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relatorio - ipe roxo, Notas de estudo de Biomedicina

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Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 03/12/2010

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Universidade Federal de Goiás – Instituto de química
Acadêmicos de biomedicina e autores: Bruna Katiele de Paula Sousa, Keitmila Cecília Nascimento, Luana
Campelo,Natalia Mendonca Takaki , Thalma Cristina Duarte Azeredo ,Taynara Gomes.
Unidade acadêmica: Instituto de Ciências Biológicas
METODOS DE EXTRAÇÃO PARA EXPERIMENTAÇÃO E APRENDIZAGEM UTILIZANDO
FLORES DE IPÊ ROXO.
INTRODUÇÃO
As folhas dos vegetais contêm vários pigmentos, em
particular: clorofilas, xantofilas e carotenos. Como
apresentam estruturas diferentes, diferem em suas
características de solubilidade e, portanto, podem ser
extraídos, simultaneamente, por uma mistura de
solventes e posteriormente separados entre si
mediante a utilização de solventes seletivos.
A cromatografia (do grego χρώμα: chroma, cor e
γραφειν:"grafein",grafia) envolve uma série de
processos de separação de misturas. A cromatografia
acontece pela passagem de uma mistura através de
duas fases: uma estacionária(fixa) e outra móvel. A
grande variabilidade de combinações entre a fase
móvel e estacionária faz com que a cromatografia
tenha uma série de técnicas diferenciadas. Através
desta aula poderemos aprender sobre esses diferentes
métodos de separação, que serão de suma
importância para a nossa vida profissional.
OBJETIVOS
Metodologia e aprendizado de técnicas de extração e
métodos cromatográficos.
PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL
Para o procedimento de extração de pigmentos
vegetais foi utilizada a técnica de extração continua.
Foi utilizada certa quantidade de Flores de Ipê Roxo
trituradas, que posteriormente foram envolvidas ao
cilindro poroso (papel filtro resistente), que por sua
vez foi colocado no cilindro de extração do aparelho
de Soxhlet (balão volumétrico, cilindro de extração e
condensador). No balão volumétrico foi adicionado
certa quantidade de Éter de petróleo, que foi
submetido ao aquecimento, com o auxilio de uma
manta aquecedora. Posteriormente foi anotado a
quantidade de “ciclos” para a obtenção do extrato.
Após uma semana foi realizado o procedimento de
cromatografia em coluna do resíduo de extração dos
pigmentos das flores, onde foi usada uma coluna
cromatográfica devidamente preparada, que estava
afixada a um suporte universal, aonde foi adicionado
o resíduo de extração, com a ajuda de uma conta
gotas, até que a solução atingiu a região medial da
coluna. Para auxiliar na separação das bandas foi
utilizados seis tubos de ensaio enumerados de 1 á 6 ,
que serviram de “descarte” para os resíduos da
cromatografia . Posteriormente foi iniciado o
processo de eluição com Éter de petróleo da solução,
que consiste em adicionar o Éter de petróleo á coluna
até que se obtenha a separação das bandas
observando a coloração da substância que começa
com a coloração amarelada e vai se tornando turva
até se aproximar da coloração da flor de Ipê roxo,
onde é adicionado Acetato de Etila, para facilitar a
separação da banda .Uma semana depois foi utilizada
a técnica de cromatografia em camada delgada ,
utilizando os resíduos da extração feita em
cromatografia em coluna ,onde foi utilizados os tubos
de ensaio enumerados de 1 á 6, e foi adicionado a
eles cerca de 28,5 ml(equivalente a 3 gotas) de um
solvente especifico (como serão descritos na tabela
1). Em duas cubas devidamente enumeradas com A e
B, foi colocado um papel filtro e adicionado 30 ml de
solvente (que serão descritos na tabela 2) e tampadas
com uma placa de vidro. Por meio de duas placas
vidro com sílica gel em sua superfície, foi realizada a
preparação das amostras para a fase estacionária,
aplicando se uma certa quantidade das amostras
dos tubos de ensaio com ajuda de um capilar , depois
a amostras aplicadas na placa ,foram colocadas
dentro das cubas , sendo que cada uma em seu
respectivo solvente , para haver uma eluição da
amostra , para que aconteça a fase móvel , a corrida
cromatográfica propriamente dita. Após aguardar a
corrida da amostra , foi realizado a revelação da
corrida em luz ultravioleta .
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Universidade Federal de Goiás – Instituto de química Acadêmicos de biomedicina e autores: Bruna Katiele de Paula Sousa, Keitmila Cecília Nascimento, Luana Campelo,Natalia Mendonca Takaki , Thalma Cristina Duarte Azeredo ,Taynara Gomes. Unidade acadêmica: Instituto de Ciências Biológicas METODOS DE EXTRAÇÃO PARA EXPERIMENTAÇÃO E APRENDIZAGEM UTILIZANDO FLORES DE IPÊ ROXO. INTRODUÇÃO As folhas dos vegetais contêm vários pigmentos, em particular: clorofilas, xantofilas e carotenos. Como apresentam estruturas diferentes, diferem em suas características de solubilidade e, portanto, podem ser extraídos, simultaneamente, por uma mistura de solventes e posteriormente separados entre si mediante a utilização de solventes seletivos. A cromatografia (do grego χρώμα: chroma , cor e γραφειν:"grafein",grafia) envolve uma série de processos de separação de misturas. A cromatografia acontece pela passagem de uma mistura através de duas fases: uma estacionária (fixa) e outra móvel. A grande variabilidade de combinações entre a fase móvel e estacionária faz com que a cromatografia tenha uma série de técnicas diferenciadas. Através desta aula poderemos aprender sobre esses diferentes métodos de separação, que serão de suma importância para a nossa vida profissional. OBJETIVOS Metodologia e aprendizado de técnicas de extração e métodos cromatográficos. PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL Para o procedimento de extração de pigmentos vegetais foi utilizada a técnica de extração continua. Foi utilizada certa quantidade de Flores de Ipê Roxo trituradas, que posteriormente foram envolvidas ao cilindro poroso (papel filtro resistente), que por sua vez foi colocado no cilindro de extração do aparelho de Soxhlet (balão volumétrico, cilindro de extração e condensador). No balão volumétrico foi adicionado certa quantidade de Éter de petróleo, que foi submetido ao aquecimento, com o auxilio de uma manta aquecedora. Posteriormente foi anotado a quantidade de “ciclos” para a obtenção do extrato. Após uma semana foi realizado o procedimento de cromatografia em coluna do resíduo de extração dos pigmentos das flores, onde foi usada uma coluna cromatográfica devidamente preparada, que estava afixada a um suporte universal, aonde foi adicionado o resíduo de extração, com a ajuda de uma conta gotas, até que a solução atingiu a região medial da coluna. Para auxiliar na separação das bandas foi utilizados seis tubos de ensaio enumerados de 1 á 6 , que serviram de “descarte” para os resíduos da cromatografia. Posteriormente foi iniciado o processo de eluição com Éter de petróleo da solução, que consiste em adicionar o Éter de petróleo á coluna até que se obtenha a separação das bandas observando a coloração da substância que começa com a coloração amarelada e vai se tornando turva até se aproximar da coloração da flor de Ipê roxo, onde é adicionado Acetato de Etila, para facilitar a separação da banda .Uma semana depois foi utilizada a técnica de cromatografia em camada delgada , utilizando os resíduos da extração feita em cromatografia em coluna ,onde foi utilizados os tubos de ensaio enumerados de 1 á 6, e foi adicionado a eles cerca de 28,5 ml(equivalente a 3 gotas) de um solvente especifico (como serão descritos na tabela 1). Em duas cubas devidamente enumeradas com A e B, foi colocado um papel filtro e adicionado 30 ml de solvente (que serão descritos na tabela 2) e tampadas com uma placa de vidro. Por meio de duas placas vidro com sílica gel em sua superfície, foi realizada a preparação das amostras para a fase estacionária, aplicando – se uma certa quantidade das amostras dos tubos de ensaio com ajuda de um capilar , depois a amostras já aplicadas na placa ,foram colocadas dentro das cubas , sendo que cada uma em seu respectivo solvente , para haver uma eluição da amostra , para que aconteça a fase móvel , a corrida cromatográfica propriamente dita. Após aguardar a corrida da amostra , foi realizado a revelação da corrida em luz ultravioleta.

Tabela 1 – solventes utilizados em seus respectivos tubos de ensaio , utilizados no procedimento. Tubos de Ensaio Solventes Tubo 1 Hexano (CH 3 (CH 2 ) 4 CH 3 )

  • 3 gotas Tubo 2 Diclorometano (CH 2 Cl 2 )- 3 gotas Tubo 3 Acetato de Etila (CH 3 COOCH 2 CH 3 ) - 3 gotas Tubo 4 Metanol (CH 3 OH) – 3 gotas Tubo 5 Metanol (CH 3 OH) – 3 gotas Tubo 6 Metanol (CH 3 OH) – 3 gotas Tabela 2 – Solventes utilizados nas respectivas cubas , usadas no experimento. Cubas Solventes Cuba 1 Mistura de 28,5 ml de Diclorometano e 1,5 ml de Hexano. Cuba 2 Mistura de 28,5 ml de Hexano e 1,5 ml de Diclorometano. Figura 1 – demonstração das fases da cromatografia em camada delgada. RESULTADOS E DISCUSSÃO Na realização do procedimento de extração dos pigmentos vegetais das flores de Ipê Roxo, obtiveram-se resultados favoráveis utilizando – se a técnica de extração continua, e sugere – se que sete ciclos são suficientes para a extração dos pigmentos vegetais. Na cromatografia em coluna do resíduo das flores, houve a obtenção de resultados duvidosos devido a coloração da solução observada, que foi considerado o marcador visível para auxiliar na separação das bandas, até o tubo de ensaio número três obteve se uma separação favorável das bandas , a partir do tubo numero quatro onde ocorreu a mudança de solvente para Acetato de etila a coloração da substancia não se aproximou da existente nas flores , que foi muito amarronzada e não arroxeada .Na cromatografia em camada delgada só obteve a corrida cromatográfica apenas das amostras de número 3,4 e 5 , apenas nas amostras 1(5,2 cm), 2(4,1 cm ) e 6 , como o experimento foi somente para o aprendizado consideramos que os resultados foram satisfatórios ao procedimento , levando – se em consideração que não sabemos o que foi exatamente extraído , por exemplo : clorofila ou carotenos. figura 2 – placa de cromatografia em camada delgada usada no experimento , mostrando o resultado da após a corrida da amostra.