolvimento do processo de consciência, devem contribuir para a formação de cidadãos mais éticos. Competindo a escola não apenas o processo de ensinar a ler ou escrever, mais também auxiliar no desenvolvimento crucial do ser humano, contribuindo para eliminação de todas as formas de preconceito. As alegações utilizadas ganham força na proporção que conseguem vetar um texto da PNE, que almejava como base central o estabelecimento de políticas de prevenção à evasão motivada por uma série de atos preconceituosos e discriminatórios, seja por orientação sexual ou identidade de gênero, formulando

rede de proteção contra formas integradas de exclusão. Essa hipótese tinha como objetivo central, tornar a escola agente de respeito às diferenças eliminando todas as formas de preconceito em seu espaço, tornando- se também um lugar acolhedor para todos.

REFERÊNCIAS

LINS, Beatriz Accioly; MACHADO, Bernando Fonseca; ESCOURA, Michele. Entre o azul e o cor-de-rosa: normas de gênero. In. ______ (Orgs.). Diferentes, não desiguais: a questão de gênero na escola. São Paulo: Editora Reviravolta, 2016. SOUZA, Lúcia Aulete Búrigo; GRAUPE, Mareli Eliane. Gênero e Políticas Públicas na Educação. In. Anais do III Simpósio Gênero e Políticas Públicas , Universidade Estadual de Londrina, 27 e 29 de maio de 2014. AZEVEDO, Aline P; COSTA, Ana M. M; PAIVA, Pedro H. A. da S. Gênero e Sexualidade no P.N.E. (2014-2024): discursos e sujeitos no contexto mossoroense. II Congresso Nacional de Educação. Mossoró, 2015. CISNE, Mirla. Gênero, divisão sexual do trabalho e Serviço Social. 2ª ed. São Paulo: Outras expressões, 2015. GUIMARÃES, I. Educação sexual na escola. Mito e realidade. Campinas: Mercado de Letras, 1995. PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. 2. Pluralidade cultural. 3. Educação sexual - SANTOS CLAUDENICE. UFS. Universidade federal de Sergipe. TUCCI CARNEIRO, M.L. O anti-semitismo na era Vargas: fantasmas de uma Geração (1930- 1945 ). São Paulo: Brasiliense, 198 8. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Biblioteca Central. Normas para Apresentação de trabalhos. 2. ed. Curitiba: UFPR, 2012.