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Excelente obra para Análise Combinatória
Tipologia: Notas de estudo
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O. A construção do triângulo justifica-se pela relação de Stifel em que um elemento da linha n e coluna p & obtido pela soma dos elementos da linha n - 1 correspondentes às colunas p-1 e p, ou seja: =D + (5) Exemplo de triângulo de Pascal ou de Tartaglia: 4.1. Teorema das colunas - expressão analítica: n- n-2 n-3 Pp PI) cen (mi) ta) + Dt +) tg =) Ou seja a soma dos elementos de uma coluna atê determinada linha & igual ao elemento da linha e coluna seguintes às consideradas. Exemplo Greca += (5) = 1+3+6410=20 4.2. Teorema das linhas. A soma dos elementos da linha n do triângulo de Pascal É igual = - =n = à potência n do número 2, isto E, E, (1) = 2h, se fizer a soma com sinais nos alternados & zero, isto & ECN) (5) = 0 d=0 Representando os subconjuntos ay,a,, ... , à, = A e » 9) = B tem-se: À a, as. mr j Trocando-se ajea, de posição, temos Aa, a; B. O que não acarreta alteração no número de inversões nos subconjuntos À e B. Apenas, se a; a, cons tituia uma inversão (permanência) na primeira, passou a constituir permanência (inversão) na segunda, havendo então, diminuido (aumentado) de 1 0 número de inversões, que se era par (impar) passou a ser impar (par), mudando a classe da permutação. 29 Caso: Os dois elementos não são consecutivos: Suponha à; +... açõ Pp Efetuando p mudanças sucessivas de classe, chegar-se-à a posição. Finalmente, fazendo mais uma troca, ou seja p+1, chegar-se a 2.000. B Aa, à; p k Tem-se, então, um total de p+1+p = 2p+1 (nimero ímpar) de mudanças de classe. Portanto, se o número de inversões era impar (par), somando a núme ro ímpar, passou a ser par (impar), havendo a permutação mudado de classe. Consequência: Feitas as n! permutações entre n elementos, hã tantas de classe par (p) quantas de classe Impar (1), isto E, P = 1 = 6. Permutações Circulares, P( - n Os elementos estão dispostos segundo uma circunferência e de acordo com um sentido determinado. Chama-se permutações circulares de n elementos às permutações obtí- das passando sucessivamente para o Último lugar o primeiro elemento da per- mutação. Para exemplificação, tomemos os elementos a,b,Cyd: abcd bcda cdab dabc 8 E claro que ao agrupamento de n elementos, correspondem n permutações circulares desses agrupamentos . Designemos por P. o numero das disposições possíveis, distintas, n de n elementos sobre uma circunferência, como cada uma dessas disposições dã origem a n permutações circulares, e como o número total das permuta - ções de n elementos é nº, tem-se: nP. = n! poi (nm! do anterior: 7. Permutações com Repetição, ou seja com elementos nem todos distintos. Consideremos a permutação: ajaegay byby CCC, Total das permutações simples desses 10 elementos & 10! Fazendo ay = ap =a,=&, =a,0 no de permutações dos mesmos 10 elementos em que 4 deles são iguais serã evidentemente. 10: 4 Fazendo ema aaa bb 6 o C 4 » = b, O nb de permutações será: 4 Finalmente, fazendo C, =C, =C,=C,=C o n9 de permutações dos elementos aaaabbccccõserã evidentemente: ou seja: 10: 4.214 Represente-se por: CAR? = nº Formação dos arranjos binârios com repetição com quatro elementos a,b,c,d. aa ba ca de ml = 42.16 ab bb cb ab ac be cc dc ad bd cd ad Número de arrajos, com repetição, de classe p 1 - (Ap =, (ARZ=n (AlG. 0.5 taRjD = n (ARjDT] Mul tfplicando, menbro à membro, essas p igualdades, e suprimindo os fatores comuns a anbos os membros, obtemos: PP AM, =n 9. Combinações com repetição: As combinações com repetição de p dos n elementos são.os conjuntos de p elementos, distintos ou não, dentre n elementos dados. Representa-se por: (CRF = cl p> 0 o VIA > p m+p-1 Uma combinação difere da outra pela natureza ou pela frequência dos elementos. Exemplo: 22 be gáferem pela natureza do Ultimo elemento. aabd à ; ; € diferem pela frequência dos elementos a e b. a c un Formação das combinações: binárias com repetição de três elementos asb,c: Acrescenta-se ao elemento a sucessivamente os elementos a,b e c,ao elemento b sucessivamente b e c e ao elemento c ele proprio, ou seja: aa bb cc 2 2 2 4.3 (cRjÊ = € = cê dio. ab be 3 3421 4a ac Formam-se analogamente, as combinações ternárias, acrescentando-se ao grupo a a sucessivamente a,b e c, àos grupos a be bb sucessivamente be c e aos grupos ac, bceccoelementoc, ou seja: ada bbb ecc aBb bbc asc abb bec (om3. cê. St 19 3 5 1.2.3 abc E acc Número de combinações com repetição. seja (CR)P 0 número de combinações com repetições de classe p(p > 1) dos n elementos. Como hã n elementos distintos e cada um deles entra no quadro igual nômero de vezes, o elemento à aparecerá — (CR)P vezes. Isolando no quadro todos os agrupamentos iniciado por a. Suprimindo esse elemento inicial, ficaremos con o quadro das (GR)B"T, que é o número de vezes que a entra como primeiro elemento. Se a não for elemento inicial entrarã tantas vezes quantas faça parte do quadro das corpo, isto é, eo (erp. Concluimos que o e Temento a entra no quadro das combinações com repetições de classe p do n ele mentos tantas vezes quantas são. (oRjPT + BELO (cryP-1 podemos escrever: R n n Po P. p-1 p-1 po. Atpd p= po (erp = (eRf] + E terjP = + (cep Substituindo sucessivamente p = 2,3, ..., p, temos 12 Dizemos, então, que são iguais os números de combinações complementares (termos equidistantes), isto é, de clas- ses cuja soma é igual ao número de objetos. 12.4. - Soma dos coeficientes do binômio. se, na formula do binômio, fizemos em ambos os membros x =a =, teremos: le en" 12.4.1 - Fazendo x = a = 1, obtem-se a soma de todos os coeficientes binominais de classe par e classe impar: [ classes par : (De(BacD je. zero] n [ 2 nP=o í nm p=o ( Classes impar : UG .= 12.5. - Termo de Maior Coeficiente. No desenvolvimento do binômio de Newton os coeficientes são: = Demo (= srlspo ca Q=1 Para um deles ser maior que o precedente, é preciso que: AB, ou Al, noprl>p= pote (1) ia ips + . Seja k, o maior inteiro inferior a LS] ; então: n+1 2— K< ex+2> Lilo o