Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Roteiro - Divertidamente, Esquemas de Português (Gramática - Literatura)

roteiro divertidamente - resumido

Tipologia: Esquemas

2024
Em oferta
30 Pontos
Discount

Oferta por tempo limitado


Compartilhado em 11/01/2024

luana-ribeiro-lxz
luana-ribeiro-lxz 🇧🇷

5

(1)

1 documento

1 / 19

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
Divertida mente
ABERTURA: 6º Ano A/B/C – Km 17 (Aquarela)
Narrador: já olhou para uma pessoa e pensou o que passa na cabeça dela?
(Abre as cortinas)
Cena 1 – infância da Riley
(Entra os pais com um bebe no colo, e som de bebê sorrindo)
Alegria: Só a Riley e eu, para sempre.
(choro)
Alegria: Quer dizer, por pouquíssimo tempo.
Tristeza: Sou a tristeza!
Alegria: Que bom! Eu sou a alegria, prazer, agora pode tirar a mãozinha,
obrigada!
Dança da Alegria: 7º Ano A – km 17
Cena 2 – Riley correndo pela casa
Narrador: Isso foi só o começo, depois a sala de comando virou uma
bagunça
Medo: muito bom, calma, calma, calma aaaaa...
Narrador: esse é o medo, manda muito bem no quesito segurança
Medo: ufa! Passou, obrigado minhas fãs
Alegria: agora é a minha vez!
(Riley continua correndo e o pai pega para comer)
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
Discount

Em oferta

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Roteiro - Divertidamente e outras Esquemas em PDF para Português (Gramática - Literatura), somente na Docsity!

Divertida mente ABERTURA: 6º Ano A/B/C – Km 17 (Aquarela) Narrador: já olhou para uma pessoa e pensou o que passa na cabeça dela? (Abre as cortinas) Cena 1 – infância da Riley (Entra os pais com um bebe no colo, e som de bebê sorrindo) Alegria: Só a Riley e eu, para sempre. (choro) Alegria: Quer dizer, por pouquíssimo tempo. Tristeza: Sou a tristeza! Alegria: Que bom! Eu sou a alegria, prazer, agora pode tirar a mãozinha, obrigada! Dança da Alegria: 7º Ano A – km 17 Cena 2 – Riley correndo pela casa Narrador: Isso foi só o começo, depois a sala de comando virou uma bagunça Medo: muito bom, calma, calma, calma aaaaa... Narrador: esse é o medo, manda muito bem no quesito segurança Medo: ufa! Passou, obrigado minhas fãs Alegria: agora é a minha vez! (Riley continua correndo e o pai pega para comer)

Pai: Abre a boquinha Alegria: isso é novo Medo: é perigoso? Tristeza: o que será? Nojo: muita calma nessa hora, esse cheiro não está legal pessoal, para tudo, o que é isso? Narrador: essa é a nojinho, ela basicamente evita que a Riley se envenene fisicamente e socialmente Nojo: eu hein, não é colorido, parece uma arvore, espera aí gente, É BROCOLIS, eca! Riley: eca! Nojo: eu salvei nossas vidas, de nada! Pai : Riley se não comer vai ficar sem sobremesa. Raiva: Perai, ele falou sem sobremesa? Narrador: esse é o raiva, ele se preocupa muito com possíveis injustiças. Raiva: vai entrar nesse jogo sujo, meu irmão? Sem sobremesa? Aaaaaaaaaaa Pai: olha o aviãozinho Raiva: olha temos aviãozinho Alegria: oh aviãozinho. Narrador: a tristeza vocês já sabem... Alegria: tudo ótimo, tudo certo. As memorias importantes ficam aqui. Essas são as memorias bases, cada uma é de um momento superimportante da vida da Riley, cada memoria base cria uma personalidade. Medo : legal, vivemos mais um dia, é o que eu chamo de grande sucesso! Alegria: e é isso, amamos a nossa menina. Ela tem amigos legais, uma casa legal, não poderia ser melhor, afinal a Riley te 11 anos. O que pode acontecer? Dança do Medo: 7º Ano A/B – São Cristóvão Cena 3 – A Riley se muda para São Francisco

Pai: Ei, não vai não! Riley: ela passa pela defesa, ela bate e é gollll, é! Vem coroa! Mãe: COROA! ( a Riley e os pais começam a brincar, quando o telefone do pai toca e o pai se retira) Pai: alô! ( o pai fica conversando no telefone) Mãe: o que houve. Pai: era para o investidor chegar na quinta, e não hoje. Eu tenho que ir. Mãe: tudo bem, nos entendemos. Pai: eu te amo, obrigado! (abraça a mãe) tchau gatinha! Medo: o papai foi embora Tristeza: acho que ele não nos ama mais. É triste, então eu comando agora. Alegria: calma, sabe o que eu lembrei, a Riley ainda não almoçou. Riley: vi uma pizzaria aqui na rua, por que não vamos lá? Mãe: pizza é uma ótima ideia. Nojo: pizza? Medo : que bom Todos : pizza, uhuuu (a mãe e Riley vão pizzaria) Nojo : que parada é essa? Alegria : quem coloca brócolis na pizza Nojo : chega. Já deu Raiva : parabéns são Francisco, zoaram a pizza! Primeiro os havaianos e agora vocês. (andando com a Riley para casa) Mãe : que pizzaria só oferece um tipo de pizza? Deve ser coisa de São Francisco né? Mas nada pio que aquela sopa no restaurante em Nebraska. Riley : é, a colher ficou em pé na sopa sozinha. Estava horrível. Mãe : mas foi bem legal né? Do que gostou mais? Raiva : cuspir da janela do carro.

Nojo : do papai cantando que não foi. Medo : do cinto de segurança Alegria : aquela fotinha do dinossauro com certeza! (todos começam a rir) Riley : gostei da parte do dinossauro foi bem engraçado (Riley e a mãe rir) (a tristeza pega a memória e Riley acaba ficando triste e sai do palco) Dança da Amor : 9º Ano/ 1ª série – Itapuã Cena 5 – A tristeza faz uma bagunça Alegria : oxi, o que houve? Medo : a tristeza mexeu na memoria Alegria : o que você fez? Tristeza : eu só toquei Medo : faz voltar alegria Alegria : estou tentando Raiva : não consegue fazer voltar? Alegria : não, acho que não. Nojo : show tristeza. Quando a Riley lembrar daquele momento, vai ficar triste, boa. Tristeza : desculpa alegria. Eu não sei o que deu em mim.... Alegria : certo! Vê se não mexe em nenhuma memoria tá? (tristeza mexe novamente na memória) Alegria : tristeza eu falei que não era para você mexer Tristeza : eu só queria arrumar melhor, então abrir e ela caiu Alegria : tristeza, se ficar tocando elas podem mudar e não sabemos como consertar Tristeza : eu sei. Desculpa tem algo errado comigo. Eu vi tudo ai e me deu um nervoso. Alegria : calma, calma! Tristeza : eu sempre faço tudo errado. Sou horrível! Alegria : não é não

Nojo: sim, quando eu acabar a Riley vai estar tão gata que as invejosas vão querer sumir Alegria: alegria. Sim alegria? Você estará no comando pra Riley ficar alegre o dia todo. Raiva pegue os melhores pensamentos. Pedir vários, caso as coisas fiquem lentas na aula. Raiva: fez muito bem, se a nova escola for cheia de aulas chatas e inúteis, o que é provável. Alegria: Ei tristeza. Tenho um trabalho superimportante para você, por aqui Tristeza: o que está fazendo? Alegria: prontinho, perfeito! Esse é o circulo da tristeza. Seu papel é garantir que toda tristeza fique dentro dele. Tristeza: eu só terei que ficar parada? Alegria: quem sou eu para dizer o que você deve fazer, mas você terá que deixar toda a tristeza dentro do círculo. Viu, você é boa nisso! Não é legal? Tristeza: não Alegria: beleza gente, vai ser um ótimo dia, que vai virar uma ótima semana, que vai virar um ótimo ano, que vai virar uma ótima vida. Dança da Nojinho: 8º Ano A/B – Km 17 Cena 7 - Sumiço do controle. Narrador: Apesar das preocupações, o primeiro dia de aula começou péssimo. Com a tristeza arrumando confusão de novo, deixando outra memória triste. Com a tentativa de fazer com que a memória voltasse como era antes, Alegria e Tristeza acabam sendo sugadas para fora da área de comando parando nas memórias de longo prazo junto com as memórias base, deixando Riley sem suas ilhas e sem o sentimento no comando, a ALEGRIA. Alegria: onde estamos? Memórias de longo prazo! A ilha da bobeira? Tristeza: As ilhas de personalidade da Riley... Estão todas desligadas! Isso é mau... Alegria: Podemos dar um jeito! Só precisamos voltar para a sala de comando, plugar as memórias base, e a Riley vai voltar ao normal! Tristeza: A Riley ficou sem memórias bases... Sem as ilhas de personalidade e sem...

Alegria: Que? Sem o que? Tristeza: Você! Você não está na sala de comando, então ela está sem alegria nenhuma. Temos que te mandar lá pra cima. Alegria: Temos que ir. (Alegria e tristeza saem do palco e as cortinas se fecham.) CENA 8 - Narrador: Enquanto a alegria e a tristeza tentam chegar na sala de comando, Riley e seus pais estão jantando e a nojinho, medo e raiva não sabem o que fazer. (Abre as cortinas. Nojinho, medo, raiva, Riley e seus pais entram no palco.) Mãe: Como eu disse, a lata de lixo verde não é para reciclagem, é para composto, a azul é para reciclagem. Nojo: A Riley tá tão esquisita. Por que ela ta esquisita? Raiva: O que você esperava? Rolou um apagão! Nojo: Alegria daria um jeito nisso. Medo: É isso! Vamos agir como a alegria. Nojo: Boa ideia! Raiva, medo, nojinho... Como ficaríamos felizes, gênio? Mãe - Riley, tenho uma notícia legal. Tem um time de Hóquei aqui em São Francisco. Tem teste amanhã depois da aula, sorte em? Raiva - Hóquei? Nojinho - Então o que faremos!? Medo - Gente, isto é... ( Empurra a nojinho para assumir a mesa de comando) Finge que você é a Alegria. Mãe - Não vai ser um máximo voltar a jogar? Riley - Ah é, vai ser o máximo. (A menina diz em tom de deboche) Medo - Como assim? A alegria não faria isso! Nojinho - Eu não sou ela, sou? Medo - Nem de longe. Mãe - E na escola? como foi? Raiva - Ela está nos sondando. Nojinho - Cansei. Você finge ser a alegria. (empurra o medo.)

bobeira estava ausente. Com esse gatilho, a ilha da bobeira acaba despencando, fazendo Alegria e Tristeza correrem o mais rápido que podiam para não cair. Com isso, a ilha da bobeira foi perdida. Tristeza - Perdemos a ilha da bobeira, também podemos perder a da amizade, honestidade do Hóquei e da família. Você pode dar um jeito né, Alegria? Alegria - Eu... Eu não sei, mas vamos tentar, vamos! (Tudo escurece.) Alegria - Ah, a Riley foi dormir... Isso é um bom sinal! Precisamos chegar na sala de comando antes que ela acorde. Tristeza - É impossível! Alegria - Temos que achar um caminho. Vamos dar um rolê! ( Alegria começa a andar) Tristeza - Espera Alegria, você pode se perder! Alegria - Pense positivo! Tristeza - Positivamente, penso que você vai se perder. São memórias de longo prazo, um labirinto interminável de prateleiras, eu li nos manuais. Alegria - Nos manuais? Você leu os manuais! ( Alegria volta para perto de tristeza) Tristeza - Sim! Alegria - Então você sabe voltar para a sala de comando! Tristeza - Acho que sim! Alegria ( Pulando de felicidade) - Uhuu! Você será meu mapa! Vamos! Me guie, diga onde devemos ir! Tristeza - Ta bom! Mas... É que eu estou triste demais para andar... Me dá só umas horas. ( Alegria puxa a tristeza pelos braços ou pernas.) Alegria - Direita? Tristeza - Sim! Não, esquerda. Eu li de cabeça para baixo. Alegria - Ta bom! Vamos chegar antes que ela acorde. Vamos conseguir! Vai ser fácil, vai dar certo. (Entra os metalúrgicos)

Metalúrgico 1 (R) - Esquecendo! ( Fala de longe da Alegria) Alegria - Metalúrgicos! Tristeza - Mas Alegria, estamos quase... Metalúrgico 2 (M) - Telefones. Desnecessário! Já estão no celular. Metalúrgico 1 (R) - Podemos esquecer. Esquecendo! Alegria - Oi! Eu procuro a ilha da amizade! Metalúrgico 2 (M) - 4 anos de aula de piano Metalúrgico 1 (R) - É já desbotou. Metalúrgico 2 (M) - Na boa, salva o parabéns e se livra do resto. Metalúrgico 1 (R) - Esquecendo! Alegria - Ei, não podem jogar fora! São memórias importantes! Metalúrgico 1 (R) - O nome de cada princesa de desenho!? Alegria - São importantes para a formação! Metalúrgico 2 (M) - Esquecendo! Alegria - Ei! Ponham de volta! Metalúrgico 2 (M) - Foram pro lixão, foi lá pra baixo. Já era. Metalúrgico 1 (R) - Ei colega, é o nosso trabalho. Metalúrgico 2 (M) - Quando a Riley não lembra das memórias, elas desbotam. Alegria - Desbotam? Metalúrgico 2 (M) - Acontece com as melhores. Metalúrgico 1 (R) - Menos com essa belezinha aqui ( Começam a dançar.) Alegria - Ta bom, ta bom. ( Os metalúrgicos saem cantando.) Cena 10 – Amizade por um fio Narrador: Enquanto isso, a vida de Riley continua, e ela logo faz uma ligação para conversar com sua melhor amiga de anos. Sem alegria, apenas com Nojinho, Medo e Raiva no comando, acaba acontecendo uma catástrofe e interpreta errado o que Mag diz a Riley, que acaba se irritando e desliga a chamada, com isso a ilha da amizade desmorona assim como a da bobeira. E

Bing: é, eu sou um belo narizista. Alegria: o pega-pega de vocês era fantástico. Bing: esse é meu ponto forte. Alegria: e lembra dos foguetes? Bing: é claro! Ele era movido a música. Alegria: verdade! A sua musica tema! (meu amigo para brincar, bing bong, bing bong, em seu foguete a voar, bing bong, bing bong) Tristeza: o que você é, explica para mim. Bing: sou meio indefinido, meu corpo é de algodão doce. Mas no geral sou meio gato, meio elefante e meio golfinho. Alegria: golfinho? ( bing bong começa a imitar um golfinho) Bing: deve se lembrar, aos 3 anos, ela era louca por animais. A vaca faz “um”. O cavalo faz “pocoto” ela ficou um tempão falando essas coisas. Alegria: ( com a voz duvidosa): é, é verdade. Alegria: bom, o que esta fazendo aqui? Bing: bem, amigos imaginários não são muito solicitados ultimamente., entaõ eu.... Alegria: ei, depressão, olha assim que eu voltar para sala de comando, eu te garanto que será lembrado. Bing: jura! Alegria: é cçaro! Eu prometo! Bing: uhuuuuuu é o melhor dia da minha vida, tcha, tchã, tchã. Ei usa isso (entrega uma bolsa para alegria colocar as memorias) Alegria: vai ficar bem mais fácil andar até a sala de comando. Bing: andar? Não vamos andar. Vamos no expresso do pensamento! Alegria: o trem, é claro! É bem mais veloz! Mas como a gente pega? Bing: ele passa por vários lugares, mas tem uma estação na terra da imaginação. Eu conheço um atalho, vem é por aqui (bing bong da a mão a alegria e a tristeza e saem do palco) Dança da amizade :

Cena 11 – de volta ao Hoquei Narrador: Enquanto a alegria, a tristeza e bing bong, tentam voltar para sala de comando. A Riley faz o teste no novo time de hóquei. Mãe: isso é legal! Novo time, novas amigas. Essas meninas são boas... pra quem mora em são Francisco, rsrsrsrs. Riley: Eu vou lá. Mãe: boa sorte, filha! Nojinho: isso pode ficar pior? Se tentar usar a ilha do hóquei vai desabar. Medo: foi por isso que trouxe todas as boas memorias de hóquei pra cá. Uma dessas tem que funcionar como memoria base. ( som de apito) Raiva: não demora muito. Nojo: vai! Medo: nada está dando certo! Nojo: não apredemos nadinha. Raiva: já chega! Medo: calma, pense em algo bom. (a Riley entra no palco chateada e a mãe atras dela) Mãe: Riley o que houve? Riley: vamos embora Mãe: não vai querer terminar o teste? Riley: para quê? Para bancar a mané? Mãe: vai ficar tudo bem. Riley: para de falar que vai ficar tudo bem! (Sai do palco chateada) Mãe: Riley, volta aqui precisamos conversar. (todos saem do palco) Dança do esporte: 6º/7º ano itapuã

Nojinho: e fazer o que? (entra medo com uma mochila nas costas) Medo: cair fora assim como eu, talvez só os covardes façam isso, mas esse aqui vai sobreviver (cai no chão) Nojo: emoções não saem, espertão! Eu achei que iriamos manter a Riley feliz! Raiva: esperai, a-ha! Medo: o que é? Raiva: nada não, é só a melhor ideia do mundo. Nojo: qual? Raiva: todas as memorias bases vieram de Minnesota. Então voltaremos para Minnesota e fazemos mais, uhuuu. Medo: espera aí, você quer dizer FUGIR! Raiva: eu não chamaria assim. Eu chamaria “programa de criação de novas memorias bases”. Medo: isso é maluquice. Raiva: tudo era tão perfeito ate a mãe e pai resolverem se mudar para São- FranCHATO! Medo: mas isso é tão drástico. Raiva: não se lembram de como tudo era bom lá? O quarto, o quintal, os amigos... era bem melhor lá, tudo de bom. Nojo: ela era mais feliz em Minnesota. Medo: Espera, podemos pensar um pouco mais nisso? Raiva: tá, vamos pensar. A gente espera, porque momentos de diversão estão bem próximos. Se o pai e mãe não inventasse de morar aqui nada disso estaria acontecendo, quem está comigo? Medo: não não não Nojo: tá, estou junto! Raiva: ta feito! Ela não vai parar! Nojo: então, como de vai para Minnesota daqui? Raiva: é so alugar um elefante e irmos montado dele. Medo: isso é legal Raiva: NOS IREMOS DE ÔNIBUS SEU ANTA. Tem um ônibus saindo pela manhã, perfeito. Nojo: a passagem custa caro, como iremos pagar?

Raiva: isso é tudo culpa dos pais, nada mais justo que eles paguem. (a mãe entra no palco deixa a bolsa na mesa e conversa no telefone) Mãe: Alô!, Eu não entendo, por que o nosso caminhão foi parar no Texas? (Enquanto isso a Riley entra no palco e pega um cartão na carteira da mãe) Mãe: outros clientes? Vocês prometeram entregar dia 05, sei. Não como chegar mais rápido? Narrador: mais uma ilha acaba despencando, e dessa vez foi a da honestidade, que quebra os trilhos do trem que levava a alegria, a tristeza e o big bong ate a sala de comando, mas com essa fatalidade eles acabam caindo, e a Riley arruma uma mochila e resolve voltar para Minnesota. Medo: calma aí pessoal. Raiva você tem certeza? Por que isso é sério. Raiva: Perdemos a memoria base. Quer ver a Riley feliz? Vamos voltar para Minnessota e criar mais. (A Riley pega sua mochila e sai, passando pelo palco) Narrador: Tristeza dá a ideia de ir pela ilha da família, que estava intacta, mas com Riley fugindo de casa e mentindo para seus pais, ela começa a desmoronar, mas Alegria vê outra saída, o recorda tubo, porém se a tristeza for junto, as memórias ficariam tristes, então Alegria decide ir sozinha, mas para o seu azar o tubo quebra pelo desmoronamento do chão junto com a ilha e ela cai junto com Bing Bong no lixão de memórias, deixando a tristeza sozinha. Alegria tenta de tudo para voltar pra cima, e não ser esquecida, e acaba ficando deprimida. Narrador: após retornar da rua os pais da Riley, vão chamar a menina no seu quarto e quando chegam a menina não está lá e logo eles ficam preocupados. Mãe: chegamos gatinha! Riley, Riley, ela não está aqui, vou ligar para ela. Medo: Ai que medo, aí, se alguém chegar perto da gente, atravessamos a rua. Medo: A mãe está ligando. Nojo: e agora o que faremos? Raiva: a Riley precisa de memorias novas. Nojo: a não, outra vez, e agora o que faremos? Raiva: Isso é maluquice, por que ela fugiu? Nojo: ela precisa mudar de ideia. Raiva: travou Medo: como assim travou? Nojo: e agora? Medo: não, não, não, o que é isso?

Mãe: Riley, aonde você estava? Pai: estávamos preocupados. Mãe: onde estava? esta tarde! Pai: está tudo bem querida? Mãe: ninguém sabia aonde você estava? (alegria entrega as memorias de comando para a tristeza e a Riley abraça seus pais e começa a chorar) Riley: sei que essa é a casa de vocês, mas não é a minha não, sinto falta d Minnesota. Vocês não perguntaram para mim, mas eu só quero os meus amigos e o meu velho time de hóquei. Eu quero ir embora, mesmo que fiquem bravos. Mãe: oh meu amor Pai: não estamos bravos. E que saber? Eu também sinto o mesmo. Saudade de tudo que fazíamos lá. Narrador: Alegria e Tristeza se tornaram amigas, isso era fato. A mesa de comando passou por uma reforma, ficando maior e com mais opções, com um botão misterioso. Além da mesa ter mudado, várias outras ilhas de personalidade apareceram, principalmente com a novidade das memórias base mescladas. A Riley passou por um tanto de coisas, mas fez novos amigos, a casa nova é legal, nada poderia ser melhor! Afinal, a Riley fez 12 anos, o que poderia acontecer? Dança de encerramento: 9º Ano km 17