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Aplicações da integral simples, Notas de estudo de Cálculo

Cálculo integral e área de regiões planares: introdução

Tipologia: Notas de estudo

2012

Compartilhado em 03/04/2012

thamyris-queiroz-10
thamyris-queiroz-10 🇧🇷

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Chapter 1
Aplicações da Integral Simples
1.1 Área de regiões planares
Seja Ra região limitada pelo gráfico da função y=f(x), as retas x=a,x=be o
eixo x,sendo f(x)0para todo [a,b]. Aárea da região Ré dado pela fórmula:
A=Zb
a
f(x)dx.
x
y
O
R
b
a
y=f(x)
x
y
Ob=xn
a x1x2xixi+1
y=f(x)
DEMONSTRAÇÃO
Tomemos números x0,x1,x2,···,xn[a,b]tais que a=x0< x1< x2<···< xn=be,
x
1,x
2,···,x
ntais que x
i[xi1,xi]. Então
A
=(x1x0)
|{z }
x1
f(x
1) + (x2x0)
| {z }
x2
f(x
2) + ···+ (xnxn1)
| {z }
xn
f(x
n) =
n
X
i=1
xif(x
i)
2
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
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pf2f
pf30
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Chapter 1

Aplicações da Integral Simples

1.1 Área de regiões planares

Seja R a região limitada pelo gráfico da função y = f (x), as retas x = a, x = b e o eixo x, sendo f (x) ≥ 0 para todo [a, b]. A área da região R é dado pela fórmula:

A =

∫ (^) b a f (x)dx.

x

y

O

R

a b

y = f (x)

x

y

O a x^1 x^2 xi^ xi+1 b^ =^ xn

y = f (x)

DEMONSTRAÇÃO

Tomemos números x 0 , x 1 , x 2 , · · · , xn ∈ [a, b] tais que a = x 0 < x 1 < x 2 < · · · < xn = b e, x∗ 1 , x∗ 2 , · · · , x∗ n tais que x∗ i ∈ [xi− 1 , xi]. Então

A ∼= ( ︸x 1 ︷︷− x 0 )︸ ∆x 1

f (x∗ 1 ) + ( ︸x 2 −︷︷ x (^0) ︸) ∆x 2

f (x∗ 2 ) + · · · + ( ︸x n −︷︷ x n− 1 )︸ ∆xn

f (x∗ n) = ∑^ n i=

∆xif (x∗ i )

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.1: Área de regiões planares

∴ A = (^) max ∆limxi→ 0

∑^ n i=

∆xif (x∗ i ) =

∫ (^) b a f (x) dx

Resumindo:

  • Seja R a região delimitada pela curva y = f (x), f contínua em [a, b], pelas retas verticais x = a e x = b, e eixo x, então a área A de R é dado por

A =

∫ (^) b a |f (x)|dx.

  • Em particular se R é a região delimitada pela curva y = f (x), pelas retas verticais x = a e x = b, e eixo x, tais que f contínua em [a, b], f (x) ≤ 0 para a < x < c e f (x) ≥ 0 para c < x < b então a área A de R é dado por

A =

∫ (^) b a^ |f^ (x)|dx^ =^ −

∫ (^) c a^ f^ (x)dx^ +

∫ (^) b c^ f^ (x)dx.

  • Seja R a região delimitada pela curva x = g(y), g contínua em [c, d], pelas retas horizontais y = c e y = d, e eixo y, então a área A de R é dado por

A =

∫ (^) d c |g(y)|dy.

  • Seja R a região delimitada pelas curvas y = f 1 (x), y = f 2 (x) interceptando nos pontos com abscissas x = a e x = b, então a área A de R é dado por

A =

∫ (^) b a |f 1 (x) − f 2 (x)| dx.

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.1: Área de regiões planares Exemplo 1.3. Calcular a área da figura do plano limitada pelas curvas f (x) = 2x^2 + 10 e g(x) = 4x + 16 de modo que − 2 ≤ x ≤ 5.

Solução

Para determinar os limites de integração fazemos a interseção das curvas: y = 2x^2 + 10 e y = 4x + 16

2 x^2 + 10 = 4x + 16 ⇒ x = −1, 3. x

y

A =

− 2 [(2x^2 +10)−(4x−16)]dx+

− 1 [(4x+16)−(2x^2 +10)]dx+

3 [(2x^2 +10)−(4x+16)]dx

A =^1423.

1.1 Observação. Se f e g são funções contínuas em R, para calcular a área da região entre as curvas y = f (x) e y = g(x) necessitamos apenas conhecer os pontos de interseção entre as curvas e o sinal de f (x) − g(x). Não há necessidade de mais detalhes sobre o gráfico de f ou de g.

Exemplo 1.4. Calcular a área da figura do plano limitada pelas curvas y 1 = x^5 − x^3 + 2x^2 − x + 3 e y 2 = x^4 + x^3 + 2x^2 − x + 3.

Solução Interseções: y 1 = y 2 ⇒ x^5 − x^4 − 2 x^3 = 0 ⇒ x^3 (x^2 − x − 2) = 0 ⇒ ⇒ x^3 (x + 1)(x − 2) = 0 ⇒ x = 0 ou x = − 1 ou x = 2. Sinal de y 1 − y 2 = x^3 (x + 1)(x − 2) :

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.1: Área de regiões planares Logo, A =

− 1 (y 1 −y 2 )dx−

0 (y 1 −y 2 )dx =

− 1 (x^5 −x^4 − 2 x^3 )dx−

0 (x^5 −x^4 − 2 x^3 )dx =^11630. Exemplo 1.5. Calcular a área da figura do plano limitada pelas curvas y^2 +y− 1 −x = 0 e y − x = 0.

Solução Neste exemplo convém tomar y como variável independente e as funções x = f (y) = y^2 + y − 1 e x = g(y) = y As interseções da parábola e da reta x = y^2 + y − 1 e x = y são os pontos (−1, −1) e (1, 1). A =

− 1 |y^ −^ (y

(^2) + y − 1)|dy =

− 1 (−y

(^2) + 1)dy

A =^43.

x

y

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.3: Volume de sólidos

1.3 Volume de sólidos

Introdução

Volume de um cilindro reto

Admitiremos inicialmente a definição de volume para cilindros retos:

Tomemos um plano α e uma região R deste plano, com área A limitada por uma curva fechada C. Consideremos uma reta r perpendicular ao plano α e tomemos a superfície cilíndrica tal que C seja sua diretriz e r uma geratriz (isto é, obtida pela reunião de todas as retas paralelas a r passando por algum ponto de C). Consideremos um plano, β, paralelo a α. A região do espaço limitada pela superfície cilíndrica e pelos dois planos é um cilindro de base R e altura h, sendo h a distância entre os dois planos. O volume do cilindro é, V = A.h. Dado um sólido, tomemos um eixo orientado OX e, para todo número real x, o plano perpen- dicular a OX em x (isto é pas- sando pelo ponto de abscissa x do eixo). Suponhamos que:

  • Para todo x ∈ R, o plano em x intercepta o sólido se, e somente, se x ∈ [a, b].
  • Se x ∈ [a, b] a intersecção é uma região desse plano com área que indicaremos por A(x).

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.3: Volume de sólidos Se a função A(x), definida em [a, b], é contínua então o volume do sólido é:

V =

∫ (^) b a^ A(x)^ dx

Dedução da fórmula: Tomemos números x 0 , x 1 , x 2 , ..., xn ∈ [a, b] tais que a = x 0 < x 1 < x 2 < ... < xn = b e números a 1 , a 2 , ..., an tais que ai ∈ [xi− 1 , xi]. O cilindro cuja base é a intersecção do plano perpendicular ao eixo OX em ai com o sólido e cuja altura é (xi − xi− 1 ) tem volume igual a A(ai)(xi − xi− 1 ) e então

V ∼= ( ︸x 1 ︷︷− x (^0) ︸) ∆x 1

A(a 1 ) + ( ︸x 2 −︷︷ x (^1) ︸) ∆x 2

A(a 2 ) + · · · + ( ︸x n −︷︷ x n− 1 )︸ ∆xn

A(an) = ∑^ n i=

∆xiA(ai)

∴ V = (^) max ∆limxi→ 0

∑^ n i=

∆xiA(ai) =

∫ (^) b a^ A(x)^ dx Chamaremos as intersecções do sólido com os planos perpendiculares ao eixo de seções planas do sólido transversais ao eixo OX ou de seções planas.

Exemplo 1.6. Calcular o volume de uma pirâmide cuja base é um quadrado de lado 2 e cuja altura é 3.

Solução

Tomemos o eixo OY perpendicular ao plano da base da pirâmide, ortogonal a um dos lados da base e sua origem e orientação como indicados na figura ao lado.

Para todo y ∈ [0, 3] a seção plana transversal a OY é um quadrado cujo lado varia com y e que indicaremos por L. Então a seção plana tem área A = L^2 e o volume da pirâmide é dado por V =

0 L^2 dy.

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.3: Volume de sólidos Para todo y ∈ [−2, 2] a seção plana transver- sal a OY é um círculo cujo raio varia com y e que indicaremos por r. Então a seção plana tem área A = πr^2 e o volume da esfera é dado por V = π

− 2 r

(^2) dy

Ou usando a simetria da esfera

V = 2π

0 r^2 dy

Para relacionarmos r e y, tomemos a inter- secção da esfera com um plano que contenha o eixo e passe pelo seu centro. Pelo Teorema de Pitágoras (veja figura ao lado),

r^2 + y^2 = 2^2 ⇒ r = ±

4 − y^2

Logo,

V = 2π

0

4 − y^2

dy = 2π

0 (4−y^2 ) dy =^323 π.

Vemos aqui uma confirmação de outra proposição apresentada no Ensino Médio: O volume da esfera de raio R é: V =^4 πR

3

Exemplo 1.8. Represente graficamente e calcule o volume do sólido limitado pelo plano z = 1 e a superfície de equação z = x^2 + y^2.

Solução Representação gráfica: Dado um plano de equação z = c, c constante, (isto é perpendicular a OZ), para obtermos sua intersecção com a superfície, substituímos z = c na equação z = x^2 + y^2 , obtendo,

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.3: Volume de sólidos Logo, a intersecção é

  • Se c > 0, um círculo no plano z = c de equação x^2 +y^2 = c. Portanto com raio √c.
  • Se c = 0, o ponto (0, 0)
  • Se c < 0, vazia

Logo trata-se de uma superfície de revolução em torno de OZ.

Para considerar a intersecção da superfície com o plano Y OZ, substituímos x = 0 na equação z = x^2 + y^2 obtendo a equação da parábola z = y^2. Portanto a superfície é ger- ada pela rotação desta parábola em torno de OZ (é um parabolóide de revolução).

Na figura ao lado temos um esboço do sólido limitado pela superfície e pelo plano z = 1. Cálculo do volume: Para todo z ∈ [0, 1] a seção plana transversal a OZ é um circulo cujo raio é √z. Então a seção plana tem área A = π(√z)^2 = πz e o volume do sólido é dado por

V = π

0 z dz = π 2

[

z^2

] 1

0 =^

π

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.3: Volume de sólidos a superfície, obtém-se substituímos z = c na equação (∗) resultando na equação,

x^2 4 +^

y^2 9 +^ c

︷ ≥︸︸^0 ︷

x^2 4 +^

y^2 9 = 1^ −^ c

2

De acordo com o sinal de 1 − c^2 , temos que a intersecção é:

  • Vazia, se c > 1 ou c < −1.
  • (0, 0) , se c = − 1 ou c = 1
  • Uma elipse no plano z = c, de equação (^ x^2 2 √ 1 − c^2

) 2 +^ y

2 ( 3 √ 1 − c^2

) 2 =^1 e portanto com semi-eixos 2 √ 1 − c^2 e 3 √ 1 − c^2 , se − 1 < c < 1

As seções transversais a OX também são elipses, de equações

(√^ z^2 1 − c

2 4

) 2 +^ y

2 ( 3

1 − c

2 4

obtidas fazendo-se x = c na equação (∗), para − 2 < c < 2. De modo análogo temos que as seções transversais a OY são elipses. A seguir temos um esboço do sólido Cálculo do volume: Para todo z ∈ [−1, 1] a seção plana transver- sal a OZ é uma elipse com semi-eixos 2 √ 1 − c^2 e 3 √ 1 − c^2. Então essa seção plana tem área

A = π(2√ 1 − z^2 )(3√ 1 − z^2 ) = 6π(1 − z^2 )

e o volume do sólido é dado por

V = 6π

− 1 (1−z^2 ) dz = 6π

[

z − z

3 3

] 1

− 1

= 8π.

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.3: Volume de sólidos

Exemplo 1.11. Calcule o volume do sólido que é intersecção dos cilindros x^2 + y^2 = 1 e x^2 + z^2 = 1 (figura ao lado)

Solução Cálculo do volume: Tomemos o eixo OX e as intersecções de cada um dos cilindro com planos perpendiculares a esse eixo. Para o cilindro x^2 + y^2 = 1, fazendo x = c, c constante, na equação desse cilindro obtemos c^2 + y^2 = 1 ⇔ y = ±√ 1 − c^2

Logo a intersecção com o plano x = c é:

  • Vazia, se c > 1 ou c < −1.
  • A reta do plano x = c de equação y = 0 , se c = − 1 ou c = 1
  • A região do plano x = c lim- itada pelas duas retas parale- las y = ±√ 1 − c^2 se − 1 < c <

De modo semelhante, para o cilindro x^2 + z^2 = 1, fazendo x = c, c constante, na equação desse cilindro obtemos

c^2 + z^2 = 1 ⇔ z = ±√ 1 − c^2

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.3: Volume de sólidos Exemplo 1.12. Calcular o volume do sólido cuja base é um círculo de raio 3 e cujas seções transversais a um diâmetro da base são quadrados.

Solução Tomemos um eixo orientado cuja origem é o centro do círculo e que contém o diâmetro (figura ao lado). A seção transversal em x é um quadrado de lado L que varia com x. Logo, sua área é igual a A = L^2 , o volume do sólido é

V =

− 3 L^2 dx = 2

0 L^2 dx (usando simetria)

e

(L

  • x^2 = 3^2 ⇔ L^2 = 4(9 − x^2 ) Portanto,

V = 8

0 (9−x^2 ) dx = 8

[

9 x − x

3 3

] 3

0

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.3: Volume de sólidos Exemplo 1.13. Calcular o volume do sólido cuja base é uma elipse de semi-eixos iguais a 2 e 3 e cujas seções transversais ao eixo maior são triângulos equiláteros.

Solução Tomemos um sistema de eixos cartesianos tal que OX coincida com o eixo maior (figura ao lado) e O coincida com o centro da elipse. Nesse sistema de eixos a elipse tem equação

x^2 9 +^

y^2 4 = 1 A seção transversal em x é um triângulo equilátero de lado L que varia com x. Logo, sua área é igual a A =

√ 3 L 2

o volume do sólido é

V =

− 3

√ 3 L 2

4 dx^ = 2

0

√ 3 L 2

4 dx^ (usando simetria)

Como L = 2y então ( pela equação da elipse)

V =^12

0

3.4y^2 dx = 2

0

1 − x

2 9

dx =

= 8

[

x − x

3 27

] 3

0

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.3: Volume de sólidos Exemplo 1.15. Calcular uma expressão em integrais que represente o volume do sólido cuja base é um triângulo retângulo ABC de catetos AB e AC com comprimentos 3 e 4 e cujas seções transversais a AC são semi-círculos com diâmetros sobre a base do sólido.

Solução Considerando o eixo OX como indicado na figura ao lado, a seção transversal em x tem área A = πr

2 2 sendo^ r^ o raio do semi-circulo. O volume do sólido é

V = π 2

0 r

(^2) dx

Usando semelhança de triângulos

3 4 =^

2 r 4 − x ⇒^

3(4 − x) 8 =^ r

Logo,

V = π 2

0

9(4 − x)^2 64 dx^ =

3 π 2

Cap.1: Aplicações da Integral Simples Sec.4: Exercícios

1.4 Exercícios

[1] Utilizando seções planas paralelas, mostre que o volume de uma pirâmide quadrangular reta, com altura h e base quadrada de lado a, é igual a a

(^2) h

[2] Utilizando integral de seções planas paralelas, mostre que o volume do cone circular reto, de altura h e raio da base r, é igual a πr

(^2) h

[3] Usando o Cálculo Integral, calcule o volume de um tronco de pirâmide, de altura h, cuja base é um quadrado de lado a e cujo topo é um quadrado de lado b.

[4] Calcule o volume de um sólido que tem para base um círculo de raio r e cujas seções transversais a um diâmetro da mesma são triângulos eqüiláteros, todos situados em um mesmo semi-espaço em relação ao plano que a contem, e que têm como um dos seus lados cordas da circunferência da base, perpendiculares a esse diâmetro.

[5] Calcule o volume de um sólido que tem para base um círculo de raio r e cujas seções transversais a um diâmetro da mesma são triângulos retângulos isósceles, todos situados em um mesmo semi-espaço em relação ao plano que a contem, e que têm como um dos seus catetos cordas da circunferência da base, perpendiculares a esse diâmetro.

[6] Calcule o volume de um sólido que tem para base um círculo de raio r e cujas seções transversais a um diâmetro da mesma são triângulos retângulos isósceles, todos situados em um mesmo semi-espaço em relação ao plano que a contem, e que têm como hipotenusa cordas da circunferência da base, perpendiculares a esse diâmetro.

[7] Calcule o volume de um sólido que tem para base um círculo de raio r e cujas seções transversais a um diâmetro da mesma são semi-elipses, todas situadas em um mesmo semi-espaço em relação ao plano que a contem, e que têm o eixo menor como cordas da circunferência da base, perpendiculares a esse diâmetro e a medida do eixo maior igual ao dobro da medida do eixo menor. (Considere a área da elipse de semi-eixos maior e menor a e b, respectivamente, igual a πab ).

[8] Calcule o volume de um sólido que tem para base um círculo de raio r e cujas seções transversais a um diâmetro da mesma são semi-elipses, todas contidas em um mesmo semi-espaço em relação ao plano que a contem, e que têm o eixo menor como cordas da circunferência da base, perpendiculares a esse diâmetro e todas elas têm a mesma