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visao geral xml, Notas de estudo de Informática

Um tutorial de ausculta. Contém diversos sons cardíacos e pulmonares normais e patológicos.

Tipologia: Notas de estudo

Antes de 2010

Compartilhado em 27/03/2008

maxwenne-guimaraes-10
maxwenne-guimaraes-10 🇧🇷

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E-mail professor: [email protected]Arquivo: dw05 Visao geral de xml.doc
Visão Geral de XML
Introdução
O XML (eXtensible Markup Language) surgiu da necessidade de um formato de dados portável. Consiste,
basicamente, de um padrão para representar dados em um documento de texto. O XML fornece uma estrutura para
representar praticamente qualquer tipo de dados, o que é um dos motivos pelos quais ele tem atraído tanto interesse.
Um documento XML consiste em tags (marcas) baseadas em texto, usadas para fornecer a estrutura do documento
(semelhante àquelas usadas em HTML), junto com os dados em si. Todos os documentos XML consistem em
elementos e declarações e comentários opcionais. Conseguimos manipular documentos XML no JavaScript com o
uso do modelo DOM (Document Object Model), que já estudamos. Isto é importante porque o XML é o principal
formato de dados que o Ajax utiliza para receber as respostas de suas requisições, sejam elas ncronas ou
assíncronas. Caso você tenha interesse em encontrar mais informações sobre o modelo DOM, visite o site do W3C
em http://www.w3.org/DOM/. Este documento não pretende ensinar à você tudo sobre XML, mas simplesmente as
informações mais importantes e necessárias para o andamento de nossa disciplina.
Conceitos Básicos
XML é uma linguagem usada para descrever e manipular documentos estruturados, em forma de árvore,
possuindo sempre um elemento raiz, de onde os outros elementos vão se ramificar. Essa estrutura estabelece como
documentos XML vão ser definidos e como vão ser tratados. Em XML, duas relações entre os elementos são
importantes: hierarquia e seqüência. A hierarquia estabelece relações pai/filho e ancestral/descendente. A seqüência
em que as informações aparecem também é importante. Um documento XML consiste de uma combinação de dados
caracteres e tags. As tags podem ser caracteres de início de tag, fim de tag, elementos vazios, referências a
entidades, referências a caracteres, comentários, etc. Em outras palavras, tudo o que não é uma tag é um dado textual
do documento.
Muitas pessoas confundem os objetivos de XML com HTML. Ambos têm objetivos diferentes Em HTML,
existe uma mistura de dados com sua apresentação, ou seja, como esses dados devem ser mostrados no navegador.
a XML separa o conteúdo da apresentação. Logo, concluímos que XML não é capaz de definir apresentação.
Porém, é possível fazer isso usando um recurso interessante chamado de XSL (folha de estilo), que consiste em
incluir um determinado processamento desejado em um documento XML. Podemos ainda utilizar CSS para
transformar um documento XML, ou seja, mostrar o seu conteúdo. Porém, este documento visa introduzir a
tecnologia XML com seus principais conceitos e utilizações, não pretendendo ensinar todos os recursos de XML.
Os navagadores web estão preparados para ler e imprimir documentos XML. Porém, é bom você saber que
alguns navegadores tem suporte limitado para tecnologias como XSLT. Você pode utilizar, por exemplo, o editor de
documentos XML chamado Microsoft XML Notepad ou o IBM Xeena, que facilitam na elaboração de documentos
XML. É claro que até mesmo um editor como Bloco de Notas pode ser utilizado para escrever documentos XML, o
que torna o trabalho penoso. Existem ainda os programas chamados de Parsers, que verificam a sintaxe de
documentos XML, como por exemplo, IBM XML for Java, Microsoft XML Parser, Apache Xerces.
Sintaxe Básica de XML
Um documento XML possui o seguinte formato, nesta ordem: prólogo, elemento-raiz, miscelânea.
Prólogo
Consiste na declaração de que este é um documento XML. Atualmente aceita “1.0” como valor de
versão, definido pelo W3C. Toda declaração XML inicia com os cinco caracteres <?xml. Opcionalmente, o prólogo
pode conter outras declarações, a seguir:
Declaração Descrição
encoding Especifica o conjunto de caracteres usado no documento.
Exemplo: UTF-8, US-ASCII, ISSO-8859-1 (português).
standalone Indica se o documento XML precisa ou não de um DTD
externo. Assume os valores yes ou no.
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Visão Geral de XML

Introdução

O XML (e X tensible M arkup L anguage) surgiu da necessidade de um formato de dados portável. Consiste,

basicamente, de um padrão para representar dados em um documento de texto. O XML fornece uma estrutura para

representar praticamente qualquer tipo de dados, o que é um dos motivos pelos quais ele tem atraído tanto interesse.

Um documento XML consiste em tags (marcas) baseadas em texto, usadas para fornecer a estrutura do documento

(semelhante àquelas usadas em HTML), junto com os dados em si. Todos os documentos XML consistem em

elementos e declarações e comentários opcionais. Conseguimos manipular documentos XML no JavaScript com o

uso do modelo DOM (Document Object Model), que já estudamos. Isto é importante porque o XML é o principal

formato de dados que o Ajax utiliza para receber as respostas de suas requisições, sejam elas síncronas ou

assíncronas. Caso você tenha interesse em encontrar mais informações sobre o modelo DOM, visite o site do W3C

em http://www.w3.org/DOM/. Este documento não pretende ensinar à você tudo sobre XML, mas simplesmente as

informações mais importantes e necessárias para o andamento de nossa disciplina.

Conceitos Básicos

XML é uma linguagem usada para descrever e manipular documentos estruturados, em forma de árvore,

possuindo sempre um elemento raiz, de onde os outros elementos vão se ramificar. Essa estrutura estabelece como

documentos XML vão ser definidos e como vão ser tratados. Em XML, duas relações entre os elementos são

importantes: hierarquia e seqüência. A hierarquia estabelece relações pai/filho e ancestral/descendente. A seqüência

em que as informações aparecem também é importante. Um documento XML consiste de uma combinação de dados

caracteres e tags. As tags podem ser caracteres de início de tag, fim de tag, elementos vazios, referências a

entidades, referências a caracteres, comentários, etc. Em outras palavras, tudo o que não é uma tag é um dado textual

do documento.

Muitas pessoas confundem os objetivos de XML com HTML. Ambos têm objetivos diferentes Em HTML,

existe uma mistura de dados com sua apresentação, ou seja, como esses dados devem ser mostrados no navegador.

Já a XML separa o conteúdo da apresentação. Logo, concluímos que XML não é capaz de definir apresentação.

Porém, é possível fazer isso usando um recurso interessante chamado de XSL (folha de estilo), que consiste em

incluir um determinado processamento desejado em um documento XML. Podemos ainda utilizar CSS para

transformar um documento XML, ou seja, mostrar o seu conteúdo. Porém, este documento visa introduzir a

tecnologia XML com seus principais conceitos e utilizações, não pretendendo ensinar todos os recursos de XML.

Os navagadores web estão preparados para ler e imprimir documentos XML. Porém, é bom você saber que

alguns navegadores tem suporte limitado para tecnologias como XSLT. Você pode utilizar, por exemplo, o editor de

documentos XML chamado Microsoft XML Notepad ou o IBM Xeena, que facilitam na elaboração de documentos

XML. É claro que até mesmo um editor como Bloco de Notas pode ser utilizado para escrever documentos XML, o

que torna o trabalho penoso. Existem ainda os programas chamados de Parsers , que verificam a sintaxe de

documentos XML, como por exemplo, IBM XML for Java, Microsoft XML Parser, Apache Xerces.

Sintaxe Básica de XML

Um documento XML possui o seguinte formato, nesta ordem: prólogo, elemento-raiz, miscelânea.

Prólogo

Consiste na declaração de que este é um documento XML. Atualmente só aceita “1.0” como valor de

versão, definido pelo W3C. Toda declaração XML inicia com os cinco caracteres xml. Opcionalmente, o prólogo

pode conter outras declarações, a seguir:

Declaração Descrição

encoding Especifica o conjunto de caracteres usado no documento.

Exemplo: UTF-8, US-ASCII, ISSO-8859-1 (português).

standalone Indica se o documento XML precisa ou não de um DTD

externo. Assume os valores yes ou no.

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Elemento-raiz

Um documento XML deve conter somente um elemento-raiz. Veja a sintaxe seguinte:

Exemplo:

Fulano de Tal Rua Teste Goiânia GO

Um elemento tem a seguinte forma:

corpo

Veja o exemplo:

Estudo de JSP, Ajax, XML e outros

No XML, ao contrário do HTML, as tags não são predefinidas. Você está livre para inventar as tags que

forem apropriadas para os dados que estiver descrevendo no documento. Ao definir uma tag XML, você pode

incluir atributos que descrevem melhor a tag. No exemplo acima, o título da disciplina é fornecido como atributo

para a tag disciplina. O corpo de um elemento é todo o texto, incluindo todas as tags aninhadas, englobadas pelas tag

inicial e final. Um elemento não precisa ter nenhum atributo ou mesmo nenhum corpo.

Regras para criação de nomes de tags:

  • Os nomes de tags devem começar com uma letra ou sublinhado.
  • Os nomes de tags podem conter qualquer número de letras, números, hífens, pontos-finais ou sublinhados.
  • Os nomes de tags não podem conter espaços.

Elementos vazios devem conter uma barra (/) de fechamento antes do final da tag. Exemplo:

Este é um parágrafo seguido de uma linha em branco

O XML diferencia maiúsculas e minúsculas ( case-sensitive ) e os atributos devem ser colocados entre aspas ou

apóstrofos. Veja a seguir, algumas alternativas para descrever um elemento (os dois últimos elementos abaixo

mostram que o início e o fim foram combinados. Isso é usado apenas para otimizar código):

texto texto

Deve haver sempre um elemento de nível superior em um documento XML, chamado de elemento-raiz,

que deve englobar todos os outros elementos do documento. Veja o seguinte exemplo:

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O elemento !DOCTYPE deve incluir o nome do elemento-raiz. Se o restante das definições de tipo de

documento for armazenado em um arquivo externo, ele terá a seguinte forma:

Se as definições estiverem incluídas no próprio documento XML, o elemento !DOCTYPE deverá aparecer

no prólogo do documento, antes que os dados do documento comecem. Nesse caso, o elemento !DOCTYPE deverá

incluir todos os elementos da DTD. Veja o exemplo seguinte:

]>

Declarações de Elementos

As declarações de elementos assumem a seguinte forma:

Onde:

nome_elemento = é a tag XML.

conteúdo = é um ou mais dos valores mostrados na tabela abaixo.

Tipo de Conteúdo Sintaxe Elemento Contém

Elemento ^ Somente subelemento

#PCDATA ^ Somente texto

EMPTY ^ Nada

ANY ^ Qualquer coisa (texto ou elementos)

Os caracteres da tabela a seguir podem ser usados para combinar vários tipos de conteúdo de elemento,

para definir elementos mais complexos.

Caractere Significado

, Operador de seqüência, separa uma lista de elementos exigidos

* Zero ou mais (não obrigatório)

+ Um ou mais (pelo menos um obrigatório)

? O elemento é opcional

| Elementos alternativos

() Grupo de elementos

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Vamos analisar a declaração para o elemento cliente seguinte:

O elemento cliente consiste, pela ordem, em um item endereço, um item cidade opcional e um item uf

opcional e uma lista opcional de elementos produtos.

Atributos

As declarações de atributo assumem a seguinte forma:

Um tipo de atributo pode ser qualquer um dos tipos mostrados na tabela abaixo, embora o atributo CDATA

seja o mais usado.

Tipo Atributo é um(a)

CDATA String de caractere.

NMTOKEN Nome XML válido.

NMTOKENS Vários nomes XML.

ID Identificador exclusivo.

IDREF Um elemento encontrado em qualquer parte no documento. O

valor de IDREF deve corresponder à ID de outro elemento.

ENTITY Arquivo de dados binário externo (como uma imagem GIF).

ENTITIES Vários arquivos binários externos.

NOTATION Programa auxiliar.

O item valor_padrão também pode ser usado para especificar que o atributo é #REQUIRED, #FIXED ou

#IMPLIED. Os significados desses valores estão na tabela abaixo:

Valor-padrão Significado

#REQUIRED O atributo precisa ser fornecido, obrigatoriamente.

#FIXED Na prática, uma declaração de constante. O atributo deve ser

configurado com o valor dado, ou o código XML não será válido.

#IMPLIED O atributo é opcional, e o aplicativo que está processando pode usar

qualquer valor apropriado, se necessário.

Manipulando XML com JavaScript

No modelo DOM, para a manipulação de documentos XML, utilizamos a classe XMLDocument. Com as

propriedades e métodos dessa classe, podemos construir um documento XML manualmente ou manipular um

arquivo ou string XML existente.

A manipulação é feita ao inserirmos, alterarmos ou removermos nodos ou propriedades da árvore do

documento. A maioria dos navegadores são compatíveis com esse recurso. No entanto, precisamos testar qual é o

navegador que está em uso para conseguirmos instanciar o objeto. Por exemplo, no caso do conhecido MS Internet

Explorer, essa instância poderia ser feita do seguinte modo:

if (window.ActiveXObject) docXML = new ActiveXObject("Msxml2.DOMDocument.3.0");

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function MostraXML() { if (docXML == null) alert("Erro em XMLDocument"); else { raiz = docXML.getElementsByTagName("professores")[0]; var e = document.getElementById("texto"); var t = document.createTextNode(raiz.xml); e.appendChild(t); } }

function InsereProfessor(nome, disciplina) { raiz = docXML.getElementsByTagName("professores")[0]; var novo = docXML.createElement("professor"); var n = docXML.createElement("nome"); var t = docXML.createTextNode(nome); n.appendChild(t); var p = docXML.createElement("disciplina"); var t2 = docXML.createTextNode(disciplina); p.appendChild(t2); novo.appendChild(n); novo.appendChild(p); raiz.appendChild(novo); }

function executa() { carregaXML(); InsereProfessor(document.formxml.form_nome.value, document.formxml.form_disciplina.value); MostraXML(); }

Informe os dados do professor

Nome do professor Disciplina que leciona

Recebendo dados como XML em Requisições Assíncronas

No documento anterior aprendemos a fazer requisições assíncronas e receber dados através da propriedade

responseText , recebendo a resposta do servidor como uma string. Agora vamos utilizar a propriedade responseXML

para receber dados no formato XML. Este formato é mais adequado quando queremos receber quantidades maiores

de dados, permitindo-nos manipular um documento XML com um modelo estruturado, realizando manipulações

sobre esses dados, como já aprendemos nas seções anteriores deste documento. Você já aprendeu que, do mesmo

modo que podemos manipular objetos HTML usando o modelo DOM, podemos também manipular objetos de um

documento XML usando o modelo DOM.

Muitas aplicações web atuais utilizam XML para a troca de dados, tornando-se um modelo padronizado

para a comunicação de dados entre diferentes aplicações. Assim, XML tornou-se um formato universal e bastante

utilizado mundialmente.

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No Ajax, podemos fazer uma requisição assíncrona e obter resposta como XML enviando uma requisição

diretamente para um arquivo do tipo xml ou para um programa, por exemplo, em PHP, que retorne o resultado em

XML. Veja o exemplo seguinte com os arquivos teste.xml e teste.html :

Este texto está dentro do arquivo xml

A seguir, uma página web (teste.html) que fará uma requisição ao documento teste.xml acima.

Requisitando XML do Servidor Assincronamente

Resposta do servidor