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Este documento fornece exemplos detalhados sobre transformações lineares e seu cálculo usando matrizes e diferentes bases em r2 e r3. Além disso, aborda conceitos como isomorfismo, núcleo e imagem de uma transformação linear.
Tipologia: Notas de aula
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-^ Funções lineares descrevem o tipo mais simplesde dependência entre variáveis•^ Muitos problemas podem ser representados portais funções •^ Definição:
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
-^ Definição:
^ i) Quaisquer que sejam
u^ e
v^ em
u + v
u )+F(
v )
^ ii) Quaisquer que sejam k
∈R e
v ∈
V : F(k.
v ) = k.F(
v )
Guardem essenome!!
-^ Exemplo 2: •^ F: R
-^ Solução:
u^ + v ) = (
u^ +^
(^2) v )
(^2) = u
u.v^
(^2) + v ≠^ u
2 + v
u )+F(
v )
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
4
u^ + v ) = (
u^ +^
(^2) v )
(^2) = u
u.v^
(^2) + v ≠^ u
2 + v
u )+F(
v )
^ Logo, F não é linear!
-^ Exemplo 3: •^ F: R
-^ (x,y)
-^ Solução: ^ Dados
u^ e
v^ ∈
(^2) R, sejam
u =(x
,y^ ) e^ v
=(x^
,y^ ),
x^ ,y
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
^ Dados
u^ e
v^ ∈
(^2) R, sejam
u =(x
,y 11 ) e^ v
=(x^2
,y),^2
x,yi
∈Ri
u + v
)=F((x
,y 11 ) + (x
,y 22 )) = F(x
, y 21
= (2x
, 0, x 2
x 1
y 2
y 1
= (2x
, 0, x 1
) + (2x 1
, 0, x 2
u ) + F(
v )
^ F(k.
u )=F(k.(x
, y 11 ))=F(k.x
, k.y 1
) = (2k.x 1
, 0, k.x 1
+k.y 1
= k(2x
, 0, x 1
) = k.F( 1
u )^
Logo, F é linear!
-^ OBS 2:
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
Verifique que essatransf. não é linear!!
-^ Exemplo:
m
-^ Seja A uma matriz mxn. Definimos:•^ L
-^ onde
-^ L
x^1 … x
x^1
y^1
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
-^ L
xn
x^1 … xn
y^1 … ym
-^ Exemplo: •^ Suponha A =•^ L
Cont.
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
2
-^ 1) Expansão (ou contração) uniforme:
α∈
R,^ v
α. v
^ Por exemplo, T: R
α^ = 2,
v^ →
^ T(x, y) = 2(x, y)
v^
T( v )
T
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
^ Na forma matricial: ^ Nesse caso, temos uma expansão. Se 0 <
α^ < 1,
ou^
-^ 3) Reflexão na Origem:
v^ →
(-x, -y)
-^
-^1
ou^
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
-^1
v^
T( v )
T
-^ 4) Rotação de um ângulo
y^
v α
Rθ^
y^
v α y’
R θ ( v )θ
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
[email protected] α^ x
α^ x x’
x’ = r.cos(
θ^ +^
α) = r.cos
αcos
θ^ - r.sen
αsen
θ, onde r = |
v |
Mas, r.cos
α^ = x e r.sen
α^ = y
⇒^ x’ = x.cos
θ^ - y.sen
θ
Analogamente: y’ = y.cos
θ^ + x.sen
θ
Assim: R
(x,y) = (x.cosθ
θ^ - y.sen
θ, y.cos
θ^ + x.sen
θ)
-^ 5) Cisalhamento Horizontal: ^ T(x, y) = (x +
αy, y),
α∈
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
v^
T( v )
T
-^ 6) Translação: ^ T(x, y) = (x + a, y + b), a, b
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
-^ Exemplo:
e^
e = (0, 1)^2
^ w
e^
w = (0, 0, 1)^2
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
^ w
e^
w = (0, 0, 1)^2
^ v = (x, y) ^ v = (x, y) = x.(1, 0) + y.(0, 1) ^ T(
v ) = T(x.(1, 0)) + T(y.(0, 1)) ^ T(
v ) = x.T(
e ) + y.T(^1
e ) = x.(2, -1, 0) + y.(0, 0, 1)^2
v ) = (2x, -x, y)
-^ Exemplo:
Não formam base canônica!!
Prof. Carlos Alexandre Barros de Mello
^ Mas: ^ T(0,-2)=(0,1,0)
^ Logo: T(1,0) = (3, 5/2, 1) e T(0,1) = (0, -½, 0)
base canônica!!