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WHEATSTONE PONTE PRA APRENDER FACIL, Exercícios de Física

A ponte de Wheatstone é um circuito elétrico que é usado para medir resistências elétricas desconhecidas com alta precisão. A ponte foi desenvolvida pelo físico britânico Sir Charles Wheatstone em 1833. A ponte de Wheatstone consiste em quatro resistências, sendo duas resistências conhecidas e duas resistências desconhecidas. As resistências são conectadas em um circuito fechado, formando uma configuração de braço de ponte. Uma fonte de corrente contínua é conectada em dois pontos do circuito,

Tipologia: Exercícios

2020

Compartilhado em 12/04/2023

alirio-fernando-cardozo-cardenas
alirio-fernando-cardozo-cardenas 🇧🇷

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Ponte de Wheatstone
Alírio Fernando Cardozo Cardenas
Engenharia Física – Universidade Federal da Integração Latino-Americana
Resumo. O presente trabalho trata-se do estudo do ponte de wheatstone, se fiz o
montagem do circuito no simulador para determinar o sistema em equilíbrio, além
disso também foram feitas gráficas representativas do comportamento dos dados
obtidos no experimento e tabelas com os valores colectados. neste sentido se
observou o comportamento típico do ponte de wheatstone.
INTRODUÇÃO
Consideremos o circuito da ponte de
Wheatstone mostrada na Fig. 1.
Fig.1-Circuito da ponte de Wheatstone.
Seja
V2
a diferença de potencial (ddp) do
pontos A em relação ao ponto C e
V3
a ddp
do ponto B em relac5ao ao mesmo ponto C.
Dizemos que a ponte esta em equi7ıbrio
quando
V2=V3(0.1)
Como nesta condição a ddp entre os pontos
A e B é nula, a corrente que passa pelo
braço central do circuito é também nula.
Teremos nesta condição:
V2=R2
R1+R2
V0, V 3=R3
R3+R4
V0(0.2)
onde
V0
, é a ddp do ponto D em relação
ao ponto C. Usando 0.1 obtemos
R1R3=R2R4(0.3)
Na prática utiliza-se uma resistência
variável no lugar de um dos resistores do
circuito. Variando-se esta resistencia o
equi7ıbrio è determinado quando a corrente
no medidor for zero.
Dependência da resistência e da
resistividade com a temperatura.
A resistência elêtrica R de um fio, em Ω, è
dada pela conhecida equacao
R=ρl
A(0.4)
onde ρ é a resistividade e7etrica do material
em Ωm, l o comprimento do fio em m e A a
area da sBcao transversal do fio em
.
A variação da resistência e da resistividade
com a temperatura pode ser considerada
linear em alguns intervalos da temperatura.
Quando isto é posDıvel escrevemos
RRo
TT0
=α R0,ρρ0
TT0
=α ρ0(0.5)
portanto,
R=R0
[
1+α(TT0)
]
, ρ=ρ0
[
1+α(TT0)
]
(0.6)
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Ponte de Wheatstone

Alírio Fernando Cardozo Cardenas Engenharia Física – Universidade Federal da Integração Latino-Americana [email protected] Resumo. O presente trabalho trata-se do estudo do ponte de wheatstone, se fiz o montagem do circuito no simulador para determinar o sistema em equilíbrio, além disso também foram feitas gráficas representativas do comportamento dos dados obtidos no experimento e tabelas com os valores colectados. neste sentido se observou o comportamento típico do ponte de wheatstone. INTRODUÇÃO Consideremos o circuito da ponte de Wheatstone mostrada na Fig. 1. Fig.1-Circuito da ponte de Wheatstone. Seja V^ 2 a diferença de potencial (ddp) do pontos A em relação ao ponto C e V^ 3 a ddp do ponto B em relac̃ao ao mesmo ponto C. Dizemos que a ponte esta em equiĺıbrio quando V (^) 2 = V (^) 3 (0.1) Como nesta condição a ddp entre os pontos A e B é nula, a corrente que passa pelo braço central do circuito é também nula. Teremos nesta condição:

V 2 =

R 2

R 1 + R 2

V 0 , V 3 =

R 3

R 3 + R 4

V 0 (0.2)

onde V^ 0 , é a ddp do ponto D em relação ao ponto C. Usando 0.1 obtemos R 1 R 3 = R 2 R 4 ( 0.3) Na prática utiliza-se uma resistência variável no lugar de um dos resistores do circuito. Variando-se esta resistencia o equiĺıbrio è determinado quando a corrente no medidor for zero. Dependência da resistência e da resistividade com a temperatura. A resistência elêtrica R de um fio, em Ω, è dada pela conhecida equacao R = ρ l A

onde ρ é a resistividade eĺetrica do material em Ωm , l o comprimento do fio em m e A a area da sȩcao transversal do fio em (^) m^2_._ A variação da resistência e da resistividade com a temperatura pode ser considerada linear em alguns intervalos da temperatura. Quando isto é posśıvel escrevemos RRo TT (^) 0 = α R 0 , ρρ 0 TT (^) 0 = α ρ 0 (0.5) portanto,

R = R 0 [ 1 + α ( T − T 0 )] , ρ = ρ 0 [ 1 + α ( T − T 0 )] (0.6)

onde α é chamado coeficiente de temperatura da resistência e R 0 e ρ 0 são a resistência e a resistividade à temperatura T (^) 0 , geralmente escolhida como a temperatura ambiente. Para o cobre temos ρ Cu =1.69 x 1 0 − 8 Ω .m ❑e α Cu =4.3 x 1 0 − 3 K − (^1) e para o alumınio ρAl =2.75 x 10 − 8 Ω. m e α (^) Al =4.4 x 1 0 − 3 K − 1 Estes valores da resistividade são a temperatura de 20ºC. Embora a dependência da resistividade do alumınio seja quase parabólica entre a temperatura ambiente e aproximadamente 1000ºC, para o intervalo entre a temperatura ambiente e 100ºC podemos aproxiḿa-la por uma reta. As retas para o alumínio e para o cobre, neste intervalo, são mostradas na Fig.2. Fig. 2- Dependência da resistividade do cobre e do aluḿınio com a temperatura OBJETIVO Compreender experimentalmente o funcionamento da Ponte de Wheatstone em medidas de resistência elétrica. DESCRIÇÃO EXPERIMENTAL Nesta prática utiliza-se o ponte de Wheat-stone para determinar o valor da resistência Rx , além disso equacionar a situação de equilíbrio. Identifica-se na Fig.3 as resistências conhecidas fixas. também foi planejado o experimento e montagem e registro dos dados e o tratamento destes. Se monto o circuito da Fig. utilizando os valores nominais de Rp =1,5 kΩ, Rgh = 47 Ω, Rx = 1 kΩ. (^) foi feito o ajuste da tensão E da fonte para que ao variar a resistência de década Rd , a corrente IG no galvanômetro permaneça dentro dos limites do instrumento, Em seguida, retire a resistência de proteção Rsh para fazer as medidas. Utilizando R1 = R2 = 10 Ω, varia- se a resistência de cada Rd e se faz medidas da corrente no galvanômetro I^ G colectando 15 pontos. Logo monte-se uma tabela de Rd e I (^) G. Também foi feito as mesmas variações para R1 = R2 = 1 kΩ e para R1 = R2 = 10 kΩ Observou-se que a sensibilidade da ponte, i.e. a “qualidade da definição do equilíbrio”, depende dos valores dos resistores conhecidos (R1, R2, Rx). Ou seja, verificou-se para quais valores de R e R2 (comparados ao valor de Rx), há maior variação da corrente IG, quando a ponte se afasta do equilíbrio (ie, quando Rd se afasta do valor de Rx). Num mesmo gráfico, se fez as 3 curvas de IG versus Rd correspondentes às medidas dos itens 5- Parte II

Tabela.1 Dados do Rd e IG, para 10 ohms Tabela.2 Dados do Rd e IG, para 1k ohms Tabela.3 Dados do Rd e IG, para 10k ohms Agora apresentamos para 220 ohms que corresponde à parte II do trabalho. Tabela.4 Dados do Rd e IG, para 10 ohms

Tabela.5 Dados do Rd e IG, para 1k ohms Figura.6 Dados do Rd e IG, para 10k ohms Fig.7 Rd vs IG (1k ohms) Parte II Fig.8 Rd vs IG (220 ohms CONCLUSÃO Sabemos que a sensibilidade sempre vai ser alta quando temos quatro resistências iguais ou por lo menos próximas, quando o valor de qualquer de alguma dessas resistências for alterada vamos a obter uma variação no galvanômetro, Na situação de equilíbrio determinamos com grande precisão a resistência elétrica do elemento resistivo Rx dizemos que há uma igualdade entre os produtos das resistências cruzadas. Referências Bibliográficas Halliday D.; Resnick R.; Merrill J.; Fundamentos de Física, vol. 3