






















Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
Prepare-se para as provas
Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity
Prepare-se para as provas com trabalhos de outros alunos como você, aqui na Docsity
Encontra documentos específicos para os exames da tua universidade
Prepare-se com as videoaulas e exercícios resolvidos criados a partir da grade da sua Universidade
Responda perguntas de provas passadas e avalie sua preparação.
Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium
APOSTILA PARA TREINAMENTO EM BOVINOS DE LEITE
Tipologia: Notas de estudo
1 / 30
Esta página não é visível na pré-visualização
Não perca as partes importantes!























O comércio de produtos lácteos é muito concorrido, obrigando as indústrias a ter menor preço e melhor qualidade em seus produtos para poderem concorrer no mercado. Quando se fala em qualidade dos produtos lácteos, sabe-se que ela começa no produtor pois as indústria, por mais tecnologia que tenham, não conseguem produzir produtos de qualidade se a matéria-prima não for boa. O produtor ganha com os produtos lácteos de qualidade, porque recebe melhor preço. A indústria é beneficiada porque diminui as perdas, amplia seu mercado e tem melhor preço. O consumidor se beneficia porque paga por um produto seguro e de qualidade.
Instrução Normativa 51 do Ministério da Agricultura No dia 20 de setembro de 2002, o governo federal publicou a Normativa 51 que disciplina a produção, coleta, transporte, identidade e qualidade do leite no Brasil. Nesta Normativa 51 são estabelecidos limites de qualidade para o leite cru e prazos para o enquadramento dos produtores a estas normas. É importante que o produtor conheça alguns dos limites e prazos:
Limites e prazos A. menos de 1.000.000 de colônias de bactérias por mililitro de leite - enquadramento até 01/07/ B. menos de 750.000 colônias de bactérias por mililitro de leite - enquadramento até 01/07/ C. menos de 100.000 colônias de bactérias por mililitro de leite - enquadramento até 01/07/2011 (produtor individual) D. menos de 300.000 colônias de bactéria por mililitro de leite - enquadramento até 01/07/2011 (tanque comunitário)
Os principais pontos de contaminação do leite por bactérias são:
Limites e prazos A. menos de 1.000.000 células somáticas por mililitro de leite - enquadramento até 01/07/ B. menos de 750.000 células somáticas por mililitro de leite - enquadramento até 01/07/ C. menos de 400.000 células somáticas por mililitro de leite - enquadramento até 01/07/
De 0 a 300.000 células somáticas por mililitro indica um leite ideal. Acima de 600. CS/ml indica a existência de problemas nas vacas. A presença de grande quantidade de células somáticas diminui a produção de leite por vaca como se pode ver no Quadro 1. Perda de leite por vaca, por dia em função da quantidade de células somáticas por mililitro de leite. QUANTIDADE PERDA DE LEITE CÉLULAS SOMÁTICAS POR MILILITRO QUILOS POR VACA POR DIA 100.000 0, 200.000 1, 400.000 2, 800.000 2, 1.600.000 3, 3.200.000 4, 6.400.000 4,
A existência de grande quantidade de células somáticas no leite indicam que as vacas estão com mamite clínica ou subclínica.
2.3 RESÍDUOS São os resíduos de medicamentos (antibióticos), estimulantes, conservantes, inibidores que prejudicam a indústria que não consegue produzir seus produtos e prejudica o consumidor que fica consumindo estes resíduos em pequenas quantidades e depois quando toma um remédio com antibiótico para combater uma doença ele não tem efeito. O grande problema é o uso indiscriminado de medicamentos nas vacas e após a venda de leite sem observar os períodos de carência necessários. Os limites de resíduos foram estabelecidos nas normas do Programa Nacional de Controle de Resíduos do Ministério da Agricultura onde para cada tipo de resíduo há um limite específico. O prazo para entrar em vigor é até 01 de julho de 2005.
2.4 TEMPERATURA DO LEITE Limite: o leite deve ser entregue ao transportador com menos de 7º centígrados de temperatura. Essa temperatura deve ser alcançada até 3 horas após o encerramento da ordenha. O prazo para se enquadrar é até 01 de julho de 2005. No caso do produtor ter um resfriador de imersão de tarros ele deverá tomar algumas precauções para que consiga baixar o leite a menos de 7º C em até 3 horas. Os cuidados são: o nível da água do tanque deve estar no mesmo nível ou mais alto que o nível do leite dentro dos tarros. O nível da água nunca deve estar abaixo do nível do leite; a água do tanque resfriador deve estar entre 0º a 1º C. O produtor tem que ter um termômetro para acompanhar a temperatura da água e do leite; os tarros devem ser de alumínio ou latão, nunca de plástico; deve mexer o leite a cada 15 minutos em cada tarro; não deve misturar leite resfriado com leite quente.
Os alimentos são compostos de água e matéria seca. É na matéria seca que está o valor do alimento ou seja os nutrientes, conforme o esquema a seguir:
ÁGUA
Água A água é um alimento essencial para a vaca. O animal é suprido de líquido por intermédio da água que bebe, da água dos alimentos e água produzida no organismo. A quantidade de alimento que uma vaca consome está diretamente relacionada a quantidade de água disponível para beber. Uma vaca toma de 40 a 60 litros de água por dia, dependendo da temperatura ambiente e da produção de leite essa quantia pode dobrar. Para efeito de planejamento, calcula-se uma necessidade de 100 litros de água por vaca por dia. A água é um alimento essencial da vaca leiteira e deve estar sempre à disposição dos animais para beber à vontade. Mesmo quando as vacas estão pastando nos piquetes deve ter água disponível. Diminuindo a quantidade de água disponível, reduz, imediatamente, o consumo de alimentos e a produção de leite.
Matéria Seca (MS) Uma vaca consome em torno de 3 a 4 quilos de matéria seca por dia para cada 100 quilos de seu peso. O maior consumo ocorre entre os 50 a 90 dias após o parto. É importante controlar a quantidade de matéria seca consumida pelas vacas, pois é na matéria seca que estão os nutrientes que vão alimentá-las.
Energia (NDT) É o nutriente requerido em maior quantidade depois da água. O valor energético de um alimento é medido em Nutrientes Digestíveis Totais (NDT). O custo da energia necessária para atender a demanda da vaca é muito maior que a soma dos custos de todos os outros nutrientes. Qualquer deficiência de energia diminui, imediatamente a produção de leite. É importante saber que animais fora de seu estado corporal normal (magros) dificilmente pegam cria.
Proteína (PB) O valor protéico de um alimento é expresso em Proteína Bruta (PB). A falta de proteína faz com que os animais percam peso e diminuam, a médio prazo, a produção de leite. O excesso de proteína (mais de 19% de PB na MS) é prejudicial para a vaca, porque aumenta o período de cobertura e o número de serviços por cria, além de que, o animal vai gastar mais energia para eliminar o excesso de proteína (pela urina).
Fibra (FB) A fibra é imprescindível para a vaca. Vacas que não recebem fibra suficiente na alimentação diminuem a gordura do leite e param de ruminar. Mede-se a fibra como Fibra Bruta (FB). A vaca precisa de, no mínimo, 16% de fibra na matéria seca de sua dieta. O excesso de fibra, comum nos pastos velhos, (mais de 22% de fibra na matéria seca) aumenta o período de digestão dos alimentos e conseqüentemente os animais comem menos e produzem menos.
Minerais Os principais minerais para as vacas são o cálcio (Ca), o fósforo (P) e o sódio (Na). O cálcio e o fósforo são os principais componentes dos ossos, dentes e do leite. Na prática, somente o cálcio, o fósforo e o sódio é que são suplementados. Os demais minerais, normalmente, estão presentes em quantidades adequadas nos alimentos das vacas.
Vitaminas São requeridas em pequenas quantidades. Os alimentos fornecidos às vacas, normalmente, contêm as quantidades adequadas de vitaminas.
Tipos de alimentos Os alimentos são classificados em volumosos e concentrados. Os alimentos volumosos necessitam de um maior volume para fornecer a energia e proteína necessárias as vacas e possuem grande quantidade de fibra. Exemplo de volumosos: pastagens, silagem, fenos, palhas, cana, etc. São alimentos necessários para que a vaca não adoeça (parar de ruminar), além de serem os alimentos mais baratos. Os concentrados possuem grande quantidade de energia ou proteína em um pequeno volume e tem baixa quantidade de fibras. Exemplo de concentrados: grãos, farelos, farinhas e alguns resíduos industriais. São alimentos caros e devem ser usados, complementando os volumosos.
usar setas indicando a seqüência do texto
Manutenção - 3760 g NDT - 341 g PB Produção leite - 6020 g NDT - 1680 g PB TOTAL - 9780 g NDT - 2021 g PB
Com 9780 g de energia produziu 20 litros de leite
Necessita de 489 g de energia para cada litro de leite
Manutenção - 3760 g NDT - 341 g PB Produção leite - 1505 g NDT - 420 g PB TOTAL - 5265 g NDT - 761 g PB
Com 5265 g de energia produziu 5 litros de leite
Necessita de 1053 g de energia para cada litro de leite
A vaca deve produzir o máximo de leite possível através da alimentação volumosa (pastagens perenes que são mais baratas) para diminuir o custo de produção do leite. Para consumir o máximo de volumosos a vaca deve ter a pastagem à disposição a maior parte do tempo possível. O ideal é durante as 24 horas do dia. Nas horas mais quentes do dia a vaca deve ter sombra e água à vontade. Para que a vaca consuma bastante pastagem ela deve ser de boa qualidade, isto é:
Quadro 5. Consumo médio de pastagens por vaca por dia. PESO DA VACA - QUILOS CONSUMO DE PASTO - QUILOS 350 42 400 48 450 54 500 60 550 66 600 72 650 78
Mesmo usando o pasto no ponto certo o consumo varia de um capim para outro. Uma vaca de 450 quilos de peso pode consumir ao redor de 65 quilos de aveia nova (menos fibra) por dia, se receber cana-de-açúcar (mais fibra) não consegue consumir 25 quilos por dia.
Fibra do pasto Pasto de boa qualidade é o fornecido no ponto certo, isto é, quando tem uma quantidade adequada de fibra, energia e proteína. A fibra (bagaço) é muito importante para os bovinos, pois ela é necessária para que o animal possa ruminar. Pasto muito novo, com pouca fibra, passa rápido pelo estômago (rúmen) dos bovinos. Nesse caso, o animal não consegue ruminar direito, o esterco fica muito mole e a produção de leite diminui. Pasto muito maduro, com muita fibra, leva muito tempo para ser desmanchado no estômago (rúmen) logo o consumo do animal é menor e ele produz menos.
Uso do alimento concentrado Os alimentos concentrados (farelos, grãos, farinhas e rações concentradas) só devem ser usados para complementar as necessidades da vaca não atendidas pelos pastos. Para cada 2 litros de leite produzidos acima da produção de leite conseguida com os pastos, fornecer 1 quilo de concentrado por vaca e por dia. Cada quilo de alimento concentrado deve ter, no mínimo, 700 gramas de NDT (energia) e 160 gramas de PB (proteína).
Cuidados especiais nos 100 primeiros dias de lactação A vaca deve receber cuidados especiais nos 100 primeiros dias após o parto porque é neste período que ela tem a maior produção de leite, é neste período que a vaca deve pegar cria e é neste período que a vaca não consegue comer tudo aquilo que ela necessita Desafio das vacas Nos primeiros 50 dias após o parto a vaca deve receber uma quantidade de ração concentrada 20% acima de sua necessidade. Esta quantidade é mais para provocar a vaca para produzir cada dia mais até atingir o pico da lactação. É um desafio que se faz a vaca. No caso de se aumentar o concentrado e a vaca não responder em produção de leite, deve-se voltar a quantidade anterior e daí em diante fornecer o concentrado de acordo com a quantidade de leite produzido.
Para se calcular a necessidade de volumoso do rebanho leiteiro deve-se, em primeiro lugar, calcular todos os animais do rebanho como se fossem vacas, obedecendo a tabela a seguir:
Exemplo do cálculo:
8 vacas em lactação 8, 2 vacas secas 2, 4 terneiras menos 1 ano 1, 3 novilhas de 1 a 2 anos 1, 1 novilha mais de 2 anos 0, 2 bois de serviço 3, Total 20 cabeças Total 16,25 equivalentes vacas
Cada vaca ou equivalente vaca consome 12% de seu peso em volumosos. A nossa equivalente vaca pesa 450 quilos. Logo cada equivalente vaca precisa de 54 quilos de volumosos por dia (veja Quadro 5). Como o total são 16,25 equivalentes vacas precisa-se de (54 x 16,25) 877,5 quilos. Acrescenta-se mais 10% para compensar as perdas e arredondando temos 965 quilos de volumosos por dia para 16,25 equivalentes vacas ou seja o rebanho de 20 cabeças.
Primeiro vamos entender como a planta cresce:
No início, a planta utiliza a energia, os minerais e a água da semente para a formação das primeiras raízes e folhas.
As primeiras folhas funcionam como uma fábrica que aproveita a energia do sol, o carbono do ar e as raízes pegam a água e os minerais do solo.
Ao atingir uma certa altura a planta produz mais energia do que precisa e começa a armazenar as sobras nas raízes.
Quando a vaca colhe as folhas da planta a fábrica (folhas) é eliminada parando de produzir.
Para formar novas folhas as plantas utilizam as reservas das raízes. Se não tiver reservas suficientes a planta vai enfraquecendo. Se a planta continuar sendo cortada, sem dar tempo para acumular folhas e reservas nas raízes ela acaba morrendo.
O ponto ótimo de corte (pastejo) é: quando a forragem está no ponto de melhor qualidade; quando a forragem acumulou suficientes reservas (esta com bom desenvolvimento); não prejudica o rebrote; está na melhor altura para a vaca pastejar.
O pastoreio rotativo é o sistema mais racional e econômico de uso das pastagens. A área da pastagem é dividida com cerca elétrica em, no mínimo, 31 piquetes, onde as vacas permanecem um dia em cada piquete.
O pastoreio rotativo apresenta as seguintes vantagens: aumenta a produção de leite; diminui a mão-de-obra; melhora a sanidade dos animais; melhora o ambiente; melhora o bem-estar dos animais; permite o aproveitamento de áreas dobradas; melhora o manejo do esterco; permite uma lotação de 5 a 7 vacas por hectare.
Como fazer
Manejo Iniciar o pastoreio quando a pastagem estiver na altura recomendada pelo Quadro 6. As vacas ou outros animais devem permanecer em cada piquete, no máximo, um dia, permitindo o consumo do pasto no melhor ponto e evitando o pastoreio do rebrote. Recomenda-se que as vacas permaneçam à noite nos piquetes para aumentar a quantidade de esterco e urina depositados no pasto e evitar ao máximo a transferência desse fertilizante para outras áreas. Após a saída dos animais do piquete, espalhar o esterco e aplicar adubos orgânicos, fosfatos naturais, sulfato de potássio e calcário conforme a necessidade. O intervalo entre cada pastoreio do piquete é, em média, de 30 dias, podendo ser maior ou menor dependendo da época do ano. O intervalo possibilita a recuperação e desenvolvimento da pastagem. Em certas épocas do ano vai sobrar pastagem. Neste caso, deverá ser analisada a possibilidade de se fazer feno do pasto de alguns piquetes. Na saída do inverno deverá ser roçada a parte mais grossa do pasto para possibilitar o rebrote novo para a entrada da primavera.
Tipos de pastos mais indicados para o pastoreio rotativo
Pastos perenes de verão: Tifton, Hermartria, Florackirk, Pensacola, Estrela Africana, Pangola, Mombaça, Tanzânia, Coast Cross, Quicuio, Capim elefante, Braquiária, Setária, etc. Pastos anuais de verão: Milheto, Sorgo forrageiro, Milho, Teosinto, Feijão miúdo, etc. Pastos anuais de inverno: Aveia, Azevém, Centeio, Cevada, Ervilhaca, Trevos, etc.
O clima, muito instável, não é indicado para se fazer feno de boa qualidade. Mas, em áreas pequenas, pode-se fazer feno de qualidade razoável.
Ponto de corte para fenação FORRAGEM PONTO DE FENAÇÃO Alfafa no início da floração Aveia e azevém no emborrachamento Trevo vermelho no início da floração Tifton e outros pasto perenes de verão quando estiver no ponto ótimo de pastejo
Como fazer o feno cortar a forragem de manhã, logo após enxugar o sereno; espalhar no local para secar no solo; após 3 a 4 horas de sol revolver com um ancinho; ao fim da tarde amontoar e cobrir com lona plástica; no dia seguinte, espalhar novamente.
Ponto de feno O feno não deve ficar seco demais, porque perde as folhas que quebram e as folhas são a parte mais nutritiva do feno. O feno está no ponto quando não se consegue descascar com a unha a haste da planta. Cuidado para não passar do ponto e também não deixar com muita umidade, porque mofa. Ao torcer um feixe de plantas fenadas elas não devem quebrar.
A meta para todos os produtores de leite é suas vacas parirem a cada 12 meses, isto é, obter uma cria por ano. Para que isso ocorra a primeira tarefa é cobrir a vaca entre 50 e 90 dias após o parto. Para cobrir a vaca ela deve antes entrar em cio. Vacas fracas e doentes, normalmente, não entram em cio. Logo, a primeira preocupação do produtor é fazer as vacas parirem em bom estado e que elas não percam muito peso no início da lactação chegando assim aos 50 dias em bom estado. A vaca repete o cio, em média, a cada 21 dias, o intervalo vai de 18 a 24 dias. Após o parto o 1º cio não deve ser usado porque é o cio de limpeza da vaca, já o segundo não tem problema.
Identificação do cio A identificação correta do cio é um dos fatores mais importantes para se ter um bom intervalo entre partos. Todas as vacas devem ser observadas, no mínimo, duas vezes por dia. De preferência antes das ordenhas da manhã e da tarde. As vacas devem estar em um local com piso firme, de preferência grama, para que possam mostrar que estão em cio. Existem os sinais de cio que são chamados de secundários como: a vaca muge mais, come menos, fica nervosa, monta nas outras vacas, a vulva fica inchada e pode ter corrimento. Mas o sinal principal é quando a vaca se deixa montar e fica parada por um curto espaço de tempo.
Momento de cobertura Se a vaca entrar em cio de manhã (vaca se deixa montar) deve ser coberta no início da tarde (em torno de 12 a 18 horas após entrar em cio). Se entrar em cio à tarde deve ser coberta no início da manhã do dia seguinte.
Não cobrir: Vacas com menos de 50 dias do parto. Vacas com corrimento vaginal amarelado. Vacas em cio com intervalo entre cios menor que 17 dias. Vacas que abortaram e não foram tratadas. Vacas que já foram cobertas três vezes sem sucesso e não foram examinadas por veterinário.
Gestação O período de gestação normal das vacas é, em média, de 282 dias.
Parto A vaca deve parir em um local seco e abrigado, com boas pastagens, água limpa e abundante e sombras. Uma semana antes do parto a vaca deve ser colocada neste local. São sinais característicos da proximidade do parto a inquietação da vaca, inchaço da vulva, diminuição do consumo de alimentos e o afundamento das partes na base da cauda. O parto normal dura em torno de 6 horas, para as vacas mais velhas e 8 horas para as novilhas. A placenta deve ser expelida em até 12 horas após o término do parto.