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sintaxe, Notas de estudo de Engenharia Elétrica

sintaxe - sintaxe

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 04/01/2012

rafael-rodrigo-maraja-1
rafael-rodrigo-maraja-1 🇧🇷

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TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO
São os termos que acompanham determinadas estruturas para torná-las
completas. Ei-los: Objeto direto, objeto indireto, complemento nominal e agente da passiva.
OBJETO DIRETO E OBJETO INDIRETO
a) Examinei o relógio de parede.
objeto direto
b) Distribuí alegria a todos os convidados .
obj. dir. objeto indireto
c) Desejo que ela seja feliz.
objeto direto oracional
* O complemento verbal será oracional, quando apresentar estrutura verbal em sua
composição. Temos uma oração subordinada substantiva objetiva direta, sendo “que” a
conjunção subordinada integrante. Em período, iremos esclarecer essa classificação da
oração no exemplo acima.
d) Vi as crianças que estavam brincando no quintal.
* Lembra da oração com pronome relativo? Observe que a oração em negrito acima
traz o pronome relativo “que” ( conectivo usado para substituir o termo “as crianças”
). Como se classifica essa oração? Oração subordinada adjetiva é sua
classificação. Há dois tipos de orações adjetivas: restritiva ( não apresenta sinais de
pontuação ) e explicativa ( apresenta sinais de pontuação: vírgula ou travessão ).
Como não pontuação antes do pronome relativo “que”, a oração em negrito acima
é subordinada adjetiva restritiva. Se puséssemos uma vírgula ou um travessão antes
do pronome relativo, ela passaria a ser explicativa. É comum em provas públicas
“eles” lançarem a hipótese do emprego ou não emprego da vírgula antes do
pronome relativo, questionando o candidato se haveria ou não existiria mudança de
sentido. Como a idéia ou sentido das adjetivas está enraizado em sua classificação,
com vírgula sua idéia é explicar e, sem o sinal de pontuação, sua idéia ou carga
semântica é restringir. Portanto, a alteração de sua pontuação acarretaria em
mudança de sentido, não sendo optativa a vírgula, enfim.
e) Dependo de maiores informações .
objeto indireto
f) Obedecemos aos antigos costumes.
objeto indireto
g) Confiamos nos investigadores.
objeto indireto
h) Preciso de orientações que assegurem sólidos resultados.
Nota: Toda oração que apresentar pronome relativo é subordinada adjetiva. Exerce
a função de adjunto adnominal. Veremos que os adjuntos adnominais estão sempre
contidos em um outro termo sintático. Assim sendo, a oração relativa em negrito
acima é adjunto adnominal oracional do núcleo do objeto indireto do verbo
PRECISAR. Todas as vezes que empregarem uma oração relativa, ela será
subconjunto do termo sintático que apresenta o substantivo ou pronome absorvido
pelo pronome relativo. Digamos que seja uma maneira regular de “elastecer” o termo
LÍNGUA PORTUGUESA
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TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO

São os termos que acompanham determinadas estruturas para torná-las completas. Ei-los: Objeto direto, objeto indireto, complemento nominal e agente da passiva.

OBJETO DIRETO E OBJETO INDIRETO

a) Examinei o relógio de parede. objeto direto b) Distribuí alegria a todos os convidados. obj. dir. objeto indireto

c) Desejo que ela seja feliz. objeto direto oracional

  • O complemento verbal será oracional, quando apresentar estrutura verbal em sua composição. Temos uma oração subordinada substantiva objetiva direta, sendo “que” a conjunção subordinada integrante. Em período, iremos esclarecer essa classificação da oração no exemplo acima.

d) Vi as crianças que estavam brincando no quintal.

  • Lembra da oração com pronome relativo? Observe que a oração em negrito acima traz o pronome relativo “que” ( conectivo usado para substituir o termo “as crianças” ). Como se classifica essa oração? Oração subordinada adjetiva é sua classificação. Há dois tipos de orações adjetivas: restritiva ( não apresenta sinais de pontuação ) e explicativa ( apresenta sinais de pontuação: vírgula ou travessão ). Como não há pontuação antes do pronome relativo “que”, a oração em negrito acima é subordinada adjetiva restritiva. Se puséssemos uma vírgula ou um travessão antes do pronome relativo, ela passaria a ser explicativa. É comum em provas públicas “eles” lançarem a hipótese do emprego ou não emprego da vírgula antes do pronome relativo, questionando o candidato se haveria ou não existiria mudança de sentido. Como a idéia ou sentido das adjetivas está enraizado em sua classificação, com vírgula sua idéia é explicar e, sem o sinal de pontuação, sua idéia ou carga semântica é restringir. Portanto, a alteração de sua pontuação acarretaria em mudança de sentido, não sendo optativa a vírgula, enfim.

e) Dependo de maiores informações. objeto indireto

f) Obedecemos aos antigos costumes. objeto indireto

g) Confiamos nos investigadores. objeto indireto

h) Preciso de orientações que assegurem sólidos resultados.

Nota: Toda oração que apresentar pronome relativo é subordinada adjetiva. Exerce a função de adjunto adnominal. Veremos que os adjuntos adnominais estão sempre contidos em um outro termo sintático. Assim sendo, a oração relativa em negrito acima é adjunto adnominal oracional do núcleo do objeto indireto do verbo PRECISAR. Todas as vezes que empregarem uma oração relativa, ela será subconjunto do termo sintático que apresenta o substantivo ou pronome absorvido pelo pronome relativo. Digamos que seja uma maneira regular de “elastecer” o termo

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LÍNGUA PORTUGUESA

SINTAXE

Sintaxe

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sintático anteposto ao pronome relativo acima. Então, o objeto indireto do verbo PRECISAR é “ de orientações que assegurem sólidos resultados” , sendo “orientações” o núcleo do objeto indireto, e “que assegurem sólidos resultados” é o adjunto adnominal oracional do núcleo do objeto indireto.

i) Os fiscais a quem confiaram as investigações solicitaram mais documentos.

  • Todo o termo grifado é o sujeito do verbo SOLICITAR, sendo “fiscais” o núcleo do sujeito e, de fato, “os” e “a quem confiaram as investigações” adjuntos adnominais. Trata-se de um adjunto adnominal não oracional e um adjunto adnominal oracional, respectivamente. A oração relativa em negrito é restritiva, mas se fosse explicativa exigiria vírgulas ou travessões após “fiscais” e antes de “solicitaram”. Essa pontuação à qual fazemos alusão hipoteticamente acarretaria em mudança de sentido e, por conseguinte, não deveria ser lida como pontuação facultativa.

j) Obedeço às normas que disciplinam o exercício dos bons costumes.

  • “... normas ...” = núcleo do objeto indireto. “... que disciplinam o exercício dos bons costumes .” = oração subordinada adjetiva. Logo, adjunto adnominal do núcleo do objeto indireto. “... às normas que disciplinam o exercício dos bons costumes .” é todo o objeto indireto do verbo OBEDECER.

k) Nas repartições públicas onde Silveira e Antunes trabalham , de fato, há crimes.

  • Sendo “Nas repartições públicas” um termo que indica lugar, temo-lo como adjunto adverbial de lugar. Porém, ao se perceber o emprego do pronome relativo “onde”, faz-se necessário estender a leitura do adjunto adverbial de lugar até a palavra “trabalham”, pois a oração subordinada adjetiva está contida no adjunto adverbial, uma vez que exerce a função de adjunto adnominal oracional. Como o adjunto adnominal sempre está integrado a um outro termo sintático, o adjunto adverbial é definitivamente “Nas repartições públicas onde Silveira e Antunes trabalham”.

OS PRONOMES PESSOAIS E A FUNÇÃO DE OBJETO DIRETO E INDIRETO

Pronomes Pessoais são conectivos usados para substituírem substantivos. Em exames públicos é comum o emprego acentuado de pronomes em textos. O uso de pronomes possibilita questões de semântica, de emprego e de colocação pronominal. Vejamos:

Leia o texto que segue para responder às questões 01 e 02/

A rotina e a quimera

Sempre se falou mal de funcionários, inclusive d os que passam a hora do expediente escrevinhando literatura. Não sei se esse tipo de burocrata-escritor existe ainda. A racionalização do serviço público, ou o esforço por essa racionalização, trouxe modificações sensíveis ao ambiente de nossas repartições, e é de crer que as vocações literárias manifestadas à sombra de processos se hajam ressentido desses novos métodos de trabalho. Sem embargo, não se terão estiolado de todo, tão forte é, no escritor, a necessidade de exprimir- se , dentro da rotina que lhe é imposta. Se não escrever no espaço de tempo destinado à produção de ofícios, escreverá na hora do sono ou da comida, escreverá debaixo do chuveiro, na fila, ao sol, escreverá até sem papel – no interior do

RESPOSTA:

1: E C E E C

2: C C C C E

Enquanto os pronomes pessoais do caso reto, geralmente, exercem a função de sujeito, os pronomes pessoais do caso oblíquo funcionam como complementos verbais. Os pronomes oblíquos o / a / os / as / me / te / se / nos / vos podem funcionar como objeto direto. Porém, o pronome “lhe(s)” funciona como objeto indireto. Os pronomes em negrito s também podem exercer a função de objeto indireto, dependendo da regência do verbo.

a) Encontrei- a s ao passar pela esquina. [ objeto direto ]

b) Vi- os preocupados. [ objeto direto ]

c) Não lhe disseram a verdade. [ objeto indireto ]

d) Obedeço- te. [ objeto indireto ]

e) Vi- te. [ objeto direto ]

f) Deu- se ares de imponente. [ objeto indireto ]

g) Ele feriu- se. [ objeto direto ]

h) Vi o rapaz que saiu cedo. [ Vi- o ] * O pronome em negrito no colchete representa o termo grifado.

i) Ofereci o livro ao amigo. [ Ofereci- o ao amigo ]

j) Ofereci o livro ao amigo. [ Ofereci- lhe o livro ]

k) Ofereci o livro ao amigo. [ Ofereci- lho ] * O pronome em negrito representa os termos grifados

OBJETO DIRETO INTERNO

Denominação dada ao complemento representado por uma palavra que possui o mesmo radical do verbo ou apresenta a mesma característica significativa:

a) Morreu morte natural.

  • A espontaneidade do verbo MORRER é ser intransitiva. Todavia, por termos empregado o substantivo “morte” – que traz a idéia já contida na palavra verbal – o verbo MORRER deixa de ser intransitivo e, de fato, passa a ser transitivo direto. Todas as vezes que um verbo intransitivo apresentar um substantivo que expresse a idéia que o próprio verbo já comunique, não teremos mais uma intransitividade, mas uma transitividade direta, constituindo um pleonasmo na estrutura sintática do período.

b) Dormiu o sono dos justos e corajosos.

c) Chorava lágrimas de felicidade.

d) Ventava o vento da morte.

OBJETO DIRETO E OBJETO INDIRETO PLEONÁSTICOS

É a dupla ocorrência da função sintática dos complementos verbais na mesma oração, a fim de enfatizar o significado do termo em referência.

a) As crianças , amo- a s bastante.

  • O segundo termo em negrito é o pleonasmo. Temos um objeto direto pleonástico, pois o pronome oblíquo representa “As crianças” – que já exerce a função de objeto direto. O pleonasmo é usado para destacar o objeto direto que o emissor usara.

b) Ao pobre , não lhe devo.

c) Ao comerciante , paguei- lhe a dívida.

d) Ao diretor a quem me referi, à semana passada, dei- lhe as devidas atenções.

COMPLEMENTO NOMINAL

Completa advérbio, predicativo, substantivos vindos de verbos transitivos indiretos, substantivos vindos de verbos transitivos diretos ( desde que apresentem valor passivo), substantivos abstratos.

a) Não às determinações inflexíveis. Complemento nominal [ completa advérbio ]

b) Ela é fiel a seus pais. Compl. nominal [ completa o predicativo do sujeito ]

c) Sou-lhe grato. [ O sujeito está implícito; “grato” é o predicativo do sujeito implícito; o pronome grifado complementa o predicativo. Logo, “lhe” é complemento nominal por completar o predicativo do sujeito. Como o predicativo do sujeito está constituído por um adjetivo, podemos argumentar morfologicamente, dizendo que o pronome grifado é complemento nominal por complementar um adjetivo ].

d) A necessidade de orientações. [ complemento nominal ]

e) Necessitar de orientações [ complemento verbal / objeto indireto ]

  • “Necessitar é um verbo transitivo indireto, sendo “de orientações” objeto indireto; “necessidade” é substantivo vindo de verbo transitivo indireto. Portanto, quando um substantivo vier de um verbo transitivo indireto, teremos complemento nominal.

f) A dependência de drogas proporcionou ao infeliz rapaz amarga existência. [ complemento nominal ]

g) A produção de leite trouxe expressivo lucro ao fazendeiro.

Produzir leite foi oportuno ao fazendeiro.

? Quando um substantivo vier de verbo transitivo direto, haverá complemento

nominal se existir valor passivo; havendo valor ativo, teremos adjunto adnominal. No exemplo acima, “de leite” é complemento nominal, pois mantém relação com um substantivo vindo de um verbo transitivo direto ( produzir ) e o valor é passivo ( Leite é produzido por alguém ).

h) O consumo de drogas nas favelas garantiu a violência a todos os moradores. [ compl. nominal ]

  • Todas as vezes que encontrarmos “o” antes do conectivo “que”, podendo substituir “o” por “aquele” ou “aquilo” , “o” é pronome demonstrativo e “que” é pronome relativo. No exemplo acima, “o” é pronome demonstrativo, pois podemos substituí-lo por “aquilo”. Sendo “que” pronome relativo, temos o início da oração subordinada adjetiva, visto que toda oração subordinada adjetiva é iniciada por pronome relativo. Trata-se a oração grifada acima de uma oração subordinada adjetiva restritiva. Sua voz verbal é passiva sintética ( verbo transitivo direto acompanhado da partícula apassiva “se” ). Já a oração principal “O ... é um poço sem fim, o mal em estado puro” não apresenta voz verbal, pois temos verbo de ligação em sua estrutura. Como teríamos voz verbal se verbo de ligação não expressa ação? TESTE:

01. Tendo por parâmetro o texto original, julgue o período reescrito quanto à manutenção de sentido na nova versão.

Texto original: A racionalização do serviço público, ou o esforço por essa racionalização trouxe modificações sensíveis ao ambiente de nossas repartições.

Versão: Modificações sensíveis ao ambiente de nossas repartições foram trazidas pela racionalização do serviço público, ou pelo esforço por essa racionalização.

? No texto original temos o emprego da voz ativa; na versão se empregou

a voz passiva analítica. Verifica-se que o sujeito da ativa ( “ A racionalização do serviço público, ou o esforço por essa racionalização ) passou a ser agente da passiva, e o objeto direto da ativa ( “ modificações sensíveis ” ) passou a ser sujeito da passiva. Com isso, não há na versão mudança de sentido e não existe na transformação da ativa para a passiva impropriedade gramatical. É comum em provas públicas eles exigirem o tópico SEMÂNTICA, mudando um determinado fragmento do texto de ativa para passiva ou de passiva para ativa.

02. Em “ O volume de contrabando que está ingressando no país...” está na voz ativa. Passando para a voz passiva, não haverá mudança de sentido. V - F

? Falso. Não se passa para a passiva estrutura oracional ativa que não

apresenta objeto direto. Só podemos passar uma oração na voz ativa para a voz passiva, se houver objeto direto, pois todo objeto direto tem valor passivo. Passar para a passiva nunca acarreta mudança de sentido. Todavia, tem-se como falso o julgamento da proposição, pois não se pode passar para a passiva a estrutura oracional. Trata-se o termo grifado ( “ está ingressando ”) de uma locução verbal intransitiva, sendo “ no país ” o adjunto adverbial de lugar.

03. Quanto à correção da substituição do fragmento sublinhado por pronome, apresentada no trecho em negrito, julgue os seguintes itens.

1 - 1 “A racionalização do serviço público (...) trouxe modificações sensíveis ao ambiente de nossas repartições” / A racionalização do serviço público (...) trouxe-lhas. [V – F ]

*** Verdadeiro. Todo o termo grifado representa o objeto direto e o objeto indireto do verbo trazer. Ora, sendo “modificações” o núcleo do objeto direto e “ambiente” o núcleo do objeto indireto, temos a contração do pronome “lhe” ( pronome que representa o objeto indireto ) com o pronome “as” ( pronome que representa o objeto direto ).**

2 - 2 “Porque desperdiçava os minutos do seu dia, reservado aos interesses da Nação, no trato de quimeras pessoais” / Porque os desperdiçava no trato de quimeras pessoais. [ V – F ]

*** Quem desperdiça, desperdiça algo. Desperdiçar traz sua transitividade direta no exemplo acima. O termo grifado é o objeto direto do verbo desperdiçar. O núcleo do objeto direto é “minutos”, enquanto “os”, “do seu dia” e “reservado aos interesses da Nação” são adjuntos adnominais. Este último termo ( “reservado aos interesses da Nação ) é o adjunto adnominal oracional, pois a oração é subordinada adjetiva explicativa reduzida de particípio. Como apenas o núcleo dos termos sintáticos são representados sintaticamente, temos o pronome “os” proclítico ao verbo corretamente empregado para substituir todo o termo grifado na proposição.**

3 - 3 “...sente o peso dos regulamentos, que lhe compete observar ou fazer observar” / sente-lhe o peso. [ V – F ]

*** Falso. O pronome “lhe” precisa receber a desinência de número /s/ para que represente o substantivo núcleo “regulamentos”. Sua função sintática é de adjunto adnominal. Nem sempre o pronome “lhe” exerce a função de objeto indireto: o verbo SENTIR pede apenas objeto direto. O termo sintático “** que lhe compete observar ou fazer observar ” é o adjunto adnominal oracional do adjunto adnominal ( “ dos regulamentos ”) do núcleo do objeto direto do verbo sentir, ou seja, o substantivo “peso”.

TERMOS ACESSÓRIOS DA ORAÇÃO

São aqueles que vão acompanhar substantivos, pronomes ou verbos, informando alguma característica ou circunstância. Ei-los: aposto, adjunto adnominal e adjunto adverbial.

APOSTO

Sua finalidade é explicar, identificar, esclarecer, especificar, comentar ou simplesmente apontar algo, alguém ou um fato.

APOSTO EXPLICATIVO:

Sônia, a tia de meu tio, viajou.

Marília e Dirceu, os noivos da Inconfidência, eram Maria Dorotéia e Tomás Antônio Gonzaga.

APOSTO ENUMERATIVO:

Víamos somente três coisas: vales, montanhas, campinas.

APOSTO RESUMITIVO:

Os pais, os avós, os tios, todos, foram a Portugal.

Amor, dinheiro, fama, tudo, passam.

c) A pessoa que estuda vence expressivas fronteiras.

Sujeito : “A pessoa que estuda” Núcleo do sujeito : “pessoa” Adjuntos adnominais do núcleo do sujeito : “A” e “que estuda” ( trata-se de uma oração subordinada adjetiva. Como toda oração subordinada adjetiva exerce a função de adjunto adnominal, temos um adjunto adnominal oracional restritivo, sendo “que” o pronome relativo que exerce a função de sujeito do verbo “estuda”. Os adjuntos adnominais estão sempre “dentro”, ou melhor, integrando o termo sintático que o apresenta. ) Objeto direto : “expressivas fronteiras”. Núcleo do objeto direto : “fronteiras” Adjunto adnominal do núcleo do objeto direto : “expressivas”

d) Vi as provas que Sônia fez, à semana passada.

O objeto direto do verbo VER é “as provas que Sônia fez, à semana passada”. Observe que o núcleo do objeto direto é o substantivo “provas”, o artigo que está anteposto ao substantivo “provas” é adjunto adnominal do núcleo do objeto direto. Todavia, não existe apenas um adjunto adnominal, pois o termo grifado é uma oração que apresenta pronome relativo ( “que” substitui o substantivo “provas” ). Lembra? Toda oração que apresentar pronome relativo é subordinada adjetiva, exercendo a função de adjunto adnominal oracional. Como todo adjunto adnominal está contido em uma função sintática maior, devemos incluir a oração subordinada adjetiva como termo sintático que constitui também o objeto direto do verbo VER.

e) João Paulo II, que é o Papa , está doente.

O termo em negrito acima é adjunto adnominal oracional do núcleo do sujeito do verbo ESTAR. Temos uma oração subordinada adjetiva explicativa. Cuidado: Não é difícil encontrar em questões do provas públicas impropriedade gramatical no emprego da pontuação das orações adjetivas. No exemplo acima, a oração em negrito só pode ser explicativa, pois seu valor é absoluto. Como pensar em restrição, se apenas uma pessoa assume o papado. Toda oração subordinada adjetiva com valor absoluto só pode ser explicativa, devendo ser pontuada com vírgulas ou travessões.

ADJUNTO ADVERBIAL

Termo representado por advérbios, relacionando-se com o verbo, o adjetivo ou com outro advérbio. São classificados pela idéia que comunicam.

a) Paulo emprestou o dinheiro sábado passado. [ adjunto adverbial de tempo ] b) Onde a marcha alegre se espalhou? [ adjunto adverbial de lugar ] c) Como acabou o dia? [ adjunto adverbial de modo ] d) Almoçou pouco. [ adjunto adverbial de intensidade ] e) Por que ele tremia? De medo. [ adjunto adverbial de causa ] f) Venha jantar comigo. [ adjunto adverbial de companhia ] g) Com a máquina conseguiu fazer todo o trabalho. [adjunto adverbial de instrumento] h) Talvez ele chegue mais cedo. [ adjunto adverbial de dúvida ] i) Vivia para o trabalho. [ adjunto adverbial de finalidade ] j) Viajou de avião. [ adjunto adverbial de meio ]

k) Falávamos sobre produtos importados, à mesa. [ adjunto adverbial de lugar ] l) Não permitirei a sua dispensa. [adjunto adverbial de negação ] m) Descendia de nobres. [ adjunto adverbial de origem ] n) Sairia sim, naquela manhã. [ adjunto adverbial de afirmação ] o) Comprou um relógio de ouro. [ adjunto adverbial de matéria ] p) A camisa custou vinte reais. [ adjunto adverbial de valor ou de preço ] q) Andava a cavalo, tranqüilamente. [ adjunto adverbial de meio ] r) Trocou uma caneta por um lápis. [ adjunto adverbial de permuta ] s) Sobre a mesa, Senhores e Senhoras, há suficientes provas. [ adjunto adverbial de lugar ]

TERMOS ESSENCIAIS DA ORAÇÃO

Sujeito e predicado são, no geral, os termos essenciais da oração. No geral, pois existe oração sem sujeito. Ao sujeito se atribui a prática da ação, na maioria das vezes. O predicado é tudo menos o sujeito.

SUJEITO

a) Sujeito determinado simples – Quando empregado na oração, apresentando um núcleo. Ex.: Antônio continua inquieto.

b) Sujeito determinado composto – Há mais de um núcleo. Ex.: Regina e Roberto estão inquietos.

c) Sujeito indeterminado – verbo na 3ª pessoa do plural sem referenciar o sujeito; verbo no infinitivo sem referenciar o sujeito; v.t.i. + se / v.i. + se / v. de ligação + se Exs.:

Estudam Matemática e Língua Portuguesa, todos os dias.

  • Verbo na 3 a pessoa do plural, sem indicar quem pratica a ação espelha um sujeito indeterminado. Contudo, se o contexto comunicar ou revelar o sujeito, passamos a ter um sujeito implícito. Ou seja, em “Lúcia e Paula foram à praia. Beberam água de coco.” Para o verbo BEBER o sujeito está implícito.

Aspira -se a cargos públicos. [ verbo transitivo indireto + índice de indet. do sujeito ]

Está -se orgulhoso. [ verbo de ligação + índice de indeterminação do sujeito ]

Trabalha -se bastante, naquele escritório. [ verbo intransitivo + índice de indet. do sujeito ]

  • Nos três exemplos acima, o sujeito está indeterminado. Cuidado com os concursos públicos, pois é comum flexionarem os verbos em negrito s, pondo-os na 3a^ pessoa do plural. Verbo intransitivo, transitivo indireto ou verbo de ligação seguido do pronome “se” não recebe flexão verbal. Flexioná-los seria erro de concordância verbal.

Reviver boas ações é oportuno ao homem.

? “Reviver boas ações” é o sujeito oracional do verbo SER

? “boas ações” é o objeto direto do verbo REVIVER.

? “Reviver boas ações” , por ser uma oração com o verbo no infinitivo sem

referenciar o agente da ação traz um sujeito indeterminado.

tanto, bastaria pontuar com vírgulas ou travessões as orações adjetivas. Vejamos:

? 1) Comunicar os fatos, que nos circundam, aos leitores, que nos

acompanham, proporciona conforto;

? 2) Comunicar os fatos - que nos circundam - aos leitores – que nos

acompanham – proporciona conforto;

? 3) Comunicar os fatos, que nos circundam, aos leitores que nos

acompanham proporciona conforto ( apenas a primeira oração subordinada adjetiva é explicativa );

? 4) Comunicar os fatos que nos circundam aos leitores , que nos

acompanham, proporciona conforto. ( apenas a segunda oração adjetiva é explicativa).

f) Sujeito Inexistente

São estruturas que não apresentam sujeito:

  • Verbo “haver” no sentido de “existir”.
  • Verbo “fazer” indicando tempo.
  • Verbos que expressam fenômenos naturais.
  • Verbo “ser” indicando tempo / hora.

Exs.: Haveria reuniões, se...

Há de haver dificuldades.

? O verbo HAVER no sentido de existir é impessoal, ou seja, a oração é sem

sujeito. Deve ser empregado sempre na 3 a pessoa do singular. Os concursos públicos geralmente solicitam a concordância verbal. Logo, é oportuno ressaltar que o verbo HAVER nesse caso ( no sentido de EXISTIR ) não se flexiona. Quanto à predicação, deve ser lido como transitivo direto. Em “Haveria reuniões, se...”, “reuniões” é objeto direto. Como verbo não concorda com complemento verbal, use o verbo na 3 a pessoa do singular, sempre. Em “Há de haver dificuldades”, observe que o verbo auxiliar da locução verbal permanece na 3a^ pessoa do singular. Portanto, também está correta a concordância verbal, não havendo impropriedade gramatical na estrutura frasal.

São quatro horas.

  • Trata-se de uma oração sem sujeito. Mesmo assim, o verbo está com propriedade no plural. É que o verbo SER deve manter concordância com o núcleo do adjunto adverbial de tempo. Sintaticamente, “quatro horas” é adjunto adverbial de tempo, sendo “horas” o núcleo do adjunto adverbial de tempo, e “quatro” é adjunto adnominal do adjunto adverbial de tempo. Embora haja literaturas dizendo que “quatro horas” é predicativo, leia “quatro horas” como adjunto adverbial de tempo. Outrossim, ressaltemos que o verbo SER não está concordando com o número de horas. Em verdade, o verbo SER está concordando com o núcleo do adjunto adverbial de tempo, visto que o substantivo tem precedência, sendo o numeral seu adjunto adnominal. Assim, se encontrar em uma prova a afirmação de que em “ São quatro horas ” não há impropriedade gramatical, pois o verbo SER está concordando com o número de horas, julgue como incorreta tal argumentação.

Faz duas semanas, apenas.

  • FAZER, indicando tempo, também é impessoal. Deve ser empregado na 3a^ pessoa do singular. Cuidado para não confundir com o verbo FALTAR. Este é pessoal. Assim, devemos escrever, por exemplo, “FALTAM DUAS SEMANAS, APENAS” e FAZ DUAS SEMANAS, APENAS. Na primeira estrutura, “DUAS SEMANAS” é sujeito, enquanto na segunda oração, de fato, “DUAS SEMANAS” é adjunto adverbial.

Choveu pouco, ontem.

Choveram conflitos durante o jantar.

  • Os verbos que expressam fenômenos naturais apresentam oração sem sujeito, permanecendo na 3a^ pessoa do singular. Contudo, em “Choveram conflitos durante o jantar”, temos a flexão na concordância, pois está no sentido figurado.

Faz / Fazem dois anos, deixando-nos convictos que os amamos, os gêmeos. ( Use o verbo no plural, pois “os gêmeos”é o sujeito do verbo FAZER.

PREDICADO

É o que se diz quanto ao sujeito. Tudo menos o sujeito é o predicado. E se a oração não apresentar sujeito, teremos apenas predicado. Neste último caso, predicado já não será o que se diz sobre o sujeito. Classifica-se em predicado nominal, verbal, verbo- nominal. Quem caracteriza o predicado verbal é o verbo principal ( v.t.d./ v.t.i. / v.t.d.i. / vi ); quem caracteriza o predicado nominal é o predicativo do sujeito. Havendo verbo principal e predicativo, temos predicado verbo nominal.

a) Luciana trabalhou pouco. [ predicado verbal ]

b) Hortência está animada. [ predicado nominal ]

c) Hortência jogou animada. [ predicado verbo nominal ]

d) São duas horas. [ predicado verbal ]

e) Elas permanecem na sala. [ predicado verbal ]

f) Elas viraram freiras. [ predicado nominal ]

g) Elas estão na sala preocupadas. [ predicado nominal ]

EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO

  1. Classifique sintaticamente os termos sublinhados:

a) Insisti no oferecimento da madeira, e ele estremeceu. A nossa conversa era seca.

“no oferecimento” ............................................. “da madeira” ............................................ “A nossa conversa” ........................................... “seca” ...........................................

b) Relativamente aos limites, julgo que podemos resolver isso depois, com calma.”

“aos limites” ........................................ “isso” ........................................ “depois” ....................................... “com calma” ......................................

l) 5 m) 5 n) 5 o) 5 p) 6 q) 6 r) 6 s) 5 t) 5 u) 5 v) 3 w) 2 x) 5 y) 2

SIMULADO I

  1. Numa oração, o predicado pode ser: 1) nominal, 2) verbal, 3) verbo-nominal

Use esse código nos parênteses e assinale a série obtida. ( ) Pois para mim esta sua idéia é novidade. ( ) ...tornar a língua portuguesa odiosa. ( ) A recepção do Aston vivia sempre cheia de gente. ( ) As palavras significam pouco. ( ) Alguém já me escreveu.

a) 1 – 3 – 1 – 2 – 1 b) 3 – 1 – 1 – 2 – 2 c) 1 – 3 – 1 – 2 – 2 d) 2 – 3 – 1 – 1 – 2 e) 3 – 2 – 1 – 1 – 2

  1. O termo sublinhado não é sujeito em: a) Se o leitor conhece um homem forte, mas muito forte mesmo, imagine uma pessoa duas vezes mais forte. b) ... e encaminha-lo ao hotel, onde lhe fora reservado um apartamento. c) Que o Santa Cruz me perdoe, mas era um caso de vida ou de morte. d) Ora, se meu amigo de fato era meio ruivo, seu jeitão era mineiro. e) Ninguém está com relógio nesta casa.
  2. Só não é predicativo o termo sublinhado em:

a) Parecia feliz em sua casa. b) Assim, vendo o passarinho encorujado a um canto, decidimos doá-lo. c) Este refrão me deixa meio esquisito. d) Era um canário ordinário. e) O garoto ficou firme.

  1. Objeto indireto é o complemento verbal introduzido por preposição exigida pelo verbo. Há objeto indireto em:

a) O primeiro não agüentou a crise da puberdade. b) Nós o amávamos desse amor vagaroso e distraído. c) Não importa, conseguiu depressa um lugar em nossa afeição. d) Às crianças, aqui de casa tocaram um bicudo e um canário. e) O choro da menina se desfez em uma gargalhada cheia de lágrimas.

  1. “Vai-te embora, canarinho, que não te quero mais.” Os termos sublinhados são, respectivamente:

a) objeto direto / objeto direto b) objeto indireto / objeto direto c) palavra de realce / objeto direto

d) objeto direto / palavra de realce e) palavra de realce / palavra de realce

  1. Há complemento nominal em:

a) Você devia vir cá fora receber o beijo da madrugada. b) ... embora fosse quase certa a sua possibilidade de ganhar a vida. c) Ela estava na janela do edifício. d) ... sem saber ao certo se gostávamos dele. e) Pouco depois começaram a brincar de bandido e mocinho de cinema.

  1. Diz-se impessoal o verbo que não tem sujeito. Não ocorre verbo impessoal em:

a) Em São Paulo, há 7 anos, nasceu também uma criança assim. b) Vamos supor que tenha nascido às cinco da tarde. c) Há esperança de bonde em todos os postes. d) Ainda é noite dentro do quarto fechado. e) Quando tem comida para levar, eu almoço. Quando não tem, não tem.

  1. Em que caso o SE funciona como pronome apassivador?

a) ... a rua inteira, atravancada, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. b) Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. c) ... melancias rolavam, tomates esborrachavam-se. d) Os grupos divergentes chocavam-se. e) Mas a mulher já se trancara lá dentro.

  1. É adjunto adnominal o termo sublinhado em:

a) Lá em baixo todo o mundo carrega o coração dentro do peito. b) Tinha o coração fora do peito, como se fora um coração postiço. c) Menino do coração fora do peito, você devia cá fora receber o beijo da madrugada. d) Se ele ficar fora do peito é logo ferido e morto. e) O anjinho está no céu.

  1. “Os anjinhos estavam cada vez mais espanados. Pouco depois começaram a brincar de bandido e mocinho de cinema, e aí, acabou a história. Porém, o menino estava aborrecido, foi dormir. Deixa o anjinho dormir sono sossegado, Dr. Cláudio.”. Não funciona como sujeito:

a) os anjinhos b) a história c) o menino d) o anjinho e) Dr. Cláudio.

GABARITO:

01.c 06. b

  1. a 07. b
  2. d 08. a
  3. d 09. c
  4. c 10. e

ter-me colocado sempre em um plano, que não se opõe nem à tolerância nem à paz (...) / Nas poucas vezes em que me atrevo a perturbá-l a e a contrariá-l os , tenho consciência, Sr. Presidente, de ter-me colocado sempre em um plano, que não se opõe nem à tolerância nem à paz (...)

e) (...) o único terreno em que nós, todos nós poderíamos aproximar e dar-nos as mãos (...) / (...) o único terreno onde nós todos nos poderíamos aproximar dar-no-las (...)

  1. Observando a sintaxe de determinados fragmentos, assinale a opção que apresenta a associação incorreta entre a(s) expressão(ões) ou o(s) termo(s) sublinhado(s) e a respectiva função sintática.

a) A paz! Não a vejo. Não há, como não pode existir, senão uma, é a que assenta na lei. [ predicativo ] b) ...a paz que nenhuma criatura humana pode tolerar sem abaixar a cabeça envergonhada. [ objeto direto ]. c) ... a paz que nenhuma criatura humana pode tolerar sem abaixar a cabeça envergonhada. [ predicativo do objeto direto ] a) Porventura temos sido nós iguais perante a lei, neste regime, nestes quatro anos de Governo, especialmente? [ adjuntos adverbiais ] b) ... o único terreno em que nós todos nos poderíamos aproximar e dar-nos as mãos. [ objeto indireto]

  1. Marque o texto que contém erro de estrutura sintática.

a) A partir deste ano, as empresas serão obrigadas a fazer a declaração de ajuste do Imposto de Renda por via magnética ( disquete ou internet ). b) O trabalho da Receita será simplificado, mas o Fisco ainda não tem idéia do impacto em que a medida pode causar nas 900 mil empresas que, no ano passado, declararam imposto por meio de formulário impresso. c) As declarações de pessoa jurídica em 1997, referentes ao ano base 1996, totalizaram três milhões. d) Só estão livres da obrigação as microempresas que optaram pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições Simples. e) Deste total, dois milhões foram entregues à Receita em disquete e outras 100 mil, via Internet; o restante optou pelo tradicional formulário de papel.

  1. Marque o texto que contém erro de estrutura sintática. a) Os profissionais liberais têm-se mostrado conscientes e dispostos a participar do movimento pela reforma da sociedade. b) O Secretário solicita a essas pessoas que recorram a profissionais credenciados para obter esclarecimentos. c) Cidadãos e governo colocaram-se frente a frente e finalmente entraram em acordo sobre a reforma tributária. d) Para diminuir a sonegação fiscal, o governo concede anistia a quem apresentar a retificação de sua declaração de renda. e) Devido a necessidade de tornar a tarefa política mais ética e saudável, tem havido significativa mobilização.

Leia o texto que segue para responder a questão 09.

Ocorre que o contribuinte, ao ingressar no Refis, pode ter, pendente de decisão judicial, pretensão à restituição de tributo que tenha pago indevidamente. Nesse caso, a questão que se coloca é a de saber se a Fazenda Pública, afinal vencida na ação de repetição do indébito, poderá exercer o direito à compensação, deduzindo simplesmente o valor, a cuja restituição foi condenada, do valor do débito consolidado no Refis.

  1. Marque a alternativa que não é verdadeira. a) Em “... a questão que se coloca é a de saber se a Fazenda Pública...” (linhas 2 e 3 ) pode- se suprimir “a de” sem prejuízo da correção do enunciado. b) Em “tenha pago” ( linha 2 ) pode-se usar também o particípio passado regular. c) “pendente de decisão judicial” ( linha 01 ) refere-se à “pretensão à restituição do tributo” ( linha linha 02 )

d) “indébito”( linha 04 ) é o mesmo que dívida. e) Em “a cuja restituição foi condenada”( linhas 04 e 05 ) a preposição é indispensável porque está introduzido o objeto indireto da forma verbal passiva “foi condenada” ( linha 05 ).

10.Transpondo para a voz passiva a frase “Eles não me dão prazer algum”, resultará a forma verbal a) tem dado b) é dado c) tem sido dado d) teriam dado e) foi dado

GABARITO

01. E

02. D

03. E

04. E

05. B

06. C

07. B

08. E

09. D

10. B