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Análise circunstâncial do mapa de solos do Brasil
Tipologia: Notas de estudo
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Trabalho apresentado ao curso de Agronomia do Instituto Federal Goiano – campus Rio Verde como requisito a disciplina de Física e Classificação dos Solos
Prof: Gilberto Colodro
Os latossolos, que apresentam bom potencial para uso agrícola, aparecem no mapa em gradações da cor laranja (LA, LV e LVA) em gradações da cor laranja (LA, LV e LVA). Estão espalhados por todo o território brasileiro, principalmente na região Centro- Oeste, mas também no Triângulo Mineiro e no Nordeste. Mais profundos,antigos e com baixa disposição á erosão, os latossolos são utilizados no Centro-Oeste parar a produção de grãos, principalmente soja e milho. Essa utilização agrícola é praticada em geral de forma intensiva, com aplicação maciça de calcário e de fertilizantes químicos, bem como mecanização.
Esse tipo de solo também ocorre em grandes extensões dos tabuleiros costeiros do estado de Alagoas, onde são muito utilizados com a cultura da cana-de-açúcar, assim como
no centro-oeste paulista. Já no Triângulo Mineiro, no oeste de Minas Gerais, os latossolos são muito utilizados para a cultura de café irrigada. Também a atividade pecuária do país se desenvolve largamente sobre latossolos, que em geral estão associados a relevos suaves.
No outro extremo da potencialidade agrícolas se encontram os solos brasileiros mais jovens, típicos de serras e de relevos mais movimentados, chamados neossolos litólicos, representados no mapa em cor cinza de tonalidade média(RL). Encontrados em expressivas áreas do Sul e do Nordeste, esses solos apresentam sério problemas de utilização devido á pouca profundidade, baixa retenção de água e dificuldade de penetração de raízes, além de predisposição á erosão.
Entre esses dois extremos, o Brasil apresenta solos com todo tipo de evolução e espessura. Entre todos, os de ocorrência mais frequente são os argissolos, de moderada alta suscetibilidade á erosão, que aparecem no mapa em tons de amarelo e ocre (PA, PV e PVA).
Os solos mais ricos, segundo sua utilização, são os nitossolos vermelhos (antiga terras roxas), de alta fertilidade, profundos a medianamente profundos. Representados no mapa em marrom arroxeado (NV), são terrenos de idade intermediária, originários de rochas básicas que, ao se decomporem, liberam nutrientes que originam solos ricos principalmente em cálcio, magnésio e potássio. Encontrados em regiões restritas do interior de São Paulo, nos estados da região Sul, no centro do Pará e na divisa de estados entre Maranhão e Tocantins, os nittossolos representam cerca de 1% do território nacional aproximadamente 9,23 milhões de hectares. Na região Sul, principalmente no estado do Paraná, esses solos são utilizados para produção de soja, trigo e milho.
O mapa permite visualizar ainda outros tipos de solos. Os vertissolos (VC) e cambissolos (CX) do Vale do rio São Francisco, principalmente em superfícies dos município de Petrolina PE e Juazeiro BA, São bastante utilizados com agricultura irrigada, destacando-se as culturas de cana-de-açúcar e a fruticultura melão, manga, uva e melancia principalmente. Os planossolos (SG) do extremo sul do país são utilizados com cultura de arroz irrigada. Os cambissolos da chapada do Apodi, que ocupam expressivas superfícies dos estados do Rio Grande do Norte e do Ceará, são intensivamente utilizados com fruticultura irrigada, principalmente para produção de melão, maracujá e melancia.
que permite a penetração das raízes e da água. Assim, o uso de latossolos demanda correção com nutrientes, mas o plantio compensa economicamente graças á mecanização permitida pelo relevo suave ao qual geralmente está associado.
No Estado de Goiás observam-se os seguintes grupos de solos: Latossolo, Cambissolo, Argissolo, Nitossolo, Neossolo Quartzarênico, Neossolo Litólico, Plintossolo, e Gleissolo, sendo o latossolo o grupo predominante. Possuem fertilidade natural variável de baixa a alta, dependendo do tipo de relevo predominante e da rocha geradora do solo. Os Latossolos Vermelhos predominam no sudoeste, ocupando 30% do Estado, e, apesar da baixa fertilidade, o relevo, as baixas declividades e a grande espessura desse solo favorecem à agricultura mecanizada. Outros 15% são ocupados por Latossolos Vermelho Amarelo, em áreas onde predominam pastagens plantadas
Latossolo
Em geral, apresentam relevo suave, grande profundidade, alta permeabilidade e baixa capacidade de troca catiônica. Ocorre a predominância de óxidos de ferro, de alumínio e caulinita, que é uma argila de baixa atividade, sendo predominante na fração argila dos latossolos. Esta combinação química, juntamente com matéria orgânica e alta permeabilidade e aeração conferem ao latossolo uma estrutura fina, muito estável que facilita o cultivo. Em caso de compactação subsuperficial, a erodibilidade destes solos aumenta, exigindo cuidados redobrados no seu manejo.
Cambissolo
São solos constituídos por material mineral com horizonte B incipiente subjacente a qualquer tipo de horizonte superficial, exceto hístico com 40cm ou mais de espessura, ou horizonte A chernozêmico, quando o B incipiente apresentar argila de atividade alta e saturação por bases alta. Plintita e petroplintita, horizonte glei e horizonte vértico, se presentes, não satisfazem os requisitos para Plintossolos, Gleissolos e Vertissolos, respectivamente.
Argissolo
São solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B textural imediatamente abaixo do A ou E, com argila de atividade baixa ou com argila de atividade alta conjugada com saturação por bases baixa e/ou caráter alítico na maior parte do horizonte B, e satisfazendo, ainda, os seguintes requisitos:
Nitossolo :
São solos minerais, não-hidromórficos, apresentando cor vermelho-escura tendendo à arroxeada. São derivados do intemperismo de rochas básicas e ultrabásicas, ricas em minerais ferromagnesianos. Na sua maioria, são eutróficos com ocorrência menos
freqüentes de distróficos e raramente álicos. Quando comparados aos latossolos, as TRs apresentam maior potencial de resposta às adubações, conseqüência de sua CTC mais elevada.
Apresentam horizonte B textural, caracterizado mais pela presença de estrutura em blocos e cerosidade do que por grandes diferenças de textura entre os horizontes A e B. A textura varia de argilosa a muito argilosa e são bastante porosos (normalmente a porosidade total é superior a 50%). Uma característica peculiar é que esses solos, como os Latossolos Roxos, apresentam materiais que são atraídos pelo imã. Seus teores de ferro (Fe2O3) são elevados (superiores a 15%).
Na Região do Cerrado, é comum amostras de TRs com a presença de horizonte B latossólico logo abaixo do B textural. Essas passam a se chamar Terra Roxa Estruturada Latossólica e apresentam comportamento intermediário entre Terra Roxa Estruturada e Latossolo Roxo.
Em geral, são solos originados de depósitos arenosos, apresentando textura areia ou areia franca ao longo de pelo menos 2 m de profundidade. Esses solos são constituídos essencialmente de grãos de quartzo, sendo, por conseguinte, praticamente destituídos de minerais primários pouco resistentes ao intemperismo.
Essa classe de solos abrange as Areias Quartzosas não-hidromórficas descoloridas, apresentando também coloração amarela ou vermelha. A granulometria da fração areia é variável e, em algumas situações, predominam diâmetros maiores e, em outras, menores. O teor máximo de argila chega a 15%, quando o silte está ausente.
Neossolo Litólico
Os Cambissolos e Neossolos Litólicos ocupam 10% da área do Cerrado. Os Neossolos Litólicos eram anteriormente chamados de Solos Litólicos. Uma das principais características dos Cambissolos e Neossolos Litólicos é serem pouco profundos e, muitas vezes, cascalhentos. Estes são solos "jovens" que possuem minerais primários e altos teores de silte atê mesmo nos horizontes superficiais (os latossolos, por exemplo, podem ter muita areia ou argila, mas nunca têm teores altos de silte). O alto teor de silte e a pouca profundidade fazem com que estes solos tenham permeabilidade muito baixa. Cambissolos diferenciam-se dos Neossolos Litólicos por apresentarem um horizonte B incipiente que tenha pelo menos 10 cm de espessura. Os Cambissolos também tendem a ser mais profundos que os Neossolos Litólicos
Plintossolo
No Sistema Brasileiro de Classificação de Solos, é a classe de solos minerais formados sob condições de restrição à percolação de água, sujeitos ao efeito temporário de excesso de umidade, de maneira geral imperfeitamente ou mal drenados, que se caracterizam fundamentalmente por apresentar expressiva plintitização com ou sem petroplintita ou horizonte litoplíntico, na condição de que não satisfaçam os requisitos estipulados para as classes dos Neossolos, Cambissolos, Luvissolos, Alissolos, Argissolos, Latossolos, Planossolos ou Gleissolos.
Os Latossolos Vermelhos predominam no sudoeste do estado, ocupando 30% do estado, e apesar da baixa fertilidade o relevo, as baixas declividades e grande espessura desse solo favorecem a agricultura mecanizada. Outros 15% são ocupados por Latossolos Vermelho e Amarelo, em áreas onde predominam pastagens plantadas.
Latossolos
Solos constituídos por material mineral, apresentando horizonte B latossólico imediatamente abaixo de qualquer tipo de horizonte A, dentro de 200cm da superfície do solo ou dentro de 300cm, se o horizonte A apresenta mais que 150cm de espessura.
Latossolos Amarelos – Solos com matiz mais amarelo que 5YR na maior parte dos primeiros 100cm do horizonte B (inclusive BA).
Latossolos Vermelhos – Solos com matiz 2,5YR ou mais vermelho na maior parte dos primeiros 100cm do horizonte B (inclusive BA).
Latossolos Vermelho-Amarelo – Outros solos com matiz 5YR ou mais vermelhos e mais amarelos que 2,5YR na maior parte dos primeiros 100cm do horizonte B (inclusive BA).
A classe dos Latossolos constitui o agrupamento de solos mais extenso do sudoeste goiano. São, em geral, solos com boas propriedades físicas e situados, na maioria dos casos, em relevo favorável ao uso intensivo de máquinas agrícolas, exceção dos solos em regiões serranas. Os Latossolos tendem a apresentar elevada porosidade e friabilidade, o que facilidade seu manejo agrícola. O relevo com declividade geralmente inferior a 5% qualifica os Latossolos como os mais adequados para a agricultura extensiva no Estado de Goiás. Sua principal limitação é a baixa disponibilidade de nutrientes nos solos distróficos e a toxicidade por alumínio trocável. Porém, o relevo favorecendo a mecanização, torna tais deficiências de fácil correção quando aplicada a tecnologia adequada.
São solos com boa drenagem interna, mesmo os argilosos. Os Latossolos Férricos devido ao elevado teor de óxidos de ferro apresentam elevada capacidade de adsorção de fósforo. Tal fato pode ser de importância na planificação de emprego de insumos em áreas porventura ainda não agricultadas. Esses solos, quando ácricos, apresentam virtual ausência de alumínio ao longo do perfil, o que constitui fator positivo, mas natureza oxídica do material desses solos permite que se manifeste, a pouca profundidade, a predominância de cargas positivas sobre as negativas. Consequentemente, a retenção de ânions (sulfatos, fosfatos, nitratos) é maior que a de cátions, fato que demanda práticas específicas de manejo.
A baixa atividade das argilas dos Latossolos confere-lhes diminuta expansibilidade e contratibilidade, qualificando, os de textura argilosa, como excelente material para piso de estradas. Por serem solos fáceis de serem escavados e ainda bastante profundos e porosos são bastante apropriados para aterros sanitários.
Nos Latossolos de textura média, o teor relativamente elevado de areias, confere- lhes uma geometria de poros onde os macroporos são preponderantes. Nesta situação a capacidade de retenção de água é baixa e a permeabilidade do solo alta, favorecendo a déficits hídricos nos períodos de veranicos.
Seu solo é do tipo latossolo vermelho escuro com texturas argilosa e areno-argilosa. Os Latossolos Vermelhos predominam no sudoeste, ocupando 30% do Estado, e, apesar da baixa fertilidade, o relevo, as baixas declividades e a grande espessura desse solo favorecem à agricultura mecanizada. Outros 15% são ocupados por Latossolos Vermelho Amarelo, em áreas onde predominam pastagens plantadas.
O Estado do Maranhão, por sua extensão, apresenta grande variabilidade de solos. As principais ordens de solos identificadas, segundo o mapa pedológico do estado (JACOMINE et al., 1986), são: argissolos (antigos podzólicos), cambissolos, gleissolos, latossolos, neossolos flúvicos (antigos aluviais), neossolos litólicos (antigos litossolos), neossolos quartzarênicos (antigas areais) quartzozas, nitossolos (antigas terras roxas e podzólicos por cerosidade), planossolos, plintossolos, vertissolos e solos indiscriminados de mangues. Os solos predominantes são distróficos, com ocorrências de eutróficos em várias regiões da área de estudo. Tal característica indica que a maioria deles necessita de calagem para neutralizar a acidez e elevar os teores de Ca2++ e Mg2++, como também de fertilizantes de maneira geral.
Por outro lado, como o relevo local dominante favorece a mecanização, essas práticas são de execução relativamente simples, quando adotadas as tecnologias adequadas e os solos forem profundos sem limitações de pedregosidade, rochosidade, camadas cimentadas ou concreções. A classe de solo dominante é a dos latossolos, em relevo pouco declivoso.
Formados por terrenos cristalinos e sedimentares que lhe deram origem, os solos paraenses apresentam-se com certa diversidade, sendo caracterizados especialmente, pela intensiva lixiviação (lavagem do solo pelas águas das chuvas) a que são submetidos. As derrubadas e queimadas que vêm ocorrendo no Estado, expõem o solo diretamente ao trabalho da erosão pluvial devido aos altos índices de chuvas que caracterizam a região. A ilusão do caboclo paraense de que as queimadas fertilizam o solo, o que inegavelmente ocorre na sua fase imediata, não leva em consideração que os nutrientes se perdem com as chuvas, deixando o solo empobrecido. Pelas características geomorfológicas e climáticas da região, os solos paraenses podem ser classificados, genericamente, em solos de várzeas e de terra firme. Os solos de várzeas, localizados nas margens dos rios, são adubados e drenados naturalmente pelas enchentes periódicas. São ricos em húmus (matéria orgânica) devido às aluviões que se depositam nas suas margens. São originários, portanto, de terrenos sedimentares recentes (terciários e quaternários), hidromorfos e geralmente argilo- arenoso. Podem ser aproveitados em culturas temporárias como arroz, juta e malva, mas não apresentam condições adequadas à mecanização das lavouras. Já os solos de terra firme, com predominância dos latossolos, amarelos ou vermelhos são mais destinados a culturas permanentes ou de ciclos longos, como da pimenta-do-reino, cacau e dendê. Existem algumas manchas de terra roxa disseminadas mais para o Sul do Estado. Nas demais áreas, os solos podem ser corrigidos através da adubação, que suprirá a pobreza em minerais nutrientes e acidez. Esses solos são geralmente profundos, bem drenados e, como aparecem em áreas planas ou pouco acidentadas, oferecem condições adequadas à mecanização. Alguns dos principais tipos de solos existentes no Pará têm nomes estranhos, comuns apenas aos estudiosos de pedologia. A seguir, relacionamos esses tipos de solo e suas características mais acentuadas. O grupo dos latossolos amarelos tem sua origem relacionada a sedimentos areno-argilosos dos períodos quaternário e terciário. Encontrado na faixa paralela aos rios Guamá, Tocantins e Amazonas. O latossolo vermelho-amarelo apresenta características semelhantes ao latossolo amarelo, inclusive quanto à origem, mas com teor mais elevado de Fe²O³ (óxido de ferro). Encontra-se no extremo Norte do Estado e ao longo do Rio Araguaia. A terra roxa estruturada caracteriza-se pela profundidade,
O Brasil apresenta uma grande diversidade de classes de solos. Para agrupar os solos brasileiros de acordo com suas característica comuns, disponibilizar uma ferramenta para previsão do seu comportamento diante de determinados usos e/ou práticas de manejo e permitir a comunicação entre os diversos profissionais que atuam na ciência do solo e áreas correlatas, desenvolveu-se o Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Os Latossolos são os solos predominantes no Brasil e, em geral, apresentam relevo suave, grande profundidade, alta permeabilidade e baixa capacidade de troca catiônica. Ocorre a predominância de óxidos de ferro, de alumínio e caulinita, que é uma argila de baixa atividade, sendo predominante na fração argila dos latossolos. Esta combinação química, juntamente com matéria orgânica e alta permeabilidade e aeração conferem ao latossolo uma estrutura fina, muito estável que facilita o cultivo. Em caso de compactação subsuperficial, a erodibilidade destes solos aumenta, exigindo cuidados redobrados no seu manejo. Dentro da classificação de latossolos, ainda existe uma subdivisão, ou seja, eles podem ser classificados de acordo com sua coloração, a qual reflete maior ou menor riqueza em óxidos de ferro. Assim, predominam no Brasil os seguintes latossolos: Latossolo Roxo, Latossolo Bruno, Latossolo Vermelho-Escuro, Latossolo Vermelho Amarelo e, Latossolo Amarelo. O teor de óxidos de ferro decresce do Latossolo Roxo para o Latossolo Amarelo. O Latossolo Roxo apresenta-se, em relação aos demais, com maior fertilidade, ocorrendo, porém, em menor freqüência.
JACOMINE, P.K.T. et al. Levantamento exploratório-reconhecimento de solos do Estado do Maranhão. Rio de Janeiro, Embrapa-SNLCS/SUDENE-DRN, 1986. 964p. (Embrapa. SNLCS. Boletim de Pesquisa, 35 ). (Brasil. SUDENE. DRN. Série Recursos de Solos, 17).
VALLADARES, C.C.; HOTT M. C., QUARTAROLI C. F.; MIRANDA E. E. & KEPCLER D. Aptidão Agrícola do Maranhão. Campinas: Embrapa Monitoramento por Satélite, 2005. Disponível em: . Acesso em: 5 jun. 2010.
http://mapas.ibge.gov.br/solos/viewer.htm
http://marcoskondo.com.br/upload/GENESE_ZOOTECNIA_APOSTILA_1-2009.pdf
http://www.cnpat.embrapa.br/cnpat/cd/jss/acervo/Dc_031.pdf
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http://www.urutagua.uem.br//006/06pedroso.htm
http://www.ecoeco.org.br/conteudo/publicacoes/encontros/vi_en/artigos/mesa4/Expans_o_da_ Fronteira_Agr_cola.pdf
http://www.istoeamazonia.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=707&Itemid= 236
http://www.uep.cnps.embrapa.br/solos/index.php?link=pi
http://www.revistarural.com.br/edicoes/2003/Artigos/rev68_ibge.htm#top
http://www.cnps.embrapa.br/solosbr/pdfs/doc114_2009_atualizacao_sibcs.pdf