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Tipologia: Resumos
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O que é espirometria? É o exame que mede a quantidade de ar que uma pessoa é capaz de inspirar ou expirar cada vez que respira, a espirometria é um exame do sistema respiratório, não invasivo e indolor, que dura cerca de meia hora, realizado para avaliar se existe alguma anormalidade na ventilação pulmonar, triando e
Os principais testes diagnósticos são VEF1: o volume de ar expirado vigorosamente durante o primeiro segundo depois de fazer uma inspiração completa Capacidade vital forçada (CVF): o volume total de ar expirado com força máxima Curvas de fluxo-volume: registros espirométricos simultâneos do volume e fluxo aéreos durante expiração e inspiração máximas A redução do VEF1, da CVF e da razão VEF1/CVF é um aspecto característico da obstrução das vias respiratórias. As curvas de fluxo-volume revelam padrão côncavo do traçado expiratório A DPOC envolve Bronquite obstrutiva crônica (determinada clinicamente) Enfisema pulmonar (determinado patológica ou radiologicamente) Muitos pacientes têm características de ambos. A bronquite obstrutiva crônica é a bronquite crônica com obstrução das vias respiratórias. A bronquite crônica é definida como tosse produtiva na maioria dos dias da semana, com duração total de pelo menos 3 meses em 2 anos consecutivos. A bronquite crônica torna-se bronquite obstrutiva crônica se houver o desenvolvimento de evidências espirométricas de obstrução das vias respiratórias. A bronquite asmática crônica é uma condição sobreposta semelhante, caracterizada por tosse produtiva crônica, sibilos e obstrução parcialmente reversível das vias respiratórias em tabagistas com história de asma. Em alguns casos, a distinção entre bronquite obstrutiva crônica e bronquite asmática não é clara e pode ser chamada de sobreposição de DPOC e asma (SDA). O enfisema pulmonar é a destruição do parênquima pulmonar, acarretando a perda da retração elástica dos septos alveolares e da tração radial das vias respiratórias, o que aumenta a tendência ao colapso destas. É sucedido por hiperinsuflação pulmonar, limitação do fluxo aéreo e aprisionamento de ar. Os espaços aéreos dilatam-se e com o tempo desenvolvem vesículas ou bolhas. Considera-se a obliteração das pequenas vias respiratórias a lesão mais precoce que precede o desenvolvimento do enfisema. Como cessar o tabagismo? Estabelecer uma data para parar Técnicas de mudança comportamental
Sessões em grupo de apoio Terapia de reposição de nicotina (por goma de mascar, adesivo transdérmico, inalador, pastilha ou spray nasal) Vareniclina ou bupropiona Incentivo do médico O que fazem os fármacos? Beta-agonistas Beta-agonistas relaxam a musculatura lisa bronquial e aumentam a depuração mucociliar. Albuterol, inalado como aerossol, 2 jatos (90 a 100 mcg/jato) em inalador dosimetrado, 4 a 6 vezes ao dia, de acordo com a necessidade, é habitualmente o fármaco de escolha. Anticolinérgicos Os anticolinérgicos (antimuscarínicos) relaxam a musculatura lisa brônquica pela inibição competitiva dos receptores muscarínicos (M1, M2 e M3). Tipos de anticolinérgicos: ipratrópio e tiotrópio. Corticoides inalátórios Os corticoides são muitas vezes parte do tratamento. Os corticoides inalatórios inibem a inflamação das vias respiratórias, revertem a regulação para baixo do beta-receptor e inibem a produção de leucotrieno e citocina. Eles não alteram a evolução do declínio da função pulmonar em pacientes com DPOC que continuam a fumar, mas melhoram a função pulmonar a curto prazo em alguns pacientes, possuem efeito coadjuvante ao dos broncodilatadores e diminuem a frequência das exacerbações da DPOC. Teofilina A teofilina desempenha um papel pequeno no tratamento da DPOC, uma vez que, atualmente, há disponibilidade de fármacos mais efetivos e seguros. A teofilina diminui o espasmo da musculatura lisa, aumenta a depuração mucociliar, melhora a função ventricular direita e diminui a resistência vascular pulmonar e a pressão arterial. Seu modo de ação é pouco compreendido, mas parece diferir daquele dos beta- 2 - agonistas e dos anticolinérgicos. O seu papel na melhora da função diafragmática e na dispneia aos esforços é controverso. Inibidores de fosfodiesterase- 4 Os inibidores de fosfodiesterase-4 são mais específicos do que a teofilina para a fosfodiesterase pulmonar e têm menos efeitos adversos. Eles têm propriedades anti-inflamatórias e são broncodilatadores leves. Pode-se usar inibidores da fosfodiesterase-4 como roflumilaste, além de outros broncodilatadores, para reduzir as exacerbações em pacientes com DPOC. Deve-se iniciar o roflumilaste em uma dose oral de 250 mcg uma vez ao dia e aumentá-lo para 500 mcg uma vez ao dia, como tolerado. Antibióticos macrolídios