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Relatório de Experimento: Colisões em Engenharia Química, Trabalhos de Práticas e Gestão de Laboratórios

Um relatório de experimento sobre colisões em engenharia química, realizado na universidade federal de alagoas (ufal) sob a orientação do professor wandearley da silva dias. O texto aborda a teoria básica de colisões, objetivos do experimento, materiais utilizados, procedimentos e resultados, incluindo discussões sobre a conservação da energia cinética em colisões elásticas e inelásticas.

Tipologia: Trabalhos

2019

Compartilhado em 09/04/2022

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eduardo-nunes-ufh 🇧🇷

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS-UFAL
CENTRO DE TECNOLOGIA-CTEC
ENGENHARIA QUÍMICA
COLISÕES
CARLOS EDUARDO NUNES DE OLIVEIRA
PEDRO VINICIUS CORREIA DA COSTA
MACEIÓ- AL
SETEMBRO DE 2021
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS-UFAL

CENTRO DE TECNOLOGIA-CTEC

ENGENHARIA QUÍMICA

COLISÕES

CARLOS EDUARDO NUNES DE OLIVEIRA

PEDRO VINICIUS CORREIA DA COSTA

MACEIÓ- AL

SETEMBRO DE 2021

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS-UFAL

CENTRO DE TECNOLOGIA-CTEC

ENGENHARIA QUÍMICA

COLISÕES

Relatório do experimento

colisões realizado sob

orientação do professor Wandearley

da Silva Dias, como requisito

avaliativo da disciplina física

experimental 1.

MACEIÓ-AL

SETEMBRO DE 2021

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

A partir das análises que serão descritas logo em seguida sobre o

experimento, é importante salientar do que se trata o tema colisões. Colisão em

física, significa uma interação entre dois corpos cuja duração é extremamente

curta na escala de tempo humana e onde há troca de momento linear de

energia. Um bom exemplo de colisão é a criação da aurora boreal, onde as

partículas carregadas do vento solar são aceleradas pelas linhas de campo

magnético terrestre e acabam se colidindo com as moléculas da atmosfera,

ganhando energia interna e posteriormente ao perder essa energia, acabam

emitindo luz. Como a colisão está associada ao movimento de um corpo de

massa (m), define-se momento linear (P) de um corpo, como sendo o produto

da massa do mesmo pela sua velocidade:

p = mv ( 1 )

Onde ⃗ v é a velocidade da partícula. De acordo com Isaac Newton o

momento linear de uma partícula representa uma espécie de "quantidade de

movimento"e é útil para formalizar a 2° lei do movimento mecânico, conforme a

seguinte expressão:

F =

dp

dt

Sendo

F o modulo da força em função do tempo, que atua em um corpo

durante uma colisão, onde a colisão inicia no instante t i

e termina no instante t f

sendo nula a força antes e depois da colisão. Nesse caso, de acordo com a

Eq.1, a variação do momento linear do corpo, antes e depois da colisão, é:

p =⃗ p f − ⃗ p i =

Pi

Pf

dp =

Ti

Tf

F dt =

I

A partir da equação 2, a integral de uma força

F ao longo de um

intervalo de tempo durante o qual ela atua é denominada de impulso

I. Assim,

a variação do momento linear p de um corpo sob ação de uma força

impulsiva é igual ao impulso

I. Sendo um exemplo em que mostra a colisão de

dois corpos de massas m 1

e m 2

, onde

F 1 é a força exercida sobre o corpo 1

pelo corpo 2 e

F 2 é a força exercida sobre o corpo 2 pelo corpo 1. De acordo

com a 3 a lei de Newton, essas forças são iguais e opostas. De acordo com a

Eq.2, as variações dos momentos dos corpos 1 e 2, são:

p 1 =

Ti

Tf

f 1 dt =¿

f 1 ∨ ∆ t e ∆p 2 =

Ti

Tf

f 2 dt =¿

f 2 ∨ ∆ t ( 4 )

Onde ¿

f 1 ∨¿

e ¿

f 2 ∨¿

são os valores médios das forças

F 1

e

F 2

respectivamente, no intervalo de tempo

∆ t = tfti em que a colisão ocorre.

Como

F 1 = −

F 2 , então, |

f 1 | ∆ t = −¿

f 2 ∨ ∆ t e, portanto:

p =− p 2

Se os dois corpos forem considerados como um sistema isolado, o

momento linear total do sistema

P = ⃗ p 1 +⃗ p 2 , de acordo com a Eq.5, terá uma

variação dada por:

p = p 1 + p 2 = 0

Por exemplo, para uma colisão unidimensional de dois corpos de

massas m 1

e m 2

, cujas velocidades antes e depois da colisão são v 1

i, v 2

i e v 1

f,

v 2

f, respectivamente, a Eq.6 fornece:

m 1 v 1 i + m 2 v 2 i = m 1 v 1 f + m 2 v 2 f

Assim, se não houver forças externas, o momento linear total não varia

durante o processo de colisão. As forças impulsivas que atuam na colisão são

forças internas que não influenciam na conservação do momento linear total do

sistema. Embora o momento linear total seja sempre conservado durante uma

colisão, a energia cinética K pode ou não ser conservada. As colisões podem

ser classificadas conforme a conservação, ou não, da energia cinética. Se a

energia cinética é conservada, a colisão é dita colisão elástica. Em caso

contrário, a colisão é dita colisão inelástica. Colisões entre corpos

macroscópicos são geralmente inelásticas. Entretanto, muitas vezes, podem

massas m 1

e m 2

, cujas velocidades antes e depois da colisão são v 1

i, v 2

i e v 1

f,

v 2

f, respectivamente. Com isso, além da conservação do momento linear, a

energia cinética também se conserva, isto é:

m 1 v

2

1 i +

m 2 v

2

2 i =

m 1 v

2

1 f +

m 2 v

2

2 f

( 8 )

Para colisões elásticas em uma dimensão em que duas partículas de

massa m1 e m2 colidindo frontalmente. A partícula m 1

tem velocidade inicial v 1

i

e a partícula m 2

está inicialmente parada (v 2

i=0). As seguintes equações

descrevem as velocidades finais de cada partícula após a colisão:

v 1 f =

m 1 − m 2

m 1 + m 2

v 1 i +

2 m 2

m 1 + m 2

v 2 ie v 2 f =

2 m 1

m 1 + m 2

v 1 i +

m 2 − m 1

m 1 + m 2

v 2 i ( 9 )

Se a colisão é inelástica então, por definição, a energia cinética não se

conserva. A energia cinética final deve ser menor do que seu valor inicial e a

diferença é convertida, por exemplo, em calor ou em energia potencial de

deformação. Também, a energia cinética final pode exceder a inicial, quando

uma determinada energia potencial for liberada durante a colisão. Em qualquer

caso, a conservação do momento linear e da energia total ainda serão

mantidas. O balanço de energia durante uma colisão nos casos de energia

inelástica pode ser dado por:

m 1 v

2

1 i +

m 2 v

2

2 i =

m 1 v

2

1 f +

m 2 v

2

2 f + ∆ U

Onde ∆u seria a perda de energia. Já no caso de uma colisão

perfeitamente inelástica, ou seja, quando ao final da colisão os dois corpos se

movem juntos com a mesma velocidade ⃗ v f. Têm-se:

m 1 ⃗ v 1 i + m 2 ⃗ v 2 i =( m 1 + m 2 ) ⃗ v f

Esta equação permite determinar ⃗ v f quando se conhece ⃗ v f 1 i e ⃗ v f 2 i.

OBJETIVOS

Investigar, estudar e classificar o tipo de colisão existente entre dois

corpos na ausência de atrito.

 1 Y de final de curso com roldana raiada;

 1 Suporte para massas aferidas - 9 g;

 2 Massas aferidas de 20 g com furo central de 2,5 mm de diâmetro;

 2 Massas aferidas de 10 g com furo central de 5 mm de diâmetro;

 4 Massas aferidas de 20 g com furo central de 5 mm de diâmetro;

 2 Massas aferidas de 50 g com furo central de 5 mm de diâmetro;

 1 Cabo de ligação conjugado; 1 Unidade de fluxo de ar;

 1 Cabo de força tripolar 1,5 m; 1 Mangueira aspirador 1,5 m;

 2 Carrinho para trilho de ar;

 2 Pino com placa do carrinho para interrupção de sensor;

 1 Fixador em U para choque;

 1 Pino com ponta fina para colisão inelástica;

 1 Pino com massa para colisão inelástica;

 3 Porcas borboletas;

 7 Arruelas lisas;

 4 Manípulo de latão 13 mm;

 1 Pino para carrinho com gancho;

PROCEDIMENTOS UTILIZADOS

RESULTADOS E DISCUSSÕES

PARTE 1

Tabela 1 – Dados do experimento.

∆x (m) 0.

T

1

(s) 0.

T

2

(s) 0.

V

i

(m/s) 0.

V

f

(m/s) 0

V

f

(m/s) 0.

V

i

(m/s) 0

V

f

(m/s) 0.

Fonte: Autores (2021).

Tabela 5 – Movimento em colisões inelásticas.

M

1

(kg) 0.

M

2

(Kg) 0.

V

i

(m/s) 0.

V

f

(m/s) 0.

V

i

(m/s) 0

V

f

(m/s) 0.

P.A (Kg.m/s) 0.

P.D (Kg.m/s) 0.

Fonte: Autores (2021).

Tabela 6 – Energia cinética em colisões inelásticas.

Vi

2

1 (m/s) 0.

Vf

2

2 (m/s) 0.

E.A (J) 0.

E.D (J) 0.

Fonte: Autores (2021).

CONCLUSÃO

REFERÊNCIA

Halliday David. Fundamentos de Física. Volume 1: mecânica. 8°

edição. Rio de Janeiro, 2008.

Zé. Colisões. Propg. Disponível em: https://propg.ufabc.edu.br/mnpef-

sites/leis-de-conservacao/colisoes/. acesso em 15 de setembro de 2021.