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ATPS matematica -2, Trabalhos de Cálculo

Trabalho de Cálculo Integral

Tipologia: Trabalhos

2011

Compartilhado em 01/10/2011

junior-pirata-12
junior-pirata-12 🇧🇷

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MATEMÁTICA
Prof: Antonio Matias da Silveira Junior
AUTORES:
Luis Gustavo Pinto de Oliveira - RA: 1034996737
Luis Fernando Pereira - RA: 1041981554
Paulo Roberto Ribeiro da Costa - RA: 1018832254
Fellipe Moraes Ramos – RA: 1034984040
José Pereira da Silva Junior – RA: 1041961331
Wagner Franca Bezerra - RA: 1005760817
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MATEMÁTICA

Prof: Antonio Matias da Silveira Junior

AUTORES:

Luis Gustavo Pinto de Oliveira - RA: 1034996737

Luis Fernando Pereira - RA: 1041981554

Paulo Roberto Ribeiro da Costa - RA: 1018832254

Fellipe Moraes Ramos – RA: 1034984040

José Pereira da Silva Junior – RA: 1041961331

Wagner Franca Bezerra - RA: 1005760817

ETAPA 3

Aula-tema: Aplicações da Derivada Essa etapa é importante para que o aluno saiba utilizar técnicas de cálculo, que se aplicam a uma grande variedade de problemas da vida real. Para realizá-la, é importante seguir os passos descritos.

PASSOS

Passo 1 – Faça a leitura do capítulo 4 – seção 4.1 do PLT, pesquise e elabore um texto explicativo sobre máximos locais, mínimos locais e pontos de inflexão de uma determinada função.

R: Pontos de máximo ou de mínimo de uma função.

Para obter pontos de máximo ou de mínimo de uma função, basta construir o gráfico da função e identificar tais pontos. O problema é a dificuldade em construir os gráficos de muitas funções, razão pela qual, utilizamos as derivadas das funções para facilitar a nossa vida.

Ponto crítico de uma função derivável

Ponto crítico de uma função derivável f é um ponto x=c do domínio de f no qual f '(c)=0.

Exemplo: f(x)=x², definida sobre [-1,2], possui x=0 como ponto crítico, pois f '(0)=0.

Teorema (Pierre Fermat)

Este critério se baseia nas seguintes idéias:

  1. Se a função é crescente as retas tangentes em cada ponto de seu gráfico possuem coeficientes angulares positivos.
  2. Se a função é decrescente as retas tangentes em cada ponto de seu gráfico possuem coeficientes angulares negativos.
  3. Se existe algum ponto de extremo local a reta tangente ao gráfico neste ponto tem coeficiente angular zero.

Critério da primeira derivada

Seja f uma função derivável sobre um conjunto S, possuindo um ponto crítico x=c no interior de S, isto é, f '(c)=0.

  1. Se a derivada de f é positiva à esquerda de x=c e é negativa à direita de x=c, então x=c é um ponto de máximo para f.
    1. Se a derivada de f é negativa à esquerda de x=c e é positiva à direita de x=c, então x=c é um ponto de mínimo para f.

Exemplos

(1) Seja a função f(x)=1-x² definida sobre S=[-1,2]. f '(x)=-2x, assim o único ponto crítico ocorre em x=0. f '(x)>0 se x<0 e f '(x)<0 se x>0, assim, x=0 é um ponto de máximo local para f.

(2) Seja a função f(x)=x² definida sobre S=[-1,2]. g '(x)=2x, assim o único ponto crítico ocorre em x=0. g '(x)>0 se x<0 e g '(x)<0 se x>0, assim, x=0 é um ponto de mínimo local para f.

Observações

  1. Nem todo ponto crítico de uma função é ponto de extremo dessa função, como é o caso de f(x)=x³, definida sobre S=[-2,2]. f '(x)=3x². O ponto crítico é x=0. À esquerda e também à direita de x=0, a derivada é positiva, logo, x=0 não pode ser ponto de máximo local nem ponto de mínimo local para f.
  2. O critério da 1a. derivada, pode ser escrito na forma: Se f é uma função derivável sobre um intervalo [a,b] e existe um ponto x=c no intervalo aberto (a,b) para o qual f '(c) é diferente de 0, então este ponto x=c não pode ser ponto de máximo nem de mínimo para f.

Teorema do Valor Máximo (Karl Weierstrass)

Se f é uma função contínua definida sobre um intervalo fechado e limitado [a,b], então f assume o seu valor máximo M e também o seu valor mínimo m, no intervalo [a,b]. Isto é o mesmo que garantir a existência de valores x 1 e x 2 em [a,b] tal que para todo x em [a,b]:

  1. g(x)=-1/x definida sobre S=(0,1], tem um ponto de máximo em x=1, mas sobre S não tem ponto de mínimo.
  2. f(x)=x+1/x definida sobre S=[-1,1] com f(0)=0, não possui derivada em x=0, seus valores extremos ocorrem em x=-1 (ponto de máximo) e x=1 (ponto de mínimo).
  3. f(x)=x+1/x definida sobre S=[-3,3] com f(0)=0, não possui derivada em x=0, seus pontos críticos são x=-1 e x=1. (-1,-2) é um ponto de máximo relativo e (1,2) é um ponto de mínimo relativo.

Se f é uma função c então f assume o seu valor máximo (ou mínimo):

Concavidade e pontos de inflexão

  1. Seja f uma função diferençável (pelo menos até a segunda derivada) em um intervalo (
  2. Se crescente em (
  3. A concavidade do seu gráfico é voltada para cima abaixo:

Teorema de localização

Se f é uma função c então f assume o seu valor máximo (ou mínimo):

  1. Nas extremidades do intervalo [a,b], ou
  2. Em pontos críticos de f, ou
  3. Em pontos onde a derivada de f não existe.

Concavidade e pontos de inflexão

  1. Seja f uma função diferençável (pelo menos até a segunda derivada) em um intervalo ( a , b ).
  2. Se f ’’( x ) > 0 crescente em ( a , A concavidade do seu gráfico é voltada para cima abaixo:

Teorema de localização

Se f é uma função contínua definida sobre um intervalo fechado e limitado [a,b], então f assume o seu valor máximo (ou mínimo):

Nas extremidades do intervalo [a,b], ou Em pontos críticos de f, ou Em pontos onde a derivada de f não existe.

Concavidade e pontos de inflexão

  1. Seja f uma função diferençável (pelo menos até a segunda derivada) em um

) > 0 para todo , b ) e a A concavidade do seu gráfico é voltada para cima

Teorema de localização

ontínua definida sobre um intervalo fechado e limitado [a,b], então f assume o seu valor máximo (ou mínimo):

Nas extremidades do intervalo [a,b], ou Em pontos críticos de f, ou Em pontos onde a derivada de f não existe.

Concavidade e pontos de inflexão

  1. Seja f uma função diferençável (pelo menos até a segunda derivada) em um

para todo x em ( a ,

A concavidade do seu gráfico é voltada para cima

ontínua definida sobre um intervalo fechado e limitado [a,b], então f assume o seu valor máximo (ou mínimo):

Nas extremidades do intervalo [a,b], ou

Em pontos onde a derivada de f não existe.

  1. Seja f uma função diferençável (pelo menos até a segunda derivada) em um

, b ), então a função primeira derivada

A concavidade do seu gráfico é voltada para cima

ontínua definida sobre um intervalo fechado e limitado [a,b], então f assume o seu valor máximo (ou mínimo):

Nas extremidades do intervalo [a,b], ou

Em pontos onde a derivada de f não existe.

  1. Seja f uma função diferençável (pelo menos até a segunda derivada) em um

), então a função primeira derivada

A concavidade do seu gráfico é voltada para cima , confo

ontínua definida sobre um intervalo fechado e limitado [a,b],

  1. Seja f uma função diferençável (pelo menos até a segunda derivada) em um

), então a função primeira derivada

, conforme mostra a figura

ontínua definida sobre um intervalo fechado e limitado [a,b],

  1. Seja f uma função diferençável (pelo menos até a segunda derivada) em um

), então a função primeira derivada f ’( x

rme mostra a figura

ontínua definida sobre um intervalo fechado e limitado [a,b],

  1. Seja f uma função diferençável (pelo menos até a segunda derivada) em um

x ) é

rme mostra a figura

Exemplos:

1) Tendo f ( x ) = x^3 – 7 x + 6 e f ’( x ) = 3 x^2 – 7 como exemplo. Para estudar a concavidade,tomamos a segunda derivada, f ” ( x ) = 6 x , e observarmos que f ” ( x ) < 0 se x < 0 e f” ( x ) > 0 se x > 0. Logo, a concavidade do gráfico é voltada para baixo para todos os reais negativos e para cima, para os reais positivos. x = 0 é, portanto, um ponto de inflexão do gráfico de f , conforme já visto em seu gráfico.

2) x^2 , para x 1 f ( x ) = 1 – (x – 1)^2 , para x 1

Para x 1, f (x) = 2x e f (x) = 2.

Para x 1, f (x) = -2(x-1) e f (x) = -2.

Logo, para x Î (1, + ¥), f ’’( x ) < 0. Portanto, neste intervalo f é côncava para baixo. Assim, no ponto c = 1, a concavidade muda, o que significa que este é um ponto de inflexão. Analisando a primeira derivada, notamos que:

x < 1  f ( x ) < 0 para x < 0 e f ’( x ) > 0 para 0 < x < 1;

x > 1  f ( x ) < 0 para todo x.

Portanto, f é crescente para 0 < x < 1 e decrescente para x < 0 e x > 1. Associando isso à análise da concavidade, podemos construir seu gráfico, onde podemos também observar que no ponto c = 1 f tem um máximo relativo.

Observação de inflexão de

Teorema

Teste da derivada segunda = c um ponto crítico de derivada segunda em ( i) Se f ii) Se

Exemplos: derivada segunda.

1 ) f ( x

Temos,

Fazendo

os pontos críticos de

Como

valor máximo relativo em

Analogamente, como relativo de

Observação : um ponto de inflexão de f (exemplo 1).

Teorema

Teste da derivada segunda = um ponto crítico de derivada segunda em ( f ”( c ) < 0, f tem um valor máximo relativo em ii) Se f ”( c ) > 0, f

Exemplos: Encontre os máximos e mínimos relativos de derivada segunda.

x ) = 18 x + 3

Temos, f ’( x ) = 18 + 6

Fazendo f ’( x ) = 0, obtemos 18 + 6

os pontos críticos de

Como f ’’ = -30 < 0, segue que

valor máximo relativo em

Analogamente, como relativo de f. Seu valor mínimo relativo em

: um ponto c Î D( (exemplo 1).

Teste da derivada segunda = um ponto crítico de f neste intervalo, isto é, derivada segunda em ( a , b ) e tem um valor máximo relativo em f tem um valor mínimo relativo em

Encontre os máximos e mínimos relativos de derivada segunda.

  • 3 x^2 – 4 x^3.

) = 18 + 6 x – 12

) = 0, obtemos 18 + 6

os pontos críticos de f , que são

30 < 0, segue que

valor máximo relativo em x 1 é dado por

Analogamente, como f ’’ (-

. Seu valor mínimo relativo em

Î D( f ) onde (exemplo 1).

Teste da derivada segunda = Sejam neste intervalo, isto é, ) então: tem um valor máximo relativo em tem um valor mínimo relativo em

Encontre os máximos e mínimos relativos de

12 x^2 e f ”( x ) = 6

) = 0, obtemos 18 + 6 x – , que são x 1 =

30 < 0, segue que x 1 =

1 é dado por

    1. = 30 > 0, segue que . Seu valor mínimo relativo em

) onde f é contínua e tal que

Sejam f uma função derivável num intervalo ( neste intervalo, isto é, f ’ (

tem um valor máximo relativo em tem um valor mínimo relativo em

Encontre os máximos e mínimos relativos de

) = 6 – 24 x.

  • 12 x^2 = 0. Resolvendo esta equação obtemos e x 2 = –1.

é um ponto de máximo relativo de

1 é dado por f ’’ = 20,25.

  1. = 30 > 0, segue que

. Seu valor mínimo relativo em x 2 é dado por

é contínua e tal que

uma função derivável num intervalo ( ’ ( c ) = 0, com

tem um valor máximo relativo em c. tem um valor mínimo relativo em c.

Encontre os máximos e mínimos relativos de

= 0. Resolvendo esta equação obtemos

é um ponto de máximo relativo de

  1. = 30 > 0, segue que x 2 = –1 é um ponto de mínimo 2 é dado por f (-

é contínua e tal que f ’’( c ) = 0 é um ponto

uma função derivável num intervalo ( ) = 0, com a < c < b. Se

Encontre os máximos e mínimos relativos de f , aplicando o teste da

= 0. Resolvendo esta equação obtemos

é um ponto de máximo relativo de

1 é um ponto de mínimo

    1. = -11.

) = 0 é um ponto

uma função derivável num intervalo ( a , b

. Se f admite a

, aplicando o teste da

= 0. Resolvendo esta equação obtemos

é um ponto de máximo relativo de f. Seu

1 é um ponto de mínimo

) = 0 é um ponto

b ) e admite a

, aplicando o teste da

= 0. Resolvendo esta equação obtemos

1 é um ponto de mínimo

f(x)=2x^3 – 18x^2 + 30x + 40

f`(x)= 6x^2 – 36x + 30x

fatorando através da fórmula de Báskara

∆=b^2 -4.a.c

∆=(36)^2 -4.(6).(30)

㎘ᡔ ㎙ √ᡔ⡰^ ㎘ 4ᡓᡕ

x’ = 36+24/

x’ = 60/

x’=

x”=36-24/

x”=12/

x”=

Calculando o máximo e mínimo locais, substituindo os valores:

Passo 3 – Com as informações obtidas do passo 2 construa o esboço do gráfico

da função de f(x), determinando os valores da função nos pontos encontrados, bem

  • f(x)=2x^3 – 18x^2 + 30x +
  • f(5)=2.(5)^3 – 18.(5)^2 + 30.(5) +
  • f(5)=2.(125) – 18.(25) + 150 +
  • f(5)=250 – 450 + 150 +
  • f(5)=-
  • f(x)=2x^3 – 18x^2 + 30x +
  • f(1)=2.(1)^3 – 18.(1)^2 + 30.(1) +
  • f(1)=2 – 18 + 30 +
  • f(1)=
  • f(x)=2x^3 – 18x^2 + 30x +
  • f(3)=2.(3)^3 – 18.(3)^2 + 30.(3) +
  • f(3)=2.(27) – 18.(9) + 90 +
  • f(3)=54 – 162 +
  • f(3)=

Passo 1 problema da caixa abaixo, determinando as dimensões da mesma e também a quantidade mínima de

Deseja como a da figura 1. A base da caixa é um retângulo de lados medindo 2x e x e a altura da caixa mede h.

o volume da caixa é de 72 cm minimizar a quantidade de material.

M=material total usado na caixa

Material nas partes superior e inferior da caixa

Parte inferior da caixa = 2x.x

Parte superior da caixa = 2x.x

Temos: 2.(2x.x) = 4x

Material nas laterais da caixa

Em uma lateral da = 2.(x.h)+2(2x.h)

= 2xh+4xh

Temos: 6.(x.h) = 6.x.h

Passo 1 – Faça a leitura do capítulo 4 problema da caixa abaixo, determinando as dimensões da mesma e também a quantidade mínima de

Deseja-se construir pequenas caixas de papelão, com tampa, para embalagens como a da figura 1. A base da caixa é um retângulo de lados medindo 2x e x e a altura da caixa mede h.

volume da caixa é de 72 cm minimizar a quantidade de material.

M=material total usado na caixa

Material nas partes superior e inferior da caixa

Parte inferior da caixa = 2x.x

Parte superior da caixa = 2x.x

Temos: 2.(2x.x) = 4x

Material nas laterais da caixa

Em uma lateral da = 2.(x.h)+2(2x.h)

= 2xh+4xh

Temos: 6.(x.h) = 6.x.h

Faça a leitura do capítulo 4 problema da caixa abaixo, determinando as dimensões da mesma e também a quantidade mínima de papelão utilizado em sua construção:

se construir pequenas caixas de papelão, com tampa, para embalagens como a da figura 1. A base da caixa é um retângulo de lados medindo 2x e x e a altura da caixa mede h.

volume da caixa é de 72 cm minimizar a quantidade de material.

M=material total usado na caixa

Material nas partes superior e inferior da caixa

Parte inferior da caixa = 2x.x

Parte superior da caixa = 2x.x

Temos: 2.(2x.x) = 4x^2

Material nas laterais da caixa

Em uma lateral da = 2.(x.h)+2(2x.h)

Temos: 6.(x.h) = 6.x.h

Faça a leitura do capítulo 4 problema da caixa abaixo, determinando as dimensões da mesma e também a papelão utilizado em sua construção:

se construir pequenas caixas de papelão, com tampa, para embalagens como a da figura 1. A base da caixa é um retângulo de lados medindo 2x e x e a

volume da caixa é de 72 cm^3 e a caixa deverá ser construída de maneira a minimizar a quantidade de material.

M=material total usado na caixa

Material nas partes superior e inferior da caixa

Parte inferior da caixa = 2x.x

Parte superior da caixa = 2x.x

Material nas laterais da caixa

Em uma lateral da = 2.(x.h)+2(2x.h)

Faça a leitura do capítulo 4 – seções 4.3 e 4.5 do PLT e resolva o problema da caixa abaixo, determinando as dimensões da mesma e também a papelão utilizado em sua construção:

se construir pequenas caixas de papelão, com tampa, para embalagens como a da figura 1. A base da caixa é um retângulo de lados medindo 2x e x e a

e a caixa deverá ser construída de maneira a

Material nas partes superior e inferior da caixa

seções 4.3 e 4.5 do PLT e resolva o problema da caixa abaixo, determinando as dimensões da mesma e também a papelão utilizado em sua construção:

se construir pequenas caixas de papelão, com tampa, para embalagens como a da figura 1. A base da caixa é um retângulo de lados medindo 2x e x e a

e a caixa deverá ser construída de maneira a

seções 4.3 e 4.5 do PLT e resolva o problema da caixa abaixo, determinando as dimensões da mesma e também a papelão utilizado em sua construção:

se construir pequenas caixas de papelão, com tampa, para embalagens como a da figura 1. A base da caixa é um retângulo de lados medindo 2x e x e a

e a caixa deverá ser construída de maneira a

seções 4.3 e 4.5 do PLT e resolva o problema da caixa abaixo, determinando as dimensões da mesma e também a

se construir pequenas caixas de papelão, com tampa, para embalagens como a da figura 1. A base da caixa é um retângulo de lados medindo 2x e x e a

e a caixa deverá ser construída de maneira a

seções 4.3 e 4.5 do PLT e resolva o problema da caixa abaixo, determinando as dimensões da mesma e também a

se construir pequenas caixas de papelão, com tampa, para embalagens como a da figura 1. A base da caixa é um retângulo de lados medindo 2x e x e a

e a caixa deverá ser construída de maneira a

Volume da caixa

2x.x.h=72cm^3

2x^2 .h=

h=72/2x^2

h=36/x^2

Isso significa que:

Material dos lados da caixa

6.x.h

Substituindo o valor de h na fórmula temos:

6.x.(36/x^2 )

216.x/x^2 , cortando x de x^2 temos:

216/x

Obtemos assim a fórmula para a quantidade total de papel (M), usado na caixa:

M=4.x^2 +(216/x)

O domínio dessa função é o conjunto de todos os x>0. Vamos agora usar o cálculo para encontrar o mínimo de M e os pontos críticos.

4.x^2 +(216/x) =

〱぀ 〱け

㐄 4ᡶ⡰^ ㎗ 216. x⡹⡩

M’ = 2.4x2-1+(-1).216x-1-

M’ = 8x+(-216x-2)

M’ = 8x-216 x-2=0 logo temos

8x=216/x^2

8x. x^2 =