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Sete ferramentas da qualidade, Notas de estudo de Gestão de Recursos Humanos

Abrange as sete ferramentas da qualidade

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 26/09/2009

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silvia-de-souza-araujo-11 🇧🇷

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Universidade de Mogi das cruzes
Darciano P. Santos
Edna Borges ribeiro
Eliane Viana
Naila da silva felisbino
Regiane de Souza dias
Silvia de Souza Araújo
Wayra glícia da silva franco
Empreendedorismo
São Paulo, SP.
2009
Universidade de Mogi das cruzes
Darciano P. santos Rgm: 61659
Edna Borges ribeiro Rgm: 62528
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Universidade de Mogi das cruzes

Darciano P. Santos

Edna Borges ribeiro

Eliane Viana

Naila da silva felisbino

Regiane de Souza dias

Silvia de Souza Araújo

Wayra glícia da silva franco

Empreendedorismo

São Paulo, SP.

Universidade de Mogi das cruzes

Darciano P. santos Rgm: 61659

Edna Borges ribeiro Rgm: 62528

Eliane Viana Rgm: 62794

Naila da silva felisbino Rgm: 65216

Regiane dias Rgm: 65096

Silvia de Souza Araújo Rgm: 60974

Wayra glícia da silva franco Rgm: 62872

As ferramentas da qualidade

Trabalho de empreendedorismo do curso superior de tecnologia de gestão de recursos humanos da universidade de Mogi das Cruzes como parte dos requisitos de avaliação.

Prof orientador. José pereira castro

São Paulo, SP.

Sumário

  1. Introdução. .....................................................................................................

A melhoria da qualidade implica decisões baseadas em fatos reais. A obtenção desses fatos reais só será possível, mediante a utilização de ferramentas que permitam quantificar a qualificar a informação, tendo se com isso uma imagem abrangente do problema. A lógica presente nesta temática é que o produto final corresponde à soma total de diversos processos distribuídos pelo ciclo de vida do produto. O objetivo principal é atingir níveis mais altos na qualidade do produto, é ter um foco mais rápido na identificação do problema exigindo assim um contínuo acompanhamento, controle e melhoria dos respectivos processos.

2. Árvore de decisão

A árvore de decisão é uma ferramenta bastante conhecida e simples de utilizar no processo de tomada de decisão. É especialmente eficaz para problemas do dia-a-

dia, onde se quer escolher rapidamente a melhor alternativa. Ela funciona como uma lousa para desenvolver e documentar a compreensão sobre o problema. Sendo assim ela deve ser simples e objetiva contendo apenas informações desejada sem complicações para que as estratégias a serem analisadas podem ser todas entendidas de maneira clara, para que se possam discutir os resultados. As árvores de decisão são apresentadas por quadrados e podem ser variáveis tendo se um controle da decisão. Os pontos de decisão são apresentados por círculos, onde são eventos não controlados pelo tomador. As estruturas da árvore são representadas por ramos que correspondem a cada possibilidade lógica levando em consideração a uma ação a ser tomada. As saídas são ações a serem tomadas compondo probabilidades, ou seja, os resultados. Numa construção de uma árvore de decisão são usados como base algoritmos que ajudam no processo de construção o mais usado é o ID3 (inductive decision tree), existem outros, mas esse foi o primeiro a usar sistemas de interferência e conceitos de aprendizagem. O funcionamento destas estruturas pode ter alguma desvantagem com relação ao desempenho, quando são mal elaboradas, é, portanto necessário utilizar técnicas de compactação da árvore para “podar” situações desnecessárias. Tomando os cuidados necessários esse método se torna uma excelente ferramenta para obter informações que ajudam as organizações identificar alguns pontos que a organização não sabe, e com isso torna-se informações importante para os níveis táticos e gerenciais. A principal vantagem da árvore de decisão tem sobre as outras técnicas é que ela transmite os resultados possíveis, o assunto que está sendo

tratado, as alternativas que podem ser consideradas e qual a probabilidade de cada solução, apresentando-se fácil até mesmo para leigos. Exemplo de uma árvore de decisão da partição dos espaços dos atributos:

  • (^) Executar as tarefas exatamente como foi previsto na etapa de planejamento;
  • Coletar dados que serão utilizados na próxima etapa de verificação do processo;
  • Nesta etapa são essenciais à educação e o treinamento no trabalho.

Verificar, checar (CHECK). 5

  • Verificar se o executado está conforme o planejado, ou seja, se a meta foi alcançada, dentro do método definido;
  • Identificar os desvios na meta ou no método.

Agir corretivamente (ACTION)

  • Caso sejam identificados desvios, é necessário definir e implementar soluções que eliminem as suas causas;
  • Caso não sejam identificados desvios, é possível realizar um trabalho preventivo, identificando quais os desvios são passíveis de ocorrer no futuro, suas causas, soluções etc. O ciclo P.D.C. A é uma forma pratica de concatenar as ações que levam a conquista da qualidade, sendo assim utilizado em qualquer atividade da organização.

PDCA FLUXO ETAPA OBJETIVO

P 1 Identificação do Problema

Definir claramente o problema/processo e reconhecer sua importância. 2 Observação Investigar as características específicas do problema/processo com uma visão ampla e sob vários pontos de vista. 3 Análise Descobrir a causa fundamental. 4 Plano de ação Conceber um plano para bloquear a causa fundamental. D 5 Execução Bloquear a causa fundamental. C 6 Verificação Verificar se o bloqueio foi efetivo. A 7 Padronização Prevenir contra o reaparecimento do problema. 8 Conclusão Recapitular todo o método de solução do problema para trabalhos futuros.

No ciclo do P.D.C. A há dois tipos de metas a considerar:

  • Metas de manutenção
  • Metas de melhorias Exemplo de metas de manutenção: “atender ao telefone sempre antes do terceiro toque”.São metas padrões que a própria empresa estabelece, sendo também chamada de procedimentos operacionais. Exemplo de metas de melhorias: “reduzir o desperdício de 100 unidades em um mês ou aumentar a produtividade em 15% até dezembro”. Ou seja, de modo que se possa sempre atingir novas metas, saindo de um contexto padrão.

4. ponto de equilíbrio

O ponto de equilíbrio nada mais é que um indicador de segurança para as empresas onde se pode ter uma projeção de quando a empresa estará igualando suas receitas com seus custos. Fazendo com que haja uma eliminação da possibilidade de um prejuízo. A analise do ponto de equilíbrio de custo-volume-lucro é usada para determinar a operação necessária para cobrir os custos operacionais aos vários níveis de vendas. O ponto de equilíbrio da empresa é o ponto no qual seu custo operacional total, a soma de seus custos operacionais, se iguala à receita de vendas. Fórmulas: Ponto de equilíbrio em percentual.

PE = (gastos fixos) x 100 (receita-gastos variáveis)

Vejamos abaixo a construção desse diagrama:

Nesse diagrama podemos destacar alguns pontos fortes tais:

  • É uma boa ferramenta para os direcionadores.
  • Sendo também uma boa ferramenta no processo de comunicação.
  • Estabelece uma relação entre efeito e causa.
  • Possibilitando um detalhamento da causa.

Pontos fracos do diagrama:

  • (^) Não há como estabelecer um relacionamento entre as diferentes causas.
  • Não há um foco mostrando quais as causas a serem atacadas.

Esse sistema de permite hierarquicamente as causas de determinado problema ou sua oportunidade de melhoria, bem como seus efeitos sobre a qualidade. Permite também estruturar qualquer sistema que necessite de resposta de forma gráfica e sintética. Assim o diagrama ou teorema de Ishikawa se torna uma técnica fundamental para resolver problemas complexos. Sendo possível estudar os fatores que determinam resultados que desejamos obter (processo, desempenho, oportunidade); As causas de problemas que precisamos evitar (defeitos, falhas, variabilidade).

6. Diagrama de Pareto

O diagrama de pareto é um gráfico que estabelece informações ordenadas por freqüência, que mostra quantos defeitos foram gerados por uma determinada categoria, ou seja, identifica e avalia perdas. Ele consiste num gráfico de barras ordenando freqüência de ocorrência do maior ao menor nível possibilitando a localização das perdas. Também chamado de principio 80/20, onde 80% dos problemas se devem a 20% de causas. Ou seja, tem a finalidade de dividir um problema na contribuição relativa de seus componentes. São

baseados em constatações empíricas comuns de que uma grande porcentagem de problemas se dá por causa de uma pequena porcentagem de causa. Vejamos abaixo um exemplo desse gráfico:

Nesse principio há duas categorias que estabelece os problemas relacionados que resultaram em perdas são elas:

  • Poucos vitais: representam poucos problemas que resultaram em grandes perdas.
  • Muitos triviais: representam muitos problemas que resultaram em poucas perdas. 10

O processo de construção do gráfico de Pareto é dividido em duas partes:

  • Coleta e preparo dos dados
  • Construção do gráfico. Exemplo acima. E serve para definição de projetos de melhorias e analises de custo de projetos.

7. Analise de campos de força

A análise de Campo de Forças é uma técnica gerencial desenvolvida por Kurt Lewin, um pioneiro no campo das ciências sociais, para diagnosticar situações.

Essa técnica torna-se muito útil quando aplicada às variáveis envolvidas em planejamento e implementação de programas de transformação organizacional em que emerge forte resistência às mudanças.

Lewin parte da premissa que em qualquer situação existem forças de propulsão e forças de contenção que influenciam as mudanças que podem ocorrer.

Definição

O nível de atividade é o ponto de partida na identificação de problemas e sua análise para fins de diagnóstico.

A técnica de análise de campo de forças consiste em: Identificar as forças atuantes na situação, colocando-as em duas listas: FORÇAS.

IMPULSORAS FORÇAS RESTRITIVAS

Exemplos de forças identificáveis em grupos de treinamento/ desenvolvimento.

IMPULSORAS

I Ambientais

  • Recursos suficientes
  • (^) Equipamento adequado
  • Instalações confortáveis
  • Ambiente prazeroso
  • Tempo disponível
  • (^) Isolamento/ privacidade RESTRITIVAS
  • Pressões normais externas
  • Horário rígido
  • Interferências /interrupções
  • Equipamento falho
  • Tamanho do grupo
  • Ambiente desagradável

Impulsoras Restritivas

II Grupais

  • Motivação
  • Cordialidade
  • Aceitação das diferenças individuais
  • (^) Ritmo das atividades liderança
  • Confiança recíproca
  • Espontaneidade
  • Interdependência
  • (^) Defensividade
  • Apatia 13
  • Hostilidade
  • Dependência do coordenador
  • Normas ambíguas
  • Silêncio
  • Desorganização
  • Facções

Impulsoras Restritivas

III Individuais

  • Empatia
  • Competência do coordenador
  • Suporte emocional
  • Busca de informações
  • Troca de experiências
  • Inovação
  • Ouvir os outros
  • Facilitação de comunicação
  • Objetivos conflitantes
  • Dominação/ manipulação
  • Rigidez/ intransigência
  • Timidez
  • Disputa pelo poder
  • Alianças em duplas/ trios/ subgrupos
  • Evasão
  • (^) Terceira alternativa: identificar forças latentes ou neutras que existem na situação ou fora dela e que podem ser mobilizadas para atuarem como impulsoras.

7.2 Modelo de Análise de Campo de Força de Lewin 0 00 1

A análise de Campo de Forças é uma técnica desenvolvida pelo pioneiro no campo das ciências sociais Kurt Lewin, e tem a finalidade de diagnosticar situações e propor a otimização de resultados. A premissa é que em qualquer situação há forças de propulsão e forças de contenção (restrição), influenciando diretamente os resultados obtidos e os resultados potencias.Esta representação gráfica pode ser utilizada como um poderoso instrumento para analisarmos qualquer coisa em nossa vida, tanto pessoal como profissional. Eis quatro perguntas fundamentais que se desdobram deste modelo de análise: "Qual a situação atual?", "Qual a situação desejada?", "O que impede que a situação atual se desenvolva?" E "O que poderia otimizar os resultados atuais?".Recordo-me que uma certa vez estava em uma reunião que na qual decidiríamos sobre a implantação do Sistema ECR de Qualidade e Excelência, que dentre outros resultados positivos, melhoraria, de imediato, o controle de mercadorias, pois diminuiria as perdas, controlaria o giro dos produtos, monitoraria a data de validade das mercadorias, evitaria que houvesse ruptura de produtos (produtos que estivessem em falta na área de venda, mas que tivessem no depósito, o sistema acusaria), automatizaria as compras (a sugestão decompras seria feita conforme a demanda atual, futura e o estoque existente). A propósito, por dar ênfase nas três MBS (movimentações básicas) de mercadorias (entrada, saída e circulação), e por possuir aspectos diferenciados e uma tecnologia inovadora o batiza de Sistema SECOE (Segurança e Controle de Estocagem) - Por

16 isso, caso procurem sobre o Sistema SECOE na WWW, nada encontrarão.Como sendo um dos responsáveis diretos pela implementação, desenvolvimento e

otimização deste Sistema neste conglomerado de empresas, pus-me a falar, e notei pela linguagem corporal de alguns ali presentes que havia uma certa resistência à idéia. Em uma conversa posterior com alguns pude notar que muitos até mesmo gostaram da idéia, mas que ou achavam "utópico" por demais, ou porque estavam com o "pé atrás" pois já houvera uma tentativa semelhante e a mesma não tinha alcançado o êxito prometido, ou simplesmente porque haveria interferência na zona de conforto existente, pois daria muito trabalho no início e eles já estavam habituados a procedimentos já existentes.De imediato identifiquei algumas forças propulsoras ali existentes (lideres e equipes comprometidas com a implantação do novo sistema) e procurei motivá-las, acompanhando-as de perto e compartilhando uma visão do futuro a curto, a médio e longo prazo. Em um segundo momento, quando essas forças propulsoras (lideres e equipes) já haviam convertido emocionalmente e racionalmente as forças restritivas para as vantagens do novo sistema, procurei aqueles que ainda se opunham ao sistema, então notei que eles, bem lá no fundo, estavam realmente preocupados com o desempenho da empresa, mas que sinceramente não viam vantagens, ademais, para eles havia coisas "mais importantes" a serem focadas no momento.Com o diagnostico da situação não foi difícil solucionar, aliás, em reunião com toda os líderes e representantes de cada equipe eles solucionaram a questão, e eu agi somente como um facilitador deste processo. Eles mesmos explicaram para si e para os outros a importância e os benefícios do novo sistema, inclusive as vantagens mediatas e imediatas para eles mesmos. E a partir deste momento, cada um da equipe passou a um agente de mudança, uma força propulsora, todos entusiasmados e encantados com a visão do resultado, e o desafio do processo passou a ser um fator motivacional. PONTOS A SEREM CONSIDERADOS: O que você poderia fazer para tornar sua vida pessoal e profissional mais produtiva e completa? Quais são as forças propulsoras internas e externas a você que poderiam ser desenvolvidas? Quais as forças restritivas internas e externas a você que poderiam ser minimizadas ou até mesmo anuladas que, no momento, atrapalham o processo?Por forças internas entenda: entusiasmo, alegria, contentamento, felicidade, sentimento de completude, pensamento de abundância, 17 pensamento focado em solução, sentimento de cooperação, paradigmas corretos, bem como sentimento de culpa, ressentimento, pensamento de escassez,

uma determinada organização e problema, cabe a isso o responsável analisar a situação e escolher uma que encaixe com suas necessidades. Fazendo se isso a organização terá com mais agilidade a identificação do problema e uma melhoria de qualidade.

Referências

Empreendedorismo. Disponível em:htpp//www.wikipedia.org/wiki/ diagrama_de_pareto. Acesso em: 15 de setembro de 2009.

Empreendedorismo. Disponivel em:www.numa.org.br/transmeth/ferramentas/ ishikawa. Acesso em: 18 de setembro de 2009.

Empreendedorismo. Disponivel em:www.via6.com/tópico.php?tid=17723. Acesso em: 15 de setembro de 2009.

Empreendedorismo. Disponivel em:www.primus-dr.pt/term_definition.php?def_id= Acesso em: 16 de setembro de 2009.

Empreendedorismo .Disponivel em:www.ucs.br Acesso em: 15 de setembro de 2009.

Empreendedorismo. Disponivel em:ww.fesppr.br Acesso em: 16 de setembro de 2009.

Linha do percentual acumulado

Problemas estratificados Gráfico de barras Eixo percentual ixo da freqüência