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Trabalho ADM - Criatividade, Trabalhos de Administração Empresarial

Trabalho sobre Criatividade na Administracão

Tipologia: Trabalhos

2013

Compartilhado em 20/02/2013

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nubia-carbonari-9 🇧🇷

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Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC
Curso de Engenharia Civil
Administração I
Leomar Klimaczewski, Marina Caixeta dos Santos, Mônica Carvalho Generini de
Oliveira, Nubia Ilka Carbonari, Renan Matsuda Benedito
TRABALHO DE PESQUISA SOBRE CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO
Florianópolis – SC
Dezembro de 2012
Leomar Klimaczewski, Marina Caixeta dos Santos, Mônica Carvalho Generini de
Oliveira, Nubia Ilka Carbonari, Renan Matsuda Benedito
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Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Curso de Engenharia Civil Administração I

Leomar Klimaczewski, Marina Caixeta dos Santos, Mônica Carvalho Generini de Oliveira, Nubia Ilka Carbonari, Renan Matsuda Benedito

TRABALHO DE PESQUISA SOBRE CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO

Florianópolis – SC Dezembro de 2012

Leomar Klimaczewski, Marina Caixeta dos Santos, Mônica Carvalho Generini de Oliveira, Nubia Ilka Carbonari, Renan Matsuda Benedito

TRABALHO DE PESQUISA SOBRE CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO

Trabalho realizado com base em pesquisa em livros da disciplina de Adminstração I Professora: Marilda Todescat

Florianópolis – SC Dezembro de 2012

  1. (^) Introdução

A humanidade começou a se desenvolver a partir do ponto em que um indivíduo começou a ter ideias criativas. Toda a evolução humana depende que haja o culto pela criatividade, pois, sem ela, ideias não surgem, conceitos não são melhorados e produtos não são atualizados, etc. Tudo o que evolui parte de uma

a fundamental importância da criatividade humana para obter inovações no seu estilo de vida, tanto para a sua sobrevivência como para o desenvolvimento da sociedade em geral.

2.1. (^) Pré-história

O ser humano demonstra traços de sua criatividade desde os tempos remotos da Pré-História. Podemos exemplificar essa afirmação com achados de lanças decoradas, traduzindo o início da preocupação com a estética; com criação de instrumentos que substituíssem suas fraquezas e com a criação de técnicas de domesticação de animais. Além disso, no decorrer da história humana, a criatividade também se fez presente quando o homem inventou ou descobriu o “outro mundo” a partir do momento em que começa a usar sepulturas e a acreditar no Paraíso. Em seguida, começamos, com ousadia e criatividade, a desenvolver nossas potencialidades e a criar novas tecnologias e métodos, até que chegamos a um momento histórico onde nos transformamos na Sociedade Industrial.

2.2. Sociedade Industrial Na Sociedade Industrial surgiu um novo sistema de produção industrial, o Fordismo. Sistema que consiste na existência de linhas de produções onde cada empregado realiza uma única tarefa de forma repetitiva. Uma consequência negativa de tal cultura, é que o funcionário acaba trabalhando de forma mecânica, com pouco ou nenhum uso do cérebro e corpo. A especialização de cargos ficou tão grande que basta uma das etapas falharem para que a produção inteira seja afetada. Além disso, de acordo com Domenico de Masi, autor de “O Ócio Criativo”, o trabalho acaba sendo tão divido que cria o chamado “imbecil especializado”, o qual realiza um trabalho tão repetitivo e especializado que chega a ser considerado pelo autor como “privado de qualquer forma de inteligência” e, consequentemente, acabando com qualquer resquício de inovação e criatividade do funcionário. Uma das características do Fordismo é a produção em massa a fim de reduzir os custos de produção e, com isso, surgiram métodos estandardizados para fazer produtos estandardizados, vendidos a preços estandardizados em grandes lojas. Os produtos passaram a não ser personalizados e a estandardização produtiva acarretou o fato

das pessoas desejarem se sentir iguais às outras ao invés de aspirarem ser diferentes e uma aculturação crescente da população.

2.3. Sociedade Pós-Industrial

Entretanto, com o passar do tempo, a Sociedade Industrial está se transformando na chamada Sociedade Pós-Industrial. De acordo com De Masi, isso pode ser percebido através de mudanças no comportamento da sociedade. A atividade física dá espaço à atividade intelectual, que, por sua vez deixa de ser considerada repetitiva e passa a ser mais criativa. Em adição, a indústria de serviços supera a de bens e os funcionais liberais abrem caminho em meio aos funcionários técnicos. Entretanto, a maior diferença que encontramos entre essas duas sociedades é a tendência de substituir o trabalho humano repetitivo por máquinas, permitindo ao homem, cada vez mais, dedicar-se ao trabalho intelectual criativo, que não deve ser extinto. Outra tendência dessa nova sociedade é a interação entre trabalho, estudo e lazer, o chamado ócio criativo.

  1. O ócio criativo O ócio criativo vem como um novo modo de trabalho, onde se deve ser criado um valor que junte divertimento e formação em todas as ações praticadas, caminha na direção de uma sociedade formada não mais no trabalho, mas no tempo vago e em que o ócio é convertido em arte, criatividade e liberdade. O autor também defende o ócio criativo, pois “faz com que vivam melhor até aqueles que trabalham: porque é mais agradável trabalhar entre pessoas que descansam e se divertem do que entre os mortos ou aos que trabalham com eles”.

3.1. Definição de ócio criativo Primeiramente devemos ter em mente o conceito de criatividade, para podermos definir esse conceito. De Masi a define como "um processo mental e prático, ainda bastante misterioso, graças ao qual só uma pessoa ou um grupo, depois de ter pensado algumas ideias novas e fantasiosas consegue realizá-las

contrário, se entrega aos vícios. Quem se entrega ao ócio não se redime do pecado original e, portanto, vai para o inferno.”. Em seu livro, também, destaca que até no dicionário a palavra “ócio” apresenta mais significados negativos do que positivos. Para o autor, a sociedade deve acabar com o tabu criado do trabalho como um fim em si mesmo e que enxergar que o trabalho pode ser ligado ao prazer e ao tempo livre.

3.3. O ócio criativo dentro das empresas De Masi defende que os empregados devem ter carga horária reduzida e ir para casa assim que o trabalho fosse finalizado ou, até mesmo, trabalhar em casa, por acreditar que as empresas impedem a criatividade dos funcionários porque os mantêm “num regime de baixo nível de ideias, utilizam só suas capacidade executivas, fazendo com que se envolvam de tal maneira com a burocracia, que elas acabam perdendo a capacidade de inventar e se tornam robôs”. Dessa forma, os trabalhadores seriam mais eficientes e teriam mais tempo para a vida pessoal e revitalizariam seus relacionamentos com a família, sociedade e cultura, aumentando a criatividade e aumentando a eficiência e eficácia em seus trabalhos.

O ócio criativo vai de encontro ao Fordismo ao passo em que o primeiro tende a juntar trabalho, aprendizado e divertimento e o segundo, segue o pensamento de Henri Ford que prega que “Quando o trabalho estiver terminado, pode então começar o jogo, mas não antes.”. O ócio criativo, de acordo com De Masi, é privilegiado na Sociedade Pós-Industrial pois a tecnologia, cada vez mais, trabalha a favor do homem gerando a diminuição do trabalho repetitivo e aumentando o ócio.

  1. Competitividade e criação A competitividade associada à globalização da informação e às novas tecnologias ajudou na ascensão da criatividade e da inovação como um dos pilares de sustentação no mundo corporativo. A administração moderna, focada em resultados, exige respostas rápidas e atualizadas, perceber o que todos percebem visualizando algo distinto levando a novas formas de pensar, agir e responder às diversas necessidades do mercado.

Em uma organização competitiva, é tão importante reconhecer a criatividade pessoal quanto a coletiva, assim como avaliá-la, premiá-la e implementá-la. O afloramento da criatividade tem como base a liderança, que é fundamental nesse processo, pois um indivíduo que tem essa capacidade pode tomar mais confiança diante de suas próprias decisões e ideias dentro da organização. Além de que, esse processo todo, favorece no desenvolvimento das próprias habilidades de liderança, assim como a liberdade para criar.

  1. Gestão da criatividade

Pesquisas e práticas da autora, de ‘4 C’s - para competir com criatividade e inovação’, Maria Inês Felippe mostraram que é possível implantar a Gestão de Criatividade, principalmente partindo do princípio de que o brasileiro é eminentemente criativo, portando características facilitadoras dos pontos de vista antropológico, psicológico e físico.

Com as constantes mudanças do mercado precisamos nos fazer perguntas para melhorar o nosso foco diante de como nos portarmos com o objetivo de criar e inovar. Essas perguntas devem surgir no âmbito de o que criar de novo para surpreender os gostos exigentes, como inovar nesse produto ou serviço e como serão feitos os métodos de gestão dessa criação relacionada às pessoas, clientes e funcionários.

5.1. Motivação Para isso, é preciso promover a motivação de funcionários e o favorecimento da autonomia de pensamentos para que haja dinamicidade na criação, sem estarem atrelados a conceitos imutáveis. A estimulação do gosto pela descoberta e curiosidade é um processo de motivação junto com a liberdade de pensamentos. O rompimento de esquemas pessoais e sociais que não ascendem a um bom direcionamento das decisões ou que dificultam o crescimento é fundamental em momentos de criação, não podendo haver atrelamentos a conceitos estáticos que são empecilhos para o processo de criatividade. A promoção do autoconhecimento deve ser levada a sério pelos funcionários de uma empresa, pois com a junção de

4.2. (^) Pensar criativamente

A criatividade é um processo de formação de ideias, hipóteses, reavaliação, divulgação dos resultados e comemoração. Todo problema que surge pode se apresentar de modo assustador, pois, por muitas vezes, denota-se uma impossibilidade na sua resolução. Tal fato pode estar ocorrendo apenas pelo ponto de vista tomado ao se analisar o problema.

Pensar criativamente é ter a capacidade de mudar o ponto de vista do problema, redefinindo-o. Este método dá um novo sentido ao tal desafio, possibilitando a formação de ideias solucionadoras que antes pareciam não ter sentido, com o problema, pelo ponto de visto anteriormente tomado.

Isto ocorre pelo fato de que muitas ideias estão atreladas imutavelmente em certos administradores. Assim, gera-se o ‘desafio do esquecimento’, citado em “Os 10 Mandamentos da Inovação Estratégica”, que é proposto para dar novos horizontes na fundamentação de ideias inovadoras. Muito executivos repetem ideias que deram certo em negócios anteriores, se o sucesso perdurar nessas repetições, ter-se-á um enraizamento de tal ideia. Processo que torna difícil a inovação diante de novos problemas, pelo fato de novos problemas serem analisados nesses com esses pontos de vista já instaurados.

Para um grupo pensar criativamente se faz necessário que todos tenham, primeiramente, a qualidade de dar e receber ‘feedbacks’, críticas e sugestões. Isso torna o ambiente propício à discussão de ideias,

Deve-se considerar comprometimento e não somente o envolvimento. O comprometimento é a fonte natural de energia para operacionalizar a criação. Cada membro de um grupo deve desejar intensamente alcançar o objetivo proposto, mediante um trabalho conjunto, privilegiando-se a busca coesa da criação e da ação. O processo de criação deverá estar envolvido nos valores pessoais dos integrantes do grupo.

4.3. (^) Potencial criativo

Quanto mais informações, conhecimento, mais sinapses vão se formar. Quanto mais sinapses (conexões entre neurônios), mais a agilidade nas respostas, solução de problemas. O pensamento criativo antigamente era visto como uma espécie de inspiração divina, e passou a ser estudada com melhor afinco e de maneira mais objetiva a partir dos anos 1950.

O potencial criativo é inato em todo ser humano. Entretanto, pode ser estimulado, ensinando e aprendido como qualquer outra habilidade humana. Ações como viver, conviver e sobreviver são exercícios para esse fim, mesmo que consciente ou inconscientemente.

O cenário de constantes mudanças econômicas e estratégias têm exigido dos profissionais maior flexibilidade, identificação de oportunidades de negócios, melhorias nos processos de negociação e produção, buscando ações inovadoras e criativas não somente para a sua sobrevivência, mas também para sua expansão no mundo globalizado. Que não se renova desarticula-se do contexto e dificilmente se adapta às novas situações sem grandes esforços. Portanto, criar, inovar, faz parte do kit de sobrevivência dos profissionais de sucesso e das organizações. As palavras da autora, de “Os 4 C’s”, remetem a isso:

  • “Devemos sonhar e em seguida buscar a materialização daquele ato visionário concretizando-o; ideia sem ação é simplesmente uma ideia!”
  • “Hoje, para obter sucesso, é necessário, além do conhecimento técnico, a habilidade para solucionar problemas, lidar com diversidade. Isso implica a utilização da capacidade criativa, sendo proativo e quebrando paradigmas.” O potencial criativo está em cada ser humano, pronto para ser estimulado, movimentado, liberado e libertado. Muitas vezes começamos a criar e, por não sabermos o resultado final, se será aceito ou não, a tendência é interromper a criação. Criar envolve, em primeiro lugar, um rompimento dos paradigmas pessoais e, em segundo, dos sociais. Muitas vezes o criador acaba boicotando a sua própria

problema e na criação de produtos ou serviços, ou seja, uma ideia simples pode gerar grandes resultados. Em grande parte, a criatividade é fruto de observação, tentativa, acertos, erros e, por fim, de intuição. Caso ideias surjam de níveis hierárquicos inferiores, deve-se trabalhar a liderança para que não se sinta ameaçada ou até a perda do controle e insubordinação. 4.5. Como propiciar a criatividade Para se ter uma ideia criativa primeiramente deve-se limpar a mente de problemas insolúveis do dia-a-dia ou de pensamentos repetitivos que apenas ocupam espaço na mente humana. O contato com a natureza propicia essa libertação, sendo um espaço com cores que acalmam a mente. O aspecto das cores é importante para a criação, deve-se haver uma dinamicidade de momentos, com cores intensas que energizam para criações com uma intensidade maior, no ambiente de trabalho.

Pessoas humoradas parecem ser naturalmente criativas, pois o humor é uma representação da melhora na qualidade de vida, assim como no processo de criatividade no pensamento diante dos problemas normais da vida, pois uma mente criativa consegue se libertar muito mais facilmente de problemas comuns do que uma mente estática.

É importante que se tenha contato com outras ideias que tenham sido feitas em momentos diferentes, a arte. Isso dá um maior dimensionamento do pensamento próprio, buscando a complementação de uma ideia com ideias anteriores ou apenas buscando lazer para esvaziar a mente para se melhorar o processo criativo. Trabalhos manuais nunca feitos antes são importantes também, pois é um momento de liberação da energia de tensão acumulada no corpo e na mente.

4.6. Problemas no processo criativo A inovação é muito necessário com a constante mudança do mercado nos tempos atuais, algo que pode ser novo hoje amanhã já pode estar ultrapassado. Isso faz com que se tenha pressa em fazer ou lançar um produto inovador, essa pressa por muitas vezes inibe a criação pela necessidade de se pular etapas no processo

criativo. Assim, acaba-se tendo uma conformação com uma ideia para poder lançá-la o quanto antes. Outro fator importante, para uma ideia, é a confiança. Caso haja a desconfiança de que um negócio de uma empresa ou a criação de um produto não dará certo, ter-se-á um bloqueio na construção da mesma, pois parecerá que um trabalho inútil está sendo feito. Assim como o ambiente da empresa pode causar bloqueio de ideias, pois em um meio muito autoritário os funcionários tendem a fazer o suficiente para continuarem no emprego. A rigidez de uma organização impede, por muitas vezes, que novas ideias sejam aceitas, pois o que já foi feito anteriormente e deu bons resultados terá maior efeito nas discussões.

  1. Inovação empresarial No mundo atual, depois da segunda revolução industrial, inovação é o que faz com que uma empresa se diferencie de outra, já que os métodos e produtos se tornaram fáceis de serem produzidos e reproduzidos. O importante é fazer diferente pra não ser apenas mais um no mercado. Para isso, a criatividade deve ser algo valorizado e incentivado nas empresas, não só no topo da hierarquia, mas em todos os seus níveis.

As inovações e o enorme desenvolvimento do mercado profissional em diversas áreas estão submetendo as empresas a várias situações conflitantes na solução de eventuais problemas para atingir lucros predeterminados e superar a concorrência cada vez mais resistente e especializada encontrada no mundo globalizado. Esses problemas estão extremamente relacionados no interior da empresa. Aliás, este vem sendo um requisito básico para admitir novas pessoas, que devem ser criativas e inovadoras em todas as suas atividades. Os conflitos serão solucionados com uma adaptação do processo de trabalho ou, então, com uma grande mudança. A criatividade surge, também, da necessidade de resolver um problema emergencial, ou, em casos excepcionais, vai à busca da solução do problema.

Com este trabalho de pesquisa percebemos o quão grande é a importância da criatividade nas nossas vidas e no nosso desenvolvimento. Tudo o que é inovador nos dias atuais passa por intensos processos de criação e desenvolvimento, processos que não seriam possíveis sem o trabalho de uma mente criativa por trás disto. Hoje vivemos em uma era Pós-Industrial, onde o trabalho manual e braçal, altamente especializado (característico do Fordismo), foi substituído por máquinas e não é mais valorizado. O que é preciso do ser humano hoje são sua criatividade e capacidade de solucionar problemas.

O desenvolvimento da criatividade representa um diferencial para as corporações. Depois da massificação da produção, o que atrai o cliente é o diferente e exclusivo. Mas, é bastante comum encontrar empresas que possuem resistência à inovação. É difícil para elas mudar o modo de produzir ou vender um produto que já está no mercado há tempos e fazendo sucesso. Elas não enxergam que pra continuar crescendo, a inovação é fundamental. Existem várias maneiras de incentivar a criatividade dentro do ambiente de trabalho, inclusive na base da pirâmide hierárquica. E ela deve ser incentivada em todos os níveis, para que a empresa possa crescer de maneira satisfatória e não se estagne.

Referências Bibliográficas Livros:

- “Inovação: como criar ideias que geram resultados” – DA SILVA, Antônio Carlos Teixeira - “O ócio Criativo” – DE MASI, Domenico - “Os 10 mandamentos da inovação estratégica” – GOVINDARAJAN, Vija - “A criatividade do Rei” – NETTO, Roberto Lima

  • “4 C’s - para competir com criatividade e inovação” – FELIPPE, Maria Inês
  • “Criatividade e Atitude Empreendedora” – MARIANO, Sandra R.H., MAYER, Verônica Feder