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XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUCAO E E 7 A Endenharta deProduçõo eo eenionmêndo Sustentâvel: Fe gaica Tecnologia é! E enegen É E descritas como: um método autoritário de alocação de recursos, no qualo-trabalhador é visto como um ser passivo que deve ser programado por especialistas para atuar dentro da organização; uma concepção de treinamento como uma técnica destinada a programar o indivíduo aos imperativos da maximização da produção; 2 visão de que o homem é calculista, motivado por recompensas materiais e econômicas e, enquanto trabalhador, um ser psicologicamente isolado e independente de outros individuós; a crença de que a “administração e a teoria administrativa são imparciais, isentas ou neutras; uma indiferença sistemática às premissas éticas e de valor do ambiente extemo; o ponto de vista de que questões de liberdade pessoal são estranhas ao padrão erganizacional, à convicção de que o trabalho é essencialmente um adiamento da satisfação (RAMOS, 2001). : Já o sistema de produção enxuta era composto de um ambiente e projeto de trabalho que concebia o homem como um ser mais complexo do que supunham os idealizadores da, produção em massa com seu Homem Operacional, este sistema que tem como simbolo experimental o Sistema Toyota de Produção condicionava a existência de umFHomem Reativo dentro de uma organização formatada como organismo vivo onde a sobrevivencia é o objetivo central, compreensaão entre relaçao da organização e o meio, impreende uma busca de harmonia entre estratégia, estrutura, tecnologia e as dimensões humanas (BONDARAKI & PILLATI, 20073). ; O trabalhador criado nesse sistema produtivo era concebido com uma visão mais sofisticada sobre a natureza da motivação humana; as chefias não negligenciavam o ambiente social éxterno da organização e, pot isso, definiam a organização como um sistema social aberto; e não desconsideravam O papel desempenhado por valores, sentimentos e atitudes sobre o processo de produção. Embora os japoneses estivessem aparentemente mais preocupados com os trabalhadores e conhecessem melhor suas motivações, os objetivos que buscavam não haviam realmente mudado. Para despertar reações positivas em favor das metas da empresa concebiam o trabalhador como um ser reativo, seu objetivo principal era ajustar os indivíduos aos contextos de trabalho, e não ao seu crescimento individual. O resultado final da utilização maciça de “relações humanas” era a inserção total do indivíduo na organização transformado- o no homem organizacional com visão global do processo, mas decisão limitada (RAMOS, 2001). O modelo mecanicista (Fordista) concebia-a organização como um conjunto de partes ligadas por uma rede de comando e contróle, o modelo organico (enxuto) concebia a organização através dos conceitos de integração ao ambiente, flexibilidade, estrutura matricial e motivação, mas nenhum modelo ou Sistema superá em termos evolutivos o sistema de organização como cerébro onde a organização aprende e processa novas técnicas e informações constatemente (WOOD JR., 1992). Surge então no sistema sociotécnico de produção da Volvo Company o ultimo tipo de homem criado nos sitemas produtivos modernos -o Homem reflexivo- este homem é caracterizado em uma organização do tipo cerebro, possui uma consciência ou capacidade critica-analítica bastante desenvolvida em relação a sua existência e aos fatores relacionados, possui poder de voto, é sujeito ativo no. processo de produção a partir do momento que tem voz sobre as decisões de seu grupo e é polivalente em varias funções, o homem reflexivo é informado, possui bom nível de educação e alto poder de aprendizado, resultando. em crescimento individual. O aprendizado-do- aprendizado é o mecanismo que possibilita que o excesso de flexibilidade desse sistema o leve ao caos, o objetivo é dar a organização o máximo de flexibilidade e capacidade de inovação, dando possibilidade de sustentabilidade da sonhada e não impossível organização inteligente.