Docsity
Docsity

Prepare-se para as provas
Prepare-se para as provas

Estude fácil! Tem muito documento disponível na Docsity


Ganhe pontos para baixar
Ganhe pontos para baixar

Ganhe pontos ajudando outros esrudantes ou compre um plano Premium


Guias e Dicas
Guias e Dicas


Basquetebol 2 , Notas de estudo de Educação Física

Basquetebol 2

Tipologia: Notas de estudo

2017

Compartilhado em 29/11/2017

esporte-rmc-1
esporte-rmc-1 🇧🇷

4.7

(29)

28 documentos

1 / 68

Toggle sidebar

Esta página não é visível na pré-visualização

Não perca as partes importantes!

bg1
79
Revisão: Elaine - Diagramação: Márcio - 09/01/2017
BASQUETEBOL: ASPECTOS PEDAGÓGICOS E APROFUNDAMENTOS
Unidade II
5 O BASQUETEBOL COMO MODALIDADE ESPORTIVA DE COMPETIÇÃO
Atualmente o esporte é visto como um fenômeno cultural da humanidade de diversas possibilidades.
Dessa forma, o esporte pode ser vivenciado levando‑se suas diferentes conotações, ou seja, os indivíduos
utilizam do esporte por motivações e sentidos diversos. Observamos isso por meio de suas diferentes
práticas e personagens (PAES, 2009).
Podemos identificar não só no basquetebol, mas também em outras modalidades, a ideia da formação
de atletas profissionais para somente se tornarem campeões ou adquirirem a independência financeira.
Porém, o basquetebol é uma modalidade que atende a diversos segmentos da sociedade, como crianças,
adolescentes, adultos, idosos, portadores ou não de deficiências, que utilizam o esporte para as mais
diversas finalidades.
Devido às mudanças e à evolução das ciências do esporte, das ciências
tecnológicas e de tantas outras áreas do conhecimento, mudou também a
forma de entender o esporte. Terminamos o século XX com esse fenômeno se
apresentando didaticamente em cinco principais e significativas manifestações:
Esporte Profissional, Iniciação Esportiva, Esporte como conteúdo de lazer,
Esporte de Representação e Esporte Escolar. Temos ainda a prática de certas
modalidades esportivas, realizadas como prática voltada à saúde e melhoria do
condicionamento físico, e também enquanto atividade física na tentativa de
contribuir com outras áreas, por exemplo, para reabilitação de algum trauma
ocorrido com o indivíduo [...] (PAES, 2009, p .8).
Esporte profissional
Seus objetivos estão inseridos na opção profissional que se apresenta na forma de atletas profissionais,
técnicos, preparadores físicos, publicitários, jornalistas, dirigentes, indústria de equipamentos esportivos,
profissionais do meio de comunicação e etc. Destacamos essa manifestação esportiva e como ela
interfere em todos os praticantes e em todo o cenário esportivo atual. Compreender sua importância na
sociedade moderna é essencial.
Iniciação esportiva
É o início, é a forma pela qual iniciamos o indivíduo na prática do desporto de forma orientada. Com
a constante evolução do esporte e sua veiculação nos meios de comunicação, percebemos que dia a dia
aumenta o interesse principalmente em crianças e adolescentes. Os clubes, escolas, academias, centros
esportivos e praças esportivas públicas são os principais agentes que oferecem a prática esportiva.
pf3
pf4
pf5
pf8
pf9
pfa
pfd
pfe
pff
pf12
pf13
pf14
pf15
pf16
pf17
pf18
pf19
pf1a
pf1b
pf1c
pf1d
pf1e
pf1f
pf20
pf21
pf22
pf23
pf24
pf25
pf26
pf27
pf28
pf29
pf2a
pf2b
pf2c
pf2d
pf2e
pf2f
pf30
pf31
pf32
pf33
pf34
pf35
pf36
pf37
pf38
pf39
pf3a
pf3b
pf3c
pf3d
pf3e
pf3f
pf40
pf41
pf42
pf43
pf44

Pré-visualização parcial do texto

Baixe Basquetebol 2 e outras Notas de estudo em PDF para Educação Física, somente na Docsity!

BASQUETEBOL: ASPECTOS PEDAGÓGICOS E APROFUNDAMENTOS

Unidade II

5 O BASQUETEBOL COMO MODALIDADE ESPORTIVA DE COMPETIÇÃO

Atualmente o esporte é visto como um fenômeno cultural da humanidade de diversas possibilidades. Dessa forma, o esporte pode ser vivenciado levando‑se suas diferentes conotações, ou seja, os indivíduos utilizam do esporte por motivações e sentidos diversos. Observamos isso por meio de suas diferentes práticas e personagens (PAES, 2009).

Podemos identificar não só no basquetebol, mas também em outras modalidades, a ideia da formação de atletas profissionais para somente se tornarem campeões ou adquirirem a independência financeira. Porém, o basquetebol é uma modalidade que atende a diversos segmentos da sociedade, como crianças, adolescentes, adultos, idosos, portadores ou não de deficiências, que utilizam o esporte para as mais diversas finalidades.

Devido às mudanças e à evolução das ciências do esporte, das ciências tecnológicas e de tantas outras áreas do conhecimento, mudou também a forma de entender o esporte. Terminamos o século XX com esse fenômeno se apresentando didaticamente em cinco principais e significativas manifestações: Esporte Profissional, Iniciação Esportiva, Esporte como conteúdo de lazer, Esporte de Representação e Esporte Escolar. Temos ainda a prática de certas modalidades esportivas, realizadas como prática voltada à saúde e melhoria do condicionamento físico, e também enquanto atividade física na tentativa de contribuir com outras áreas, por exemplo, para reabilitação de algum trauma ocorrido com o indivíduo [...] (PAES, 2009, p .8).

Esporte profissional

Seus objetivos estão inseridos na opção profissional que se apresenta na forma de atletas profissionais, técnicos, preparadores físicos, publicitários, jornalistas, dirigentes, indústria de equipamentos esportivos, profissionais do meio de comunicação e etc. Destacamos essa manifestação esportiva e como ela interfere em todos os praticantes e em todo o cenário esportivo atual. Compreender sua importância na sociedade moderna é essencial.

Iniciação esportiva

É o início, é a forma pela qual iniciamos o indivíduo na prática do desporto de forma orientada. Com a constante evolução do esporte e sua veiculação nos meios de comunicação, percebemos que dia a dia aumenta o interesse principalmente em crianças e adolescentes. Os clubes, escolas, academias, centros esportivos e praças esportivas públicas são os principais agentes que oferecem a prática esportiva.

Unidade II

Esporte como conteúdo do lazer

Os praticantes dessa modalidade desenvolvem a prática esportiva utilizando o fenômeno esportivo em seu tempo livre, é importante destacar que cada indivíduo deve utilizar o esporte em seu tempo livre por razões e motivos distintos. Cabe ao gestor que desenvolve essas atividades trabalhar dentro de um ambiente seguro, cooperativo, democrático e agradável.

Esporte de representação

Essa manifestação é desenvolvida quando uma pessoa ou grupo se organizam para a disputa de um torneio ou campeonato sem que os atletas envolvidos sejam remunerados parcial ou totalmente para participar. Tem como objetivo a representação de uma instituição, bairro, clube, cidade, estado ou país.

Esporte escolar

No contexto do ensino formal, como conteúdo da educação física escolar, o esporte deve atender aos alunos e merece ser tratado com um significado cultural, transmitido de forma planejada e organizada para todos na escola. Lembramos ainda que no processo de iniciação esportiva não mais existe a necessidade de formar grandes atletas, detectar talentos ou priorizar a busca por resultados, mas sim buscar questões educacionais que priorizem, a partir do esporte, o desenvolvimento do aluno.

Para nós professores de educação física cabe a responsabilidade de conduzir os rumos para uma sociedade mais justa e com igualdade de oportunidades, na qual o esporte pode e deve contribuir de forma positiva.

6 HABILIDADES TÁTICAS OFENSIVAS AVANÇADAS DO BASQUETEBOL

No basquetebol cada posição tem a característica de ser um conjunto de especificidades do jogo, é fundamental o desenvolvimento dessas habilidades em função de cada posição, que em um processo de treinamento necessita da repetição de situações‑problema relacionadas a cada posição e sua função na quadra.

Paes (2009) acredita que os armadores têm como característica a organização e a liderança na construção de movimentações no ataque e na defesa, observam buscando a melhor estratégia para finalizar com eficiência. Suas ações predominantes são:

  • driblar em varias situações;
  • finalizar de média e longa distância;
  • capacidade de executar passes em diferentes situações;
  • levar a bola ao ataque.

Unidade II

jogo, coordenar as principais ações da equipe tanto no ataque quanto na defesa, além de também ser uma opção de finalização, conforme as funções atuais de um jogador dessa posição.

A posição 2, armador de ajuda ou escolta, também tem as características de armação e organização do ataque, apoio às ações ofensivas, participação ofensiva efetiva e atuação tática, sendo o 2º armador, apoiando as ações do armador 1 e sendo também outra opção de finalização.

A posição 3, ala ou lateral, tem o perfil de ser de um jogador de finalização de qualquer distância e de fazer muitas infiltrações, apoiando os rebotes ofensivos e defensivos, sendo sua principal característica a definição.

A posição 4, ala pivô ou pivô móvel, é uma posição em que temos características da união das posições 3 e 5; já que joga‑se em uma região mais próxima à cesta, forte atuação nas jogadas ofensivas de curta e média distâncias, além de disputar todos os rebotes, tanto no ataque como na defesa.

Na posição 5, pivô de baixo ou de força, o jogador tem a característica de ser sempre muito alto e forte, jogando sempre muito próximo à cesta e sempre de costas, para observar os companheiros de equipe para um possível recebimento de passe e uma participação efetiva tanto nos rebotes de defesa quanto nos de ataque.

Paes (2009) acredita ser necessário destacar que as posições de ataque descritas anteriormente necessitam ser entendidas como uma divisão simbólica e didática. Os atacantes não precisam estar condicionados a atuar somente em uma posição, aliás, essa é uma forma de facilitar a distribuição das funções e o treinamento dos jogadores, que buscam uma melhor ocupação dos espaços na quadra.

Entendendo que esse jogo é imprevisível e visa um melhor desempenho, as qualidades dos jogadores são aleatórias e não podem se enquadrar de forma rígida.

5

3 4 2

1

Figura 42 – Equipe formada com um jogador em cada posição

BASQUETEBOL: ASPECTOS PEDAGÓGICOS E APROFUNDAMENTOS

3

4

4

1 1

Figura 43 – Equipe formada com dois jogadores na posição 1, um jogador na posição 3 e dois jogadores na posição 4

3

5

3

2 1

Figura 44 – Equipe formada com um jogador na posição 1, um jogador na posição 2, dois jogadores na posição 3 e um jogador na posição 5

BASQUETEBOL: ASPECTOS PEDAGÓGICOS E APROFUNDAMENTOS

4

5

(^12)

5

Figura 47 – Equipe formada com um jogador na posição 1, um jogador na posição 2, um jogador na posição 4 e dois jogadores na posição 5

6.2 Sistema ofensivo

Em todas as modalidades esportivas devemos utilizar esses sistemas táticos ofensivos para a organização do ataque nas diversas situações do jogo.

Estudar e adotar organizações táticas coletivas ofensivas pode contribuir de forma significativa no desenvolvimento do jogo de basquetebol. Essa organização visa uma melhor distribuição espacial dos jogadores (na meia quadra ofensiva) e uma divisão de principais tarefas e responsabilidades para cada jogador – determinadas, muitas vezes, pelo conjunto de características e competências, tanto individual como dos jogadores enquanto grupo [...] (PAES, 2009, p. 99).

Segundo Ferreira (2003), ao contrário dos sistemas de defesa, em que existe uma classificação bem definida, os sistemas de ataque não apresentam uma clara definição pelo simples motivo de encontrar diversas possibilidades de opções no ataque. O principal referencial é o de se utilizar de uma grande rotatividade entre os jogadores, não existe uma posição fixa e definida, todos os jogadores se movimentam de forma a passar por todas as posições, esse sistema é de difícil execução e muito complexo.

O sistema de ataque deve se originar a partir de:

  • organização – inicialmente, para definirmos uma movimentação para o sistema de ataque, é necessário verificarmos qual tipo de defesa o ataque irá enfrentar. Devemos também observar quais jogadores serão utilizados e definirmos o número de jogadores em cada uma das posições;

Unidade II

  • movimentação ordenada – devemos definir as funções e as movimentações de cada atacante na quadra. O objetivo dessa movimentação organizada é posicionar os jogadores de ataque em condições favoráveis para realizar um arremesso à cesta;
  • rebote de ataque – será necessário decidir quais os jogadores atacantes que deverão participar do rebote de ataque, caso o arremesso não seja convertido;
  • equilíbrio defensivo – é necessário estabelecer, em função das posições ocupadas na quadra, quais e quantos atacantes irão retornar para a defesa, no caso de não termos sucesso na disputa do rebote ofensivo ou se iniciar rapidamente por meio de uma lateral ou fundo de bola após uma cesta;
  • continuidade – caso não consigamos atingir o objetivo de realizar um arremesso em condições favoráveis, é preciso que o sistema continue sua movimentação para uma nova tentativa ou encontrarmos uma possibilidade de definição.

Devemos sempre ter jogadores caracterizados como jogadores de uma determinada posição que, em função do grupo que se encontra na quadra, possam desempenhar outra função, dependendo da situação do jogo.

Observamos também que no basquetebol atual a escalação das equipes se modifica a cada jogo de acordo com as características da equipe adversária.

6.3 Fundamento de corta‑luz

Segundo Maronese (2009), corta‑luz é uma técnica ofensiva individual que visa dificultar ou impedir a boa movimentação dos jogadores da defesa.

A posição básica na utilização do corta‑luz pode ser descrita da seguinte forma (BRASIL, 1980):

  • estar na posição de defesa, próxima ao defensor;
  • pernas afastadas para maior equilíbrio;
  • pés fixados no solo (firme);
  • tronco ligeiramente flexionado à frente, para um maior equilíbrio;
  • braços posicionados naturalmente (nunca abertos);
  • olhar voltado ao defensor e ao companheiro;
  • estar atento ao contato e às reações do defensor;
  • evitar as faltas no ataque.

Unidade II

3

2

C1A

B

Figura 49

O jogador 3, que está com a bola, recebe o corta‑luz do jogador da posição 1 e define a jogada.

Corta-luz indireto

O corta‑luz indireto acontece quando o corta‑luz for feito para qualquer um dos companheiros que estiverem sem a posse da bola, normalmente do lado oposto à bola, com o jogador que recebeu o corta‑luz vindo em direção à bola para recebê‑la.

3

2

C

A 1

B

Figura 50 – Corta‑luz indireto

BASQUETEBOL: ASPECTOS PEDAGÓGICOS E APROFUNDAMENTOS

O jogador na posição 1 passa a bola para o jogador da posição 2 e vai fazer o corta‑luz no jogador C que está marcando o jogador da posição 3.

3

2

C (^1) A

B

Figura 51

O jogador na posição 3 recebe o corta‑luz do jogador na posição 1 e se infiltra para receber a bola passada pelo jogador da posição 2.

Corta-luz cego

Acontece quando a execução do corta‑luz não puder ser notada pelos adversários, basicamente por estar fora do campo de visão, principalmente daquele defensor que vai sofrer o corta‑luz. Pode ser feito para qualquer um dos companheiros, mas os mais comuns são para aqueles sem a posse da bola.

BASQUETEBOL: ASPECTOS PEDAGÓGICOS E APROFUNDAMENTOS

Corta-luz falso

É um corta‑luz indireto, mas tem por objetivo enganar a defesa adversária, pois quem recebe a bola é exatamente aquele que fez o corta‑luz. A utilização do corta‑luz falso acontece principalmente quando a defesa adversária marca individualmente, fazendo trocas.

3

2

C

B

A 1

Figura 54 – Corta‑luz falso

O jogador na posição 3 passa a bola para o jogador na posição 1 e se desloca na direção do jogador na posição 2.

3

2

C

B

1 A

Figura 55

Unidade II

O jogador na posição 2 recebe um corta‑luz do jogador 3 e aparece para receber o passe, enquanto isso o jogador na posição 3, ao executar o corta‑luz, gira rapidamente em direção à cesta para ser mais uma opção de finalização.

Saiba mais

As referências a seguir podem propiciar um melhor entendimento dos conteúdos da unidade.

BRASIL. Ministério da Educação e Cultura. Secretaria de Educação Física e Desporto.Caderno técnico e didático: basquetebol. Brasília: MEC/DDD, 1980.

DUARTE, S. M.Basquetebol: manual do ensino. São Paulo: Ícone, 2013.

7 CONTRA‑ATAQUE

No basquetebol, a transição ofensiva é a ocupação de algumas regiões da quadra de forma rápida e organizada para se aproveitar de uma desatenção ou desequilíbrio da defesa na busca de alguma vantagem do ataque. É a ação do contra‑ataque preocupada com o posicionamento tático da equipe de forma organizada e com velocidade (PAES, 2009).

Para iniciarmos as ações necessárias para o início das saídas de contra‑ataque precisamos entender o que é essa ação e para que serve.

Numa partida de basquetebol são diversas as oportunidades em que uma equipe passa da situação de defesa (posse de bola com o adversário) para a de ataque. Quando isso acontece, a primeira iniciativa dessa equipe é a de atacar de forma rápida e organizada, de tal maneira que a defesa adversária seja surpreendida e não tenha tempo de se posicionar corretamente.

Esta ação de tentar o arremesso e de forma rápida e organizada, surpreendendo a equipe adversária, chama‑se contra‑ataque [...] (FERREIRA, 2003, p. 98).

Os autores citados definem contra‑ataque e transição ofensiva como uma mesma ação, podendo esta estar em superioridade ou igualdade numérica sem que os defensores estejam organizados e equilibrados em um sistema defensivo, jogo 5x5.

Dentro de uma partida de basquetebol, algumas situações podem originar uma transição ofensiva ou contra‑ataque, como:

Unidade II

Como já fizemos na ação do corta‑luz e para que tenhamos um melhor entendimento na leitura dos diagramas a seguir, iremos utilizar três corredores e as mesmas convenções já utilizadas para demonstrar as movimentações dos jogadores. Segue uma convenção adotada:

  • Deslocamento;
  • Deslocamento com bola (drible);
  • Passe;
  • Finalização (arremesso).

Contra-ataque a partir de um rebote de defesa

Após a obtenção do rebote de defesa, devemos ter a opção de passar a bola para uma das regiões laterais da quadra, tentando com isso levá‑la para uma área de menor concentração, principalmente de defensores. A trajetória da bola deverá ser quase paralela à linha de fundo.

Sentido da jogada

3

2

5

4

2

1

Figura 57

Após o passe para as laterais, o atacante que receber a bola terá duas opções: a primeira, e mais eficiente, seria um passe para outro atacante que estiver no mesmo corredor lateral. A segunda opção seria utilizar o drible, saindo do corredor lateral e progredindo pelo corredor central.

BASQUETEBOL: ASPECTOS PEDAGÓGICOS E APROFUNDAMENTOS

Sentido da jogada

3

2

5 2

4

1

Figura 58

Para a finalização do contra‑ataque, a situação ideal é a de ocupação dos três corredores imaginários (um central e dois laterais) por um atacante em cada um deles. O corredor central é o mais indicado para se conduzir a bola por meio do drible, e os corredores laterais são os mais propícios para as finalizações. A finalização do contra‑ataque define‑se em função da ação eventual da defesa. De qualquer forma, devem‑se tentar os arremessos mais próximos possíveis da cesta, por ser mais fácil o acerto.

Sentido da jogada

(^5 )

1

3

Figura 59

BASQUETEBOL: ASPECTOS PEDAGÓGICOS E APROFUNDAMENTOS

Sentido da jogada

4 2

1

3

3

5

Figura 61

O jogador da posição 3 reinicia o jogo por meio do passe e se desloca pelo corredor central, sendo que o jogador da posição 1 está se deslocando com a bola para executar um passe para uma das opções.

Sentido da jogada

2

4

1

3

5

Figura 62

Unidade II

O jogador na posição 1, ao passar a bola para o jogador da posição 4, se desloca para a lateral para ter maior ângulo de passe, os jogadores nas posições 2 e 3 ficam do outro lado da quadra nas laterais, sendo opções para recebimento da bola.

Sentido da jogada

2

4

1

5 3

Figura 63

O jogador na posição 4 verifica a aproximação do jogador na posição 5, fazendo a função dotrailer, e executa um passe para a definição.

Sentido da jogada

2

4

1

3

5

Figura 64