

















Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
sintaxe - sintaxe
Tipologia: Notas de estudo
1 / 25
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!


















São os termos que acompanham determinadas estruturas para torná-las completas. Ei-los: Objeto direto, objeto indireto, complemento nominal e agente da passiva.
a) Examinei o relógio de parede. objeto direto b) Distribuí alegria a todos os convidados. obj. dir. objeto indireto
c) Desejo que ela seja feliz. objeto direto oracional
d) Vi as crianças que estavam brincando no quintal.
e) Dependo de maiores informações. objeto indireto
f) Obedecemos aos antigos costumes. objeto indireto
g) Confiamos nos investigadores. objeto indireto
h) Preciso de orientações que assegurem sólidos resultados.
Nota: Toda oração que apresentar pronome relativo é subordinada adjetiva. Exerce a função de adjunto adnominal. Veremos que os adjuntos adnominais estão sempre contidos em um outro termo sintático. Assim sendo, a oração relativa em negrito acima é adjunto adnominal oracional do núcleo do objeto indireto do verbo PRECISAR. Todas as vezes que empregarem uma oração relativa, ela será subconjunto do termo sintático que apresenta o substantivo ou pronome absorvido pelo pronome relativo. Digamos que seja uma maneira regular de “elastecer” o termo
sintático anteposto ao pronome relativo acima. Então, o objeto indireto do verbo PRECISAR é “ de orientações que assegurem sólidos resultados” , sendo “orientações” o núcleo do objeto indireto, e “que assegurem sólidos resultados” é o adjunto adnominal oracional do núcleo do objeto indireto.
i) Os fiscais a quem confiaram as investigações solicitaram mais documentos.
j) Obedeço às normas que disciplinam o exercício dos bons costumes.
k) Nas repartições públicas onde Silveira e Antunes trabalham , de fato, há crimes.
Pronomes Pessoais são conectivos usados para substituírem substantivos. Em exames públicos é comum o emprego acentuado de pronomes em textos. O uso de pronomes possibilita questões de semântica, de emprego e de colocação pronominal. Vejamos:
Leia o texto que segue para responder às questões 01 e 02/
A rotina e a quimera
Sempre se falou mal de funcionários, inclusive d os que passam a hora do expediente escrevinhando literatura. Não sei se esse tipo de burocrata-escritor existe ainda. A racionalização do serviço público, ou o esforço por essa racionalização, trouxe modificações sensíveis ao ambiente de nossas repartições, e é de crer que as vocações literárias manifestadas à sombra de processos se hajam ressentido desses novos métodos de trabalho. Sem embargo, não se terão estiolado de todo, tão forte é, no escritor, a necessidade de exprimir- se , dentro da rotina que lhe é imposta. Se não escrever no espaço de tempo destinado à produção de ofícios, escreverá na hora do sono ou da comida, escreverá debaixo do chuveiro, na fila, ao sol, escreverá até sem papel – no interior do
Enquanto os pronomes pessoais do caso reto, geralmente, exercem a função de sujeito, os pronomes pessoais do caso oblíquo funcionam como complementos verbais. Os pronomes oblíquos o / a / os / as / me / te / se / nos / vos podem funcionar como objeto direto. Porém, o pronome “lhe(s)” funciona como objeto indireto. Os pronomes em negrito s também podem exercer a função de objeto indireto, dependendo da regência do verbo.
a) Encontrei- a s ao passar pela esquina. [ objeto direto ]
b) Vi- os preocupados. [ objeto direto ]
c) Não lhe disseram a verdade. [ objeto indireto ]
d) Obedeço- te. [ objeto indireto ]
e) Vi- te. [ objeto direto ]
f) Deu- se ares de imponente. [ objeto indireto ]
g) Ele feriu- se. [ objeto direto ]
h) Vi o rapaz que saiu cedo. [ Vi- o ] * O pronome em negrito no colchete representa o termo grifado.
i) Ofereci o livro ao amigo. [ Ofereci- o ao amigo ]
j) Ofereci o livro ao amigo. [ Ofereci- lhe o livro ]
k) Ofereci o livro ao amigo. [ Ofereci- lho ] * O pronome em negrito representa os termos grifados
Denominação dada ao complemento representado por uma palavra que possui o mesmo radical do verbo ou apresenta a mesma característica significativa:
a) Morreu morte natural.
b) Dormiu o sono dos justos e corajosos.
c) Chorava lágrimas de felicidade.
d) Ventava o vento da morte.
É a dupla ocorrência da função sintática dos complementos verbais na mesma oração, a fim de enfatizar o significado do termo em referência.
a) As crianças , amo- a s bastante.
b) Ao pobre , não lhe devo.
c) Ao comerciante , paguei- lhe a dívida.
d) Ao diretor a quem me referi, à semana passada, dei- lhe as devidas atenções.
Completa advérbio, predicativo, substantivos vindos de verbos transitivos indiretos, substantivos vindos de verbos transitivos diretos ( desde que apresentem valor passivo), substantivos abstratos.
a) Não às determinações inflexíveis. Complemento nominal [ completa advérbio ]
b) Ela é fiel a seus pais. Compl. nominal [ completa o predicativo do sujeito ]
c) Sou-lhe grato. [ O sujeito está implícito; “grato” é o predicativo do sujeito implícito; o pronome grifado complementa o predicativo. Logo, “lhe” é complemento nominal por completar o predicativo do sujeito. Como o predicativo do sujeito está constituído por um adjetivo, podemos argumentar morfologicamente, dizendo que o pronome grifado é complemento nominal por complementar um adjetivo ].
d) A necessidade de orientações. [ complemento nominal ]
e) Necessitar de orientações [ complemento verbal / objeto indireto ]
f) A dependência de drogas proporcionou ao infeliz rapaz amarga existência. [ complemento nominal ]
g) A produção de leite trouxe expressivo lucro ao fazendeiro.
Produzir leite foi oportuno ao fazendeiro.
nominal se existir valor passivo; havendo valor ativo, teremos adjunto adnominal. No exemplo acima, “de leite” é complemento nominal, pois mantém relação com um substantivo vindo de um verbo transitivo direto ( produzir ) e o valor é passivo ( Leite é produzido por alguém ).
h) O consumo de drogas nas favelas garantiu a violência a todos os moradores. [ compl. nominal ]
01. Tendo por parâmetro o texto original, julgue o período reescrito quanto à manutenção de sentido na nova versão.
Texto original: A racionalização do serviço público, ou o esforço por essa racionalização trouxe modificações sensíveis ao ambiente de nossas repartições.
Versão: Modificações sensíveis ao ambiente de nossas repartições foram trazidas pela racionalização do serviço público, ou pelo esforço por essa racionalização.
a voz passiva analítica. Verifica-se que o sujeito da ativa ( “ A racionalização do serviço público, ou o esforço por essa racionalização ) passou a ser agente da passiva, e o objeto direto da ativa ( “ modificações sensíveis ” ) passou a ser sujeito da passiva. Com isso, não há na versão mudança de sentido e não existe na transformação da ativa para a passiva impropriedade gramatical. É comum em provas públicas eles exigirem o tópico SEMÂNTICA, mudando um determinado fragmento do texto de ativa para passiva ou de passiva para ativa.
02. Em “ O volume de contrabando que está ingressando no país...” está na voz ativa. Passando para a voz passiva, não haverá mudança de sentido. V - F
apresenta objeto direto. Só podemos passar uma oração na voz ativa para a voz passiva, se houver objeto direto, pois todo objeto direto tem valor passivo. Passar para a passiva nunca acarreta mudança de sentido. Todavia, tem-se como falso o julgamento da proposição, pois não se pode passar para a passiva a estrutura oracional. Trata-se o termo grifado ( “ está ingressando ”) de uma locução verbal intransitiva, sendo “ no país ” o adjunto adverbial de lugar.
03. Quanto à correção da substituição do fragmento sublinhado por pronome, apresentada no trecho em negrito, julgue os seguintes itens.
1 - 1 “A racionalização do serviço público (...) trouxe modificações sensíveis ao ambiente de nossas repartições” / A racionalização do serviço público (...) trouxe-lhas. [V – F ]
*** Verdadeiro. Todo o termo grifado representa o objeto direto e o objeto indireto do verbo trazer. Ora, sendo “modificações” o núcleo do objeto direto e “ambiente” o núcleo do objeto indireto, temos a contração do pronome “lhe” ( pronome que representa o objeto indireto ) com o pronome “as” ( pronome que representa o objeto direto ).**
2 - 2 “Porque desperdiçava os minutos do seu dia, reservado aos interesses da Nação, no trato de quimeras pessoais” / Porque os desperdiçava no trato de quimeras pessoais. [ V – F ]
*** Quem desperdiça, desperdiça algo. Desperdiçar traz sua transitividade direta no exemplo acima. O termo grifado é o objeto direto do verbo desperdiçar. O núcleo do objeto direto é “minutos”, enquanto “os”, “do seu dia” e “reservado aos interesses da Nação” são adjuntos adnominais. Este último termo ( “reservado aos interesses da Nação ) é o adjunto adnominal oracional, pois a oração é subordinada adjetiva explicativa reduzida de particípio. Como apenas o núcleo dos termos sintáticos são representados sintaticamente, temos o pronome “os” proclítico ao verbo corretamente empregado para substituir todo o termo grifado na proposição.**
3 - 3 “...sente o peso dos regulamentos, que lhe compete observar ou fazer observar” / sente-lhe o peso. [ V – F ]
*** Falso. O pronome “lhe” precisa receber a desinência de número /s/ para que represente o substantivo núcleo “regulamentos”. Sua função sintática é de adjunto adnominal. Nem sempre o pronome “lhe” exerce a função de objeto indireto: o verbo SENTIR pede apenas objeto direto. O termo sintático “** que lhe compete observar ou fazer observar ” é o adjunto adnominal oracional do adjunto adnominal ( “ dos regulamentos ”) do núcleo do objeto direto do verbo sentir, ou seja, o substantivo “peso”.
São aqueles que vão acompanhar substantivos, pronomes ou verbos, informando alguma característica ou circunstância. Ei-los: aposto, adjunto adnominal e adjunto adverbial.
APOSTO
Sua finalidade é explicar, identificar, esclarecer, especificar, comentar ou simplesmente apontar algo, alguém ou um fato.
Sônia, a tia de meu tio, viajou.
Marília e Dirceu, os noivos da Inconfidência, eram Maria Dorotéia e Tomás Antônio Gonzaga.
Víamos somente três coisas: vales, montanhas, campinas.
Os pais, os avós, os tios, todos, foram a Portugal.
Amor, dinheiro, fama, tudo, passam.
c) A pessoa que estuda vence expressivas fronteiras.
Sujeito : “A pessoa que estuda” Núcleo do sujeito : “pessoa” Adjuntos adnominais do núcleo do sujeito : “A” e “que estuda” ( trata-se de uma oração subordinada adjetiva. Como toda oração subordinada adjetiva exerce a função de adjunto adnominal, temos um adjunto adnominal oracional restritivo, sendo “que” o pronome relativo que exerce a função de sujeito do verbo “estuda”. Os adjuntos adnominais estão sempre “dentro”, ou melhor, integrando o termo sintático que o apresenta. ) Objeto direto : “expressivas fronteiras”. Núcleo do objeto direto : “fronteiras” Adjunto adnominal do núcleo do objeto direto : “expressivas”
d) Vi as provas que Sônia fez, à semana passada.
O objeto direto do verbo VER é “as provas que Sônia fez, à semana passada”. Observe que o núcleo do objeto direto é o substantivo “provas”, o artigo que está anteposto ao substantivo “provas” é adjunto adnominal do núcleo do objeto direto. Todavia, não existe apenas um adjunto adnominal, pois o termo grifado é uma oração que apresenta pronome relativo ( “que” substitui o substantivo “provas” ). Lembra? Toda oração que apresentar pronome relativo é subordinada adjetiva, exercendo a função de adjunto adnominal oracional. Como todo adjunto adnominal está contido em uma função sintática maior, devemos incluir a oração subordinada adjetiva como termo sintático que constitui também o objeto direto do verbo VER.
e) João Paulo II, que é o Papa , está doente.
O termo em negrito acima é adjunto adnominal oracional do núcleo do sujeito do verbo ESTAR. Temos uma oração subordinada adjetiva explicativa. Cuidado: Não é difícil encontrar em questões do provas públicas impropriedade gramatical no emprego da pontuação das orações adjetivas. No exemplo acima, a oração em negrito só pode ser explicativa, pois seu valor é absoluto. Como pensar em restrição, se apenas uma pessoa assume o papado. Toda oração subordinada adjetiva com valor absoluto só pode ser explicativa, devendo ser pontuada com vírgulas ou travessões.
Termo representado por advérbios, relacionando-se com o verbo, o adjetivo ou com outro advérbio. São classificados pela idéia que comunicam.
a) Paulo emprestou o dinheiro sábado passado. [ adjunto adverbial de tempo ] b) Onde a marcha alegre se espalhou? [ adjunto adverbial de lugar ] c) Como acabou o dia? [ adjunto adverbial de modo ] d) Almoçou pouco. [ adjunto adverbial de intensidade ] e) Por que ele tremia? De medo. [ adjunto adverbial de causa ] f) Venha jantar comigo. [ adjunto adverbial de companhia ] g) Com a máquina conseguiu fazer todo o trabalho. [adjunto adverbial de instrumento] h) Talvez ele chegue mais cedo. [ adjunto adverbial de dúvida ] i) Vivia para o trabalho. [ adjunto adverbial de finalidade ] j) Viajou de avião. [ adjunto adverbial de meio ]
k) Falávamos sobre produtos importados, à mesa. [ adjunto adverbial de lugar ] l) Não permitirei a sua dispensa. [adjunto adverbial de negação ] m) Descendia de nobres. [ adjunto adverbial de origem ] n) Sairia sim, naquela manhã. [ adjunto adverbial de afirmação ] o) Comprou um relógio de ouro. [ adjunto adverbial de matéria ] p) A camisa custou vinte reais. [ adjunto adverbial de valor ou de preço ] q) Andava a cavalo, tranqüilamente. [ adjunto adverbial de meio ] r) Trocou uma caneta por um lápis. [ adjunto adverbial de permuta ] s) Sobre a mesa, Senhores e Senhoras, há suficientes provas. [ adjunto adverbial de lugar ]
Sujeito e predicado são, no geral, os termos essenciais da oração. No geral, pois existe oração sem sujeito. Ao sujeito se atribui a prática da ação, na maioria das vezes. O predicado é tudo menos o sujeito.
a) Sujeito determinado simples – Quando empregado na oração, apresentando um núcleo. Ex.: Antônio continua inquieto.
b) Sujeito determinado composto – Há mais de um núcleo. Ex.: Regina e Roberto estão inquietos.
c) Sujeito indeterminado – verbo na 3ª pessoa do plural sem referenciar o sujeito; verbo no infinitivo sem referenciar o sujeito; v.t.i. + se / v.i. + se / v. de ligação + se Exs.:
Estudam Matemática e Língua Portuguesa, todos os dias.
Aspira -se a cargos públicos. [ verbo transitivo indireto + índice de indet. do sujeito ]
Está -se orgulhoso. [ verbo de ligação + índice de indeterminação do sujeito ]
Trabalha -se bastante, naquele escritório. [ verbo intransitivo + índice de indet. do sujeito ]
Reviver boas ações é oportuno ao homem.
referenciar o agente da ação traz um sujeito indeterminado.
tanto, bastaria pontuar com vírgulas ou travessões as orações adjetivas. Vejamos:
acompanham, proporciona conforto;
acompanham – proporciona conforto;
acompanham proporciona conforto ( apenas a primeira oração subordinada adjetiva é explicativa );
acompanham, proporciona conforto. ( apenas a segunda oração adjetiva é explicativa).
f) Sujeito Inexistente
São estruturas que não apresentam sujeito:
Exs.: Haveria reuniões, se...
Há de haver dificuldades.
sujeito. Deve ser empregado sempre na 3 a pessoa do singular. Os concursos públicos geralmente solicitam a concordância verbal. Logo, é oportuno ressaltar que o verbo HAVER nesse caso ( no sentido de EXISTIR ) não se flexiona. Quanto à predicação, deve ser lido como transitivo direto. Em “Haveria reuniões, se...”, “reuniões” é objeto direto. Como verbo não concorda com complemento verbal, use o verbo na 3 a pessoa do singular, sempre. Em “Há de haver dificuldades”, observe que o verbo auxiliar da locução verbal permanece na 3a^ pessoa do singular. Portanto, também está correta a concordância verbal, não havendo impropriedade gramatical na estrutura frasal.
São quatro horas.
Faz duas semanas, apenas.
Choveu pouco, ontem.
Choveram conflitos durante o jantar.
Faz / Fazem dois anos, deixando-nos convictos que os amamos, os gêmeos. ( Use o verbo no plural, pois “os gêmeos”é o sujeito do verbo FAZER.
É o que se diz quanto ao sujeito. Tudo menos o sujeito é o predicado. E se a oração não apresentar sujeito, teremos apenas predicado. Neste último caso, predicado já não será o que se diz sobre o sujeito. Classifica-se em predicado nominal, verbal, verbo- nominal. Quem caracteriza o predicado verbal é o verbo principal ( v.t.d./ v.t.i. / v.t.d.i. / vi ); quem caracteriza o predicado nominal é o predicativo do sujeito. Havendo verbo principal e predicativo, temos predicado verbo nominal.
a) Luciana trabalhou pouco. [ predicado verbal ]
b) Hortência está animada. [ predicado nominal ]
c) Hortência jogou animada. [ predicado verbo nominal ]
d) São duas horas. [ predicado verbal ]
e) Elas permanecem na sala. [ predicado verbal ]
f) Elas viraram freiras. [ predicado nominal ]
g) Elas estão na sala preocupadas. [ predicado nominal ]
a) Insisti no oferecimento da madeira, e ele estremeceu. A nossa conversa era seca.
“no oferecimento” ............................................. “da madeira” ............................................ “A nossa conversa” ........................................... “seca” ...........................................
b) Relativamente aos limites, julgo que podemos resolver isso depois, com calma.”
“aos limites” ........................................ “isso” ........................................ “depois” ....................................... “com calma” ......................................
l) 5 m) 5 n) 5 o) 5 p) 6 q) 6 r) 6 s) 5 t) 5 u) 5 v) 3 w) 2 x) 5 y) 2
Use esse código nos parênteses e assinale a série obtida. ( ) Pois para mim esta sua idéia é novidade. ( ) ...tornar a língua portuguesa odiosa. ( ) A recepção do Aston vivia sempre cheia de gente. ( ) As palavras significam pouco. ( ) Alguém já me escreveu.
a) 1 – 3 – 1 – 2 – 1 b) 3 – 1 – 1 – 2 – 2 c) 1 – 3 – 1 – 2 – 2 d) 2 – 3 – 1 – 1 – 2 e) 3 – 2 – 1 – 1 – 2
a) Parecia feliz em sua casa. b) Assim, vendo o passarinho encorujado a um canto, decidimos doá-lo. c) Este refrão me deixa meio esquisito. d) Era um canário ordinário. e) O garoto ficou firme.
a) O primeiro não agüentou a crise da puberdade. b) Nós o amávamos desse amor vagaroso e distraído. c) Não importa, conseguiu depressa um lugar em nossa afeição. d) Às crianças, aqui de casa tocaram um bicudo e um canário. e) O choro da menina se desfez em uma gargalhada cheia de lágrimas.
a) objeto direto / objeto direto b) objeto indireto / objeto direto c) palavra de realce / objeto direto
d) objeto direto / palavra de realce e) palavra de realce / palavra de realce
a) Você devia vir cá fora receber o beijo da madrugada. b) ... embora fosse quase certa a sua possibilidade de ganhar a vida. c) Ela estava na janela do edifício. d) ... sem saber ao certo se gostávamos dele. e) Pouco depois começaram a brincar de bandido e mocinho de cinema.
a) Em São Paulo, há 7 anos, nasceu também uma criança assim. b) Vamos supor que tenha nascido às cinco da tarde. c) Há esperança de bonde em todos os postes. d) Ainda é noite dentro do quarto fechado. e) Quando tem comida para levar, eu almoço. Quando não tem, não tem.
a) ... a rua inteira, atravancada, sabia que se estava perpetrando um assalto ao banco. b) Moleques de carrinho corriam em todas as direções, atropelando-se uns aos outros. c) ... melancias rolavam, tomates esborrachavam-se. d) Os grupos divergentes chocavam-se. e) Mas a mulher já se trancara lá dentro.
a) Lá em baixo todo o mundo carrega o coração dentro do peito. b) Tinha o coração fora do peito, como se fora um coração postiço. c) Menino do coração fora do peito, você devia cá fora receber o beijo da madrugada. d) Se ele ficar fora do peito é logo ferido e morto. e) O anjinho está no céu.
a) os anjinhos b) a história c) o menino d) o anjinho e) Dr. Cláudio.
GABARITO:
01.c 06. b
ter-me colocado sempre em um plano, que não se opõe nem à tolerância nem à paz (...) / Nas poucas vezes em que me atrevo a perturbá-l a e a contrariá-l os , tenho consciência, Sr. Presidente, de ter-me colocado sempre em um plano, que não se opõe nem à tolerância nem à paz (...)
e) (...) o único terreno em que nós, todos nós poderíamos aproximar e dar-nos as mãos (...) / (...) o único terreno onde nós todos nos poderíamos aproximar dar-no-las (...)
a) A paz! Não a vejo. Não há, como não pode existir, senão uma, é a que assenta na lei. [ predicativo ] b) ...a paz que nenhuma criatura humana pode tolerar sem abaixar a cabeça envergonhada. [ objeto direto ]. c) ... a paz que nenhuma criatura humana pode tolerar sem abaixar a cabeça envergonhada. [ predicativo do objeto direto ] a) Porventura temos sido nós iguais perante a lei, neste regime, nestes quatro anos de Governo, especialmente? [ adjuntos adverbiais ] b) ... o único terreno em que nós todos nos poderíamos aproximar e dar-nos as mãos. [ objeto indireto]
a) A partir deste ano, as empresas serão obrigadas a fazer a declaração de ajuste do Imposto de Renda por via magnética ( disquete ou internet ). b) O trabalho da Receita será simplificado, mas o Fisco ainda não tem idéia do impacto em que a medida pode causar nas 900 mil empresas que, no ano passado, declararam imposto por meio de formulário impresso. c) As declarações de pessoa jurídica em 1997, referentes ao ano base 1996, totalizaram três milhões. d) Só estão livres da obrigação as microempresas que optaram pelo Sistema Integrado de Pagamento de Impostos e Contribuições Simples. e) Deste total, dois milhões foram entregues à Receita em disquete e outras 100 mil, via Internet; o restante optou pelo tradicional formulário de papel.
Leia o texto que segue para responder a questão 09.
Ocorre que o contribuinte, ao ingressar no Refis, pode ter, pendente de decisão judicial, pretensão à restituição de tributo que tenha pago indevidamente. Nesse caso, a questão que se coloca é a de saber se a Fazenda Pública, afinal vencida na ação de repetição do indébito, poderá exercer o direito à compensação, deduzindo simplesmente o valor, a cuja restituição foi condenada, do valor do débito consolidado no Refis.
d) “indébito”( linha 04 ) é o mesmo que dívida. e) Em “a cuja restituição foi condenada”( linhas 04 e 05 ) a preposição é indispensável porque está introduzido o objeto indireto da forma verbal passiva “foi condenada” ( linha 05 ).
10.Transpondo para a voz passiva a frase “Eles não me dão prazer algum”, resultará a forma verbal a) tem dado b) é dado c) tem sido dado d) teriam dado e) foi dado