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modelo de slide para defesa de TCC
Tipologia: Teses (TCC)
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Compartilhado em 21/07/2015
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Acadêmicos : Deyve Lopes Muniz, Paulo Kristhiano Falcão. Orientadora: Ivonice Siqueira de Sá São Luís – MA 2015
(^) Comenta-se com frequência, a respeito das mudanças de um novo perfil epidemiológico, onde a população está envelhecendo, e trazendo consigo um grande volume de doenças crônicas e degenerativas.( PETERNELLA; MARCON, 2008,p.2). (^) O projeto tem como finalidade demonstrar aos profissionais de saúde, cuidadores e familiares a importância da enfermagem no tratamento e melhoria dos sintomas da DP. (^) Contribui através das intervenções de cuidado diretos e indiretos, elaborando um plano de cuidado, que vise melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
Objetivo Geral (^) Analisar a assistência de Enfermagem ao paciente portador de Parkinson. Objetivos Específicos (^) Descrever a etiofisiopatologia da doença de Parkinson. (^) Identificar as intervenções de enfermagem ao paciente portador de Parkinson. (^) Demonstrar a contribuição da assistência de enfermagem para melhora da qualidade de vida do paciente com Parkinson.
Tipo de Estudo (^) O estudo consiste em um trabalho descritivo de revisão de literatura. Fontes (^) Livros de acervos de bibliotecas públicas e particulares, artigos científicos disponíveis nos banco de dados SCIELO, LILACS, MEDLINE. Critérios de Inclusão (^) Artigos do tipo estudo de caso e revisão de literatura na língua portuguesa, publicados entre 2007 e 2014.
Epidemiologia (^) 80% dos casos de parkinsonismo. (^) Prevalência de aproximamente 550 por 100.00. (^) Acomete pessoas com idade superior a 50 anos. (^) Torna-se cada vez mais comum com o avanço da idade. Freitas, 2006.
Diagnóstico (^) História clinica. (TEIVE, 2002). (^) Análise dos sintomas. (TEIVE, 2002). (^) Tomografia computadorizada cerebral. (TEIVE, 2002). (^) Ressonância magnética cerebral. (TEIVE, 2002). (^) Escala de Hoenh e Yahr. (GOULARTE; PEREIRA 2005). htt://doencaParkinson.webnode.pt/diagnostico/ pt/
Quadro Clinico (Sinais e Sintomas) (^) Tremor (SALDANHAS; CALDAS 2004). (^) Rigidez (TEIVE 2002; LOPES et al 2012) (^) Instabilidade Postural (SALDANHAS; CALDAS 2004). (^) Bradicinesia (TEIVE 2002). htt://doencaParkinson.webnode.pt/diagnostico/ pt/ htt:// neurologistas.com.br/doença-de-parkinson
Quadro Clinico (Outras apresentações ) (^) Depressão (^) Distúrbio da fala (^) Sialorreia (^) Distúrbios respiratórios (^) Distúrbios do sono (^) Distúrbios cognitivos (^) Tonturas Saldanhas; Caldas 2004. htt://doencaParkinson.webnode.pt/diagnostico/ pt/ http://www.scielo.br
Tratamento (^) Medicamentoso (LUNA; SABRA, 2006) (^) Tratamento cirúrgico (LOPES et al, 2012). (^) Tratamento multidisciplinar (SALDANHAS; CALDAS 2004). http://www.redeto.com.br
Tabela 1 – Distribuição das variáveis encontradas referentes a etiofisiopatologia de Parkinson. VARIAVEIS N % Crônica degenerativa 2 1 Crônica 1 5 Degenerativa 1 5 Progressiva 2 10 Neurodegenerativa 2 10 Não utilizados 12 60 Total 20 100
(^) Sena et al (2010) e Souza et al (2014), definem a doença de Parkinson como crônica degenerativa; (^) Segundo Gonçalves et al (2010), a doença é crônica; (^) Lopes et al (2012), define como degenerativa; (^) Gonçalves, Alves e Arruda (2007), e Souza et al (2014), a doença é definida como progressiva. (^) Peternella e Marcon (2010,2012), classificam a DP como neurodegenerativa.
(^) Segundo Souza; Alves; Passos (2010), as atividades recreativas incentivadas foram jogos de memória, memorizar listas, atividades em grupo; (^) Graciano et al (2012) e Menezes et al (2013), evidenciaram que o estimulo e promoção de atividades como artesanato, música e dança são inerentes a atuação do enfermeiro; (^) De acordo com Peternella, Marcon (2008,2012) o enfermeiro se comunica com o paciente e seus familiares no intuito de informar sobre a doença;
(^) Conforme Souza, Alvez e Passos (2010), as orientações vão além de informar sobre a doença; (^) Santos, Menezes e Souza (2009) e Bolina et al (2013), relatam que o enfermeiro deve explica sobre procedimentos e condutas a serem seguidas; (^) Melo, Santos e Gratão (2014) e Lopes et al (2007), abordam que os enfermeiros intervêm na prevenção de quedas estimulando e orientando medidas protetivas;