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Trabalho de Colecistectomia , Traduções de Enfermagem

Cuidados de Enfermagem na Colecistectomia

Tipologia: Traduções

2014

Compartilhado em 09/05/2014

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CURSO CEBRAS RJ
Ana Lectícia Soares Muller Lobo Rezende Novoa
Turma E29
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA COLECISTECTOMIA
Rio de Janeiro - RJ
Setembro - 2013
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CURSO CEBRAS RJ

Ana Lectícia Soares Muller Lobo Rezende Novoa

Turma E

CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA COLECISTECTOMIA

Rio de Janeiro - RJ Setembro - 2013

Ana Lectícia Soares Muller Lobo Rezende Novoa

Turma E

CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA COLECISTECTOMIA

Trabalho apresentado a Professora Cláudia Ramos da Disciplina de Clínica Cirúrgica do Curso de Técnico em Enfermagem do CEBRAS RJ.

Rio de Janeiro - RJ Setembro - 2013

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO ................................................................................................. 7

2 DESENVOLVIMENTO ..................................................................................... 9

3 CONCLUSÃO ................................................................................................. 19

BIBLIOGRAFIA .................................................................................................. 20

Passo-a-passo da cirurgia de retirada de

vesícula

Publicado em 23 de May de 2013 por Ana Paula Ferreira

Cólicas após as refeições podem indicar problemas na

vesícula biliar. A laparoscopia é minimamente invasiva e o

pós-operatório, rápido e indolor. Veja o passo-a-passo da

cirurgia de retirada de vesícula

Texto: Fernanda Emmerick / Ilustração: Luiz Lentini / Adaptação: Ana Paula Ferreira 0 0 0 1 A câmera usada durante o procedimento da cirurgia de retirada de vesícula projeta a imagem em um monitor alocado junto à mesa cirúrgica e mostra o fígado, a vesícula e os demais órgãos do local. Ilustração: Luiz Lentini Primeira etapa: diagnóstico Ao sentir fortes dores abdominais depois de comer ou na ingestão de alimentos gordurosos, o paciente deve procurar um gastroenterologista. A partir disso, será feita uma ultrassonografia , a qual apontará a presença ou não de cálculos. Em caso positivo, a cirurgia é a única saída, apesar de não ser urgente sem infecção ou obstrução dos canais da bile. Verifica-se, também, a inexistência de alergia a algum medicamento ou outras doenças associadas. Só assim poderá ser marcado o procedimento. Os instrumentos utilizados na cirurgia São usados quatro trocateres — finos tubos de acesso para auxílio das pinças e também para o periscópio , que se trata de uma espécie de câmera — e todos são introduzidos na parece abdominal. Hora de retirar o órgão A agulha entra na parede abdominal e o cateter é introduzido na via biliar , por meio do canal cístico. Logo após, são colocados clipes metálicos para permanecer no corpo humano sem provocar reação, que servem para ocluir a artéria e o canal da bile que se destinavam ao órgão. A importância da imagem A câmera projeta a imagem em um monitor alocado junto à mesa cirúrgica e mostra o fígado, a vesícula e os demais órgãos do local. A operação é feita de acordo com a transmissão e depois de retirada, inicia-se a cauterização do fígado. Esse processo auxiliará na coagulação sanguínea. Tubos de respiração Logo depois da cirurgia, os tubos de respiração e também a sonda gástrica oral serão removidos e o paciente será encaminhado até a área de recuperação , onde será monitorado e receberá analgésico se preciso. Pós-operatório Com uma cauterização benfeita, a recuperação é ainda mais acelerada. As incisões realizadas são mínimas e depois da operação serão cobertas com ligaduras. As cicatrizes se tornam imperceptíveis e algumas horas após a intervenção, o paciente já pode iniciar uma dieta leve. Como ficam as cicatrizes A cicatrização também acontecerá de maneira breve e eficaz. Como os orifícios provenientes do método são reduzidos, rapidamente eles se fecham. O que possui o maior diâmetro é o do umbigo, mas, justamente por ser uma região cicatricial, ficará com uma dimensão mínima. Revista VivaSaúde edição 98

O sucesso do ato cirúrgico dependerá então, em vista do trauma fisiológico ao qual o corpo do paciente é submetido, não apenas da habilidade do cirurgião durante a fase intraoperatórios, mas, sobretudo dos cuidados de enfermagem dispensados ao paciente nas fases Pré e Pós-operatória e suas condições de qualidade.

Se a assistência de enfermagem for bem conduzida pelos profissionais nos períodos de Pré e Pós-operatório e se orientar corretamente o paciente a seguir alguns cuidados após a alta, estará auxiliando o paciente a ter uma rápida convalescença, poupando assim tempo e preocupações, amenizando a dor e aumentando a sobrevida, tendo como resultado não apenas em uma cirurgia de sucesso, mas a melhora da qualidade de vida do paciente, que poderá retornar plenamente as suas atividades de rotina, com menor chance de complicações posteriores.

Não resta dúvida de que a assistência de enfermagem é o ponto chave para a plena recuperação de qualquer cirurgia, e que os cuidados de enfermagem, quando feitos com esmero e precisão constituem-se no diferencial entre os demais profissionais da área de Saúde.

Isto porque desde os primórdios da Enfermagem, o cuidar sintetiza a diretriz da profissão, não somente na questão técnico-científica, mas, sobretudo, na questão ética. Do lema (“A arte de cuidar”) à ciência (Assistência e Cuidado ao ser humano), o cuidado é a distinção e a alma da carreira da Enfermagem, pois se baseia em um misto de desvelo, sensibilidade, diálogo, auxílio e observação científica, entre o paciente e o profissional.

A Professora de Ética e Bioética do Curso de Enfermagem da Faculdade Santa Terezinha – CEST, Margareth Claudino de Galiza Barbosa, Enfermeira e Mestre em Enfermagem pela UFC; explica muito bem, em um artigo publicado na Internet, o sentido do cuidar em enfermagem e suas peculiaridades:

“A Enfermagem tem como premissa básica o cuidado com o ser humano na sua totalidade e, de acordo com a sua natureza, reconhecendo-o como um ser com potencialidades e capacidades para agir e decidir, observando sua individualidade, necessidades, expectativas e realidades. Desta forma, ampliam-se as possibilidades para exercer sua autonomia e para

transformar o contexto em que vive. Enfermagem – gente que cuida de gente”-–, seu trabalho se fundamenta num profundo respeito humano para lidar com as pessoas. Esse é seu compromisso profissional e sua dimensão ética.”

Se os cuidados de Enfermagem forem adequadamente administrados ao paciente, as chances de recuperação serão maiores e as taxas de sucesso pós-cirúrgicas também, independente do tipo de cirurgia a que o paciente foi submetido, pois, por menor que seja a cirurgia, o risco de complicações sempre estará presente; todavia, os cuidados são tão importantes em especial quanto mais invasivas forem as intervenções cirúrgicas (uma vez que estas geram maior trauma fisiológico, maior hemorragia, maiores variações dos Sinais Vitais, etc.).

Não é diferente então, na cirurgia adiante explanada, a Colecistectomia, na qual os cuidados de enfermagem são imprescindíveis para preparar, estabilizar ou compensar as alterações funcionais de órgãos ou sistemas do paciente antes do ato operatório e para intervir, prevenir ou tratar complicações decorrentes do ato cirúrgico no Pós-operatório, além de amenizar a dor e o desconforto do paciente.

O Pré-operatório imediato é igual em ambas às cirurgias acima descritas, a menos que sejam realizadas de emergência e não eletivas ou de urgência (12 a 36 horas, máximo de espera até o ato cirúrgico).

Em geral, o Pré-operatório de Colecistectomia não difere do de outras cirurgias abdominais, e a avaliação clínica completa e criteriosa é de fundamental importância, tanto no que se refere ao diagnóstico principal do motivo que levou a cirurgia em si, quanto a diagnósticos de doenças secundárias que possam influenciar ou prejudicar o resultado terapêutico (risco cirúrgico).

Devem constar obrigatoriamente da Prescrição dos cuidados do Pré-operatório imediato:

  • Jejum de via oral, em média por 8 horas, dieta zero (contados a partir da meia-noite da noite anterior da cirurgia);
  • Clister glicerinado de 1000 ml por via retal, podendo o mesmo ser dispensado a critério médico (ACM);
  • Antibioticoterapia, nos casos de colecistite aguda (ACM);
  • (^) O paciente deve ser orientado a urinar antes da cirurgia;
  • Informar ao paciente a respeito do procedimento e o que esperar no pós- operatório;
  • Fornecer hidratação IV, nos casos em que o paciente fizer vômito pré- cirúrgico;
  • Sedação pré-anestésica, com o objetivo de tranquilizar o paciente (ACM).

Outras medidas, tais como a profilaxia de tromboembolismo pulmonar, a aplicação de insulina IM, a nebulização, entre outras, variam para cada paciente e dependem de seu histórico médico e das comorbidades pré-existentes, devendo ser prescritas pelo médico. Atualmente, a prática é a hospitalização do paciente no mesmo dia da operação, o que leva a realização do Pré-operatório em regime ambulatorial, inclusive a avaliação anestesiológica.

A fase do Pós-Operatório é o período durante o qual se presta assistência de Enfermagem na recuperação de pacientes em pós-anestésico e pós "stress"

cirúrgico, sendo objetivos da equipe de enfermagem a recuperação e manutenção do equilíbrio dos sistemas orgânicos do paciente, o alívio da dor e do desconforto, a prevenção de complicações pós-operatórias, a apresentação de um plano adequado de alta e o aconselhamento e orientações ao paciente para o pós-alta.

No Pós-operatório imediato de Colecistectomia, o paciente é transferido da Sala de Operações para a Unidade de Recuperação Pós-Anestésica (RPA), na qual a equipe de Enfermagem e o Anestesista irão assisti-lo nas primeiras 24 (vinte e quatro) horas, que são as mais importantes para prevenir, diagnosticar e tratar complicações que ocorrem em maior quantidade nesse período.

De forma independente do tempo cirúrgico, sempre existe o risco de complicações pós-operatórias em qualquer intervenção, assim, os cuidados de enfermagem na assistência ao paciente no Pós-operatório são direcionados a restaurar o equilíbrio homeostático, prevenindo o surgimento de afecções futuras.

Um dos aspectos que devem ser observados no Pós-operatório é a avaliação criteriosa do paciente, que inclua as condições dos sistemas neurológico, respiratório, cardiovascular e renal, suporte nutricional e de eliminações, dos acessos venosos, drenos, ferida cirúrgica, posicionamento, dor, segurança e conforto.

Estas avaliações são de vital importância para se detectar precocemente as complicações pós-cirúrgicas que podem em todas as recuperações, tais como:

  • Pneumonia;
  • (^) Atelectasia pulmonar (colapso de um segmento, lobo ou todo o pulmão, alterando a relação ventilação/perfusão, provocando um shunt pulmonar)
  • Broncoaspiração (aspiração de conteúdo gástrico ou corpo estranho na árvore traqueobrônquica, podendo causar traqueobronquite, pneumonite, infecções pulmonares e obstrução das vias aéreas por aspiração de material sólido);
  • Tromboembolismo pulmonar (bloqueio da artéria pulmonar ou de um de seus ramos, em geral ocorre quando um trombo venoso profundo, que é o sangue
  • (^) Hemoperitônio (presença de sangue na cavidade peritoneal);
  • Coleperitônio (presença de bile na cavidade peritoneal, e que resulta em forma grave de peritonite);
  • Lesão do canal biliar;
  • e outras.

Além destes aspectos da evolução do quadro do paciente que devem ser observados para que se perceba a presença de complicações antes que se tornem graves, a assistência de enfermagem a pacientes de Colecistectomia inclui ainda a monitorização hemodinâmica para avaliação de possíveis mudanças no estado hídrico e alterações de ritmo cardíaco, que podem ser a primeira indicação de desequilíbrio eletrolítico. A enfermagem deve conferir os valores dos exames laboratoriais de maneira a detectar modificações significativas nos índices e observar os sinais e sintomas que sejam indicativos de hiperglicemia, hipocalemia (diminuição da concentração de potássio no sangue) e hipocalcemia (deficiência de cálcio no sangue) que podem levar a complicações graves.

A equipe de enfermagem também deve estar atenta à resposta do paciente à administração de fluidos e hemoderivados (se for necessário), observando edemas, realizando ausculta para detecção de ruídos pulmonares, verificando o turgor cutâneo (consistência da pele), o estado das membranas mucosas e monitorando a ingesta e a excreção.

Uma das principais responsabilidades da Enfermagem consiste na obtenção dos Diagnósticos de Enfermagem (análises feitas a partir do estado de saúde do paciente), que são de vital importância nos atos cirúrgicos, visto que toda cirurgia altera a homeostase do organismo, modificando o equilíbrio hidroeletrolítico, os sinais vitais e a temperatura do corpo.

Faz parte desta avaliação a observação dos seguintes parâmetros (que podem ou não estar presentes no paciente):

  • Dor aguda e desconforto relacionados com a incisão cirúrgica;
  • (^) Troca gasosa prejudicada relacionada com a incisão cirúrgica abdominal alta (ocorre apenas na Laparotomia);
  • Integridade da pele comprometida relacionada com a drenagem biliar alterada depois do ato cirúrgico (quando for inserido dreno do tipo tubo T, em razão da presença de cálculos retidos no ducto biliar comum ou for empregado outro dispositivo de drenagem);
  • Nutrição alterada, sendo menor que as demandas corporais, devido a secreção inadequada da bile;
  • Déficit de conhecimento em relação ao autocuidado com a incisão, modificações da dieta, medicamentos e sinais ou queixas de sintomas (febre, sangramento, vômitos).

Os diagnósticos de Enfermagem do período Pós-operatório imediato de Colecistectomia Laparoscópica podem incluir ainda os seguintes:

  • Percepção sensorial perturbada devido ao uso de anestesia geral no período intraoperatório: alguns pacientes chegam a RPA ainda muito sonolentos, apresentando dificuldade para manter padrões de comunicação adequados. Os sinais de anestesia podem ser observados pela depressão do sistema circulatório e respiratório, a diminuição do diâmetro pupilar (miose) e os globos oculares podem encontrar-se fixos e centralizados, sendo que esta condição pode perdurar por até uma hora.
  • Hipotermia: medicamentos que causam vasodilatação, exposição a ambiente frio e incapacidade para tremer. A hipotermia pós-operatória é definida como temperatura = 35,5 ºC e tal situação é associada ao ambiente frio da sala de cirurgia e da RPA, a administração de infusões frias durante a cirurgia e à necessidade do Pneumoperitônio na cirurgia de Colecistectomia, que é feito através da introdução de dióxido de carbono (gás frio) na cavidade abdominal;
  • Risco de infecção: a CVL possui tempo operatório menor, expondo menos o paciente a complicações durante o ato cirúrgico e diminuindo seu tempo de permanência no hospital, no período pós-operatório, reduzindo, assim, complicações relacionadas à cicatrização da ferida cirúrgica. A CVL é classificada como uma cirurgia limpa. Entretanto, existe o risco de infecção
  • (^) Verificar o balanço hídrico (ingesta e débito de líquidos);
  • Verificar Sinais Vitais;
  • Verificar os níveis de consciência;
  • Verificar Deiscência da sutura;
  • (^) Verificar sinais de Fraqueza, presença de fadiga e declínio funcional;
  • Verificar diurese e evacuação espontâneas;
  • Iniciar a dieta por via oral, tão logo prescrita;
  • Iniciar profilaxia da doença tromboembólica pelo uso de heparina subcutânea;
  • (^) Retirar sonda nasogástrica, caso tenha sido usada, assim que a drenagem seja desprezível ou surja peristaltismo intestinal;
  • Retirar drenos da cavidade peritoneal assim que não apresentarem mais vestígios de bile, sangue ou pus;
  • Retirar sonda vesical (se utilizada), assim que prescrito, de preferência o mais rápido possível, de maneira a evitar a infecção urinária;
  • Retirar hidratação IV, iniciada no perioperatório, tão logo prescrito pelo médico (em geral, assim que se inicia a dieta oral).

Com a Evolução do quadro do paciente no Pós-operatório, e seguindo os cuidados de Enfermagem aqui descritos, os resultados fisiológicos esperados são os seguintes:

  • Relatos de diminuição da dor (em consequência da imobilização da incisão abdominal para diminuir a dor, de evitar-se alimentos que possam provocar dor, e utilização de analgesia pós-operatória conforme a prescrição);
  • Retomada da função respiratória adequada (excursão respiratória plena, com a inspiração e expiração profundas, usando o travesseiro para imobilizar a incisão abdominal quando for necessário tossir de maneira efetiva, e uso de analgesia pós-operatória conforme a prescrição);
  • Exercitar-se conforme a prescrição (mudança de decúbito, deambulação);
  • Restauração da integridade normal da pele ao redor do sítio de drenagem biliar, (em consequência da ausência de febre, dor abdominal, alteração nos sinais vitais e presença de bile, drenagem com odor fétido ou pus ao redor do dreno, de estar com nível sérico de bilirrubina dentro da faixa de normalidade, estar atento para identificar os sinais e sintomas de obstrução biliar);
  • (^) Obter o alívio da intolerância a dieta (mantendo a ingestão nutricional adequada e evitando os alimentos que possam provocar sintomas gastrointestinais, relatando diminuição ou ausência de náuseas, vômitos, diarreia, flatulência e desconforto abdominal);
  • Apresentar ausência de complicações (exibição de sinais vitais normais - pressão arterial, pulso, padrão e frequência respiratória e temperatura-, relatar ausência de sangramento do trato gastrointestinal e do dreno ou cateter biliar (quando presente), sem evidência de sangramento nas fezes, relatar o retorno do apetite e evidência de vômitos, distensão abdominal ou dor, listar os sintomas que devem ser relatados de imediato para o cirurgião e demonstrar compreensão sobre o autocuidado, inclusive do cuidado com a ferida).

Dentro da assistência a Enfermagem, deve-se prover Instruções ao paciente depois da Colecistectomia Laparoscópica para o autocuidado, verificando-se sempre o entendimento e a compreensão do paciente sobre a importância deste assunto. Os cuidados pessoais que devem ser orientados ao paciente são:

  1. Quanto ao seu retorno às atividades de rotina:
    • Começar o exercício leve (deambulação) imediatamente;
    • Tomar banho de chuveiro ou banheira depois de 01 ou 02 dias;
    • Dirigir carro depois de 03 ou 04 dias;
    • Evitar levantar objetos que excedam a 2,2kg depois da cirurgia, em geral por 01 semana;
    • Reiniciar a atividade sexual, quando desejado.
  2. Quanto aos cuidados com a ferida cirúrgica:
    • (^) Verificar diariamente o sítio de punção para detectar os sinais de infecção;
    • Lavar o sítio de punção com sabão neutro e água;
    • Permitir que as fitas adesivas especiais sobre o sítio de punção se desprendam. Não puxá-las.
  3. Quanto ao reinício da alimentação normal:
    • Voltar à sua dieta normal;

Quando um paciente entre em um Centro Cirúrgico, entrega sua vida nas mãos de uma equipe competente e coesa, a Equipe de Cirurgia, composta de cirurgião, auxiliares, anestesista, enfermeiros e instrumentadores e a estes cabe à tarefa de debelar a doença que acomete aquele paciente.

Terminada a cirurgia e finda a batalha, este paciente segue para a Recuperação Pós-Anestésica, onde seu futuro reside nas mãos do Anestesista e da Equipe de Enfermagem, sendo nesta, que se deposita a esperança de uma plena recuperação e de uma convalescença rápida.

Sem os cuidados de Enfermagem, retornaríamos aos tempos anteriores à Guerra da Criméia, em que pacientes eram operados, mas vinham a óbito pela falta dos mais simples cuidados e assistências, pela falta do mais básico a cada paciente, o desvelo do cuidar, do velar pela recuperação de um ser humano até que este possa, por si mesmo, retornar ao controle de sua vida.

Inexiste papel mais bonito e importante entre os profissionais de Saúde, o que já havia provado a pioneira desta honrosa profissão Florence Nightingale, mas dia a dia, reafirma-se o valor e a influência dos cuidados de Enfermagem no desdobrar de cada cirurgia.

Tanto na Colecistectomia, quanto como em qualquer cirurgia, não importando o seu porte, é essencial a Assistência a Enfermagem, visto ser ela a estar à cabeceira do paciente acompanhando sua evolução, e repassando estes dados ao médico responsável, para que juntos, possam salvar vidas e fazer a diferença na vida dos pacientes.

BIBLIOGRAFIA

Apostilas RAMOS, Cláudia_._ Apostilas da Matéria Clínica Cirúrgica. RJ: CEBRAS, 2013.

Livros DOS SANTOS, Maria Aparecida Modesto_._ Terminologia em Enfermagem. 3. ed. SP: Martinari, 2009. MARQUES, Tiago Reis e SOUZA REIS, Claudia Pereira de. Dicionário de Saúde Ilustrado. SP: Martinari, 2013. NETTINA, Sandra M. BRUNNER - Prática da Enfermagem – VOL. 2. 7. ed. RJ: Guanabara Koogan, 2010.

Figuras EMMERICK, Fernanda. Passo-a-passo da cirurgia de retirada de vesícula. REVISTA Viva Saúde, São Luís, mai/2013. Disponível em <http://revistavivasaude.uol.com.br/ clinica-geral/passoapasso-da-cirurgia-de-retirada-de-vesicula/626/>. Acesso em: 23 set.2013. Imagem sem autor conhecido. Blog pessoal SPA Saúde pela Água, ?, out/2011. Disponível em <http://saudepelagua.blogspot.com.br/2011/10/colecistectomia- amigos-como-vou-ter-que.html >. Acesso em: 23 set.2013.

Material da Internet BARBOSA, Margareth Claudino de Galiza. Enfermagem e o Cuidar. Jornal Pequeno On Line, São Luís, jul/2005. Disponível em < http://jornalpequeno.com.br/edicao/ 2005/07/11/enfermagem-e-o-cuidar/>. Acesso em: 23 set.2013. CRISTINA, Hellen. Colecistectomia. EBAH, ?. Disponível em: < http:// www.ebah.com.br/content/ABAAAfov4AE/colecistectomia?part=3>. Acesso em: 23 set.2013.

NOMA, Helena Harco; MALTA, Mônica Alexandre. Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva. In: Assistindo ao Paciente em Pós Operatório na UTI – Aspectos Gerais. SCRIBD, Campinas, 1997. Disponível em <http://pt.scribd.com/doc/2360840/ CUIDADOS-DE-ENFERMAGEM-EM-CIRURGIA>. Acesso em: 23 set.2013.

WIKIPEDIA. Colecistectomia. WIKIMEDIA, Brasil, 2013. Disponível em < http:// pt.wikipedia.org/wiki/Colecistectomia>. Acesso em: 23 set.2013.

WIKIPEDIA. Enfermagem. WIKIMEDIA, Brasil, 2013. Disponível em < http:// pt.wikipedia.org/wiki/Enfermagem>. Acesso em: 23 set.2013.